Simão o Zelote (Mc.318) era um dos discípulos de Jesus. Mateus o chama de "Simão, o Cananeu", enquanto Marcos, Lucas e Atos referem-se a "Simão, o Zelote". O nome zelota vem de um termo hebraico - kanai que significa ser zeloso ou ser ciumento por Deus. Surgiu por volta do ano 6 d.C. Ambos os termos parecem referir-se a um grupo de defensores ferozes da Lei Mosaica para aquele povo estabelecido por Deus na terra de Canaã. Partido político radical, empenhado na destituição do governo romano de Israel por meio da força. Assim como os xiitas e outros grupos radicais do islamismo. Os zelotes eram extremistas que ao contrário dos fariseus que faziam uma resistência passiva contra os romanos. Os zelotes estavam em constante agitação. A sede desse partido nacional era na Galiléia. “Porque antes destes dias levantou-se Teudas, dizendo ser alguém; a este se ajuntou o número de uns quatrocentos homens; o qual foi morto, e todos os que lhe deram ouvidos foram dispersos e reduzidos a nada. Depois deste levantou-se Judas, o galileu, nos dias do alistamento, e levou muito povo após si; mas também este pereceu, e todos os que lhe deram ouvidos foram dispersos." (At 5.36-37)
Os zelotes combatiam a cobrança de imposto pelos romanos “nos dias do alistamento”, consideravam ilegal serem tributários ao um governo pagão.
Os zelotes desempenharam um papel muito ativo na rebelião dos anos 66 a 70. A revolta realizada pelos zelotes resultou em um trágico fim três anos mais tarde com a dissolução do Estado Judeu e dispersão do povo judeu.
De acordo com alguns relatos, muitos viviam no mar da Galiléia no vale das pombas e quando o Senhor viajou de Cafarnaum para Nazaré passou por um vale com dois penhascos de montanha de cada lado onde haviam cavernas ocupadas pelas pombas e também pelos Zelotes que subiam pela montanha se balançando por uma corda até entrarem nas cavernas.
Tibériades era o quartel general do império romano e os Zelotes viviam perto dali.
Quando o Senhor pregou o sermão do monte e disse que tínhamos que amar o nosso inimigo no momento certo o vento soprava naquela direção e os Zelote ali nas cavernas podiam ouvir a voz do Senhor dizendo: Ame o teu inimigo!
Não sabemos quando ele foi ganho pelo Senhor, mas certamente o amor entrou nele, foi limpo de todo o ódio dos inimigos. Quando eles matavam era como se estivessem fazendo a obra de Deus, assim como Saulo o fazia limpando do meio deles, as pessoas oficias que o oprimiam e o escravizavam, sem ficar com as consciências pesada.
Não sabiam que o médico cirurgião quando fazem ação para retirar um tumor acabam por lesar também células boas.
O Senhor chamou Mateus!
O império romano crescia com imposto, Mateus também crescia. Zelote também matava cobradores de impostos, mas o Senhor chamou a ambos para se reunirem num mesmo lugar, sobre o seu próprio nome. Viviam em lados opostos e longe um do outro e agora estavam os dois sob o mesmo teto. Houve uma transformação, um lavando os pés do outro.
O Senhor não tratou com o problema político, mas tratou com duas pessoas. Entre os doze discípulos de Jesus havia dois pescadores, um alfandegário e um ex-terrorista, o Simão.
Bibliografia:
1 - http://pt.wikipedia.org/wiki/Sim%C3%A3o,_o_Zelote
2 - http://www.palavraprudente.com.br/estudos/forrest_k/personagensnt/cap23.html
3 - http://www.sandovaljuliano.com.br/site/curiosidades/47-biografia-dos-personagens-biblicos/320-quem-era-simao-o-zelote
4 - http://www.escoladominical.net/forum/viewtopic.php?f=10&t=185
sábado, 25 de junho de 2011
sexta-feira, 25 de março de 2011
APRENDENDO NO TEMPO
Hoje empregamos uma única palavra para significar o tempo. Conforme o Aurélio, tempo: "1.é a sucessão dos anos, dias horas, etc., que envolve a noção do presente, passado e futuro. 2. Momento ou ocasião apropriada para que uma coisa se realize”. Mas os gregos as usavam em duas palavras - kairos e khronos.
No grego, Kairos (καιρός,), é um momento indeterminado no tempo em que algo especial acontece (livramento de um ataque satânico na hora certa), a experiência do momento oportuno, uma porta de oportunidade, o tempo em potencial, tempo eterno, descrever a forma qualitativa do tempo, o "tempo de Deus", não pode ser medido, pois "para o Senhor um dia é como mil anos e mil anos como um dia." II Pe.3:8. Temos como exemplo Gn.1:1 “No começo Deus criou o céu e a terra...”, a Palavra se abre e se fecha com noções de tempo, oportuno, qualificado e misterioso. Em Ap. 22:20 “Sim eu venho em breve....” ambos legítimos Kairós, tempo que só Deus sabe e conhece. São realizações sem o nosso esforço apenas exercitamos a fé e confiança na intervenção divina.
Enquanto que khronos refere-se ao tempo cronológico, ou seqüencial, o tempo que se mede, duração de um movimento, é de natureza quantitativa, o "tempo dos homens", medido em anos, dias, horas e suas divisões. É a ação do homem por seus meios para atingir seus objetivos.
Vemos isso na caminhada do povo de Israel nos 40 anos que rodearam o deserto até a chegada em Canaã. Também é uma tipologia de nossa vida diante do Senhor e aquilo que quer nos ensinar com o tempo de espera para algo que estamos buscando. Eclesiastes 3:1 nos diz que “Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu”. Já sabemos então que a o tempo de Deus e também o tempo do homem. Em Israel existiam homens que estudavam esses tempos: “... dos filhos de Issacar, entendidos nas ciências dos tempos, para saber o que Israel deveria fazer...” (1 Cr.12:32). Na Palavra existem várias histórias de exemplos para nós, pois “tudo o que dantes foi escrito, para nosso ensino foi escrito, para que pela paciência e consolação das Escrituras tenhamos esperança”. Rm.15:4
Josué e Calebe foram os sobreviventes dos que sairam de Ramssés no Egito, conheceu o Senhor Deus que revela seu coração um caminho para os seus, e não apenas o Deus Eloim, criador, que abençoava com a água saindo da pedra, o maná descendo, o mar se abrindo, a coluna de fogo, etc. Veremos o exemplo de Josué 14:6-11, atente para as palavras “eu, porém, perseverei em segui o Senhor...o Senhor, me conservou em vida, como prometeu” isso havia passado quarenta e cinco anos, “qual era a minha força naquele dia, tal ainda agora”. Devemos ser tais pessoas que perseveram, esperam o tempo Kairós de Deus para o cumprimento das promessas ou pedidos de orações, no Salmos 23:4 nos diz que “ainda que eu ande...”, caso você vier a andar no vale da indecisão, em dificuldades, em perseguições, em noites escuras que parecem que não findam mais, em meio aos gigantes espirituais, o salmista diz, “não temerei mal nenhum”, porque conhecia o Deus que acolhe, que ama, que é misericordioso, que é benigno, que esquece os pecados, que conhece nossa estrutura. Coloquei recentemente em minha geladeira para orar-ler o versículo 11 de Tiago capítulo 5 “Eis que temos por bem-aventurados os que sofreram. Ouviu qual foi a paciência de Jó, e vistes o fim que o Senhor lhe deu; porque o Senhor é muito misericordioso e piedoso”. Isso tudo é para não perdermos a visão da promessa de Deus para a nossa vida, Ele está preocupado muito mais do que apenas responder nossas orações, Ele vê a eternidade e nós para isso precisamos conhecer o tempo Kairós de Deus. O Senhor irá cumprir o que prometeu, pois “Deus não é homem, para que minta; Nem filho do homem, para que se arrependa. Porventura, tendo Ele prometido, não o fará? Ou tendo falado, não o cumprirá?” Núm.23:19 e Lucas 18.7-8.
Mantenha sua mente na Palavra, volte-se ao espírito, invoque o nome do Senhor, mantenha-se em comunhão com a igreja para satanás não levá-lo para morte, esvazie-se de seus temores da alma e busque andar bebendo apenas de Cristo, a resposta vem e não tarda: “Pois a visão é ainda para o tempo determinado, e até o fim falará, e não mentirá. Ainda que se demore, espera-o; porque certamente virá, não tardará” (Hab.2.3). Deus não nos esquece, mas usa todos os recursos do tempo para agir, ensinar, aperfeiçoar e nos amadurecer. Espere nEle e em Sua Palavra. Sem sair de sua provisão, não procure ajudar Deus como fez Abraão, pois as conseqüências podem fazer a promessa retardar em quatorze anos. Veja por fé o livramento do Senhor, use o “escudo”, não deixe nenhum espírito de angústia (Sal.143:4), de tristeza (Is.54:60) tocar-lhe, nem viva ansioso, pois essas raízes impedem a resposta do Senhor, não fomos chamados para ver, mas para crer por fé, por isso “Senhor, concede-nos a paz, porque todas as nossas obras tu as fazes por nós” (Isaías 26.12). Viver pela fé é viver na presença de Deus, no Kairós.
O Senhor tem propósito em sua economia em trabalhar em nós, conforme já vimos nos estudos das 42 jornadas o tempo de Deus é para aumentar nossa comunhão íntima com Ele ou para tratar com nossos pecados ou ainda para que Sua glória se manifeste em nossos dias. A perseverança faz a diferença! Não olhe as circunstâncias, olhe para a Palavra, não siga teus sentimentos busque ouvir a voz do Senhor. Não ouça a voz da serpente chamando para dependência da árvore do conhecimento, siga o exemplo de Josué e Calebe e coma da árvore da vida dentro do Kairos de Deus. “Mas a misericórdia do SENHOR é de eternidade a eternidade” Sl 103:17.
Para o Senhor não há sombra de dúvidas em relação ao futuro para Ele não há incógnita, não há mistérios insondáveis. O presente não lhe traz nenhuma surpresa. Ele sabe de tudo antes mesmo que os acontecimentos venham à luz. Para quem vive na dimensão do Kairos, vive no mundo como se do mundo não fosse: trabalha, sofre, ama, se alegra, sem empenhar o coração em nada do mundo. Para sair do khronos e entrar no kairós, é preciso mudar o olhar do modo de pensar do mundo para o modo de pensar de Deus. É o olhar da fé. Desta forma, continuaremos no mundo, fazendo tudo como todos fazem, mas sem nos envolvermos com as coisas do mundo. “Eles estão no mundo, mas não são do mundo. Não peço que os tires do mundo, mas que os livres do Mal". Jo 15,19; 17,11. Estamos no khronos com o olhar no kairós. Nosso olhar está no futuro naquilo que o Senhor fez, está fazendo e fará por nós! "Perseverai em oração, velando nela com ação de graças" Col.4:2, tudo será providenciado pelo Senhor na hora certa, do kairós.
Que o Senhor nos ensine a depender dEle, hoje (khrono) e sempre (kairos), nos fazendo esperançoso é imbatível no espírito.
Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Kairos
http://www.webartigos.com/articles/17979/1/ESPERA-E-ESPERANCA--CHRONOS-E-KAIROS/pagina1.html#ixzz1FHqCBjdN
GALVÃO, M.A. Livro KAIRÓS. ed.Vozes, 1998
No grego, Kairos (καιρός,), é um momento indeterminado no tempo em que algo especial acontece (livramento de um ataque satânico na hora certa), a experiência do momento oportuno, uma porta de oportunidade, o tempo em potencial, tempo eterno, descrever a forma qualitativa do tempo, o "tempo de Deus", não pode ser medido, pois "para o Senhor um dia é como mil anos e mil anos como um dia." II Pe.3:8. Temos como exemplo Gn.1:1 “No começo Deus criou o céu e a terra...”, a Palavra se abre e se fecha com noções de tempo, oportuno, qualificado e misterioso. Em Ap. 22:20 “Sim eu venho em breve....” ambos legítimos Kairós, tempo que só Deus sabe e conhece. São realizações sem o nosso esforço apenas exercitamos a fé e confiança na intervenção divina.
Enquanto que khronos refere-se ao tempo cronológico, ou seqüencial, o tempo que se mede, duração de um movimento, é de natureza quantitativa, o "tempo dos homens", medido em anos, dias, horas e suas divisões. É a ação do homem por seus meios para atingir seus objetivos.
Vemos isso na caminhada do povo de Israel nos 40 anos que rodearam o deserto até a chegada em Canaã. Também é uma tipologia de nossa vida diante do Senhor e aquilo que quer nos ensinar com o tempo de espera para algo que estamos buscando. Eclesiastes 3:1 nos diz que “Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu”. Já sabemos então que a o tempo de Deus e também o tempo do homem. Em Israel existiam homens que estudavam esses tempos: “... dos filhos de Issacar, entendidos nas ciências dos tempos, para saber o que Israel deveria fazer...” (1 Cr.12:32). Na Palavra existem várias histórias de exemplos para nós, pois “tudo o que dantes foi escrito, para nosso ensino foi escrito, para que pela paciência e consolação das Escrituras tenhamos esperança”. Rm.15:4
Josué e Calebe foram os sobreviventes dos que sairam de Ramssés no Egito, conheceu o Senhor Deus que revela seu coração um caminho para os seus, e não apenas o Deus Eloim, criador, que abençoava com a água saindo da pedra, o maná descendo, o mar se abrindo, a coluna de fogo, etc. Veremos o exemplo de Josué 14:6-11, atente para as palavras “eu, porém, perseverei em segui o Senhor...o Senhor, me conservou em vida, como prometeu” isso havia passado quarenta e cinco anos, “qual era a minha força naquele dia, tal ainda agora”. Devemos ser tais pessoas que perseveram, esperam o tempo Kairós de Deus para o cumprimento das promessas ou pedidos de orações, no Salmos 23:4 nos diz que “ainda que eu ande...”, caso você vier a andar no vale da indecisão, em dificuldades, em perseguições, em noites escuras que parecem que não findam mais, em meio aos gigantes espirituais, o salmista diz, “não temerei mal nenhum”, porque conhecia o Deus que acolhe, que ama, que é misericordioso, que é benigno, que esquece os pecados, que conhece nossa estrutura. Coloquei recentemente em minha geladeira para orar-ler o versículo 11 de Tiago capítulo 5 “Eis que temos por bem-aventurados os que sofreram. Ouviu qual foi a paciência de Jó, e vistes o fim que o Senhor lhe deu; porque o Senhor é muito misericordioso e piedoso”. Isso tudo é para não perdermos a visão da promessa de Deus para a nossa vida, Ele está preocupado muito mais do que apenas responder nossas orações, Ele vê a eternidade e nós para isso precisamos conhecer o tempo Kairós de Deus. O Senhor irá cumprir o que prometeu, pois “Deus não é homem, para que minta; Nem filho do homem, para que se arrependa. Porventura, tendo Ele prometido, não o fará? Ou tendo falado, não o cumprirá?” Núm.23:19 e Lucas 18.7-8.
Mantenha sua mente na Palavra, volte-se ao espírito, invoque o nome do Senhor, mantenha-se em comunhão com a igreja para satanás não levá-lo para morte, esvazie-se de seus temores da alma e busque andar bebendo apenas de Cristo, a resposta vem e não tarda: “Pois a visão é ainda para o tempo determinado, e até o fim falará, e não mentirá. Ainda que se demore, espera-o; porque certamente virá, não tardará” (Hab.2.3). Deus não nos esquece, mas usa todos os recursos do tempo para agir, ensinar, aperfeiçoar e nos amadurecer. Espere nEle e em Sua Palavra. Sem sair de sua provisão, não procure ajudar Deus como fez Abraão, pois as conseqüências podem fazer a promessa retardar em quatorze anos. Veja por fé o livramento do Senhor, use o “escudo”, não deixe nenhum espírito de angústia (Sal.143:4), de tristeza (Is.54:60) tocar-lhe, nem viva ansioso, pois essas raízes impedem a resposta do Senhor, não fomos chamados para ver, mas para crer por fé, por isso “Senhor, concede-nos a paz, porque todas as nossas obras tu as fazes por nós” (Isaías 26.12). Viver pela fé é viver na presença de Deus, no Kairós.
O Senhor tem propósito em sua economia em trabalhar em nós, conforme já vimos nos estudos das 42 jornadas o tempo de Deus é para aumentar nossa comunhão íntima com Ele ou para tratar com nossos pecados ou ainda para que Sua glória se manifeste em nossos dias. A perseverança faz a diferença! Não olhe as circunstâncias, olhe para a Palavra, não siga teus sentimentos busque ouvir a voz do Senhor. Não ouça a voz da serpente chamando para dependência da árvore do conhecimento, siga o exemplo de Josué e Calebe e coma da árvore da vida dentro do Kairos de Deus. “Mas a misericórdia do SENHOR é de eternidade a eternidade” Sl 103:17.
Para o Senhor não há sombra de dúvidas em relação ao futuro para Ele não há incógnita, não há mistérios insondáveis. O presente não lhe traz nenhuma surpresa. Ele sabe de tudo antes mesmo que os acontecimentos venham à luz. Para quem vive na dimensão do Kairos, vive no mundo como se do mundo não fosse: trabalha, sofre, ama, se alegra, sem empenhar o coração em nada do mundo. Para sair do khronos e entrar no kairós, é preciso mudar o olhar do modo de pensar do mundo para o modo de pensar de Deus. É o olhar da fé. Desta forma, continuaremos no mundo, fazendo tudo como todos fazem, mas sem nos envolvermos com as coisas do mundo. “Eles estão no mundo, mas não são do mundo. Não peço que os tires do mundo, mas que os livres do Mal". Jo 15,19; 17,11. Estamos no khronos com o olhar no kairós. Nosso olhar está no futuro naquilo que o Senhor fez, está fazendo e fará por nós! "Perseverai em oração, velando nela com ação de graças" Col.4:2, tudo será providenciado pelo Senhor na hora certa, do kairós.
Que o Senhor nos ensine a depender dEle, hoje (khrono) e sempre (kairos), nos fazendo esperançoso é imbatível no espírito.
Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Kairos
http://www.webartigos.com/articles/17979/1/ESPERA-E-ESPERANCA--CHRONOS-E-KAIROS/pagina1.html#ixzz1FHqCBjdN
GALVÃO, M.A. Livro KAIRÓS. ed.Vozes, 1998
CONSTRUÍNDO CIDADES
Deus criou um lugar e chamou de Éden e dentro dele pôs um jardim onde colocou o homem e a mulher. Após a queda cidades foram levantadas, realizações do homem, por causa da rebeldia e desobediência.
Vemos primeiramente Caim, em Gn.4:10-17, desobedecendo a Deus, quando disse que ele seria fugitivo e errante pela terra (v.12). Construiu uma cidade como símbolo de sua independência e insegurança (v.17). Agora em rebeldia Caim substitui o Éden de Deus pelo seu próprio Éden, sua própria cidade, a segurança de Deus, pelas muralhas de sua cidade.
Mais tarde Ninrode, constrói a primeira cidade pós diluviana, seu pai era Cam, filho impuro de Noé, sobre quem caiu uma maldição (Gn.9:20-27) e motivado pelos mesmos propósitos de Caim, construiu cidades, tornou-se "poderoso na terra", Gn.10:8-12. Arquitetou as cidades de "Babel, Ereque, Acade, Calné na terra de Sinear, dessa região passou à Assíria e edificou a Nínive, Reobote-Ir, Calá e Resém, grande cidade entre Nínive e Calá” (Gn.10:10-11). Não nos dá informações dos povos dessas cidades, mas apenas informações das cidades. Essas cidades demonstravam o poder e a rebeldia contra Deus.
Na terra de Sinear que se formou a coligação de Gênesis 14, que venceu todos os seus inimigos, que capturou Ló, mas foi derrotado por Abraão. Por causa dessa vitória, Melquisedeque, rei de Salém, a cidade da paz, abençoou Abraão.
Forças ocultas envolvem a região de Sinear, nome antigo do império babilônico, depois mudou para Caldeia (Jr.50:9-10), sua localização ficava ao sul de Bagdá e a torre de Babel ficava na cidade de Babilônia (Gn.10:10), a cidade foi construída na margem esquerda do rio Eufrates, hoje Iraque ( Gn 11.1-9). Foi um objeto de Sinear que causou o terrível pecado de Acã (Josué 7:21), a transgressão do Pacto, da Aliança. E, não foi por acaso, pois Sinear (Babilônia) é tipicamente o país dos ídolos e do pecado. Foi para Sinear que Nabucodonosor levou os vasos da casa de Deus, para colocá-los a serviço de seus deuses (Dan.1:2). Deliberadamente Daniel a chama de terra de Sinear, e não Babilônia, para enfatizar o fato de que era uma terra de rapina e roubo.
Também em Zacaria 5: 5 a 11 vemos que a base da terra de Sinear era o pecado (v.11), simbolizado na mulher dentro do cesto. Em Miquéias 5, vemos que quando o reino do Messias vier, ele irá subjugar a terra de Ninrode, ou seja, a terra de Sinear(v.6).
Vamos conhecer algumas das cidades construídas por Ninrode:
Em Gên.10:10, fala da cidade de Calné, seu poder é terrível, é uma advertência à igreja, é o reino da violência, pronta para saltar sobre uma Jerusalém adormecida em sua paz ilusória (Amós 6), está capacitada para esta missão pois é o reino dos ídolos (Isaías 10:9-10). Tem uma missão entre as cidades: ser a rampa de lançamento para a agressão contra a igreja.
Babel na babilônia, o quartel general do reino de Ninrode, hoje conhecido como Iraque. Significa "porta de deus" ou " lugar de confusão”, conhecida pela torre que pretendia chegar ao céu (Gn.11:1-9). A torre e a cidade eram meios para "fazer-se um nome". Significa tornar-se independente de Deus. O mundo tem caminhado para excluir Deus de suas vidas e existência. Não é só uma cidade para proteção, já que o Èden lhes foi “tomado”, é também uma torre para apoderar-se do que pertence a Deus; é uma muralha para proteger-se contra a intervenção de Deus. Os rios Tigre e Eufrates (Gn.2:14), nascem nas montanhas do leste da Turquia, eles inicialmente correm em direções opostas. Entretanto, se juntam perto da cidade de Bagdá e correm para o Golfo Pérsico.
A antiga Babilônia emergiu devido à influência dos diversos povos que migraram para aquela região. As primeiras inscrições cuneiforme foram da civilização sumeriana entre 3.200 e 2.900 a.C e entre 1.600-900 a.C, os assírios tomaram o controle da região. Em 614-539 a.C, Babilônia sendo o centro de todo o Oriente próximo, fez Nabucodonosor derrubar o reino hebreu de Judá e destruir Jerusalém em 586 a.C, deportando parte de sua população para a Babilônia (II Reis 24:1-25; 25).
No verso 11, temos Calá, lugar de deportação da igreja (2 Reis 17:6), ela é inimiga, mas também uma "assembléia", onde reúne a igreja como cativa e prisioneira dos ídolos para não guerrear. E no verso 12, Resém, conhecida como a grande cidade, seu significado era "rédea" ou "freio" o que é colocado em cavalos. O cavalo foi o primeiro animal a ser domado e dominado pelo homem posto ao seu serviço. Resém é o começo da história de conquistas do homem, que começa dominando cavalos e chega ao computador. Ela representa o poder humano, cidade da técnica, da invenção, do domínio sobre a natureza. E ainda Nínive, cidade sanguinária, cheia de mentiras e de rapina (Naum 3:1). Em Nínive encontramos outro lado da cidade, Babilônia é a síntese da civilização. Nínive é a síntese da guerra (Sf. 2:15).
No capítulo 11 nos versos 1-2 fala “partindo eles”, era Ninrode quem os estava levando para uma nova terra, ele os liderou até a planície de Sinear onde levantou a cidade de Babilônia (v.3-4).
Satanás, o adversário de Deus se exaltou e quis subir mais alto para fazer um trono para si, sua rebeldia contaminou os habitantes da terra, assim Ninrode também tinha uma motivação para a construção da torre: “Vinde, edifiquemos para nós uma cidade e uma torre cujo topo chegue até os céus”.
Eles queriam chegar aos céus sem a salvação de Deus, eles próprios subiriam até lá de sua maneira pelos seus méritos estimavam adquirir salvação (Rm 3.23). O verso 5 diz que o Senhor deixou o trono para ver o que estava ocorrendo. Motivadas pelo orgulho queriam tornar célebre seus nomes (v.4). Diferente de quando o Senhor chamou Abraão e lhe disse “De ti farei uma grande nação” (Gn 12.2). Aprendemos que o engrandecimento é conseqüência de um relacionamento íntimo e vivo com Deus. No entanto, aquelas pessoas, muito pelo contrário, desejavam ter o próprio nome reconhecido.
Após Adão e Eva serem expulsos do Jardim do Éden perderam a segurança que o Senhor lhes dava dentro do jardim, aquelas pessoas buscavam isso: segurança. Temiam ser “espalhadas por toda a terra” (Gn 11.4). Uma sentença havia sido liberada para que fossem fecundos, multiplicando-se a fim de povoar toda a terra (Gn 9.7). O plano de Deus para a humanidade foi visto como uma ameaça.
A partir de então, Babilônia passou a apresentar-se uma cidade orgulhosa e rebelde que se manifesta contra Deus e uma segunda sentença foi pronunciada: a dispensação do povo para todas as nações pela ação da confusão das línguas. Então a origem de todas as nações foi a cidade da Babilônia.
No final dos tempos, Babilônia será representada no contexto final como a babilônia religiosa, política e econômica (1Pe 5.13; Ap 14.8; 16.19; 17.5).
Vamos ver o que essas cidades (Iraque) representam nesse contexto sendo liderada pelo anticristo com interesses mundiais, ali mistérios de história e mitos de civilizações antigas se escondem, terra rica em petróleo, o lugar do Jardim do Éden, na Mesopotâmia, onde agora é o Iraque, foi o berço da civilização humana, ali Noé construiu a Arca e Ninrode a torre de Babel, Abrão foi chamado de Ur que ficava ao sul do Iraque, e Rebeca era de Nahor, Jacó ali se encontrou com Raquel, nessa região Jonas orou em Nínive, a Assíria conquistou as dez tribos de Israel e Babilônia destruiu Jerusalém, Daniel esteve ali na cova dos leões sendo guardado pelo Senhor, Beltsazar rei da Babilônia viu a escrita na parede e Nabucodonosor conduziu os judeus prisioneiros, Ezequiel fez suas orações ali ao Senhor assim como Pedro, os reis Magos vieram do Iraque. Mesopotâmia significa “entre dois rios”, ou seja, entre os rios Tigre e Eufrates e o nome Iraque significa “país com raízes profundas”. A América é representada por uma águia, o Corão registra isso em Sura 9:11 “aquele descrito como o filho da Arábia será acuado por uma águia amedrontadora. As garras da águia serão sentidas por todas as terras de Alá e Lot, quando alguns dos povos tremerão no desespero e no júbilo. Quando as garras da águia limparem as terras de Alá, haverá paz." Verso 11, será que teria ligação com o que ocorreu em 11 de setembro?
O assunto continuará em Construindo Babilônia.
Fonte:
1 - http://www.cpr.org.br/babilonia-ontem-hoje.htm
2 - http://www.presbiteriana.com/
3- http://marciozete.hd1.com.br/index_archivos/Page2477.htm
Vemos primeiramente Caim, em Gn.4:10-17, desobedecendo a Deus, quando disse que ele seria fugitivo e errante pela terra (v.12). Construiu uma cidade como símbolo de sua independência e insegurança (v.17). Agora em rebeldia Caim substitui o Éden de Deus pelo seu próprio Éden, sua própria cidade, a segurança de Deus, pelas muralhas de sua cidade.
Mais tarde Ninrode, constrói a primeira cidade pós diluviana, seu pai era Cam, filho impuro de Noé, sobre quem caiu uma maldição (Gn.9:20-27) e motivado pelos mesmos propósitos de Caim, construiu cidades, tornou-se "poderoso na terra", Gn.10:8-12. Arquitetou as cidades de "Babel, Ereque, Acade, Calné na terra de Sinear, dessa região passou à Assíria e edificou a Nínive, Reobote-Ir, Calá e Resém, grande cidade entre Nínive e Calá” (Gn.10:10-11). Não nos dá informações dos povos dessas cidades, mas apenas informações das cidades. Essas cidades demonstravam o poder e a rebeldia contra Deus.
Na terra de Sinear que se formou a coligação de Gênesis 14, que venceu todos os seus inimigos, que capturou Ló, mas foi derrotado por Abraão. Por causa dessa vitória, Melquisedeque, rei de Salém, a cidade da paz, abençoou Abraão.
Forças ocultas envolvem a região de Sinear, nome antigo do império babilônico, depois mudou para Caldeia (Jr.50:9-10), sua localização ficava ao sul de Bagdá e a torre de Babel ficava na cidade de Babilônia (Gn.10:10), a cidade foi construída na margem esquerda do rio Eufrates, hoje Iraque ( Gn 11.1-9). Foi um objeto de Sinear que causou o terrível pecado de Acã (Josué 7:21), a transgressão do Pacto, da Aliança. E, não foi por acaso, pois Sinear (Babilônia) é tipicamente o país dos ídolos e do pecado. Foi para Sinear que Nabucodonosor levou os vasos da casa de Deus, para colocá-los a serviço de seus deuses (Dan.1:2). Deliberadamente Daniel a chama de terra de Sinear, e não Babilônia, para enfatizar o fato de que era uma terra de rapina e roubo.
Também em Zacaria 5: 5 a 11 vemos que a base da terra de Sinear era o pecado (v.11), simbolizado na mulher dentro do cesto. Em Miquéias 5, vemos que quando o reino do Messias vier, ele irá subjugar a terra de Ninrode, ou seja, a terra de Sinear(v.6).
Vamos conhecer algumas das cidades construídas por Ninrode:
Em Gên.10:10, fala da cidade de Calné, seu poder é terrível, é uma advertência à igreja, é o reino da violência, pronta para saltar sobre uma Jerusalém adormecida em sua paz ilusória (Amós 6), está capacitada para esta missão pois é o reino dos ídolos (Isaías 10:9-10). Tem uma missão entre as cidades: ser a rampa de lançamento para a agressão contra a igreja.
Babel na babilônia, o quartel general do reino de Ninrode, hoje conhecido como Iraque. Significa "porta de deus" ou " lugar de confusão”, conhecida pela torre que pretendia chegar ao céu (Gn.11:1-9). A torre e a cidade eram meios para "fazer-se um nome". Significa tornar-se independente de Deus. O mundo tem caminhado para excluir Deus de suas vidas e existência. Não é só uma cidade para proteção, já que o Èden lhes foi “tomado”, é também uma torre para apoderar-se do que pertence a Deus; é uma muralha para proteger-se contra a intervenção de Deus. Os rios Tigre e Eufrates (Gn.2:14), nascem nas montanhas do leste da Turquia, eles inicialmente correm em direções opostas. Entretanto, se juntam perto da cidade de Bagdá e correm para o Golfo Pérsico.
A antiga Babilônia emergiu devido à influência dos diversos povos que migraram para aquela região. As primeiras inscrições cuneiforme foram da civilização sumeriana entre 3.200 e 2.900 a.C e entre 1.600-900 a.C, os assírios tomaram o controle da região. Em 614-539 a.C, Babilônia sendo o centro de todo o Oriente próximo, fez Nabucodonosor derrubar o reino hebreu de Judá e destruir Jerusalém em 586 a.C, deportando parte de sua população para a Babilônia (II Reis 24:1-25; 25).
No verso 11, temos Calá, lugar de deportação da igreja (2 Reis 17:6), ela é inimiga, mas também uma "assembléia", onde reúne a igreja como cativa e prisioneira dos ídolos para não guerrear. E no verso 12, Resém, conhecida como a grande cidade, seu significado era "rédea" ou "freio" o que é colocado em cavalos. O cavalo foi o primeiro animal a ser domado e dominado pelo homem posto ao seu serviço. Resém é o começo da história de conquistas do homem, que começa dominando cavalos e chega ao computador. Ela representa o poder humano, cidade da técnica, da invenção, do domínio sobre a natureza. E ainda Nínive, cidade sanguinária, cheia de mentiras e de rapina (Naum 3:1). Em Nínive encontramos outro lado da cidade, Babilônia é a síntese da civilização. Nínive é a síntese da guerra (Sf. 2:15).
No capítulo 11 nos versos 1-2 fala “partindo eles”, era Ninrode quem os estava levando para uma nova terra, ele os liderou até a planície de Sinear onde levantou a cidade de Babilônia (v.3-4).
Satanás, o adversário de Deus se exaltou e quis subir mais alto para fazer um trono para si, sua rebeldia contaminou os habitantes da terra, assim Ninrode também tinha uma motivação para a construção da torre: “Vinde, edifiquemos para nós uma cidade e uma torre cujo topo chegue até os céus”.
Eles queriam chegar aos céus sem a salvação de Deus, eles próprios subiriam até lá de sua maneira pelos seus méritos estimavam adquirir salvação (Rm 3.23). O verso 5 diz que o Senhor deixou o trono para ver o que estava ocorrendo. Motivadas pelo orgulho queriam tornar célebre seus nomes (v.4). Diferente de quando o Senhor chamou Abraão e lhe disse “De ti farei uma grande nação” (Gn 12.2). Aprendemos que o engrandecimento é conseqüência de um relacionamento íntimo e vivo com Deus. No entanto, aquelas pessoas, muito pelo contrário, desejavam ter o próprio nome reconhecido.
Após Adão e Eva serem expulsos do Jardim do Éden perderam a segurança que o Senhor lhes dava dentro do jardim, aquelas pessoas buscavam isso: segurança. Temiam ser “espalhadas por toda a terra” (Gn 11.4). Uma sentença havia sido liberada para que fossem fecundos, multiplicando-se a fim de povoar toda a terra (Gn 9.7). O plano de Deus para a humanidade foi visto como uma ameaça.
A partir de então, Babilônia passou a apresentar-se uma cidade orgulhosa e rebelde que se manifesta contra Deus e uma segunda sentença foi pronunciada: a dispensação do povo para todas as nações pela ação da confusão das línguas. Então a origem de todas as nações foi a cidade da Babilônia.
No final dos tempos, Babilônia será representada no contexto final como a babilônia religiosa, política e econômica (1Pe 5.13; Ap 14.8; 16.19; 17.5).
Vamos ver o que essas cidades (Iraque) representam nesse contexto sendo liderada pelo anticristo com interesses mundiais, ali mistérios de história e mitos de civilizações antigas se escondem, terra rica em petróleo, o lugar do Jardim do Éden, na Mesopotâmia, onde agora é o Iraque, foi o berço da civilização humana, ali Noé construiu a Arca e Ninrode a torre de Babel, Abrão foi chamado de Ur que ficava ao sul do Iraque, e Rebeca era de Nahor, Jacó ali se encontrou com Raquel, nessa região Jonas orou em Nínive, a Assíria conquistou as dez tribos de Israel e Babilônia destruiu Jerusalém, Daniel esteve ali na cova dos leões sendo guardado pelo Senhor, Beltsazar rei da Babilônia viu a escrita na parede e Nabucodonosor conduziu os judeus prisioneiros, Ezequiel fez suas orações ali ao Senhor assim como Pedro, os reis Magos vieram do Iraque. Mesopotâmia significa “entre dois rios”, ou seja, entre os rios Tigre e Eufrates e o nome Iraque significa “país com raízes profundas”. A América é representada por uma águia, o Corão registra isso em Sura 9:11 “aquele descrito como o filho da Arábia será acuado por uma águia amedrontadora. As garras da águia serão sentidas por todas as terras de Alá e Lot, quando alguns dos povos tremerão no desespero e no júbilo. Quando as garras da águia limparem as terras de Alá, haverá paz." Verso 11, será que teria ligação com o que ocorreu em 11 de setembro?
O assunto continuará em Construindo Babilônia.
Fonte:
1 - http://www.cpr.org.br/babilonia-ontem-hoje.htm
2 - http://www.presbiteriana.com/
3- http://marciozete.hd1.com.br/index_archivos/Page2477.htm
ALGUMAS CURIOSIDADES
DEUSA ASTAROTE = Deusa dos cananeus, considerada a esposa de Baal. Frequentemente representada na forma de figura feminina desnuda. Seu nome grego é Astarte (ou Astartéia). Entre os filisteus, Astorete evidentemente era encarada como deusa da guerra, conforme indicado pelo fato de que a armadura do derrotado Rei Saul foi colocada no templo das imagens de Astorete. (1Sa 31:10), deusa da fertilidade, sua adoração consistia em orgias sexuais de prostituições nos templos ou nos altos devotados à adoração de Baal.
Nos tempos de Abraão já haviam batizado uma cidade em honra a Astorete que se chamava “Asterote-Carnaim”. (Gên 14:5), também outra cidade morada do gigante Rei Ogue de Basã, talvez ali fosse um centro de adoração de Astorete (Dt. 1:4; Jos 9:10 e 12:4).
A forma singular ‛ashtóreth (Astorete) aparece no final do reinado do Rei Salomão quando os israelitas começaram a adorar a Astorete dos sidônios. (1Rs 11:5, 33), mais tarde o Rei Josias ordena que seja derrubada os altos que Salomão construíra para Astorete e outras deidades (2Rs 23:13). O plural, ‛ashtaróhth (“imagens de Astorete”, ou “astartes”, BJ; PIB) refere-se, provavelmente, às imagens ou manifestações desta deusa pagã. — Jz 2:13; 10:6; 1Sa 7:3, 4.
DEUSA ÁRTEMIS/DIANA DOS EFÉSIOS = A deusa virgem grega da caça conhecida como Ártemis era identificada também com a Ártemis de Éfeso, adorada em cidades por toda a Ásia Menor com o nome de Diana, deusa da fertilidade, representada como tendo seios múltiplos, uma coroa turriforme e uma espécie de nimbo por trás da cabeça.
Ártemis apresenta analogias tão próximas a outros enfoques femininos do poder divino em países asiáticos, entre eles é claro a Astartéia (Astarte) ou Astarote fenícia, etc. Comprova-se que todas estas são simples variações de uma mesma concepção religiosa.
O templo de Ártemis de Éfeso foi uma das sete maravilhas do mundo, estrutura imponente, feita de cedro, cipreste, mármore branco e ouro. No mês de artemísio (março-abril), os visitantes, às centenas de milhares, chegavam a Éfeso de toda a Ásia Menor para a grande festa, com procissão da imagem de Ártemis sendo levada num desfile pela cidade, de forma muito jubilosa.
A fabricação de santuários de prata, de Ártemis, mostrou-se um empreendimento lucrativo para Demétrio e outros prateiros efésios. Porém quando o apóstolo Paulo começa a propagar o evangelho em Éfeso, faz com que um considerável número de pessoas abandonasse a adoração a deusa, Demétrio então incita outros artífices, dizendo-lhes que a pregação de Paulo não somente representava uma ameaça à sua segurança financeira, mas também havia o perigo de a adoração da grande deusa Ártemis ficar reduzida a nada, o que culminou num motim que foi disperso pelo escrivão da cidade (At 19:23-41).
A DAMA DO DINHEIRO BRASILEIRO E DA ESTÁTUA DA LIBERDADE = Alguns relatam que a esfinge das cédulas do dinheiro brasileiro (real) e da estátua da Liberdade está ligada à deusa Sofia e não a Semíramis, que representa a sabedoria. Foi o símbolo iluminista tanto da revolução francesa como da independência americana e justamente por isso o escultor da estatua utilizou símbolos que remetessem a deusa Sofia. O presente monumental foi, portanto, uma lembrança do apoio intelectual dado pelos americanos aos franceses em sua revolução, em 1789.
Porém a própria Sofia ou Sophia, é uma das representações de Semíramis. Em várias imagens Sofia é representada por uma pomba e o nome Semíramis, do assírio, significa "pomba amorosa".
Semíramis também como a deusa Astarte (o nome significa "a mulher que faz torres"), além de ser também conhecida como a deusa Cibele, que segundo Ovidio (43 A.c -18 D.c, poeta romano nascido Publius Ovidius Naso) é a deusa guardadora das torres e é representada com uma coroa em forma de torre na sua cabeça (que coincidência, a coroa em cima da cabeça da estatua da Liberdade tem 7 "raios" que na verdade representam as 7 torres que compunham o complexo do WTC e das quais duas vieram abaixo).
A falsa trindade dos caldeus, Ninrode Semíramis e Tamúz conforme Ezequiel 8 e Jeremias 44:14-19. Essa tríade divina era venerada no Egito como Isis, Osíris e Hórus.
Na Estatua da Liberdade temos a mulher segurando um livro onde está talhada a data da independência dos Estados Unidos: 4 de julho de 1776. Simboliza, portanto a criança que nasceu, nos braços da mãe, Tamúz nos braços de Semíramis. Vejam que na estatua, ela segura a criança exatamente com a mão esquerda, assim como a Estatua da Liberdade segura o "livro".
Em 1912 foi gravado um soneto numa placa de bronze no pedestal da Estatua que, contém os seguintes trechos:
“se erguerá uma mulher poderosa, com uma tocha cuja chama é o relâmpago aprisionado e seu nome: Mãe dos Exílios”
Demonstra que ela é a representação da mãe.
“Pois eu ergo o meu farol junto ao portal dourado”
A tocha na mão direita da estátua seria o farol que estaria apontando para cima onde fica o portal dourado, o portal de Deus? E o significado de Babel é portal de Deus (bab – el), provas de que essa estátua representa a antiga sacerdotisa pagã Semíramis.
Fonte:
http://bibliotecabiblica.blogspot.com/2009/09/deusa-astarote-astorete.html
http://bibliotecabiblica.blogspot.com/2009/05/artemis.html
A Dictionary of the Bible (Um Dicionário da Bíblia, Vol. I, p. 605).
Nos tempos de Abraão já haviam batizado uma cidade em honra a Astorete que se chamava “Asterote-Carnaim”. (Gên 14:5), também outra cidade morada do gigante Rei Ogue de Basã, talvez ali fosse um centro de adoração de Astorete (Dt. 1:4; Jos 9:10 e 12:4).
A forma singular ‛ashtóreth (Astorete) aparece no final do reinado do Rei Salomão quando os israelitas começaram a adorar a Astorete dos sidônios. (1Rs 11:5, 33), mais tarde o Rei Josias ordena que seja derrubada os altos que Salomão construíra para Astorete e outras deidades (2Rs 23:13). O plural, ‛ashtaróhth (“imagens de Astorete”, ou “astartes”, BJ; PIB) refere-se, provavelmente, às imagens ou manifestações desta deusa pagã. — Jz 2:13; 10:6; 1Sa 7:3, 4.
DEUSA ÁRTEMIS/DIANA DOS EFÉSIOS = A deusa virgem grega da caça conhecida como Ártemis era identificada também com a Ártemis de Éfeso, adorada em cidades por toda a Ásia Menor com o nome de Diana, deusa da fertilidade, representada como tendo seios múltiplos, uma coroa turriforme e uma espécie de nimbo por trás da cabeça.
Ártemis apresenta analogias tão próximas a outros enfoques femininos do poder divino em países asiáticos, entre eles é claro a Astartéia (Astarte) ou Astarote fenícia, etc. Comprova-se que todas estas são simples variações de uma mesma concepção religiosa.
O templo de Ártemis de Éfeso foi uma das sete maravilhas do mundo, estrutura imponente, feita de cedro, cipreste, mármore branco e ouro. No mês de artemísio (março-abril), os visitantes, às centenas de milhares, chegavam a Éfeso de toda a Ásia Menor para a grande festa, com procissão da imagem de Ártemis sendo levada num desfile pela cidade, de forma muito jubilosa.
A fabricação de santuários de prata, de Ártemis, mostrou-se um empreendimento lucrativo para Demétrio e outros prateiros efésios. Porém quando o apóstolo Paulo começa a propagar o evangelho em Éfeso, faz com que um considerável número de pessoas abandonasse a adoração a deusa, Demétrio então incita outros artífices, dizendo-lhes que a pregação de Paulo não somente representava uma ameaça à sua segurança financeira, mas também havia o perigo de a adoração da grande deusa Ártemis ficar reduzida a nada, o que culminou num motim que foi disperso pelo escrivão da cidade (At 19:23-41).
A DAMA DO DINHEIRO BRASILEIRO E DA ESTÁTUA DA LIBERDADE = Alguns relatam que a esfinge das cédulas do dinheiro brasileiro (real) e da estátua da Liberdade está ligada à deusa Sofia e não a Semíramis, que representa a sabedoria. Foi o símbolo iluminista tanto da revolução francesa como da independência americana e justamente por isso o escultor da estatua utilizou símbolos que remetessem a deusa Sofia. O presente monumental foi, portanto, uma lembrança do apoio intelectual dado pelos americanos aos franceses em sua revolução, em 1789.
Porém a própria Sofia ou Sophia, é uma das representações de Semíramis. Em várias imagens Sofia é representada por uma pomba e o nome Semíramis, do assírio, significa "pomba amorosa".
Semíramis também como a deusa Astarte (o nome significa "a mulher que faz torres"), além de ser também conhecida como a deusa Cibele, que segundo Ovidio (43 A.c -18 D.c, poeta romano nascido Publius Ovidius Naso) é a deusa guardadora das torres e é representada com uma coroa em forma de torre na sua cabeça (que coincidência, a coroa em cima da cabeça da estatua da Liberdade tem 7 "raios" que na verdade representam as 7 torres que compunham o complexo do WTC e das quais duas vieram abaixo).
A falsa trindade dos caldeus, Ninrode Semíramis e Tamúz conforme Ezequiel 8 e Jeremias 44:14-19. Essa tríade divina era venerada no Egito como Isis, Osíris e Hórus.
Na Estatua da Liberdade temos a mulher segurando um livro onde está talhada a data da independência dos Estados Unidos: 4 de julho de 1776. Simboliza, portanto a criança que nasceu, nos braços da mãe, Tamúz nos braços de Semíramis. Vejam que na estatua, ela segura a criança exatamente com a mão esquerda, assim como a Estatua da Liberdade segura o "livro".
Em 1912 foi gravado um soneto numa placa de bronze no pedestal da Estatua que, contém os seguintes trechos:
“se erguerá uma mulher poderosa, com uma tocha cuja chama é o relâmpago aprisionado e seu nome: Mãe dos Exílios”
Demonstra que ela é a representação da mãe.
“Pois eu ergo o meu farol junto ao portal dourado”
A tocha na mão direita da estátua seria o farol que estaria apontando para cima onde fica o portal dourado, o portal de Deus? E o significado de Babel é portal de Deus (bab – el), provas de que essa estátua representa a antiga sacerdotisa pagã Semíramis.
Fonte:
http://bibliotecabiblica.blogspot.com/2009/09/deusa-astarote-astorete.html
http://bibliotecabiblica.blogspot.com/2009/05/artemis.html
A Dictionary of the Bible (Um Dicionário da Bíblia, Vol. I, p. 605).
A Verdade sobre Diana (Ártemis)
Queremos dar continuidade nessa série de mensagens, para estarmos alertas, atentos quanto “o deus deste mundo” (II Coríntios 4:4). A Palavra de Deus nos diz que devemos buscar conhecer ao Senhor e a Sua vontade: “o meu povo está se perdendo porque lhe falta conhecimento...” (Oseias 4:6), pois "nós não somos ignorantes quanto aos ardis de Satanás" (II Coríntios 2:11). Portanto, Deus tem nos dado o escudo da fé e a espada do Espírito (Efésios 6:16-17).
O livro de Efésios nos fala de uma deusa chamada Diana e de acordo com a história, podemos dizer que ela já existiu, porém como outros nomes. Vamos então identificá-la na história do povo de Israel: “...ouvindo-o, encheram-se de ira, e, clamaram, dizendo: 'grande é a Diana dos Efésios...todos unanimemente levantaram a voz, clamando por espaço de quase duas horas: Grande é a Diana dos efésios....” (At 19: 24-28, 34)
A Diana dos Efésios era uma divindade pagã adorada em toda Ásia Menor nos tempos apostólicos, era capital da província romana, hoje região da Turquia. Nos dias dos apóstolos, era a terceira maior cidade do Império Romano, gabando de uma população de 250.000. Somente Roma e Alexandria eram maiores.
Era uma cidade porto, com comércio movimentado e lucrativo, de arte e arquitetura maravilhosa. Era um centro de educação com escolas, bibliotecas e salões para palestra, anfiteatro ao ar livre, com capacidade de 25.000 pessoas e podiam-se ouvir as vozes do palco sem amplificação. Sendo também na época de Paulo um centro de magia. Paulo labutou sobre a Palavra ali: "Paulo pregava o reino de Deus por dois anos" (Atos 19:10). E, quando Paulo estava lá (Atos 19:20), "a palavra do Senhor crescia e prevalecia".
Certamente houve demonstração de poder ali "também muitos dos que haviam praticado artes mágicas, reunindo os seus livros, os queimaram diante de todos. Calculados os seus preços, achou-se que montavam a cinqüenta mil denários." (Atos 19:19), valor em cerca de U$ 4.000.000,00.
Paulo sabia o que estava por detrás daquela estátua: II Coríntios 4:3-4 - "porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne, e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes." (Efésios 6:12.)
A estátua era representada por uma mulher com vários seios no seu dorso; uma referência à fertilidade. A população de Éfeso se orgulhava de ser a guardiã do templo a Diana, que, acreditava ter caído do céu – sendo enviada por Apolo a terra (At. 19:35). Chamada Diana pelos romanos e Ártemis pelos gregos. O centro do culto a essa divindade estava na cidade de Éfeso onde ficava o imponente templo, um dos maiores edifícios da antiguidade, considerado uma das sete maravilhas do mundo antigo. As características desse templo eram impressionantes: levou quase dois séculos para ser construído; era sustentada por 127 colunas com vinte metros de altura cada uma. Mármores pelos pisos e paredes. O culto a Diana dos Efésios se propagou por todo território da Ásia Menor, de onde viam peregrinos de todas as partes participarem das famosas orgias da festa da “deusa da volúpia”. Ao chegar ao templo em Éfeso encontravam as sacerdotisas prostitutas que serviam nos cultos a essa deusa da imoralidade.
Éfeso havia se tornado o local de peregrinação para os adoradores, desejosos de voltar levando talismãs e lembranças. Diana pode ter alguma ligação com a deusa Astarote de Juízes 2:13, adorada pelos cananeus 1000 anos a.C.
Um historiador relata que João, em contraste de Paulo, entrou no templo da Diana para fazer guerra espiritual e orou: "Oh! Deus... em cujo nome todo ídolo e todo demônio e todo poder imundo foge; que o demônio desse lugar desse templo fuja ao Seu Nome...". Enquanto João estava dizendo isto, o altar da Diana rachou em muitos pedaços e a metade do templo caiu e durante 50 anos ninguém do Império Romano cultuava a Diana e a cidade de Éfeso se tornou o centro do cristianismo aproximadamente até ano 200 d.C.
Na História da Civilização consta que se adoravam Ísis e erguiam-lhe estátuas, consideravam-na Mãe de Deus; os primeiros cristãos curvaram-se diante dessas estátuas com o pequeno Hórus ao seio. Chamavam-na de "magnífica", "grande deusa", "salvadora", "rainha dos céus", etc. Também conhecida como deusa da lua crescente com forte influência sobre os povos do Oriente Médio.
Na história antiga a deusa da lua está relacionada com a história bíblica tanto de Ur dos caldeus, de onde vem a família de Abraão, quanto com Haran, onde Abraão morou até seu pai morrer. È bem provável que a família de Abraão adorava essa deusa, daí o fato de Diana ser chamada também de “rainha dos céus”, conforme Jeremias 7:16,18.
O povo estava provocando a ira de Deus oferecendo adoração á ela, "Oh, não faça essa coisa abominável que eu odeio!" (Jeremias 44:4, 17). E o juízo foi o exilo por 70 anos no cativeiro da Babilônia (v.2-3).
Apocalipse também nos fala dessa mulher, diferente da igreja que é considerada virgem, essa mulher é "a grande meretriz que assenta sobre muitas águas" (Apoc.17:1 e 15), ela tem ligação com a “rainha dos céus” e também com Babilônia (v.5 = Semíramis).
Quando Paulo saiu de Éfeso, as igrejas que ele deixou pela província da Ásia Menor estavam crescendo. Os principados e potestades das trevas foram afastados e o Reino de Deus foi implantado na área. Uns cinco ou seis anos depois, Paulo escreveu a carta aos crentes em Éfeso de uma prisão romana, nessa época encorajava Timóteo que lá tinha ficado: “Este é o dever de que te encarrego, ó filho Timóteo, segundo as profecias de que antecipadamente foi objeto: combate, firmado nelas, o bom combate” (1 Tim. 1:18). “Combate o bom combate da fé. Toma posse da vida eterna, para a qual também foste chamado e de que fizeste a boa confissão perante muitas testemunhas”. (1 Tim. 6:12); “participa dos meus sofrimentos como bom soldado de Cristo Jesus”. (2 Tim. 2:3); e “nenhum soldado em serviço se envolve em negócios desta vida, porque o seu objetivo é satisfazer àquele que o arregimentou". (2 Tim. 2:4).
O mesmo deve ocorrer continuamente conosco, nos encorajando e nos fortalecendo, orando e lendo a Palavra, nos voltando ao espírito, invocando o nome do Senhor para termos discernimento das ciladas e armadilhas de satanás, pois ele tem imitado uma salvação, diferente daquela proposta pelo Senhor para os seres humanos.
Quando em Gênesis foi sentenciando que da descendência da mulher viria o juízo sobre a serpente e que o salvador nasceria de uma virgem (Is.7:14), rapidamente Satanás levantou Semíramis para dar cabo de seu plano conforme relato detalhado nos outros estudos.
Nosso encargo é fazer o povo de Deus perceber que precisamos limitar as ações do inimigo como era o plano original de Deus, atuando como reis e sacerdotes. "Aquele que vencer, eu darei comer da árvore da vida que está no meio do paraíso de Deus" (Apocalipse 2:7). A palavra "vencer“ no grego é "nikao“. Termo militar que significa "conquistar”. Antes de saquearmos “a casa” precisamos vencer o valente daquele território (Lc11:22, Mat. 12:29), precisamos orar com ousadia e autoridade. Também podemos nos arrepender por identificação - II Cr. 7:14.
Devemos sim orar, repreender e expulsar os demônios de um ambiente, da vida de uma pessoa, mas se não ensinarmos as pessoas a se entregarem ao Senhor, se arrependerem e fecharem “as portas” de sua vida, nada adiantará (Luc.11:24-26). Todo vínculo deve ser quebrado e anulado “tratos” antigos que foram feitos sobre uma ação ou palavra (Ex.23:32-33, 34:12, Josué 23:13), em II Tm.2:20-26 “...se desprendam dos laços do Diabo, por quem haviam sido presos” e em Hb.12:1 “deixemos todo embaraço, e o pecado que tão de perto nos rodeia“.
Que todos os santos sejam livres de raízes de engano e pecados (Atos 8:18-23, Dt.29:18) quebrando, anulando, queimando (Atos 19:18-20) toda ligação que possam ter com o inimigo, para sermos livres, libertos e crescermos em estatura e conhecimento da pessoa de Cristo. Podemos ser como Lázaros ( João 11) sendo ressuscitados pelo Senhor para uma vida de ascensão e ressurreição, porém vivendo amarrados. Por isso precisamos da igreja para nos auxiliar a tirar as amarras, os laços, os espinhos, tudo que possa estar nos impedindo de avançar, sem os quais sozinhos não conseguiríamos.
Paulo diz em II Cor.5:17 “que em Cristo as coisas velhas já passaram e tudo se fez novo”, para Satanás que tem direito (legalidade, embaixada) sobre a nossa vida por causa de um pecado escondido (palavra ou ações), para ele nós não somos nova criatura, é preciso então arrependimento e renovação de nossa mente, vontade e emoção para vencê-lo para isso podem depois de invocar o nome do Senhor (Òh, Senhor Jesus!) várias vezes poderemos confessar a Palavra, orando: “sou nova criatura, amém, as coisas velhas já passaram. Sou do Senhor, Ele tudo fez novo para mim, não tenho ligação mais com Satanás, não há em minha vida nenhuma embaixada para que ele atue e me controle a vida.
Bibliografia
1- Revista Super Interessante de agosto 1988. número 8, ano 2.
2- A História da Civilização – Nossa Herança Oritental. Will Durant, Ed. Record. Vol I.
3- http://www.irmaos.com/vigiaieorai/consultorio.php?id=150
4-http://cacp.org.br/catolicismo/artigo.aspx?lng=PT-BR&article=169&menu=2&submenu=3
5- Confrontando A Rainha dos Céus - C. Peter Wagner
6-http://oglobo.globo.com/viagem/mat/2009/12/14/ruinas-de-efeso-na-turquia-contam-historia-da-cidade-que-abrigou-uma-das-sete-maravilhas-da-antiguidade-915188891.asp
7- http://profeciasoapiceem2036.blogspot.com/2010/09/estatua-da-liberdade-sofiaou-semiramis.html
8- http://www.areliquia.com.br/Artigos%20Anteriores/60Iraque.htm
9-http://www.assiria.templodeapolo.net/ver_cidade.asp?Cod_cidade=16&Video=Civiliza%C3%A7%C3%A3o%20Ass%C3%ADria&imagens=Nimrud&topo=
10- http://www.projetoomega.com/estudo9.htm
O livro de Efésios nos fala de uma deusa chamada Diana e de acordo com a história, podemos dizer que ela já existiu, porém como outros nomes. Vamos então identificá-la na história do povo de Israel: “...ouvindo-o, encheram-se de ira, e, clamaram, dizendo: 'grande é a Diana dos Efésios...todos unanimemente levantaram a voz, clamando por espaço de quase duas horas: Grande é a Diana dos efésios....” (At 19: 24-28, 34)
A Diana dos Efésios era uma divindade pagã adorada em toda Ásia Menor nos tempos apostólicos, era capital da província romana, hoje região da Turquia. Nos dias dos apóstolos, era a terceira maior cidade do Império Romano, gabando de uma população de 250.000. Somente Roma e Alexandria eram maiores.
Era uma cidade porto, com comércio movimentado e lucrativo, de arte e arquitetura maravilhosa. Era um centro de educação com escolas, bibliotecas e salões para palestra, anfiteatro ao ar livre, com capacidade de 25.000 pessoas e podiam-se ouvir as vozes do palco sem amplificação. Sendo também na época de Paulo um centro de magia. Paulo labutou sobre a Palavra ali: "Paulo pregava o reino de Deus por dois anos" (Atos 19:10). E, quando Paulo estava lá (Atos 19:20), "a palavra do Senhor crescia e prevalecia".
Certamente houve demonstração de poder ali "também muitos dos que haviam praticado artes mágicas, reunindo os seus livros, os queimaram diante de todos. Calculados os seus preços, achou-se que montavam a cinqüenta mil denários." (Atos 19:19), valor em cerca de U$ 4.000.000,00.
Paulo sabia o que estava por detrás daquela estátua: II Coríntios 4:3-4 - "porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne, e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes." (Efésios 6:12.)
A estátua era representada por uma mulher com vários seios no seu dorso; uma referência à fertilidade. A população de Éfeso se orgulhava de ser a guardiã do templo a Diana, que, acreditava ter caído do céu – sendo enviada por Apolo a terra (At. 19:35). Chamada Diana pelos romanos e Ártemis pelos gregos. O centro do culto a essa divindade estava na cidade de Éfeso onde ficava o imponente templo, um dos maiores edifícios da antiguidade, considerado uma das sete maravilhas do mundo antigo. As características desse templo eram impressionantes: levou quase dois séculos para ser construído; era sustentada por 127 colunas com vinte metros de altura cada uma. Mármores pelos pisos e paredes. O culto a Diana dos Efésios se propagou por todo território da Ásia Menor, de onde viam peregrinos de todas as partes participarem das famosas orgias da festa da “deusa da volúpia”. Ao chegar ao templo em Éfeso encontravam as sacerdotisas prostitutas que serviam nos cultos a essa deusa da imoralidade.
Éfeso havia se tornado o local de peregrinação para os adoradores, desejosos de voltar levando talismãs e lembranças. Diana pode ter alguma ligação com a deusa Astarote de Juízes 2:13, adorada pelos cananeus 1000 anos a.C.
Um historiador relata que João, em contraste de Paulo, entrou no templo da Diana para fazer guerra espiritual e orou: "Oh! Deus... em cujo nome todo ídolo e todo demônio e todo poder imundo foge; que o demônio desse lugar desse templo fuja ao Seu Nome...". Enquanto João estava dizendo isto, o altar da Diana rachou em muitos pedaços e a metade do templo caiu e durante 50 anos ninguém do Império Romano cultuava a Diana e a cidade de Éfeso se tornou o centro do cristianismo aproximadamente até ano 200 d.C.
Na História da Civilização consta que se adoravam Ísis e erguiam-lhe estátuas, consideravam-na Mãe de Deus; os primeiros cristãos curvaram-se diante dessas estátuas com o pequeno Hórus ao seio. Chamavam-na de "magnífica", "grande deusa", "salvadora", "rainha dos céus", etc. Também conhecida como deusa da lua crescente com forte influência sobre os povos do Oriente Médio.
Na história antiga a deusa da lua está relacionada com a história bíblica tanto de Ur dos caldeus, de onde vem a família de Abraão, quanto com Haran, onde Abraão morou até seu pai morrer. È bem provável que a família de Abraão adorava essa deusa, daí o fato de Diana ser chamada também de “rainha dos céus”, conforme Jeremias 7:16,18.
O povo estava provocando a ira de Deus oferecendo adoração á ela, "Oh, não faça essa coisa abominável que eu odeio!" (Jeremias 44:4, 17). E o juízo foi o exilo por 70 anos no cativeiro da Babilônia (v.2-3).
Apocalipse também nos fala dessa mulher, diferente da igreja que é considerada virgem, essa mulher é "a grande meretriz que assenta sobre muitas águas" (Apoc.17:1 e 15), ela tem ligação com a “rainha dos céus” e também com Babilônia (v.5 = Semíramis).
Quando Paulo saiu de Éfeso, as igrejas que ele deixou pela província da Ásia Menor estavam crescendo. Os principados e potestades das trevas foram afastados e o Reino de Deus foi implantado na área. Uns cinco ou seis anos depois, Paulo escreveu a carta aos crentes em Éfeso de uma prisão romana, nessa época encorajava Timóteo que lá tinha ficado: “Este é o dever de que te encarrego, ó filho Timóteo, segundo as profecias de que antecipadamente foi objeto: combate, firmado nelas, o bom combate” (1 Tim. 1:18). “Combate o bom combate da fé. Toma posse da vida eterna, para a qual também foste chamado e de que fizeste a boa confissão perante muitas testemunhas”. (1 Tim. 6:12); “participa dos meus sofrimentos como bom soldado de Cristo Jesus”. (2 Tim. 2:3); e “nenhum soldado em serviço se envolve em negócios desta vida, porque o seu objetivo é satisfazer àquele que o arregimentou". (2 Tim. 2:4).
O mesmo deve ocorrer continuamente conosco, nos encorajando e nos fortalecendo, orando e lendo a Palavra, nos voltando ao espírito, invocando o nome do Senhor para termos discernimento das ciladas e armadilhas de satanás, pois ele tem imitado uma salvação, diferente daquela proposta pelo Senhor para os seres humanos.
Quando em Gênesis foi sentenciando que da descendência da mulher viria o juízo sobre a serpente e que o salvador nasceria de uma virgem (Is.7:14), rapidamente Satanás levantou Semíramis para dar cabo de seu plano conforme relato detalhado nos outros estudos.
Nosso encargo é fazer o povo de Deus perceber que precisamos limitar as ações do inimigo como era o plano original de Deus, atuando como reis e sacerdotes. "Aquele que vencer, eu darei comer da árvore da vida que está no meio do paraíso de Deus" (Apocalipse 2:7). A palavra "vencer“ no grego é "nikao“. Termo militar que significa "conquistar”. Antes de saquearmos “a casa” precisamos vencer o valente daquele território (Lc11:22, Mat. 12:29), precisamos orar com ousadia e autoridade. Também podemos nos arrepender por identificação - II Cr. 7:14.
Devemos sim orar, repreender e expulsar os demônios de um ambiente, da vida de uma pessoa, mas se não ensinarmos as pessoas a se entregarem ao Senhor, se arrependerem e fecharem “as portas” de sua vida, nada adiantará (Luc.11:24-26). Todo vínculo deve ser quebrado e anulado “tratos” antigos que foram feitos sobre uma ação ou palavra (Ex.23:32-33, 34:12, Josué 23:13), em II Tm.2:20-26 “...se desprendam dos laços do Diabo, por quem haviam sido presos” e em Hb.12:1 “deixemos todo embaraço, e o pecado que tão de perto nos rodeia“.
Que todos os santos sejam livres de raízes de engano e pecados (Atos 8:18-23, Dt.29:18) quebrando, anulando, queimando (Atos 19:18-20) toda ligação que possam ter com o inimigo, para sermos livres, libertos e crescermos em estatura e conhecimento da pessoa de Cristo. Podemos ser como Lázaros ( João 11) sendo ressuscitados pelo Senhor para uma vida de ascensão e ressurreição, porém vivendo amarrados. Por isso precisamos da igreja para nos auxiliar a tirar as amarras, os laços, os espinhos, tudo que possa estar nos impedindo de avançar, sem os quais sozinhos não conseguiríamos.
Paulo diz em II Cor.5:17 “que em Cristo as coisas velhas já passaram e tudo se fez novo”, para Satanás que tem direito (legalidade, embaixada) sobre a nossa vida por causa de um pecado escondido (palavra ou ações), para ele nós não somos nova criatura, é preciso então arrependimento e renovação de nossa mente, vontade e emoção para vencê-lo para isso podem depois de invocar o nome do Senhor (Òh, Senhor Jesus!) várias vezes poderemos confessar a Palavra, orando: “sou nova criatura, amém, as coisas velhas já passaram. Sou do Senhor, Ele tudo fez novo para mim, não tenho ligação mais com Satanás, não há em minha vida nenhuma embaixada para que ele atue e me controle a vida.
Bibliografia
1- Revista Super Interessante de agosto 1988. número 8, ano 2.
2- A História da Civilização – Nossa Herança Oritental. Will Durant, Ed. Record. Vol I.
3- http://www.irmaos.com/vigiaieorai/consultorio.php?id=150
4-http://cacp.org.br/catolicismo/artigo.aspx?lng=PT-BR&article=169&menu=2&submenu=3
5- Confrontando A Rainha dos Céus - C. Peter Wagner
6-http://oglobo.globo.com/viagem/mat/2009/12/14/ruinas-de-efeso-na-turquia-contam-historia-da-cidade-que-abrigou-uma-das-sete-maravilhas-da-antiguidade-915188891.asp
7- http://profeciasoapiceem2036.blogspot.com/2010/09/estatua-da-liberdade-sofiaou-semiramis.html
8- http://www.areliquia.com.br/Artigos%20Anteriores/60Iraque.htm
9-http://www.assiria.templodeapolo.net/ver_cidade.asp?Cod_cidade=16&Video=Civiliza%C3%A7%C3%A3o%20Ass%C3%ADria&imagens=Nimrud&topo=
10- http://www.projetoomega.com/estudo9.htm
segunda-feira, 7 de março de 2011
NINRODE
Ninrode do verbo hebraico "rebelar", 'ele se rebelou', 'ele desertou', segundo o significado hebraico."
O reinado de Nimrod incluía as cidades de Babel, Ereque, Acade e Calné, todas na terra de Sinear (Gn.10:10) estendendo para o território Norte da Assíria e construiu ali "Nínive, e Reobote-Ir, e Calá, e Resem, entre Nínive e Calá: esta é a grande cidade" (Génesis 10:11, 12)
No Talmude Babilônico é dito que “incitou todo mundo a se rebelar contra a Sua soberania."
Em relato do livro Antiguidades Judaicas é dito que a única maneira de afastar os homens do temor a Deus era fazê-los continuamente dependentes de seu próprio poder, era como se Ninrode quisesse vingar-se de Deus, pelo fato de ter inundado a terra construindo assim uma torre para proteção
Miquéias 5:6 informa: "Eles apascentarão a terra da Assíria pela espada e a terra de Nimrod pelo seu punhal", o que associar a terra de Assur, em Gn.10:11, com a Assíria (Gn.10:20; 11:2). Visto que a Assíria evidentemente derivou seu nome de Assur, filho de Sem, Nimrod ou Ninrode, como neto de Cam, deve ter invadido território semita. Assim, parece que Nimrod começou a tornar-se um poderoso, ou herói, como guerreiro, habilidoso como lutador, matador e caçador (Gn. 10:8-9). É bem provável que se tornou uma lenda, um dos remotos líderes assírios, pela sua estirpe e sargão. Era o contraste da idéia de um rei-pastor (II Sm 5:2; 7:7; Ap 2:27; 19:15).
Alguns tentam identificar Ninrode a alguma deidade antiga como Merodaque [Marduque ou Marduc], um deus assírio-babilônico; ou Órion, um caçador da mitologia. Mas pouco mais se sabe além do que a bíblia relata. Tradição árabe menciona-o como Nimrude ou Nimroude, conta a tradição religiosa que foi executado devido à sua rebelião contra Javé.
Segundo a tradição religiosa, Ninrode foi executado por sua rebelião contra Jeová, sua morte era comemorada anualmente no 1º e 2º dia do mês lunar de Tamuz, quando mulheres idólatras choravam seu ídolo, Ez.8:13-14. (Tamuz é o quarto mês do calendário judaico. Considerado o primeiro mês negativo, o segundo é Av, e em Elul há o julgamento das ações. Tamuz é regido por duas letras hebraicas, Heth, que criou a constelação de Câncer e Tav, que criou a Lua. Daí a ligação entre a Lua e o signo de Câncer. O 17º de Tamuz é um dia de jejum em memória à queda de Jerusalém ocorrida antes da destruição do Segundo Templo pelos romanos). Ele era representado pela primeira letra de seu nome, a qual era um antigo "tau", que era uma cruz. O "sinal da cruz" era o símbolo religioso de Tamuz.
Quando Deus confundiu a linguagem estava pondo ao fim a primeira edificação das Nações Unidas, mas antes da volta do Senhor vivenciaremos uma nova tentativa de instituir uma nova Babel, bem maior do que Ninrode desejou. Uma religião com princípios e objetivos bem definidos e alicerçados, não estará em harmonia com a bíblia, mas com a política e religião de Ninrode, autor da primeira igreja oculta.
Fontes:
http://www.jesussite.com.br/acervo.asp?Id=757
http://pt.wikipedia.org/wiki/Nimrod_(rei)
http://ocsorgs.blogspot.com/2010/11/historia-de-ninrode.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Tamuz_(m%C3%AAs)
O reinado de Nimrod incluía as cidades de Babel, Ereque, Acade e Calné, todas na terra de Sinear (Gn.10:10) estendendo para o território Norte da Assíria e construiu ali "Nínive, e Reobote-Ir, e Calá, e Resem, entre Nínive e Calá: esta é a grande cidade" (Génesis 10:11, 12)
No Talmude Babilônico é dito que “incitou todo mundo a se rebelar contra a Sua soberania."
Em relato do livro Antiguidades Judaicas é dito que a única maneira de afastar os homens do temor a Deus era fazê-los continuamente dependentes de seu próprio poder, era como se Ninrode quisesse vingar-se de Deus, pelo fato de ter inundado a terra construindo assim uma torre para proteção
Miquéias 5:6 informa: "Eles apascentarão a terra da Assíria pela espada e a terra de Nimrod pelo seu punhal", o que associar a terra de Assur, em Gn.10:11, com a Assíria (Gn.10:20; 11:2). Visto que a Assíria evidentemente derivou seu nome de Assur, filho de Sem, Nimrod ou Ninrode, como neto de Cam, deve ter invadido território semita. Assim, parece que Nimrod começou a tornar-se um poderoso, ou herói, como guerreiro, habilidoso como lutador, matador e caçador (Gn. 10:8-9). É bem provável que se tornou uma lenda, um dos remotos líderes assírios, pela sua estirpe e sargão. Era o contraste da idéia de um rei-pastor (II Sm 5:2; 7:7; Ap 2:27; 19:15).
Alguns tentam identificar Ninrode a alguma deidade antiga como Merodaque [Marduque ou Marduc], um deus assírio-babilônico; ou Órion, um caçador da mitologia. Mas pouco mais se sabe além do que a bíblia relata. Tradição árabe menciona-o como Nimrude ou Nimroude, conta a tradição religiosa que foi executado devido à sua rebelião contra Javé.
Segundo a tradição religiosa, Ninrode foi executado por sua rebelião contra Jeová, sua morte era comemorada anualmente no 1º e 2º dia do mês lunar de Tamuz, quando mulheres idólatras choravam seu ídolo, Ez.8:13-14. (Tamuz é o quarto mês do calendário judaico. Considerado o primeiro mês negativo, o segundo é Av, e em Elul há o julgamento das ações. Tamuz é regido por duas letras hebraicas, Heth, que criou a constelação de Câncer e Tav, que criou a Lua. Daí a ligação entre a Lua e o signo de Câncer. O 17º de Tamuz é um dia de jejum em memória à queda de Jerusalém ocorrida antes da destruição do Segundo Templo pelos romanos). Ele era representado pela primeira letra de seu nome, a qual era um antigo "tau", que era uma cruz. O "sinal da cruz" era o símbolo religioso de Tamuz.
Quando Deus confundiu a linguagem estava pondo ao fim a primeira edificação das Nações Unidas, mas antes da volta do Senhor vivenciaremos uma nova tentativa de instituir uma nova Babel, bem maior do que Ninrode desejou. Uma religião com princípios e objetivos bem definidos e alicerçados, não estará em harmonia com a bíblia, mas com a política e religião de Ninrode, autor da primeira igreja oculta.
Fontes:
http://www.jesussite.com.br/acervo.asp?Id=757
http://pt.wikipedia.org/wiki/Nimrod_(rei)
http://ocsorgs.blogspot.com/2010/11/historia-de-ninrode.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Tamuz_(m%C3%AAs)
Deusa Asherah - Escondida ao Longo dos Séculos e da História da Humanidade
Em várias traduções de bíblias o termo “aserás” ou “aserins” foi mudado para “postes-idolos”, ou outra palavra, é preciso termos esse conhecimento antes de entrar nesse assunto.
Encontramos na tradução Almeida Revisada Imprensa Bíblica: “Foram derribados na presença dele os altares dos baalins; e ele derribou os altares de incenso que estavam acima deles; os aserins e as imagens esculpidas e de fundição ele os quebrou e reduziu a pó, que espargiu sobre as sepulturas dos que lhes tinham sacrificado”. 2 Cr.34:4
A idéia do Senhor era fazer de Israel um povo exclusivo e Ele seu único Deus, no entanto tanto a bíblia como descobertas arqueológicas revelam que Israel adorava tanto ao Senhor quanto os deuses pagãos politeístas dentre eles a deusa Asherah
Reconstruir a história para entendermos como através dos séculos muitos ídolos foram acrescentados à adoração humana, ganhando espaço e sentido pode ser o cerne para conhecermos as constantes tentativas de Deus de fazer o povo voltar-se unicamente para Ele como fonte de suprimento e adoração.
Elias lança um desafio para que o povo definitivamente perceba a diferença entre o Senhor e os outros deuses que teimavam seguir (1 Rs.18:19-40). Nesse relato Baal é afrontado e desmascarado.
A proibição e a adoração a outras divindades são claramente condenadas desde o Gênesis e estabelecidas no Sinai (Ex20,2). Desencadeando um processo de exclusões de divindades, principalmente asherah que aparece como evidências em textos cuneiformes babilônicos (1830-1531 a.C) com o nome de "Atirat" a mãe dos deuses, simbolizando a Deusa do amor, do sexo e da fertilidade.
Em 1934, um arqueólogo britânico encontrou um jarro datado aproximadamente do 13º século a.C, provavelmente ano 1220 com inscrições raras do antigo alfabeto semítico e na decoração havia um desenho de uma árvore flanqueada por duas cabras com longos chifres para trás, representando Asherah. Há uma possibilidade deste jarro e seu conteúdo terem sido uma oferenda à deusa.
Vários santuários pagãos eram ao ar livre, nas florestas e topos das montanhas e
Asherah adorada sob o corpo de uma árvore. Na maioria do tempo, uma imagem ou símbolo de Asherah estava também presente dentro do próprio templo de Jerusalém.
O rei Asa (912-871 a.C) quebrou o ídolo de Aserá; e queimou-o no vale do Cedron (1Rs 15,13; 2Cr 15,16, 2Cr 14,1-2). Cultos se dão no palácio, em ambiente oficial (1 Rs 16:33).
O rei Josafá (871-848 a.C), filho e sucessor do rei Asa, deu continuidade à política de seu pai (2 Cr 17:5-6; 19:3).
Ezequias (727-698 a.E.C), filho e sucessor de Acaz, mantém a reforma da exclusão dos postes-idolos ( 2Cr 31:1).
O rei Manassés (698-643 a.E.C), filho e sucessor de Ezequias, ergueu altares para os baais e construiu altares dentro do Templo do Senhor (2 Rs 21:7).
Todas as histórias foram registradas (2 Cr 33,19).
O rei Josias (640-609 a.E.C) filho de Davi, ordenou a remoção de todos os utensílios da casa do Senhor (2Rs 23:4), as casas de prostituições (v.7), derrubou, despedaçou, reduziu a pó os altares, mandou espalhar o pó das pessoas sacrificadas sobre o túmulo dos que ofereciam sacrifício a Baal e Asherah (v.13-14, 2 Cr 34:3-7).
Em Is 27:9 fica claro que o pecado de Israel era a deusa Asherah devendo ser banida por completo. “Por isso se expiará a iniqüidade de Jacó; e este será todo o fruto da remoção do seu pecado: ele fará todas as pedras do altar como pedras de cal feitas em pedaços, de modo que os aserins e as imagens do sol não poderão ser mais levantados”. (Almeida Revisada Imprensa Bíblica).
Como cultuação pagã estaria ligada com árvores, havia uma advertência sobre as mesmas (Dt 16:21-22).
Acab (874-853 a.E.C) construiu um templo de Baal para sua esposa fenícia (1Rs 16:33).
Rei Joacaz (813-797 a.C) o culto a Asherah esteve presente em Sumaria (2 Rs 13:6). A ruína então é explicada em 2 Rs 17:16.
Todos tinham clara a idéia de que Deus deveria ser o único a ser adorado, negando toda a adoração de ídolos politeísta em Israel.
Jz 3:7 “E os filhos de Israel fizeram o que era mau aos olhos do SENHOR, e se esqueceram do SENHOR seu Deus; e serviram aos baalins e a Astarote”.
Referências Bibliográficas:
Biblia Almeida Revisada Imprensa Bíblica. São Paulo: Paulus, 2003.
CROATTO, S. J. "A deusa Aserá no antigo Israel". "A contribuição epigráfica da arqueologia". "Revista de Interpretação Bíblica Latino-Americana", Petrópolis, nº 38, p. 32-44, 2001.
DISCOVERY CHANNEL. "The Forbidden Goddess: Archaeology on the Learning Channel". Degravação de Ildo Bohn Gass. Documentário, 28 min, 1993.
http://www.abiblia.org/artigosSend.asp?id=80
Encontramos na tradução Almeida Revisada Imprensa Bíblica: “Foram derribados na presença dele os altares dos baalins; e ele derribou os altares de incenso que estavam acima deles; os aserins e as imagens esculpidas e de fundição ele os quebrou e reduziu a pó, que espargiu sobre as sepulturas dos que lhes tinham sacrificado”. 2 Cr.34:4
A idéia do Senhor era fazer de Israel um povo exclusivo e Ele seu único Deus, no entanto tanto a bíblia como descobertas arqueológicas revelam que Israel adorava tanto ao Senhor quanto os deuses pagãos politeístas dentre eles a deusa Asherah
Reconstruir a história para entendermos como através dos séculos muitos ídolos foram acrescentados à adoração humana, ganhando espaço e sentido pode ser o cerne para conhecermos as constantes tentativas de Deus de fazer o povo voltar-se unicamente para Ele como fonte de suprimento e adoração.
Elias lança um desafio para que o povo definitivamente perceba a diferença entre o Senhor e os outros deuses que teimavam seguir (1 Rs.18:19-40). Nesse relato Baal é afrontado e desmascarado.
A proibição e a adoração a outras divindades são claramente condenadas desde o Gênesis e estabelecidas no Sinai (Ex20,2). Desencadeando um processo de exclusões de divindades, principalmente asherah que aparece como evidências em textos cuneiformes babilônicos (1830-1531 a.C) com o nome de "Atirat" a mãe dos deuses, simbolizando a Deusa do amor, do sexo e da fertilidade.
Em 1934, um arqueólogo britânico encontrou um jarro datado aproximadamente do 13º século a.C, provavelmente ano 1220 com inscrições raras do antigo alfabeto semítico e na decoração havia um desenho de uma árvore flanqueada por duas cabras com longos chifres para trás, representando Asherah. Há uma possibilidade deste jarro e seu conteúdo terem sido uma oferenda à deusa.
Vários santuários pagãos eram ao ar livre, nas florestas e topos das montanhas e
Asherah adorada sob o corpo de uma árvore. Na maioria do tempo, uma imagem ou símbolo de Asherah estava também presente dentro do próprio templo de Jerusalém.
O rei Asa (912-871 a.C) quebrou o ídolo de Aserá; e queimou-o no vale do Cedron (1Rs 15,13; 2Cr 15,16, 2Cr 14,1-2). Cultos se dão no palácio, em ambiente oficial (1 Rs 16:33).
O rei Josafá (871-848 a.C), filho e sucessor do rei Asa, deu continuidade à política de seu pai (2 Cr 17:5-6; 19:3).
Ezequias (727-698 a.E.C), filho e sucessor de Acaz, mantém a reforma da exclusão dos postes-idolos ( 2Cr 31:1).
O rei Manassés (698-643 a.E.C), filho e sucessor de Ezequias, ergueu altares para os baais e construiu altares dentro do Templo do Senhor (2 Rs 21:7).
Todas as histórias foram registradas (2 Cr 33,19).
O rei Josias (640-609 a.E.C) filho de Davi, ordenou a remoção de todos os utensílios da casa do Senhor (2Rs 23:4), as casas de prostituições (v.7), derrubou, despedaçou, reduziu a pó os altares, mandou espalhar o pó das pessoas sacrificadas sobre o túmulo dos que ofereciam sacrifício a Baal e Asherah (v.13-14, 2 Cr 34:3-7).
Em Is 27:9 fica claro que o pecado de Israel era a deusa Asherah devendo ser banida por completo. “Por isso se expiará a iniqüidade de Jacó; e este será todo o fruto da remoção do seu pecado: ele fará todas as pedras do altar como pedras de cal feitas em pedaços, de modo que os aserins e as imagens do sol não poderão ser mais levantados”. (Almeida Revisada Imprensa Bíblica).
Como cultuação pagã estaria ligada com árvores, havia uma advertência sobre as mesmas (Dt 16:21-22).
Acab (874-853 a.E.C) construiu um templo de Baal para sua esposa fenícia (1Rs 16:33).
Rei Joacaz (813-797 a.C) o culto a Asherah esteve presente em Sumaria (2 Rs 13:6). A ruína então é explicada em 2 Rs 17:16.
Todos tinham clara a idéia de que Deus deveria ser o único a ser adorado, negando toda a adoração de ídolos politeísta em Israel.
Jz 3:7 “E os filhos de Israel fizeram o que era mau aos olhos do SENHOR, e se esqueceram do SENHOR seu Deus; e serviram aos baalins e a Astarote”.
Referências Bibliográficas:
Biblia Almeida Revisada Imprensa Bíblica. São Paulo: Paulus, 2003.
CROATTO, S. J. "A deusa Aserá no antigo Israel". "A contribuição epigráfica da arqueologia". "Revista de Interpretação Bíblica Latino-Americana", Petrópolis, nº 38, p. 32-44, 2001.
DISCOVERY CHANNEL. "The Forbidden Goddess: Archaeology on the Learning Channel". Degravação de Ildo Bohn Gass. Documentário, 28 min, 1993.
http://www.abiblia.org/artigosSend.asp?id=80
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