quarta-feira, 27 de outubro de 2021

AS 2 TESTEMUNHAS DE ACORDO COM A VISÃO DE NÚMEROS 11:24-29

Vamos rever um dos *diversos textos* que endossa que as 2 testemunhas de Apoc.11, não são 2 pessoas literais, mas muitas pessoas de povos, línguas e nações, são 2 povos - judeus e gentios que profetizarão conscientemente em Jerusalém.

Em Apocalipse 1, verso 20, fala do mistério das 7 estrelas, que são 7 castiçais, ou seja, que são as 7 igrejas, mas será que seria somente isso?

Dos 7 castiças, 2 se destacam, ligando com as 2 testemunhas de Apo.11:4 (esse fato, já estudamos).

Mistério é quando dependemos do Espírito do Senhor para entender todo o contexto do assunto.

 

Hoje, gostaria de ler *Nm.11:24-29*:

Verso 24 – fala de *70* homens

Verso 25 - *o Espírito* que estava sobre *Moisés* *passou* para aquelas 70 pessoas e *profetizaram* mas depois NUNCA MAIS.

Verso 26, porém, *o Espírito* ficou sobre *2 homens*

Verso 29, Moisés expressou uma vontade: “Quem dera que todo o povo do Senhor fosse profeta, e que o Senhor pusesse o seu espírito sobre eles!”.

As 70 pessoas apontam para o final das 70 semanas da profecia do profeta Daniel.

As 2 testemunhas que sobraram apontam para as 2 testemunhas de Apoc.11 que profetizarão no tempo do fim.

*Moisés* expressa o desejo de ver muitos profetizarem. Sabemos que Deus é Poderoso para trazer Elias e Moisés, todavia, derramará sobre muitos novamente a unção de Moisés.

O contexto de Elias e Moisés se cruzam em Apoc.11.

Não vou comentar novamente para não ficar longo o texto, pois já estudamos sobre isso, porém Apoc.12:14-16 aponta para o contexto de Moisés no Egito.

Faraó já foi comparado a um dragão do mar (Ez.32:2) com seus exércitos “Eis-me contra ti, ó *Faraó*, rei do Egito, *grande dragão*, que pousas no meio dos teus *rios*, e que dizes: O meu rio é meu, e eu o fiz para mim” (Ez.29:3).

Também diz em Apoc.12:15, fala que o dragão, perseguirá a igreja na tribulação, como um RIO, “E a serpente lançou da sua boca, atrás da mulher, água como um rio”, como vimos no versículo acima, *RIO* significa, *exércitos* - “Portanto eis que o Senhor fará subir sobre eles as *águas do rio*, fortes e impetuosas, *isto é, o rei da Assíria*” (Isaías 8:7 e 11:15).

Todavia diz que *“a terra abriu a boca e tragou o rio”*, ALELUIA, foi o livramento da rebeldia de Coré quando a terra também se abriu (Nm.16).

Então temos *Elias* que tinha em seu contexto, Jezabel e falsos profetas, tal como o contexto de Apocalipse que fala dos falsos profetas, uma besta que se levanta da terra, com 2 chifres parecendo cordeiro, mas falando como dragão. Chifres são reinos serão falsos profetas, tem também uma prostituta, a meretriz ou a Grande Babilônia (Apoc.2:20 e cap. 17).

 
Então o contexto desses 2 homens estarão juntos no tempo do fim, O Senhor pegará da Unção deles e derramará sobre os Seus escolhidos em toda a terra para o grande avivamento do profeta Joel.

Não serão 2 pessoas literais, lançando fogo de suas bocas e queimando as pessoas (Apoc.11:5).

O Senhor fala para Jeremias que suas palavras seriam como fogo (Jr.23:28). As 2 testemunhas profetizarão e cumprisse-a o derramar das taças e trombetas de Deus.

João descreve literalmente o livro de Apocalipse como estava vendo, porém interpretamos de forma espirituais por causa das referências bíblicas que nos levam para os profetas no velho testamento.......continua

quarta-feira, 13 de outubro de 2021

A Bíblia não ensina nada sobre reencarnação.

Na verdade, a palavra “reencarnação” nem aparece na Bíblia. A reencarnação se baseia na crença de que a alma continua viva depois que a pessoa morre. Mas a Bíblia ensina que a alma se refere à pessoa como um todo e que a alma morre. (Gênesis 2:7, nota; Ezequiel 18:4) E, quando morre, a pessoa simplesmente deixa de existir para essa vida — Gênesis 3:19; Eclesiastes 9:5, 6.

Na ressurreição, as pessoas que já morreram voltarão a viver por meio do poder de Deus. (Mateus 22:23, 29; Atos 24:15) A Bíblia ensina que as pessoas que ressuscitarão vão voltar a viver quando o Senhor Jesus retornar — 2 Pedro 3:13; Apocalipse 21:3, 4.

No Espiritismo se ensina que o profeta Elias reencarnou como João Batista. Deus predisse: “Eu lhes enviarei Elias, o profeta.” Jesus mostrou que João Batista cumpriu essa profecia. (Malaquias 4:5, 6; Mateus 11:13, 14) Mas isso não significa que Elias reencarnou como João Batista. O próprio João Batista disse que ele não era Elias. (João 1:21) Em vez disso, João fez obras como as que Elias fez. Por exemplo, assim como Elias, João pregou que as pessoas tinham que se arrepender. (1 Reis 18:36, 37; Mateus 3:1) João também mostrou que era “forte e poderoso como o profeta Elias” — Lucas 1:13-17.

Quando a Bíblia fala de NASCER DE NOVO, está se referindo no sentido espiritual. E ele acontece enquanto a pessoa ainda está viva. (João 1:12, 13).

O que diz a Bíblia quando morremos?

 *“Os viventes estão cônscios de que morrerão; os mortos, porém, não estão cônscios de absolutamente nada.”* (Eclesiastes 9:5; Salmo 146:4) Assim, quando morremos, nós deixamos de existir para esse mundo.

O corpo volta ao pó após a morte: “Tu és pó e ao pó voltarás.” (Gênesis 3:19 e Eclesiastes 3:19, 20).

A Bíblia muitas vezes compara a morte do JUSTO ao sono (Salmo 13:3; João 11:11-14; Atos 7:60), não quer dizer que assim seja, lembre-se da narrativa de Luca.16 a partir do verso 19.

Na RESSURREIÇÃO, Deus despertará os mortos e irá trazer a todos a vida para o julgamento (Jó 14:13-15).

A idéia é que ao morrer o corpo, a alma renasce me outro corpo.

A antiga Babilônia, cria nisso: “a morte era a passagem para outro tipo de vida”.

Filósofos indianos criam em um ciclo de renascimentos, com base na lei de causa e efeito, também conhecido como carma. Assim como os gregos.

Hoje a busca pelo entendimento sobre reencarnação, tem aberto portas para ocultismo, tentando provar as experiências de supostas vidas anteriores, através de terapia de regressão a vidas passadas, de hipnose, etc.

João 17:17, diz: *“Santifica-os na tua verdade; a tua palavra é a verdade”*.

A bíblia tem respostas para tudo - Daniel 2:28; Atos 17:28.

Espíritos imundos, criam experiências sobrenaturais para fazer o que não é real parecer real — 1 Samuel 28:7-19.

Deus colocou no coração do homem a vontade de viver e não de morrer: “Pôs no coração do homem o anseio pela eternidade.” (Eclesiastes 3:11), por isso essa necessidade de querer voltar a vida.

Por isso aqueles que professam a fé em Jesus RESSUSCITARÃO (Atos 24:15; 1 Coríntios 15:16-19), para viver uma vida plena no final do milênio quando o Senhor Jesus retornar a esse mundo: “Os próprios justos possuirão a terra e residirão sobre ela para todo o sempre” (Salmo 37:29).

Uma doutrina bíblica básica que está intimamente relacionada com o propósito eterno de Deus é a ressurreição dos mortos. — Atos 24:15; 1 Coríntios 15:16-19.

A Bíblia fala de oito relatos de pessoas que foram trazidas de volta à vida, esses foram casos de ressurreição, não reencarnação. Aqueles que voltaram dentre os mortos foram imediatamente reconhecidos por parentes e amigos. Em nenhum caso as pessoas tentaram descobrir se algum recém-nascido era a reencarnação da alma de seu amigo ou parente falecido. — João 11:43-45.

Finalizo com o texto de Tito 1:2 *”Em esperança da vida eterna, a qual Deus, que não pode mentir, prometeu antes dos tempos dos séculos”*.

O que a Bíblia diz sobre Espiritismo?

No livro de Deuteronômio 18:9-14, Deus dá ordens ao povo para não cometerem certas práticas, porque se assemelhariam aos povos vizinhos que não obedeciam a Deus.

Umas dessas práticas era a tentativa de comunicação com os mortos. Tal ato traria consequências negativas para o povo. O grande perigo é que tentar falar com os mortos abre uma porta para o diabo. Isto é porque comunicar com os mortos não é possível e muitas vezes a pessoa está na verdade estabelecendo contacto com um demônio. 

No livro de 1 Samuel 28:3-25, vemos que o rei Saul desobedeceu a Deus e procurou uma mulher que invocava espíritos. Essa atitude do Rei Saul demonstrou que ele estava longe de Deus e por isso viria a sofrer pela sua desobediência.

No Antigo Testamento, Deus não só condenava a prática do espiritismo, como ainda castigava o praticante de tal ato (Levítico 19:31). Deus quer que as pessoas O busquem para obterem respostas e não recorram a outras práticas ou entidades.

O espiritismo afirma que quando uma pessoa morre, a sua alma e espírito permanecem na terra e pode passar por vários passos para obter o aperfeiçoamento espiritual. Por outro lado, a Bíblia ensina que depois da morte, nada pode ser feito para conseguir a salvação. O destino da alma (céu ou inferno) vai depender se a pessoa durante a vida aceitou Jesus como Senhor e Salvador.

A Bíblia afirma em Hebreus 9:27 que cada pessoa vive uma só vez e depois de morrer enfrenta o julgamento. Assim, não há nenhuma indicação que o seu espírito permanece na terra ou pode ser contactado.

Ore e rejeite toda influência maligna vinda do espiritismo, reconhecendo Jesus como a única autoridade sobre sua vida.

O início do Espiritismo se deu com as irmãs Margareth e Katie Fox de 11 e 9 anos de idade, que após contato com o pseudo espírito de Charles Rosna. Após grande divulgação na mídia as irmãs tentaram desfazer as crenças que haviam difundido. Katie em 10/10/88 durante uma entrevista disse: Tudo sem exceção foi fraude. Porém Alan Kardeck começou seu movimento em Abril de 1856 na França. Seu verdadeiro nome é Hippolyte Léon Denizard Rivail. Tomou o pseudônimo pois acreditava ser a reencarnação de um poeta celta com esse nome. Ele introduziu a idéia de reencarnação no espiritismo.

*Refutação Bíblica:*

Deus condena à prática da mediunidade que consulta espíritos-guias e mortos – Lv 20.6, 26-27, Dt.13:1-18, Isaías 8.19-20, 47:13, II Reis 212:6, 23:24-25, I Crôn.10:13-14.

Deus nos exorta a não ouvir espíritos enganadores – I Tm 4:1-2, 6:3-5, Gl 1:8, II Ts.2:7-12, II Co 11:14, I João 4:1-6.

O episódio de Atos 16:16-18 nos ensina que o apóstolo Paulo na autoridade do nome de Jesus ordenou que o espírito saísse: *“Em nome de Jesus Cristo, te mando que saias dela. E na mesma hora saiu”*. Essa deve ser a nossa atitude!

Os mortos não sabem o que acontecem na terra – Ecles. 9.5-6, Salmos 88.10-12 e Is 38.18-19.

Os mortos não podem ajudar os vivos – Lc 16.19-31

Os vivos não podem ajudar aos mortos - Jo 3.18-19

A vida no porvir é conseqüência da nossa decisão na terra.

Lucas 23:43, o Senhor disse que naquele mesmo dia, o ladrão na cruz estaria com Ele, não disse que precisaria reencarnar.

Em sua volta o Senhor RESSUSCITARÁ todos os mortos, os grandes e os pequenos e julgará cada um segundo as obras realizadas em sua ÚNICA vida que teve na terra.

A nossa esperança não é a reencarnação, mas a RESSURREIÇÃO – I Cor.15:14 e 19.

O espiritismo classifica os espíritos em quatro categorias: imperfeitos, bons, superiores e puros. Podendo o espírito galgar sozinho as “categorias espirituais” através das boas ações e sucessivas reencarnações.

Essa tese tenta anular o valor do sacrifício de Jesus, que morreu para nos tirar o pecado do mundo – Jo 3.19, Mt 20.28, I Pe 2.21-25, II Pe 2.1 e Cl 2.14.

A Bíblia declara claramente que quando o homem morre só duas coisas acontecem: o corpo volta ao pó e o espírito volta a Deus (Ec 12.7).

A salvação só se alcança mediante a fé em Jesus e não por méritos - Jo 3.16, At 16.30-31 e Ef 2:8-9.

Em João 3 o Senhor nos chama ao *“novo nascimento”*, mudança de mente, de atitudes, não de corpo, o Senhor Jesus não falou de um novo nascimento carnal, mas sim, da necessidade de um nascimento espiritual. Vejamos: Jo 3.3-8 e Jo 1.12-13.

 

*Kardeck no “Evangelho segundo o Espiritismo”*, adultera a Bíblia. Ensina que *João Batista é a reencarnação de Elias* (Ml 4.5 e Mt 17.10-13), porém Elias não poderia ter reencarnado porque não morreu mas foi arrebatado (II Rs 2.11).

Se João Batista fosse a reencarnação de Elias, aquele que teria aparecido no monte da transfiguração, deveria ser João Batista e não Elias (Mt 17.1-3). Pois de acordo com a doutrina espírita: a última pessoa reencarnada é que deve aparecer.

A Bíblia fala que João Batista teve um ministério parecido com o de Elias (Lc 1.17). Este versículo será completamente esclarecido se comparado com a história de Elias e Eliseu (II Rs 2.9-15).

João Batista disse claramente que não era Elias (Jo 1.21).

A Bíblia ensina que existem dois destinos finais para os que morrem: Céu e inferno. Enquanto os espíritas dizem que o inferno é aqui mesmo. (Mt 13.38-43, Jo 3.18, Lc 23.43 e Ap 21.8).

No livro O Céu e o Inferno, Kardeck afirmou que: “os anjos são almas de homens chegados ao grau de perfeição que a criatura comporta, fluindo em sua plenitude a prometida felicidade."

A Palavra de Deus, afirma que anjos são anjos e homens são homens, são duas criações distintas de Deus. Os anjos foram criados por Deus (Ex 20.11, Ne 9.6 e Cl 1.16) e já existiam quando o pecado entrou no mundo.

 Fontes:

https://versiculosevangelicos.com/versiculos-biblicos-sobre-espiritismo/

https://espirito.org.br/artigos/textos-onde-deus-condena-a-pratica-chamada-espiritismo-2/

https://www.catolicosnabiblia.com.br/voce-sabia-que-a-biblia-condena-o-espiritismo

https://www.respostas.com.br/o-que-a-biblia-diz-sobre-espiritismo/

http://ipbjn.blogspot.com/2012/10/estudo-sobre-espiritismo.html?m=1

 

 

segunda-feira, 13 de setembro de 2021

VAMOS FALAR DE FESTAS X TROMBETA

O apóstolo Paulo fala de *trombetas*, assim como Isaias, Ezequiel, Jeremias e Joel.

As *festas judaicas* falam de *tempos determinados* é o que registra as escrituras em Levítico 23.

O verso 2, o Senhor manda Moisés falar a todos os filhos de Israel, ou seja, as *12 tribos*, convocando-os as *festas fixas* como *santas convocações*.

No verso 3 enfatiza que *6 dias* deviam trabalhar e que o 7° seria *descanso solene*.

Verso 4, diz: “São estas as *festas fixas* que proclamareis no seu *tempo determinado*.

Sete eram as festas registradas:

1° - A Festa da Páscoa – v.4

2° - Festa dos Pãos Asmos - v.5

3° - Festa das Primícias – v.10

4° - Festa do Pentecostes – v.16

5° - Festa das Trombetas – v.24

6° - Festa da Expiação, também chamada de Festa do perdão ou como o apóstolo Paulo chamava de Festa da Redenção – v.26

7° - Festa dos Tabernáculos, também chamada de Festa das Cabanas – v.34














Dt.16:1 é dito que no *mês de Abibe* o povo de Israel celebrou a Páscoa, comemorando a libertação da escravidão do Egito e foi chamado “o primeiro dos meses do ano” (Ex.12:1-8,11-16, 42-51, Nm.9:1-14, 28:16-31, Dt.16:1-17). De acordo com o nosso calendário seria em 14/01.

Essas *Festas* eram sombras do que o Senhor queria ensinar no novo pacto.

João 1:29-30 nos mostra que Jesus é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. O mesmo é dito em Is.53:1-12, como Ovelha desgarrada levou nossos pecados na cruz (I Pe.2:22-25), isso fala da *Festa da Páscoa.

















Em I Co.5:6-8, o apóstolo Paulo fala para jogarmos fora de nossas vidas, todo o *velho fermento*, porque Cristo, nosso Cordeiro Pascoal foi crucificado (Rm.5:8-10, Apoc.5:4-6, 13:8), apontando para a *Festa dos Pãos Ásmos*.

















Em Jer.2:2-3, é dito que Israel era consagrado ao Senhor como “as *primícias* da Sua colheita”. Depois em I Co.15:20-26 diz que Cristo após crucificado, ressuscitou como a “Primícias dos que dormem”, se referindo ao arrebatamento de todos os mortos em Cristo. Ligando também João 12:23-24, falando sobre *Primícias* e vários outros lugares (Rm.11:16, Tg.1:18, Apoc.14:3-5). Isso aponta para a *Festa das Primícias*.

Depois de ter passado 40 dias com os discípulos, Jesus subiu aos céus e no dia 50 enviou o Espírito Santo (Atos 1:8), isso foi na *Festa de Pentecostes*.

Salmos 29:7-8 diz que “a voz do Senhor produz *chamas de fogo*”. O autor do livro dos Hebreus cap.12:18-24, diz: “Porque não chegastes ao monte palpável, *acesso em fogo*, e à escuridão, e às trevas, e à tempestade, e ao *sonido da trombeta, e à voz das palavras*”.

Depois dessas Festas o Senhor subiu aos céus!

Se as 4 primeiras Festas apresentaram algo dentro do ministério terrenal do Senhor, as próximas também terão representação na volta do Senhor.

A 5° Festa, é a *Festa das Trombetas* que tinha como propósito anunciar a chegada do 7° mês e anunciar o *dia da expiação*. Para os judeus também era o dia do julgamento (Nm.29:1-40, Lv.16:6-34), dia de indignação e tribulação (Sofonias 1:14-18). Dia do quebrantamento, do arrependimento e do choro (Zc.12:10-14, Apoc.1:7, 6:12-17).

Em Ezequiel cap.33, versos 2 ao 9 relata que os *atalaias* devem tocar as trombetas alertando a chegada do inimigo (Joel 2:1-2 e 15 e Nm.10:1-10).

O toque de *trombeta fala da volta do Senhor e do arrebatamento* (Apoc.1:9-11, 4:1-2, 10:5-7, 11:15-18, I Co.15:51-53, I Ts.4:15-17, Mt.24:29-31).

O apóstolo Paulo relata que é o tempo da *redenção* dos nossos corpos.

E por último temos a *Festa dos Tabernáculos* quando Deus habitará com os homens. Isaias 63:1-6, fala do *ano da redenção* e também fala da ira do Senhor quando o Senhor pisará as uvas no Seu lagar (Apoc.14:14-20, Apoc.19:11-16, Hb.3:7-19). Essa festa aponta para o Milênio, o descanso de Deus quando o Senhor irá tabernacular com Seu povo (Mt.11:28-30, Jo.7:2,37-41, Apoc.21:1-7).

Em Apoc.11, versos 15 até 19, aparecem 7 anjos, tocando 7 trombetas, sendo que a última trombeta (a sétima), fala do arrebatamento. Aqui temos 777.

O apóstolo Paulo em I Co.15, verso 51 fala de *um mistério* e Apoc.10, verso 7 diz que *nos dias da voz do 7° anjo, cumprir-se-a o mistério* do qual Paulo falou. Multiplicando 7x7 o resultado é 49, anunciando o *ano do jubileu*, o dia da expiação, a entrada para o descanso milenar, o *ano aceitável do Senhor*.

Em *Apoc.11*, quando a *última trombeta* tocar e o Senhor retornar, os reinos do mundo se tornarão do Senhor. Com a derrota da Grande Babilônia, de Gogue e Magogue, ocorrerá as Bodas do Cordeiro, conforme relatado nos capítulos seguintes de Apocalipse 19, 20, 21 e 22.

Então temos 7 Festas, 7 Trombeta e no 7° Milênio o cumprimento da profecia.

Em Josué no capítulo 6, vemos algo parecido. Deus fala também ao povo de Israel, para que 7 sacerdotes, possuindo 7 trombetas no 7° dia, rodeassem a cidade de Jericó 7 vezes (v.4 e 15) e assim vencessem o inimigo.

Nesse contexto encontramos *Raabe*, que é salva. Josué era uma figura de Cristo e ela uma figura da igreja.

As *12 tribos de Israel* é a representação do povo de Deus em sua *plenitude* na nova aliança formada por *144 000* (Apoc.7:9,13,17 e Apoc.14:1).

Os *sacerdotes*, na nova aliança, são os vencedores chamados a exercer o ministério do toque das trombetas.



sexta-feira, 9 de julho de 2021

JACÓ CONHECE O NOME DO CRIADOR

Estava meditando em *Gênesis 32* e gostaria de compartilhar alguns pontos: Jacó ao encontrar os anjos de Deus que o acompanhavam, deu ao local o nome de *Maanaim* que significa “dois acampamentos”, (Gn.32:1-2).

Jacó volta a sua parentela a mando de Deus (v.9) e envia mensageiros ao seu irmão Esaú que envia ao seu encontro 400 homens (significativo esse número, porque faz alusão aos 400 anos que Israel ficou cativo no Egito (v.6).

Como Jacó não sabia se seu irmão vinha para vingar-se dividiu o acampamento em dois (v.7).

Jacó na *angustia* (v.9), clama a Deus e confessa seu medo por Esaú, assim como Davi na angustia, invocou ao Senhor (Salmos 18:6, 120:1 e II Sm.22:7).

Anos atrás passou o Jordão fugindo apenas com um cajado e agora retornava com 2 bandos (v.10). Separa presentes para o seu irmão (v.13, 20-21).

Em Zacarias cap.11, verso 7, 10 e 14 existe uma profecia que se cumpre em Jacó. Seu nome é mudado para Israel que mais tarde é dividido também em *2 casas*: Casa de Judá e Casa de Israel, o reino do Sul e do Norte.

Jacó atravessa o *vau de Jaboque* (v.22), que significa “desembocador”, estava ele agora “desembocando”. Retornando muito rico para assumir agora a herança do seu pai.

Divide o acampamento em 2 e fica sozinho para resolver a situação com Esaú (v.24). Ainda nesse verso diz que *um HOMEM* luta com ele, e sabemos que é o Homem-Deus, *Jesus* estava presente ali.

Jacó acordou-se no meio da noite e lutou com esse *HOMEM*, até o sol nascer (v.22).

Jacó passou por um novo processo, onde estava sendo provado, ali vemos a insistência de Jacó, sua perseverança.

Toda provação tem recompensa, e seu nome é mudado (v.28 e 35:9-15) para *Israel*, que significa *Príncipe de Deus, aquele que luta com Deus*.

O Homem toca-lhe a coxa (v.25), porque o sol já estava nascendo (v.26).

Agora, Jacó quer saber Seu nome (v.29).

O nome exprime a essência, a identidade da pessoa e o sentido de sua vida. Deus tem um nome.

Deus revelou o seu nome misterioso a Moisés, como o Deus vivo: *Eu sou o Senhor. E eu apareci a Abraão, a Isaque, e a Jacó, como o Deus Todo-Poderoso; mas pelo meu nome, o Senhor, não lhes fui perfeitamente conhecido* - Êxodo 6:2-3 e no capítulo 15, verso 3, é dito: *O Senhor é homem de guerra; o Senhor é o seu nome*.

O Criador aqui se manifesta como *O SENHOR*! E diz para Moisés no cap.3:13-15: “Eu sou Aquele que é. Disse mais: Assim dirás aos filhos de Israel: EU SOU me enviou até vós… *Este é o meu nome* para sempre, e esta será a minha lembrança de geração em geração”.

Também se manifestou como o Deus de ternura e compaixão (Ex. 34:6), o Deus que perdoa (Ex. 34:9) e é rico em misericórdia (Ef. 2:4).

Por querer saber o *nome* daquele que lutava, Jacó foi abençoado (v.29).

Quando Jacó percebeu que estava diante do Senhor, chamou aquele lugar de *Peniel*, que significa *A Face de Deus* - Gênesis 32:30, diferente de Moisés que temeu olhar para a face de Deus (Ex.3:6). 

Quando disse que sua *alma foi salva* (v.30), significa estar *convertida*, mudada.

João 1:18, diz que ninguém nunca viu o Pai, porém, Jesus, O revelou...*Quem vê a MIM, vê ao Pai*.

ATENTAR PARA A "FIGUEIRA"

 Há um ensinamento falso entre o povo de Deus nos dias de hoje, que diz que os cristãos não devem se preocupar com assuntos proféticos, com a condição do povo de Israel, e nem tão pouco com a questão da guerra espiritual contra os poderes das trevas, nem com a volta do Senhor se antes ou depois da tribulação, quem entrará ou não no milênio, etc.

 
Pedro diz aos cristãos que *a Palavra profética* de Deus deve ser observada pelo fato de que *sua função é servir de candeia durante a noite*, brilhando em um lugar tenebroso, até que venha o nascer do dia e da estrela da alva em nossos corações (2 Pe 1:19), ou seja, *a função da profecia bíblica é dar direção para a Igreja*, a fim de nos dias de escuridão, antes da vinda do Senhor, sabermos para *onde Deus nos está guiando*.

Também precisamos atentar para a *“Figueira”*, e os acontecimentos  a fim de discernir o quão perto o Senhor está a fim de melhor nos prepararmos (Lc 21:29-31).


Concordamos ou não, *fomos arregimentados* para uma guerra espiritual.

Que *sejamos despertados*!

Ouçamos a voz do Senhor nos alertando para não sermos tão presunçosos e fracos diante do grande *kairós* de Deus para os nossos dias. Pois o fim dessa era terá seu culminar com a manifestação do Homem do pecado que deverá ser deposto e destruído pela ocasião do Advento de nosso Senhor, mediante o qual Deus fará todas as coisas serem convergidas na Pessoa do Seu Filho; e, então, o mistério da sua vontade eterna será conhecido e consumado. Porém, como vamos nos preparar para o encontrarmos, se nosso coração despreza as palavras que ele nos faz conhecer antecipadamente a fim de nos prepararmos? Não foi acaso que Ele nos mandou estar apercebidos? E quando víssemos todas essas coisas, não nos mandou ele que exultássemos e erguêssemos nossas cabeças? E não é a própria exultação que vem da luz de sua palavra profética um dos requisitos para nos tornarmos participantes dele e assim adentrarmos naquele Descanso superior? Possa Deus despertar em nós o clamor: *“Vigia a que horas estamos da noite?”* (Is 21:11).

A Bíblia não afirma que o fim desta era é o fim deste mundo

As Escrituras, entretanto, afirmam que após a grande tribulação e a Ira de Deus, o mundo entrará no verdadeiro milênio, mil anos de paz liderados por Jesus, antes de passar para a eternidade (ver Ap. 20: 1-6).

 

À medida que as nações do mundo renunciam a sua autoridade sobre o governo mundial, potentados do mal tomarão o controle sob o pretexto de paz, prosperidade e o avanço da humanidade. O que eles venderão como “paz” levará à destruição.

 

Será exatamente como o profeta Daniel profetizou no cap.2, versos 41 até 43, o governo do mundo estará dividido, entre o ferro e barro.

Nessa época haverá *angustia para Jacó* (Jeremias 30:7), porém muitos serão guardados pelo Senhor.

 

Chegará o tempo em que a *religião e o governo* patrocinados pelo demônio assumirão mais uma vez o governo do mundo, com a permissão de Deus, voltando-se para aqueles que não aceitarem suas leis, incluindo nações e os santos selados (Dn.11)

 
O mundo será separado em dez reinos ou regiões (Ap 17:12) que são governados por potestades do mal, mas unidos sob uma Nova Ordem, até que o Anticristo usurpe o controle absoluto. Será por meio desses reinos (blocos de nações) que o mundo desfilará na destruição.

 


Os anjos caídos que procriaram com a humanidade e foram aprisionados no Abismo serão libertados: “O quinto anjo tocou sua trombeta e eu vi uma *estrela que havia caído do céu para a terra* (falando de Satanás). A estrela *recebeu a chave* do poço do Abismo (vai receber permissão de Deus para liberar os Nefilins de Gn.6). Quando *ele abriu* o Abismo, a fumaça subiu dele como a fumaça de uma fornalha gigante. O sol e o céu foram escurecidos pela fumaça do Abismo. E da fumaça gafanhotos desceram sobre a terra e *receberam poder* como o dos escorpiões da terra…. Eles fizeram como *rei sobre eles* o anjo do Abismo, cujo nome em hebraico é Abaddon, e em grego, Apollyon” (Apoc.9:1-11).

 

Os anjos das trevas criarão a mesma destruição que criaram na época antediluviana. O mal desses anjos caídos não se limitará a meramente criar Nephilim modernos, mas farão guerra e destruição.

 

“Eu vi três espíritos malignos que pareciam sapos; saíram da boca do dragão, da boca da besta e da boca do falso profeta. Eles são espíritos de demônios realizando sinais milagrosos e vão aos reis de todo o mundo, a fim de reuni-los para a batalha no grande dia do Deus Todo-Poderoso” – Apoc.16:13-14

 

As potestades do mal abrirão o caminho para o Anticristo e para o Armagedom, permitindo que demônios e anjos caídos os iludam. Eles produzirão o julgamento divino terrestre *pelo fogo* por meio de suas próprias ações arrogantes aos habitantes da Terra, ao passo que os Nephilim antediluvianos trouxeram o julgamento divino *pela água* aos habitantes da Terra.