Precisamos ser diligentes sobre toda a Escritura, precisamos ser pessoas que conheçam as Escrituras como um todo. Na segunda carta à Timóteo capítulo 3 verso 16, lemos: “Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça”.O Antigo Testamento foi escrito em hebraico e alguns trechos em aramaico (Daniel 2:4b-7:28; Esdras 4:8-6:18; 7:12-26 e Jeremias 10:11). Pedro em sua segunda carta diz: “homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo” (2 Pedro 1:21), a palavra grega traduzida por inspirados significa literalmente “pelo sopro de Deus” (theopneustos). Homens foram movidos a escrever as Palavras que vieram de Deus para que ficassem registradas para nosso ensino, corrreção, instrução, etc.
Existem evidências científica, geográficas e históricas daquilo que está registrado em toda a Escritura! E não esqueça, toda ela é útil e proveitosa, não posso pela minha ignorância querer ler apenas o Velho Testamento, ignorando o Novo Testamento ou vice-versa, também não posso por causa de minha religiosidade destacar somente os assuntos que confirmam meu ponto de vista, visão ou revelação excluindo os demais pontos que outros viram, pois “toda a Escritura é inspirada”. Não devo destacar em demasia nem revelações, nem doutrinas, nem provérbios, nem histórias, nada que me isole do restante de toda a Escritura como se somente alguns pontos servem para a salvação e outros não. Será que você pode dizer qual a parte da Palavra de Deus é mais revelada? Precisamos usá-la como um todo para completa e total economia (dispensação, revelação) de Deus para os homens.
Como por exemplo, hoje quero destacar alguns fatos no livro de Jó que antes do desenvolvimento espacial não havia confirmação daquilo que a bíblia falava era verdadeiro, mas eram ditas como mitos, estranhas as descobertas presentes da época.
O livro de Jó registra há 3500 anos o conceito do universo na Idade do Bronze quando as pessoas não poderiam nem se quer imaginar que a Terra estava suspensa no espaço. Somente na astronomia moderna se confirmou que a terra está suspensa sobre o nada, confirmando o que já se cria em Jó 26:7 “O norte estende sobre o vazio; e suspende a terra sobre o nada”. A Biblia descreve a terra como se ela tivesse sido fotografada via satélite. Sabemos por estudar todos os meios que o Senhor Deus nos deixou que a datação por radiocarbono (teste que determina a idade de materiais carbonáceo também chamado de Carbono-14), prova que o livro de Jó foi escrito 3.500 anos atrás na Idade do Bronze.
Em 1687, Isaac Newton descobriu a lei da gravidade provando assim que a terra flutuava no universo, confirmando o registro de Jó! Ao passo que a ciência vai desenvolvendo, vai se provando que os registros contidos na bíblia são verdadeiros.
Há um registro em Salmos 19:5 (escrito há 3.000 anos), falando da translação: "o qual o sol, como noivo que sai dos seus aposentos, se regozija como herói, a percorrer o seu caminho, principia numa extremidade dos céus, e até a outra vai o seu percurso". Somente no século 20 a humanidade descobriu que o sol gira em torno do centro da galáxia. O astrônomo Bertil Lindblad desdreve: "o sol gira a uma velocidade de 250km/s".
Sobre o interior da terra também há registros de 3500 anos no livro de Jó: "Da terra procede o pão, mas por baixo é revolvida como por fogo"(28:5). È dito de conhecimento básico das geociências que há um ardente lago de fogo debaixo da terra onde estamos. Porém ainda no séc.19 as pessoas consideravam esse registro na Bíblia como um absurdo. Então no séc.20 foi descoberta a estrutura interna da terra pelo geofísico Andrija Mohorovicic (que viveu de 1857-1966) por meio de ondas sismicas descobriu o manto em 1905, em 1930 outro geofísico Beno Gutenberg (1889 - 1960) descobriu o núcleo externo da terra, em 1936 confirmado pela geofísica Inge Lehamann (1888-1993). Mais uma vez a ciência moderna prova que a Bíblia tinha razão!
A 3.5000 anos atrás ninguém conhecia o ciclo da água, porém a bíblia registra: "Porque faz miúdas as gotas das águas que, do seu vapor, derramam a chuva, a qual as nuvens destilam e gotejam sobre o homem abundantemente”. Jó 36:27-28Aprendemos na escola que há três fases do ciclo da água: evaporação, condensação e precipitação, quando a energia solar evapora milhões de toneladas de água da superfície dos oceanos e rios, quando este vapor se condensa e forma nuvens, quando as nuvens de vapor colidem entre si e se convertem em gotas de água, então chove. Esse ciclo não era conhecido até os séc.16 e 17, quando Pierre Perrault e Edmundo Mariotte o descobriram através de experimentos!
Assim sendo vários cientistas da história como Leonardo da Vinci, Johannes Kepler, Louis Pasteur, Henri Fabre, irmãos Wright e outros ficaram convencidos de que Deus existe. O astrônomo Nicolau Copérnico que relatou "Deus, que é bom, criou o universo ordenadamente para nós". O físico Isaac Newton "O sistema mais lindo do sol, planetas e cometas, só podem proceder da sabedoria e poder de um Ser inteligente e poderoso e na explicação de seu poder Ele é chamado de Deus", o nobel de física Charles Townes "os descobrimentos cientistas revelam um universo que concorda com as opiniões religiosas".
Portanto a Bíblia é verdadeira no aspecto da ciência e também acima da ciência moderna. Faço minhas as palavras do professor Richard A.Swenson que declara "o problema não está na deficiência de parte de Deus, mas na nossa obscuridade."
Toda a Escritura nos conduz a salvação, a glorificação e ao conhecimento do único Nome Jesus. Precisamos ser como crianças desejando o primeiro “alimento”, conhecendo a base de nossa fé, com o crescimento, lendo mais a Escritura, crendo, pesquisando, ruminando cada assunto, cada parte do ensino, buscando com afinco, com determinação para um crescimento adequado naquilo que Cristo falou com um coração fiel de devorador no conhecimento pleno, completo e progressivo das verdades contidas em toda a Bíblia avançando sempre para o está na frente, para aquilo que ainda não dominamos em conhecimento para que de algum modo possamos ser merecedores de ouvir Palavras esclarecedoras e reveladoras de nosso Senhor e Deus Jesus Cristo.
“Disse-lhe Jesus: Porque me viste, Tomé creste; bem-aventurados os que não viram e creram”. João 20:29 “Não te hei dito que, se creres, verás a glória de Deus?” João 11:40Portanto o simples fato de fazer uso da Escritura, com fé com determinação e desejo de garimpar e conhecer a vontade do Pai, seremos mais e mais salvos dos dias que estão por vir quando assolará todo planeta terra: “Tomai também o capacete da salvação, e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus” Efésios 6:17 e Hebreus 4:12 "Porque a Palavra de Deus é viva e eficaz........e apta para discernir os pensamentos e intenções do coração"Pois Ele é o Autor sobre tudo o está escrito: “E disse-me o SENHOR: Viste bem; porque eu velo sobre a minha palavra para cumpri-la”. Jeremias 1:12
domingo, 8 de abril de 2012
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
Cllips que fazem a diferença:

Louvarei na Tempestade
Evangelho
Tudo o que eu tenho é Cristo
Liberte-me com Misericórdia - Uma Canção de John Piper
Sovereign Grace Music - In The valley (No Vale)
Selah & Paul Washer - Ante ao Trono de Deus nas Alturas
John Piper & Sovereign Grace Ministries - A Canção do Evangelho
Tenho algo a dizer... - Uma animação
Third Day - Children of God (Filhos de Deus) - Legendado
domingo, 12 de fevereiro de 2012
O Ministério de João Batista
Vamos compreender um pouco da vida de João Batista e o fim que teve seu ministério. Era ele primo do Senhor Jesus e tinha por ministério anunciar a vinda do Cordeiro de Deus (Jesus), era seu precursor (Mt 3:3 e Lc 1:13-17), mas no decorrer se envolveu com algo diferente: apontou a falha de Herodes (Mateus 14:3 a 5). Desde antes do nascimento, João Batista sabia qual era o seu papel (Lc 1:4).
Toda a família de João Batista era levita, da casa de Arão, e seu pai Zacarias servia a Deus como sacerdote no templo (1:5). Pela posição religiosa, o sacerdote tinha direito a ministrar no templo, a usar uma veste de linho e a se alimentar dos pães da proposição e da porção a eles destinada nos sacrifícios ofertados (Lc 1:9; Êx 28:3; Lv 7:3), porém, João Batista mesmo sendo um sacerdote, abriu mão de tudo isso (Mt 3:4). Ele se afastou das antigas tradições religiosas, porque sua função era abrir caminho para o Senhor Jesus, pregando o arrependimento e prenunciando Sua chegada para um novo começo.
João Batista foi humilde ao reconhecer que o Senhor era o Cordeiro de Deus que tira os pecados do mundo (João 1:29) e assim desejou ser batizado por Jesus, porem para cumprimento das escrituras, João O batizou (Mt 3:14-15), ao sair das águas os céus se abriram e o Espírito de Deus, desceu como pomba e uma voz disse: “Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo" (v.16-17).
Aquele deveria ser o cumprimento e fim do ministério de João Batista, quando deveria ter recebido revelação e aberto mão de seus discípulos para seguir aquele que era maior do que Ele, aquele pelo qual anunciou a vida toda, aquele que era O Mestre, O verdadeiro Pastor que conduziriam as ovelhas (seus discípulos) e batizaria com Espírito Santo e com fogo (3:11).
Ele, porém prosseguiu com uma obra paralela. Por que ele fez isso? E por que não passou a seguir o Senhor depois de ouvir a voz dos céus? Por que desejou manter seus seguidores para si e não os encaminhou para seguir ao Senhor? Talvez fosse um preço que João Batista não quisesse pagar. Abrir mão dos próprios discípulos é algo que requer renúncia ao ego e desapego pelo reconhecimento alheio, ou seja, negar a vida da alma.
Houve também uma questão entre os discípulos de João e os judeus acerca da pratica do jejum (Jo 3:25). “Ora, os discípulos de João e os fariseus jejuavam; e foram e disseram-lhe: Por que jejuam os discípulos de João e os dos fariseus, e não jejuam os teus discípulos? E Jesus disse-lhes: Podem porventura os filhos das bodas jejuar enquanto está com eles o esposo? Enquanto têm consigo o esposo, não podem jejuar” (Mc.2:18-19), ainda acrescentou nos versos 21 e 22: “Não se põe vinho novo em odres velhos; do contrário, rompem-se os odres, derrama-se o vinho, e os odres se perdem. Mas, põem-se vinho novo em odres novos, e ambos se conservam", referindo-se o fim da lei pelo Seu cumprimento e o inicio da nova aliança (Graça) que estava por acontecer logo após sua partida.
Ao receber essa palavra, João Batista poderia ter se arrependido, mas isso não aconteceu. No início de seu ministério, João Batista havia se distanciado das tradições religiosas, mas, com o passar do tempo, seus discípulos voltaram a adotar as antigas práticas da lei, como o jejum.
Por fim, envolveu-se com algo alheio que não era parte da obra de Deus para sua vida, como resultado da falta de visão, João Batista foi preso (Mt 14:3-4).
Na prisão, em vez de arrepender-se, decidiu enviar dois de seus discípulos ao Senhor, para perguntar-Lhe se Ele era Aquele que estava para vir ou se teriam de esperar outro (Mt.11:2-3). João Batista parecia agora duvidar do Senhor ou, pelo menos, tentou provocar no Senhor uma atitude para vir tirá-lo do cárcere. Temos exemplo diferente em Atos 5:17-20 quando o Senhor liberta os apóstolos em prisão. Não sabemos o certo o que ele pensava a respeito de Jesus quando estava no cárcere, mas o fato é que, não foi libertado.
O Senhor Jesus não confirmou Sua incumbência nem respondeu ao questionamento trazido pelos discípulos de João Batista. Apenas lhes disse: "Ide e anunciai a João o que vistes e ouvistes: os cegos vêem, os coxos andam, os leprosos são purificados, os surdos ouvem, os mortos são ressuscitados, e aos pobres, anuncia-se-lhes o evangelho. E bem-aventurado é aquele que não achar em mim motivo de tropeço" (Lc 7:22-23 e Mt 11:4-5).
Por fim terminou sendo assassinado, e sua cabeça foi entregue numa bandeja à mulher que pediu sua morte (Mt 14.10).
Para quem teve um início tão bom, como precursor de Jesus, sua história teve um fim desolador e nos serve de grande advertência: é necessário abrir mão das próprias conquistas, estar libertos de tudo o que é velho para seguir somente o Senhor. Se, por causa de nossos velhos conceitos, nos apegarmos a práticas antigas e nos opusermos ao que Deus está fazendo hoje, corremos o grande risco de produzir uma nova religião. Devemos tomar cuidado para não deixar que ensinamentos velhos nos impeçam de avançar. Busquemos, portanto, andar sempre em novidade de vida, amem!
Toda a família de João Batista era levita, da casa de Arão, e seu pai Zacarias servia a Deus como sacerdote no templo (1:5). Pela posição religiosa, o sacerdote tinha direito a ministrar no templo, a usar uma veste de linho e a se alimentar dos pães da proposição e da porção a eles destinada nos sacrifícios ofertados (Lc 1:9; Êx 28:3; Lv 7:3), porém, João Batista mesmo sendo um sacerdote, abriu mão de tudo isso (Mt 3:4). Ele se afastou das antigas tradições religiosas, porque sua função era abrir caminho para o Senhor Jesus, pregando o arrependimento e prenunciando Sua chegada para um novo começo.
João Batista foi humilde ao reconhecer que o Senhor era o Cordeiro de Deus que tira os pecados do mundo (João 1:29) e assim desejou ser batizado por Jesus, porem para cumprimento das escrituras, João O batizou (Mt 3:14-15), ao sair das águas os céus se abriram e o Espírito de Deus, desceu como pomba e uma voz disse: “Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo" (v.16-17).
Aquele deveria ser o cumprimento e fim do ministério de João Batista, quando deveria ter recebido revelação e aberto mão de seus discípulos para seguir aquele que era maior do que Ele, aquele pelo qual anunciou a vida toda, aquele que era O Mestre, O verdadeiro Pastor que conduziriam as ovelhas (seus discípulos) e batizaria com Espírito Santo e com fogo (3:11).
Ele, porém prosseguiu com uma obra paralela. Por que ele fez isso? E por que não passou a seguir o Senhor depois de ouvir a voz dos céus? Por que desejou manter seus seguidores para si e não os encaminhou para seguir ao Senhor? Talvez fosse um preço que João Batista não quisesse pagar. Abrir mão dos próprios discípulos é algo que requer renúncia ao ego e desapego pelo reconhecimento alheio, ou seja, negar a vida da alma.
Houve também uma questão entre os discípulos de João e os judeus acerca da pratica do jejum (Jo 3:25). “Ora, os discípulos de João e os fariseus jejuavam; e foram e disseram-lhe: Por que jejuam os discípulos de João e os dos fariseus, e não jejuam os teus discípulos? E Jesus disse-lhes: Podem porventura os filhos das bodas jejuar enquanto está com eles o esposo? Enquanto têm consigo o esposo, não podem jejuar” (Mc.2:18-19), ainda acrescentou nos versos 21 e 22: “Não se põe vinho novo em odres velhos; do contrário, rompem-se os odres, derrama-se o vinho, e os odres se perdem. Mas, põem-se vinho novo em odres novos, e ambos se conservam", referindo-se o fim da lei pelo Seu cumprimento e o inicio da nova aliança (Graça) que estava por acontecer logo após sua partida.
Ao receber essa palavra, João Batista poderia ter se arrependido, mas isso não aconteceu. No início de seu ministério, João Batista havia se distanciado das tradições religiosas, mas, com o passar do tempo, seus discípulos voltaram a adotar as antigas práticas da lei, como o jejum.
Por fim, envolveu-se com algo alheio que não era parte da obra de Deus para sua vida, como resultado da falta de visão, João Batista foi preso (Mt 14:3-4).
Na prisão, em vez de arrepender-se, decidiu enviar dois de seus discípulos ao Senhor, para perguntar-Lhe se Ele era Aquele que estava para vir ou se teriam de esperar outro (Mt.11:2-3). João Batista parecia agora duvidar do Senhor ou, pelo menos, tentou provocar no Senhor uma atitude para vir tirá-lo do cárcere. Temos exemplo diferente em Atos 5:17-20 quando o Senhor liberta os apóstolos em prisão. Não sabemos o certo o que ele pensava a respeito de Jesus quando estava no cárcere, mas o fato é que, não foi libertado.
O Senhor Jesus não confirmou Sua incumbência nem respondeu ao questionamento trazido pelos discípulos de João Batista. Apenas lhes disse: "Ide e anunciai a João o que vistes e ouvistes: os cegos vêem, os coxos andam, os leprosos são purificados, os surdos ouvem, os mortos são ressuscitados, e aos pobres, anuncia-se-lhes o evangelho. E bem-aventurado é aquele que não achar em mim motivo de tropeço" (Lc 7:22-23 e Mt 11:4-5).
Por fim terminou sendo assassinado, e sua cabeça foi entregue numa bandeja à mulher que pediu sua morte (Mt 14.10).
Para quem teve um início tão bom, como precursor de Jesus, sua história teve um fim desolador e nos serve de grande advertência: é necessário abrir mão das próprias conquistas, estar libertos de tudo o que é velho para seguir somente o Senhor. Se, por causa de nossos velhos conceitos, nos apegarmos a práticas antigas e nos opusermos ao que Deus está fazendo hoje, corremos o grande risco de produzir uma nova religião. Devemos tomar cuidado para não deixar que ensinamentos velhos nos impeçam de avançar. Busquemos, portanto, andar sempre em novidade de vida, amem!
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Não Ameis o Mundo
A luta hoje parece se tornar mais pesada dia a dia
"[Satanás] Magoará os santos do Altíssimo" (Dn 7.25).
Magoar tem aí o sentido de "desgastar", consumir devagar. É muito mais difícil reconhecer Satanás como aquele que desgasta os santos do que um Satanás que ruge como um leão. E a sua obra de consumir lentamente os santos já começou.
Sempre que vou à Montanha Kuling, caminho ao longo da correnteza que há ali. Freqüentemente vejo rochas enormes, mas que são côncavas no meio como bacias de tomar banho. Isto acontece por causa das muitas pedrinhas que diariamente as desgastam. Do mesmo modo Satanás trata os filhos de Deus. Em lugar de matá-los de um só golpe, tenta desgastar os santos, dia a dia, de modo que sem que percebam acabam gravemente feridos depois de algum tempo. Os olhos do Senhor estão sobre nós, portanto não temamos o sofrimento. Se acontecer de nós nos desviarmos com medo do sofrimento, todos os nossos sofrimentos do passado terão sido em vão.
Watchaman Nee
Não Ameis o Mundo
"[Satanás] Magoará os santos do Altíssimo" (Dn 7.25).
Magoar tem aí o sentido de "desgastar", consumir devagar. É muito mais difícil reconhecer Satanás como aquele que desgasta os santos do que um Satanás que ruge como um leão. E a sua obra de consumir lentamente os santos já começou.
Sempre que vou à Montanha Kuling, caminho ao longo da correnteza que há ali. Freqüentemente vejo rochas enormes, mas que são côncavas no meio como bacias de tomar banho. Isto acontece por causa das muitas pedrinhas que diariamente as desgastam. Do mesmo modo Satanás trata os filhos de Deus. Em lugar de matá-los de um só golpe, tenta desgastar os santos, dia a dia, de modo que sem que percebam acabam gravemente feridos depois de algum tempo. Os olhos do Senhor estão sobre nós, portanto não temamos o sofrimento. Se acontecer de nós nos desviarmos com medo do sofrimento, todos os nossos sofrimentos do passado terão sido em vão.
Watchaman Nee
Não Ameis o Mundo
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Iluminando os olhos do entendimento – Ef.1:18
Aos amados irmãos e irmãs para que tenham os olhos iluminados: I Tm.2:1 “Admoesto-te, pois, antes de tudo, que se façam deprecações, orações, intercessões, e ações de graças, por todos os homens” nos fala que o propósito da salvação de Deus é para todos os homens para que não sejam condenados e o verso 4 diz “que todos os homens se salvem, e venham ao conhecimento da verdade”. A salvação é plena, completa com a percepção de Cristo e a igreja.
Paulo escreve para Timóteo “para advertires a alguns, que não ensinem outra doutrina” (1:3 e II Tm. 2:16-18).
A palavra da verdade deve ser desvendada para conhecermos que “a igreja é a casa do Deus vivo, a coluna e firmeza da verdade” I Tm. 3:15.
Portanto como Timóteo, precisamos anelar conhecer todas as Escrituras, toda a Palavra proferida pelo Senhor: “Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que corta bem a palavra da verdade”. (II Tm.2:15), “Instruindo com mansidão os que resistem, a ver se porventura Deus lhes dará arrependimento para conhecerem a verdade” (v.25).
Vimos que a palavra “conhecimento” e “verdade”, quando ganho revelação do conhecimento de Cristo, na experiência isso se torna realidade (= verdade do gr.aletheia).
Vemos também na vida do profeta Elias (1 Rs.17:1-3) que após confrontar o pecado na corte, a política injusta e a idolatria, o Senhor o levou para Querite que tem como significado: “cortar na medida certa”, após o Senhor usar Elias, agora seu propósito era trabalhar na própria vida de Elias. A ordem para Timóteo (II Tm.2:15) era para ser sábio ao manejar as Escrituras de tal forma que com ela “cortasse”, fazendo diferença entre os que vivem na verdade. Isso é tão rico! Enquanto servimos à Deus, nos entregando pelos irmãos, a vida de Deus é dispensada para dentro de nós.
O Senhor ainda está trabalhando Sua obra em nós. Pedro disse que todos poderiam abandonar o Senhor, mas ele estaria pronto (Lucas 22) nas oportunidades que teve para expressar isso, negou seu Senhor.
Aprendemos que cada dia é um novo dia, cada dia é uma nova experiência (I Pe.2:2-3).
A nosso vida é vivida diante de Deus, e também diante dos homens, por isso precisamos ser cuidadosos, mantendo clara distinção entre as mentiras do mundo, as mentiras do diabo, e a verdade do Evangelho.
Nosso coração deve ser do Senhor e só a Ele servir!
O desejo final do Senhor é a terra e estabelecer Seu reino sobre ela: “Venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu” Mt.6:10. O Senhor busca homens e mulheres adequados para reinarem com Ele e isso o faz expressando-se corporativamente através da igreja.
Efésios 1:22 e 23 nos revela que a igreja é a Sua plenitude (= “pleroma” = aquilo que preenche, aquilo que completa).
Você entende isso? Deus quer um vaso corporativo, não vasos individuais querendo servi-lo separadamente. Portanto a igreja é Seu caminho.
Quando estamos nos “entremesclando”, que significa Cristo em nós, nós em Cristo; Ele vivendo a Sua vida em nós e nós vivendo a expressão da vida dEle, vivendo para Ele. Essa é a realidade da vida do corpo de Cristo. Portanto não podemos viver outra vida que não seja essa.
Precisamos dar ao Senhor a primazia em nossa vida e em tudo o que fazemos (Col.1:15-19).
Vemos em Salmos cap.2:6 um Rei e o Seu reino, que será único em toda a terra – Sl.2:8-9, 22:28 e Dn.7:14 e regerá não com mão frouxa, mas com vara de ferro – Sl.2:9, Apoc.1:5ª, At.5:31
Mas o Senhor não pode nos levar a reinar com Ele (Hb.2:5) se antes não crescermos em vida, não atingirmos a estatura adequada de filhos maduros.
Em Romanos 8:15-16 e João 1:12 nos tornamos filhos “teknon” quando no novo nascimento, como recém convertidos ou filhos novos ainda não crescidos, mas em Romanos 8:14 e Hebreus 5:8 o termo para filho é “huios”quando o filho está maduro, transformado pela vida Zoe de Deus e assim nos tornando crescido em sua vida (Jo.11:25, Cl.3:4).
Enquanto a Vida Zoe de Deus cresce em nosso interior (espírito), as verdades após conhecê-las se tornam a nossa realidade exteriormente na prática do dia a dia.
“A fim de EXPERIMENTAR e DESFRUTAR o Senhor como VIDA, nós devemos conhecer as VERDADES. As VERDADES nos levam a maneira adequada de DESFRUTAR o Senhor em nossas vidas! Quando recebemos as Suas Palavras exercitando o nosso espírito, obteremos o ESPÍRITO, que é vida (Jo.6:63) - Witness Lee
“Mas o alimento sólido é para os adultos, os quais têm, pela prática, as faculdades exercitadas para discernir tanto o bem como o mal.” (Hebreus 5:14)
Você além de se alimentar fisicamente todos os dias também tem alimentado seu homem interior (espírito) com o alimento espiritual?
É o alimento espiritual que mantém o espírito ativo na luta contra a carne: “Porque a carne luta contra o espírito, e o espírito contra a carne; e estes se opõem um ao outro, para que não façais o que quereis.” (Gálatas 5:17)
“Mas, aquele que se une ao Senhor é um só espírito com Ele.” (1ª Coríntios 6:17), o contato com as Escrituras é justamente para que eu consiga fazer distinção entre minha alma e meu espírito, aquilo que o Senhor deseja e o que eu busco, compreendes?
Fomos chamados a viver a vida de Cristo, portanto não podemos viver como antes estávamos acostumados caso contrário posso anular o poder do Espírito sobre minha vida: “Não extingais o Espírito.” (1ª Tessalonicenses 5:19). A palavra “extinguir”, se refere a “apagar”.
Precisamos diariamente nos alimentar da Palavra e manter viva nossa comunhão primeiro com o Senhor depois uns com os outros, certo?
As Escrituras todavia nos fala de dois tipos de alimentos espirituais: o “leite” e o “alimento sólido”. Vejamos: “E eu, irmãos não vos pude falar como a espirituais, mas como a carnais, como a criancinhas em Cristo. Leite vos dei por alimento, e não comida sólida, porque não a podíeis suportar; nem ainda agora podeis.” (1ª Coríntios 3:1-2).
A igreja em Corinto (I Cor.1:1), talvez não todos ainda estavam vivendo religiosamente, servindo o judaísmo, mesclando a lei com a graça nos seus ritos e cerimônias. Há “alimentos” que são para os adultos, crescidos, amadurecidos enquanto outros ainda precisam se alimentar do “leite” (Hb.6:1-2), impossível uma vez crescidos e estar provando do “alimento sólido” retornar para o que é “alimento básico”. Agora que sou adulto meu corpo necessita provar de algo com “substancia”, não conseguiria viver adequadamente tomando leite. Paulo faz uma advertência para buscamos o alimento espiritual, aquele que sustenta o homem interior a fim de vencer as obras da carne.
Que o Senhor nos dê graça e convicção de estar vivendo e buscando sempre a verdade, pois “nada se pode contra a verdade” (2ª Coríntios 13:8).
Concluso desafiando-os: “Por isso, deixando os rudimentos da doutrina de Cristo, prossigamos até a perfeição…” (Hebreus 6:1), devemos deixar aquelas práticas que são rudimentos da lei, o “a-e-i-o-u”, não fala de abandonar todos os ensinos falados pelo Senhor, precisamos discernir isso em nossas práticas e buscar crescer. “Agora, porém, que já conheceis a Deus, ou antes, sendo conhecidos por Deus, como tornais outra vez a esses rudimentos fracos e pobres, aos quais de novo quereis servir?” (Gálatas 4:9), Como a observância aos sábados, dias de festas judaicas, circuncisões; jejuns, as abluções (batismos), sacrifícios, duro trato do corpo e coisas semelhantes a estas. Tudo isto deve ser banido da vida da Igreja para que alcancemos a perfeição e a maturidade espiritual (Hebreus 5:14).
Fonte:
Bíblia Versão Restauração – notas de rodapé
Witness Lee - Treinamento de Presbíteros, Vol.3: A maneira de Cumprir a Visão, pg.128-129
Estudo Vida de Salmos
Paulo escreve para Timóteo “para advertires a alguns, que não ensinem outra doutrina” (1:3 e II Tm. 2:16-18).
A palavra da verdade deve ser desvendada para conhecermos que “a igreja é a casa do Deus vivo, a coluna e firmeza da verdade” I Tm. 3:15.
Portanto como Timóteo, precisamos anelar conhecer todas as Escrituras, toda a Palavra proferida pelo Senhor: “Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que corta bem a palavra da verdade”. (II Tm.2:15), “Instruindo com mansidão os que resistem, a ver se porventura Deus lhes dará arrependimento para conhecerem a verdade” (v.25).
Vimos que a palavra “conhecimento” e “verdade”, quando ganho revelação do conhecimento de Cristo, na experiência isso se torna realidade (= verdade do gr.aletheia).
Vemos também na vida do profeta Elias (1 Rs.17:1-3) que após confrontar o pecado na corte, a política injusta e a idolatria, o Senhor o levou para Querite que tem como significado: “cortar na medida certa”, após o Senhor usar Elias, agora seu propósito era trabalhar na própria vida de Elias. A ordem para Timóteo (II Tm.2:15) era para ser sábio ao manejar as Escrituras de tal forma que com ela “cortasse”, fazendo diferença entre os que vivem na verdade. Isso é tão rico! Enquanto servimos à Deus, nos entregando pelos irmãos, a vida de Deus é dispensada para dentro de nós.
O Senhor ainda está trabalhando Sua obra em nós. Pedro disse que todos poderiam abandonar o Senhor, mas ele estaria pronto (Lucas 22) nas oportunidades que teve para expressar isso, negou seu Senhor.
Aprendemos que cada dia é um novo dia, cada dia é uma nova experiência (I Pe.2:2-3).
A nosso vida é vivida diante de Deus, e também diante dos homens, por isso precisamos ser cuidadosos, mantendo clara distinção entre as mentiras do mundo, as mentiras do diabo, e a verdade do Evangelho.
Nosso coração deve ser do Senhor e só a Ele servir!
O desejo final do Senhor é a terra e estabelecer Seu reino sobre ela: “Venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu” Mt.6:10. O Senhor busca homens e mulheres adequados para reinarem com Ele e isso o faz expressando-se corporativamente através da igreja.
Efésios 1:22 e 23 nos revela que a igreja é a Sua plenitude (= “pleroma” = aquilo que preenche, aquilo que completa).
Você entende isso? Deus quer um vaso corporativo, não vasos individuais querendo servi-lo separadamente. Portanto a igreja é Seu caminho.
Quando estamos nos “entremesclando”, que significa Cristo em nós, nós em Cristo; Ele vivendo a Sua vida em nós e nós vivendo a expressão da vida dEle, vivendo para Ele. Essa é a realidade da vida do corpo de Cristo. Portanto não podemos viver outra vida que não seja essa.
Precisamos dar ao Senhor a primazia em nossa vida e em tudo o que fazemos (Col.1:15-19).
Vemos em Salmos cap.2:6 um Rei e o Seu reino, que será único em toda a terra – Sl.2:8-9, 22:28 e Dn.7:14 e regerá não com mão frouxa, mas com vara de ferro – Sl.2:9, Apoc.1:5ª, At.5:31
Mas o Senhor não pode nos levar a reinar com Ele (Hb.2:5) se antes não crescermos em vida, não atingirmos a estatura adequada de filhos maduros.
Em Romanos 8:15-16 e João 1:12 nos tornamos filhos “teknon” quando no novo nascimento, como recém convertidos ou filhos novos ainda não crescidos, mas em Romanos 8:14 e Hebreus 5:8 o termo para filho é “huios”quando o filho está maduro, transformado pela vida Zoe de Deus e assim nos tornando crescido em sua vida (Jo.11:25, Cl.3:4).
Enquanto a Vida Zoe de Deus cresce em nosso interior (espírito), as verdades após conhecê-las se tornam a nossa realidade exteriormente na prática do dia a dia.
“A fim de EXPERIMENTAR e DESFRUTAR o Senhor como VIDA, nós devemos conhecer as VERDADES. As VERDADES nos levam a maneira adequada de DESFRUTAR o Senhor em nossas vidas! Quando recebemos as Suas Palavras exercitando o nosso espírito, obteremos o ESPÍRITO, que é vida (Jo.6:63) - Witness Lee
“Mas o alimento sólido é para os adultos, os quais têm, pela prática, as faculdades exercitadas para discernir tanto o bem como o mal.” (Hebreus 5:14)
Você além de se alimentar fisicamente todos os dias também tem alimentado seu homem interior (espírito) com o alimento espiritual?
É o alimento espiritual que mantém o espírito ativo na luta contra a carne: “Porque a carne luta contra o espírito, e o espírito contra a carne; e estes se opõem um ao outro, para que não façais o que quereis.” (Gálatas 5:17)
“Mas, aquele que se une ao Senhor é um só espírito com Ele.” (1ª Coríntios 6:17), o contato com as Escrituras é justamente para que eu consiga fazer distinção entre minha alma e meu espírito, aquilo que o Senhor deseja e o que eu busco, compreendes?
Fomos chamados a viver a vida de Cristo, portanto não podemos viver como antes estávamos acostumados caso contrário posso anular o poder do Espírito sobre minha vida: “Não extingais o Espírito.” (1ª Tessalonicenses 5:19). A palavra “extinguir”, se refere a “apagar”.
Precisamos diariamente nos alimentar da Palavra e manter viva nossa comunhão primeiro com o Senhor depois uns com os outros, certo?
As Escrituras todavia nos fala de dois tipos de alimentos espirituais: o “leite” e o “alimento sólido”. Vejamos: “E eu, irmãos não vos pude falar como a espirituais, mas como a carnais, como a criancinhas em Cristo. Leite vos dei por alimento, e não comida sólida, porque não a podíeis suportar; nem ainda agora podeis.” (1ª Coríntios 3:1-2).
A igreja em Corinto (I Cor.1:1), talvez não todos ainda estavam vivendo religiosamente, servindo o judaísmo, mesclando a lei com a graça nos seus ritos e cerimônias. Há “alimentos” que são para os adultos, crescidos, amadurecidos enquanto outros ainda precisam se alimentar do “leite” (Hb.6:1-2), impossível uma vez crescidos e estar provando do “alimento sólido” retornar para o que é “alimento básico”. Agora que sou adulto meu corpo necessita provar de algo com “substancia”, não conseguiria viver adequadamente tomando leite. Paulo faz uma advertência para buscamos o alimento espiritual, aquele que sustenta o homem interior a fim de vencer as obras da carne.
Que o Senhor nos dê graça e convicção de estar vivendo e buscando sempre a verdade, pois “nada se pode contra a verdade” (2ª Coríntios 13:8).
Concluso desafiando-os: “Por isso, deixando os rudimentos da doutrina de Cristo, prossigamos até a perfeição…” (Hebreus 6:1), devemos deixar aquelas práticas que são rudimentos da lei, o “a-e-i-o-u”, não fala de abandonar todos os ensinos falados pelo Senhor, precisamos discernir isso em nossas práticas e buscar crescer. “Agora, porém, que já conheceis a Deus, ou antes, sendo conhecidos por Deus, como tornais outra vez a esses rudimentos fracos e pobres, aos quais de novo quereis servir?” (Gálatas 4:9), Como a observância aos sábados, dias de festas judaicas, circuncisões; jejuns, as abluções (batismos), sacrifícios, duro trato do corpo e coisas semelhantes a estas. Tudo isto deve ser banido da vida da Igreja para que alcancemos a perfeição e a maturidade espiritual (Hebreus 5:14).
Fonte:
Bíblia Versão Restauração – notas de rodapé
Witness Lee - Treinamento de Presbíteros, Vol.3: A maneira de Cumprir a Visão, pg.128-129
Estudo Vida de Salmos
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
O DESFRUTE DE CRISTO PARA AS REUNIÕES DA IGREJA
Um dos princípios referentes a como ter reuniões adequadas para a vida da igreja é que devemos ajudar as pessoas a aprender a desfrutar a Cristo. Sem o desfrute de Cristo, é difícil ter reuniões que sejam proveitosas para a vida da igreja. O que temos, o que somos e o que podemos fazer, além do desfrute de Cristo, não vale para nada. Não devemos utilizar nada do que temos, nem o que somos, nem o que podemosfazer, para beneficiar as reuniões da igreja. Devemos renunciar tudo isso porque não é proveitoso em absoluto para a reunião da igreja. O único que vale para a reunião da igreja é o próprio Cristo.Devemos aprender a desfrutá-Lo, ministrá-Lo e ajudar a outros a desfrutá-Lo. Então, quando nos reunamos, viremos com algo de Cristo que experimentamos em nossavida diária. Somente o Cristo em nossa experiência, que torna-se o nosso desfrute, vale para as reuniões cristãs. Na economia (I Tm.1:4, tradução grego para "serviço de Deus", "plano", "propósito", etc,)eterna de Deus, Cristo é o centro, o fator, para que tenhamos reuniões cristãs para a vida da igreja. Nas reuniões de casa podemos ajudar a igreja a compreender que nos congregamos no nome do Senhor para desfrute de Sua presença (Mt 18:20). Não estamos congregados numa organização, num ensinamento ou numa prática. Estamos reunidos no nome do Senhor Jesus. O nome do Senhor sempre denota a Sua pessoa. Um nome denota a pessoa real e prática, e a pessoa do Senhor Jesus é o Espírito. Jesus Cristo hoje é oEspírito que dá vida (1 Co 15:45b). A segunda epistola aos Coríntios, 3:17, diz: “O Senhor é o Espírito”.Nós devemos ensinar aos novos crentes e orientá-los à compreensão de que precisam invocar o nome do Senhor cada vez que vimos a uma reunião. O invocar: “Senhor Jesus, Senhor Jesus”, introduzirá vida na reunião, e fará que o ambiente da reunião sejavivo, elevado e rico. A primeira epistola aos Corintios, 12:3, diz: “Ninguém pode dizer: Senhor Jesus! Senão pelo Espírito Santo”. Isto indica que quando dizemos com um bom espírito “Senhor Jesus!”, estamos no Espírito Santo. Assim que, invocar o SenhorJesus é o modo de participar no Espírito Santo, e de desfrutá-Lo e experimentá-Lo. Devemos relacionar Mateus 18:20 com 1 Corintios 12:3.Primeiro, o reunir-se é estar congregados na pessoa do Senhor Jesus. Além disso, o estar congregados em Sua pessoa significa estar congregados no Espírito. Em segundo lugar, quando nos reunamos, apesar do tamanho da reunião, seja ela grande ou pequena, devemos praticar o invocar o nome do Senhor para entrar no Espírito. Quando entramos no Espírito, estamos na pessoa do Senhor Jesus. Quando estamos na pessoa doSenhor estamos na realidade do nome do Senhor Jesus. Devemos ser os primeiros ainvocar o nome do Senhor para que os novos santos nos sigam. Na versão João Ferreira de Almeida, assim como em outras versões, Mateus 18:20 diz que dois ou três estão congregados “em meu nome”. Na realidade, a preposição “em” é “para dentro de” em grego. Estamos congregados para dentro do nome do Senhor. Antes dareunião, pode ser que estejamos ocupados com muitas coisas. Talvez as irmãs estejam ocupadas com seus filhos, seus assuntos familiares e muitas ansiedades.Por isso, quando chega a hora da reunião, o Senhor Jesus nos reúne tirando-nos de todas essas preocupações. Então voltamos nosso coração ao Senhor e invocamos o nome do Senhor Jesus das profundezas de nosso espírito. Como resultado, entramos no nome, na pessoa, no Espírito, do Senhor. Nesse Espírito, nessa condição, temos uma reunião. Devemos praticar o invocar o nome do Senhor até que sejamos resgatados e tirados de todas as nossas preocupações. Antes de entrarmos no local, quando nos lembramos que vamos à reunião, devemos começar a invocar: “Senhor Jesus!”. No caminho ao local de reunião, devemos continuar a invocar “Senhor Jesus”! Depois de mencionar dois ou três reunidos no nome do Senhor em Mateus18:20, o Senhor diz: “... ali estarei no meio deles”. Dessa maneira desfrutamos da presença do Senhor. Não devemos ir às reuniões em silêncio conforme aonosso velho costume, hábito ou prática. Devemos esquecer-nos de nossa velha prática. Ao estabelecer e ter reuniões com os novos crentes, devemos praticar o invocar o nome do Senhor. Primeiro, em nossas casas, devemos começar a invocar o nome do Senhor antes de irmos às reuniões. Em seguida, a caminho do local, devemos continuar invocando Seu nome. Ao chegar ao local de reuniões estaremos totalmente no Espírito;então podemos tomar a iniciativa de invocar, e os novos crentes nos tomarão como seu exemplo. Nos seguirão e nos imitarão. Por conseguinte, todos os novos crentes serão os que invocam. Quando nos reunimos invocando o nome do Senhor, estamos em umareunião que é uma verdadeira reunião cristã.
Extraído do livro “LA MANERA ORDENADA POR DIOS DE PRACTICAR LA ECONOMIA NEOTESTAMENTÁRIA”, Anaheim, Treinamento de Junho 1987 (págs. 49-52).
Extraído do livro “LA MANERA ORDENADA POR DIOS DE PRACTICAR LA ECONOMIA NEOTESTAMENTÁRIA”, Anaheim, Treinamento de Junho 1987 (págs. 49-52).
quinta-feira, 28 de julho de 2011
V – Conhecendo à Deus nas 42 Jornadas
Hoje vamos dar continuidade com a 9º estação, chamada Dofca que tem como significado “fornos de fundição”. O texto está em Núm.33:12 “E partiram do deserto de Sim, e acamparam-se em Dofca”.
Mas em Exodo 17:1 nos fala que após sairem do deserto de Sim, acamparam-se em Refidim, não fizeram menção de Dofca assim como não o farão de Alus que será a 10º estação. Há algo aqui que o Senhor não quis mencionar, pois apenas deixou registrado a passagem uma única vez. Após dar o maná e apresentar ao povo o descanso, calou-se!
A arqueologia relata que nesse lugar havia antigas minas de extração da Turquesa (pedra de aspecto esverdeado) e cobre, provavelmente era lugar de comércio.
Paulo em 2 Cor.4:7 revela que na igreja há um tesouro: “Temos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus, e não de nós”. Ela não é um vaso de barro, também não é um tesouro, mas é o tesouro em vaso de barros, ou seja - Cristo em nós, o poder e a fragilidade num mesmo “recipiente”!
O Senhor levou o povo até Dofca, mas nada havia de positivo para ser registrado como experiência.
Foram encontrados nesse local os primeiros sinais de “escritas”, antes da época de Moisés, raizes do alfabeto mais antigo que se conhece, sendo aperfeiçoados depois pelos cananeus, fenícios, etitas, gregos, romanos, latim e até chegar ao nosso vocabulário. A escrita egípcia era representada por herôgrifos (cada palavra uma figura).
Também havia templos de adoração, um deles é Dêndera, homenagem a deusa Hator (vaca), representada por uma mulher usando na cabeça o disco solar entre chifres de vaca. Em Mênfis ela é conhecida como a senhora do sicômoro, protegendo com sua sombra os mortos nos desertos do além, e em outras localidades ela é também a senhora das turquesas e a padroeira dos mineiros ou ainda protetora dos viajantes. Também havia o templo a Baala (deus dos cananeus – feminino de Baal).
Ramsés II foi faraó da 19º dinastia na época de Moisés, mas quem provavelmente começou a explorar as minas e levantou os templos foi o faraó Nefron da 4º dinastia.
A 10º estação chamada de Alus, também registrada apenas em Números 33:13 tem significado de “alvoroço, desolação e problemas”.
Fica 19km de Dofca e 13km de Refidim. O que aprendemos é que o Senhor não quer que ocultamos em nossas caminhadas as experiências negativas, porém que não devemos nos deter nelas, mas avançar. È inevitável os problemas, por isso devemos nos manter na Palavra: “Ai do mundo, por causa dos escândalos; porque é mister que venham escândalos, mas ai daquele homem por quem o escândalo vem” Mat.18:7.
Nossa comunhão deve ser para crescimento e edificação da igreja (I Cor.11:17, 2 , 19), pois o Senhor nos tem sondado (Apoc.2:10, Mt.4:1, Atos 14:22, Jz.3:1, I Tess.2:4).
Que cada dia mais possamos depender do Senhor em temor e tremor, em um espírito de sensibilidade para prosseguir nessa jornada rumo a Nova Jerusalém! Amém.
“E partiram de Alus, e acamparam-se em Refidim (11º estação); porém não havia ali água, para que o povo bebesse”. Nm.33:14, Refedim no grego significa “descanso e sustento”.
De acordo com Êxodo 17:14, vemos que o Senhor quis que Moisés detalhasse os acontecimentos dessa estação, pois foram muitas.
Aprendemos que Moisés guiava o povo, mas vemos Cristo presente nessa jornada, como a nuvem, a coluna de fogo, a rocha, o maná e outras simbologias.
Moisés tinha intimidade com o Senhor para conversar, ouvir e saber onde levar o povo. Dentro do contexto natural há um aspecto espiritual, o Senhor quer nos mostrar isso com nossas experiências, aquilo que é sombra e o que é realidade (Rm.15:4). Nesse local Moisés se encontrou com sua família e seu Jetro, seu sogro (Ex.18:1-4). Vemos três tipologia sobre a morte: a páscoa, quando o Cordeiro foi sacrificado, representando a redenção, a passagem pela mar Vermelho, representando separação das coisas passadas, uma tipologia do batismo, quando deixamos o mundo (representado pelo Egito) e a tipologia da “rocha fendida”, tipologia da morte de Cristo, quando a vida fluiu como água para os sedentos do deserto (Ex.17:2 -3, 6), é desejo do Senhor que também oramos e levemos outros diante dessa fonte inesgotável que é Cristo (I Tm.2:1).
O fato de Moisés golpear a rocha representava o juízo de Deus que caiu sobre Cristo, nosso substituto (Ex.17:5), também o fez na presença dos líderes (70 anciões - Is.53:4-5).
“Abriu a penha, e dela correram águas; correram pelos lugares secos, como um rio”. Sal.105:41
O povo chegou ao extremo, não reconheciam que era o Senhor quem os sustentavam, não importando o lugar onde estariam. Por isso o Senhor os conduziu para um lugar onde não havia água para ter oportunidade de se revelar. Como sempre, o desespero do homem se transforma na oportunidade de Deus! Pedro andou sobre as águas enquanto olhava para Cristo, Davi venceu Golias porque creu na promessa de quem era o seu povo, o inverso do que fez os dez espias quando viram os gigantes – duvidaram, reclamaram e se acovardaram.
O Senhor nos conduz para se revelar e nos provar para conhecermos Seu caráter, Sua abundância, Seu amor e Seu poder. Exodo 17:7b, revela que duvidaram e desconfiaram do zelo de Deus “...Está o SENHOR no meio de nós, ou não?”
Refidim deveria ter ficado na mente deles e não meribá ou Massá que em hebraico significa contenda e murmurrações - v.2,8, Num.20:13, Sal.106:32.
Quantas vezes trocamos Refidim em nossas experiências diárias, podendo trazer derrota em vez de vitória. O lugar que deveria ser de descanso tornou-se contendas; mas como ser lugar de descanso, se não havia água? O Senhor é Soberano! Mas só conseguiam ver a falta de água. O Senhor tinha propósito em levá-los até lá - Sal.81:7
Esqueciam rápido das experiências passadas, de como o Senhor os haviam conduzido até ali.
A água da qual necessitavam poderia ter vindo de várias maneiras: da chuva, de vertente, de escavações, mas o Senhor a fez sair de uma rocha, que representava Cristo (I Cor.10:4)!!!!!
De acordo com Heb:3:7-10, não compreendiam o que Deus fazia, viram as obras por 40 anos, porém não o propósito. Será que Moisés sabia a diferença daquilo que era obra e do que era o caminho de Deus? Dt.32:1-4 e Sl.103:7
A primeira vez que aparece a palavra caminho foi em Gn.3:24 que conduzia a “árvore da vida”, mostrando que aquele era o caminho para a intimidade, para o desfrute e para suprimento. Alguns entre nós somente conhecem as obras de Deus, outros conhecem o caminho, que é o propósito do coração do Senhor para nós. Paulo tinha experiência de intimidade com o Senhor: “E, na verdade, tenho também por perda todas as coisas, pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; pelo qual sofri a perda de todas estas coisas, e as considero como escória, para que possa ganhar a Cristo....” Fp.3:8, nos versos de 9 e 10, vemos que obras foi o que Cristo fez e quando juntamos os dois; a obra de Cristo em nossa vida, mais nossa intimidade com Ele, temos como resultado, como prática o verso 14: “Prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus”.
Após o resmungo, apareceu os Amalequitas: “Então veio Amaleque, e pelejou contra Israel em Refidim” (Ex.17:8). Vale lembrar que amaleque representa nossa carne (Ex.17:16, Gál.5:19, 22). Eles eram na verdade parentes carnais da descendencia de Jacó, neto de Esaú que representa o homem carnal, enquanto Jacó (Israel) o homem espiritual (Ex.17:8,11, Gn.36:12). Nossa carne quer reinar como príncipe (Gn 36.16) quando na realidade somente o Senhor é o nosso Príncipe (Is.9:6).
O inimigo primeiro ataca os mais fracos (Dt.25:18), por isso a ordem do Senhor é aniquilar, negar totalmente a nossa carne, não podemos poupar nada é necessário tratar com tudo (I Sm.15:3,9,13 e Rm.13:14). Saul se distraiu com o pecado e foi enganado, não conseguiu distinguir o santo do profano, faltou-lhe discernimento por ser leviano poupou o melhor dos amalequitas(I Sm. 28:18-19, 15:23).
"Porquanto jurou o Senhor, haverá guerra do Senhor contra Amaleque de geração em geração"Êx:17:16, significa que enquanto vivermos, enfrentaremos "amalequitas". Assim como Moisés mantinha suas mãos levantadas, nós também devemos para que “amaleque” não prevaleça, mas se por ventura baixarmos as mãos por algum motivo, ainda podemos contar com a ajuda de Hur e Arão (Ex.17:12), irmãos que nos sustentarão quando estamos em dificuldades. E após vencermos edificaremos um “altar” a Jeová Nissi – “O Senhor é a minha bandeira” (v.15)
BIBLIOGRAFIA
1 - http://escolabiblicadiaria.blogspot.com/2010/08/exodo-1819-22.html
2 - http://atendanarocha.blogspot.com/2009/09/meriba-ou-refidim.html
3 - http://www.fascinioegito.sh06.com/vaca.htm
4 - http://www.vivos.com.br/132.htm
5 - http://www.celebrandodeus.com.br/Data_site/002TextoSite_livre.asp?ID=2446
6 - http://exaltandoosenhor.podomatic.com/
7 - http://amadurecendoemcristo.podomatic.com/
8 - http://compartilhandoapalavradedeus.blogspot.com/
9 - http://www.youtube.com/watch?v=IxKTejYMnNM
10 - http://www.igrejaemsumare.com.br/?tag=revisao-do-estudo-de-exodo
11 - http://arqbib.atspace.com/exodo.html
Mas em Exodo 17:1 nos fala que após sairem do deserto de Sim, acamparam-se em Refidim, não fizeram menção de Dofca assim como não o farão de Alus que será a 10º estação. Há algo aqui que o Senhor não quis mencionar, pois apenas deixou registrado a passagem uma única vez. Após dar o maná e apresentar ao povo o descanso, calou-se!
A arqueologia relata que nesse lugar havia antigas minas de extração da Turquesa (pedra de aspecto esverdeado) e cobre, provavelmente era lugar de comércio.
Paulo em 2 Cor.4:7 revela que na igreja há um tesouro: “Temos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus, e não de nós”. Ela não é um vaso de barro, também não é um tesouro, mas é o tesouro em vaso de barros, ou seja - Cristo em nós, o poder e a fragilidade num mesmo “recipiente”!
O Senhor levou o povo até Dofca, mas nada havia de positivo para ser registrado como experiência.
Foram encontrados nesse local os primeiros sinais de “escritas”, antes da época de Moisés, raizes do alfabeto mais antigo que se conhece, sendo aperfeiçoados depois pelos cananeus, fenícios, etitas, gregos, romanos, latim e até chegar ao nosso vocabulário. A escrita egípcia era representada por herôgrifos (cada palavra uma figura).
Também havia templos de adoração, um deles é Dêndera, homenagem a deusa Hator (vaca), representada por uma mulher usando na cabeça o disco solar entre chifres de vaca. Em Mênfis ela é conhecida como a senhora do sicômoro, protegendo com sua sombra os mortos nos desertos do além, e em outras localidades ela é também a senhora das turquesas e a padroeira dos mineiros ou ainda protetora dos viajantes. Também havia o templo a Baala (deus dos cananeus – feminino de Baal).
Ramsés II foi faraó da 19º dinastia na época de Moisés, mas quem provavelmente começou a explorar as minas e levantou os templos foi o faraó Nefron da 4º dinastia.
A 10º estação chamada de Alus, também registrada apenas em Números 33:13 tem significado de “alvoroço, desolação e problemas”.
Fica 19km de Dofca e 13km de Refidim. O que aprendemos é que o Senhor não quer que ocultamos em nossas caminhadas as experiências negativas, porém que não devemos nos deter nelas, mas avançar. È inevitável os problemas, por isso devemos nos manter na Palavra: “Ai do mundo, por causa dos escândalos; porque é mister que venham escândalos, mas ai daquele homem por quem o escândalo vem” Mat.18:7.
Nossa comunhão deve ser para crescimento e edificação da igreja (I Cor.11:17, 2 , 19), pois o Senhor nos tem sondado (Apoc.2:10, Mt.4:1, Atos 14:22, Jz.3:1, I Tess.2:4).
Que cada dia mais possamos depender do Senhor em temor e tremor, em um espírito de sensibilidade para prosseguir nessa jornada rumo a Nova Jerusalém! Amém.
“E partiram de Alus, e acamparam-se em Refidim (11º estação); porém não havia ali água, para que o povo bebesse”. Nm.33:14, Refedim no grego significa “descanso e sustento”.
De acordo com Êxodo 17:14, vemos que o Senhor quis que Moisés detalhasse os acontecimentos dessa estação, pois foram muitas.
Aprendemos que Moisés guiava o povo, mas vemos Cristo presente nessa jornada, como a nuvem, a coluna de fogo, a rocha, o maná e outras simbologias.
Moisés tinha intimidade com o Senhor para conversar, ouvir e saber onde levar o povo. Dentro do contexto natural há um aspecto espiritual, o Senhor quer nos mostrar isso com nossas experiências, aquilo que é sombra e o que é realidade (Rm.15:4). Nesse local Moisés se encontrou com sua família e seu Jetro, seu sogro (Ex.18:1-4). Vemos três tipologia sobre a morte: a páscoa, quando o Cordeiro foi sacrificado, representando a redenção, a passagem pela mar Vermelho, representando separação das coisas passadas, uma tipologia do batismo, quando deixamos o mundo (representado pelo Egito) e a tipologia da “rocha fendida”, tipologia da morte de Cristo, quando a vida fluiu como água para os sedentos do deserto (Ex.17:2 -3, 6), é desejo do Senhor que também oramos e levemos outros diante dessa fonte inesgotável que é Cristo (I Tm.2:1).
O fato de Moisés golpear a rocha representava o juízo de Deus que caiu sobre Cristo, nosso substituto (Ex.17:5), também o fez na presença dos líderes (70 anciões - Is.53:4-5).
“Abriu a penha, e dela correram águas; correram pelos lugares secos, como um rio”. Sal.105:41
O povo chegou ao extremo, não reconheciam que era o Senhor quem os sustentavam, não importando o lugar onde estariam. Por isso o Senhor os conduziu para um lugar onde não havia água para ter oportunidade de se revelar. Como sempre, o desespero do homem se transforma na oportunidade de Deus! Pedro andou sobre as águas enquanto olhava para Cristo, Davi venceu Golias porque creu na promessa de quem era o seu povo, o inverso do que fez os dez espias quando viram os gigantes – duvidaram, reclamaram e se acovardaram.
O Senhor nos conduz para se revelar e nos provar para conhecermos Seu caráter, Sua abundância, Seu amor e Seu poder. Exodo 17:7b, revela que duvidaram e desconfiaram do zelo de Deus “...Está o SENHOR no meio de nós, ou não?”
Refidim deveria ter ficado na mente deles e não meribá ou Massá que em hebraico significa contenda e murmurrações - v.2,8, Num.20:13, Sal.106:32.
Quantas vezes trocamos Refidim em nossas experiências diárias, podendo trazer derrota em vez de vitória. O lugar que deveria ser de descanso tornou-se contendas; mas como ser lugar de descanso, se não havia água? O Senhor é Soberano! Mas só conseguiam ver a falta de água. O Senhor tinha propósito em levá-los até lá - Sal.81:7
Esqueciam rápido das experiências passadas, de como o Senhor os haviam conduzido até ali.
A água da qual necessitavam poderia ter vindo de várias maneiras: da chuva, de vertente, de escavações, mas o Senhor a fez sair de uma rocha, que representava Cristo (I Cor.10:4)!!!!!
De acordo com Heb:3:7-10, não compreendiam o que Deus fazia, viram as obras por 40 anos, porém não o propósito. Será que Moisés sabia a diferença daquilo que era obra e do que era o caminho de Deus? Dt.32:1-4 e Sl.103:7
A primeira vez que aparece a palavra caminho foi em Gn.3:24 que conduzia a “árvore da vida”, mostrando que aquele era o caminho para a intimidade, para o desfrute e para suprimento. Alguns entre nós somente conhecem as obras de Deus, outros conhecem o caminho, que é o propósito do coração do Senhor para nós. Paulo tinha experiência de intimidade com o Senhor: “E, na verdade, tenho também por perda todas as coisas, pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; pelo qual sofri a perda de todas estas coisas, e as considero como escória, para que possa ganhar a Cristo....” Fp.3:8, nos versos de 9 e 10, vemos que obras foi o que Cristo fez e quando juntamos os dois; a obra de Cristo em nossa vida, mais nossa intimidade com Ele, temos como resultado, como prática o verso 14: “Prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus”.
Após o resmungo, apareceu os Amalequitas: “Então veio Amaleque, e pelejou contra Israel em Refidim” (Ex.17:8). Vale lembrar que amaleque representa nossa carne (Ex.17:16, Gál.5:19, 22). Eles eram na verdade parentes carnais da descendencia de Jacó, neto de Esaú que representa o homem carnal, enquanto Jacó (Israel) o homem espiritual (Ex.17:8,11, Gn.36:12). Nossa carne quer reinar como príncipe (Gn 36.16) quando na realidade somente o Senhor é o nosso Príncipe (Is.9:6).
O inimigo primeiro ataca os mais fracos (Dt.25:18), por isso a ordem do Senhor é aniquilar, negar totalmente a nossa carne, não podemos poupar nada é necessário tratar com tudo (I Sm.15:3,9,13 e Rm.13:14). Saul se distraiu com o pecado e foi enganado, não conseguiu distinguir o santo do profano, faltou-lhe discernimento por ser leviano poupou o melhor dos amalequitas(I Sm. 28:18-19, 15:23).
"Porquanto jurou o Senhor, haverá guerra do Senhor contra Amaleque de geração em geração"Êx:17:16, significa que enquanto vivermos, enfrentaremos "amalequitas". Assim como Moisés mantinha suas mãos levantadas, nós também devemos para que “amaleque” não prevaleça, mas se por ventura baixarmos as mãos por algum motivo, ainda podemos contar com a ajuda de Hur e Arão (Ex.17:12), irmãos que nos sustentarão quando estamos em dificuldades. E após vencermos edificaremos um “altar” a Jeová Nissi – “O Senhor é a minha bandeira” (v.15)
BIBLIOGRAFIA
1 - http://escolabiblicadiaria.blogspot.com/2010/08/exodo-1819-22.html
2 - http://atendanarocha.blogspot.com/2009/09/meriba-ou-refidim.html
3 - http://www.fascinioegito.sh06.com/vaca.htm
4 - http://www.vivos.com.br/132.htm
5 - http://www.celebrandodeus.com.br/Data_site/002TextoSite_livre.asp?ID=2446
6 - http://exaltandoosenhor.podomatic.com/
7 - http://amadurecendoemcristo.podomatic.com/
8 - http://compartilhandoapalavradedeus.blogspot.com/
9 - http://www.youtube.com/watch?v=IxKTejYMnNM
10 - http://www.igrejaemsumare.com.br/?tag=revisao-do-estudo-de-exodo
11 - http://arqbib.atspace.com/exodo.html
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