A luta hoje parece se tornar mais pesada dia a dia
"[Satanás] Magoará os santos do Altíssimo" (Dn 7.25).
Magoar tem aí o sentido de "desgastar", consumir devagar. É muito mais difícil reconhecer Satanás como aquele que desgasta os santos do que um Satanás que ruge como um leão. E a sua obra de consumir lentamente os santos já começou.
Sempre que vou à Montanha Kuling, caminho ao longo da correnteza que há ali. Freqüentemente vejo rochas enormes, mas que são côncavas no meio como bacias de tomar banho. Isto acontece por causa das muitas pedrinhas que diariamente as desgastam. Do mesmo modo Satanás trata os filhos de Deus. Em lugar de matá-los de um só golpe, tenta desgastar os santos, dia a dia, de modo que sem que percebam acabam gravemente feridos depois de algum tempo. Os olhos do Senhor estão sobre nós, portanto não temamos o sofrimento. Se acontecer de nós nos desviarmos com medo do sofrimento, todos os nossos sofrimentos do passado terão sido em vão.
Watchaman Nee
Não Ameis o Mundo
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Iluminando os olhos do entendimento – Ef.1:18
Aos amados irmãos e irmãs para que tenham os olhos iluminados: I Tm.2:1 “Admoesto-te, pois, antes de tudo, que se façam deprecações, orações, intercessões, e ações de graças, por todos os homens” nos fala que o propósito da salvação de Deus é para todos os homens para que não sejam condenados e o verso 4 diz “que todos os homens se salvem, e venham ao conhecimento da verdade”. A salvação é plena, completa com a percepção de Cristo e a igreja.
Paulo escreve para Timóteo “para advertires a alguns, que não ensinem outra doutrina” (1:3 e II Tm. 2:16-18).
A palavra da verdade deve ser desvendada para conhecermos que “a igreja é a casa do Deus vivo, a coluna e firmeza da verdade” I Tm. 3:15.
Portanto como Timóteo, precisamos anelar conhecer todas as Escrituras, toda a Palavra proferida pelo Senhor: “Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que corta bem a palavra da verdade”. (II Tm.2:15), “Instruindo com mansidão os que resistem, a ver se porventura Deus lhes dará arrependimento para conhecerem a verdade” (v.25).
Vimos que a palavra “conhecimento” e “verdade”, quando ganho revelação do conhecimento de Cristo, na experiência isso se torna realidade (= verdade do gr.aletheia).
Vemos também na vida do profeta Elias (1 Rs.17:1-3) que após confrontar o pecado na corte, a política injusta e a idolatria, o Senhor o levou para Querite que tem como significado: “cortar na medida certa”, após o Senhor usar Elias, agora seu propósito era trabalhar na própria vida de Elias. A ordem para Timóteo (II Tm.2:15) era para ser sábio ao manejar as Escrituras de tal forma que com ela “cortasse”, fazendo diferença entre os que vivem na verdade. Isso é tão rico! Enquanto servimos à Deus, nos entregando pelos irmãos, a vida de Deus é dispensada para dentro de nós.
O Senhor ainda está trabalhando Sua obra em nós. Pedro disse que todos poderiam abandonar o Senhor, mas ele estaria pronto (Lucas 22) nas oportunidades que teve para expressar isso, negou seu Senhor.
Aprendemos que cada dia é um novo dia, cada dia é uma nova experiência (I Pe.2:2-3).
A nosso vida é vivida diante de Deus, e também diante dos homens, por isso precisamos ser cuidadosos, mantendo clara distinção entre as mentiras do mundo, as mentiras do diabo, e a verdade do Evangelho.
Nosso coração deve ser do Senhor e só a Ele servir!
O desejo final do Senhor é a terra e estabelecer Seu reino sobre ela: “Venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu” Mt.6:10. O Senhor busca homens e mulheres adequados para reinarem com Ele e isso o faz expressando-se corporativamente através da igreja.
Efésios 1:22 e 23 nos revela que a igreja é a Sua plenitude (= “pleroma” = aquilo que preenche, aquilo que completa).
Você entende isso? Deus quer um vaso corporativo, não vasos individuais querendo servi-lo separadamente. Portanto a igreja é Seu caminho.
Quando estamos nos “entremesclando”, que significa Cristo em nós, nós em Cristo; Ele vivendo a Sua vida em nós e nós vivendo a expressão da vida dEle, vivendo para Ele. Essa é a realidade da vida do corpo de Cristo. Portanto não podemos viver outra vida que não seja essa.
Precisamos dar ao Senhor a primazia em nossa vida e em tudo o que fazemos (Col.1:15-19).
Vemos em Salmos cap.2:6 um Rei e o Seu reino, que será único em toda a terra – Sl.2:8-9, 22:28 e Dn.7:14 e regerá não com mão frouxa, mas com vara de ferro – Sl.2:9, Apoc.1:5ª, At.5:31
Mas o Senhor não pode nos levar a reinar com Ele (Hb.2:5) se antes não crescermos em vida, não atingirmos a estatura adequada de filhos maduros.
Em Romanos 8:15-16 e João 1:12 nos tornamos filhos “teknon” quando no novo nascimento, como recém convertidos ou filhos novos ainda não crescidos, mas em Romanos 8:14 e Hebreus 5:8 o termo para filho é “huios”quando o filho está maduro, transformado pela vida Zoe de Deus e assim nos tornando crescido em sua vida (Jo.11:25, Cl.3:4).
Enquanto a Vida Zoe de Deus cresce em nosso interior (espírito), as verdades após conhecê-las se tornam a nossa realidade exteriormente na prática do dia a dia.
“A fim de EXPERIMENTAR e DESFRUTAR o Senhor como VIDA, nós devemos conhecer as VERDADES. As VERDADES nos levam a maneira adequada de DESFRUTAR o Senhor em nossas vidas! Quando recebemos as Suas Palavras exercitando o nosso espírito, obteremos o ESPÍRITO, que é vida (Jo.6:63) - Witness Lee
“Mas o alimento sólido é para os adultos, os quais têm, pela prática, as faculdades exercitadas para discernir tanto o bem como o mal.” (Hebreus 5:14)
Você além de se alimentar fisicamente todos os dias também tem alimentado seu homem interior (espírito) com o alimento espiritual?
É o alimento espiritual que mantém o espírito ativo na luta contra a carne: “Porque a carne luta contra o espírito, e o espírito contra a carne; e estes se opõem um ao outro, para que não façais o que quereis.” (Gálatas 5:17)
“Mas, aquele que se une ao Senhor é um só espírito com Ele.” (1ª Coríntios 6:17), o contato com as Escrituras é justamente para que eu consiga fazer distinção entre minha alma e meu espírito, aquilo que o Senhor deseja e o que eu busco, compreendes?
Fomos chamados a viver a vida de Cristo, portanto não podemos viver como antes estávamos acostumados caso contrário posso anular o poder do Espírito sobre minha vida: “Não extingais o Espírito.” (1ª Tessalonicenses 5:19). A palavra “extinguir”, se refere a “apagar”.
Precisamos diariamente nos alimentar da Palavra e manter viva nossa comunhão primeiro com o Senhor depois uns com os outros, certo?
As Escrituras todavia nos fala de dois tipos de alimentos espirituais: o “leite” e o “alimento sólido”. Vejamos: “E eu, irmãos não vos pude falar como a espirituais, mas como a carnais, como a criancinhas em Cristo. Leite vos dei por alimento, e não comida sólida, porque não a podíeis suportar; nem ainda agora podeis.” (1ª Coríntios 3:1-2).
A igreja em Corinto (I Cor.1:1), talvez não todos ainda estavam vivendo religiosamente, servindo o judaísmo, mesclando a lei com a graça nos seus ritos e cerimônias. Há “alimentos” que são para os adultos, crescidos, amadurecidos enquanto outros ainda precisam se alimentar do “leite” (Hb.6:1-2), impossível uma vez crescidos e estar provando do “alimento sólido” retornar para o que é “alimento básico”. Agora que sou adulto meu corpo necessita provar de algo com “substancia”, não conseguiria viver adequadamente tomando leite. Paulo faz uma advertência para buscamos o alimento espiritual, aquele que sustenta o homem interior a fim de vencer as obras da carne.
Que o Senhor nos dê graça e convicção de estar vivendo e buscando sempre a verdade, pois “nada se pode contra a verdade” (2ª Coríntios 13:8).
Concluso desafiando-os: “Por isso, deixando os rudimentos da doutrina de Cristo, prossigamos até a perfeição…” (Hebreus 6:1), devemos deixar aquelas práticas que são rudimentos da lei, o “a-e-i-o-u”, não fala de abandonar todos os ensinos falados pelo Senhor, precisamos discernir isso em nossas práticas e buscar crescer. “Agora, porém, que já conheceis a Deus, ou antes, sendo conhecidos por Deus, como tornais outra vez a esses rudimentos fracos e pobres, aos quais de novo quereis servir?” (Gálatas 4:9), Como a observância aos sábados, dias de festas judaicas, circuncisões; jejuns, as abluções (batismos), sacrifícios, duro trato do corpo e coisas semelhantes a estas. Tudo isto deve ser banido da vida da Igreja para que alcancemos a perfeição e a maturidade espiritual (Hebreus 5:14).
Fonte:
Bíblia Versão Restauração – notas de rodapé
Witness Lee - Treinamento de Presbíteros, Vol.3: A maneira de Cumprir a Visão, pg.128-129
Estudo Vida de Salmos
Paulo escreve para Timóteo “para advertires a alguns, que não ensinem outra doutrina” (1:3 e II Tm. 2:16-18).
A palavra da verdade deve ser desvendada para conhecermos que “a igreja é a casa do Deus vivo, a coluna e firmeza da verdade” I Tm. 3:15.
Portanto como Timóteo, precisamos anelar conhecer todas as Escrituras, toda a Palavra proferida pelo Senhor: “Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que corta bem a palavra da verdade”. (II Tm.2:15), “Instruindo com mansidão os que resistem, a ver se porventura Deus lhes dará arrependimento para conhecerem a verdade” (v.25).
Vimos que a palavra “conhecimento” e “verdade”, quando ganho revelação do conhecimento de Cristo, na experiência isso se torna realidade (= verdade do gr.aletheia).
Vemos também na vida do profeta Elias (1 Rs.17:1-3) que após confrontar o pecado na corte, a política injusta e a idolatria, o Senhor o levou para Querite que tem como significado: “cortar na medida certa”, após o Senhor usar Elias, agora seu propósito era trabalhar na própria vida de Elias. A ordem para Timóteo (II Tm.2:15) era para ser sábio ao manejar as Escrituras de tal forma que com ela “cortasse”, fazendo diferença entre os que vivem na verdade. Isso é tão rico! Enquanto servimos à Deus, nos entregando pelos irmãos, a vida de Deus é dispensada para dentro de nós.
O Senhor ainda está trabalhando Sua obra em nós. Pedro disse que todos poderiam abandonar o Senhor, mas ele estaria pronto (Lucas 22) nas oportunidades que teve para expressar isso, negou seu Senhor.
Aprendemos que cada dia é um novo dia, cada dia é uma nova experiência (I Pe.2:2-3).
A nosso vida é vivida diante de Deus, e também diante dos homens, por isso precisamos ser cuidadosos, mantendo clara distinção entre as mentiras do mundo, as mentiras do diabo, e a verdade do Evangelho.
Nosso coração deve ser do Senhor e só a Ele servir!
O desejo final do Senhor é a terra e estabelecer Seu reino sobre ela: “Venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu” Mt.6:10. O Senhor busca homens e mulheres adequados para reinarem com Ele e isso o faz expressando-se corporativamente através da igreja.
Efésios 1:22 e 23 nos revela que a igreja é a Sua plenitude (= “pleroma” = aquilo que preenche, aquilo que completa).
Você entende isso? Deus quer um vaso corporativo, não vasos individuais querendo servi-lo separadamente. Portanto a igreja é Seu caminho.
Quando estamos nos “entremesclando”, que significa Cristo em nós, nós em Cristo; Ele vivendo a Sua vida em nós e nós vivendo a expressão da vida dEle, vivendo para Ele. Essa é a realidade da vida do corpo de Cristo. Portanto não podemos viver outra vida que não seja essa.
Precisamos dar ao Senhor a primazia em nossa vida e em tudo o que fazemos (Col.1:15-19).
Vemos em Salmos cap.2:6 um Rei e o Seu reino, que será único em toda a terra – Sl.2:8-9, 22:28 e Dn.7:14 e regerá não com mão frouxa, mas com vara de ferro – Sl.2:9, Apoc.1:5ª, At.5:31
Mas o Senhor não pode nos levar a reinar com Ele (Hb.2:5) se antes não crescermos em vida, não atingirmos a estatura adequada de filhos maduros.
Em Romanos 8:15-16 e João 1:12 nos tornamos filhos “teknon” quando no novo nascimento, como recém convertidos ou filhos novos ainda não crescidos, mas em Romanos 8:14 e Hebreus 5:8 o termo para filho é “huios”quando o filho está maduro, transformado pela vida Zoe de Deus e assim nos tornando crescido em sua vida (Jo.11:25, Cl.3:4).
Enquanto a Vida Zoe de Deus cresce em nosso interior (espírito), as verdades após conhecê-las se tornam a nossa realidade exteriormente na prática do dia a dia.
“A fim de EXPERIMENTAR e DESFRUTAR o Senhor como VIDA, nós devemos conhecer as VERDADES. As VERDADES nos levam a maneira adequada de DESFRUTAR o Senhor em nossas vidas! Quando recebemos as Suas Palavras exercitando o nosso espírito, obteremos o ESPÍRITO, que é vida (Jo.6:63) - Witness Lee
“Mas o alimento sólido é para os adultos, os quais têm, pela prática, as faculdades exercitadas para discernir tanto o bem como o mal.” (Hebreus 5:14)
Você além de se alimentar fisicamente todos os dias também tem alimentado seu homem interior (espírito) com o alimento espiritual?
É o alimento espiritual que mantém o espírito ativo na luta contra a carne: “Porque a carne luta contra o espírito, e o espírito contra a carne; e estes se opõem um ao outro, para que não façais o que quereis.” (Gálatas 5:17)
“Mas, aquele que se une ao Senhor é um só espírito com Ele.” (1ª Coríntios 6:17), o contato com as Escrituras é justamente para que eu consiga fazer distinção entre minha alma e meu espírito, aquilo que o Senhor deseja e o que eu busco, compreendes?
Fomos chamados a viver a vida de Cristo, portanto não podemos viver como antes estávamos acostumados caso contrário posso anular o poder do Espírito sobre minha vida: “Não extingais o Espírito.” (1ª Tessalonicenses 5:19). A palavra “extinguir”, se refere a “apagar”.
Precisamos diariamente nos alimentar da Palavra e manter viva nossa comunhão primeiro com o Senhor depois uns com os outros, certo?
As Escrituras todavia nos fala de dois tipos de alimentos espirituais: o “leite” e o “alimento sólido”. Vejamos: “E eu, irmãos não vos pude falar como a espirituais, mas como a carnais, como a criancinhas em Cristo. Leite vos dei por alimento, e não comida sólida, porque não a podíeis suportar; nem ainda agora podeis.” (1ª Coríntios 3:1-2).
A igreja em Corinto (I Cor.1:1), talvez não todos ainda estavam vivendo religiosamente, servindo o judaísmo, mesclando a lei com a graça nos seus ritos e cerimônias. Há “alimentos” que são para os adultos, crescidos, amadurecidos enquanto outros ainda precisam se alimentar do “leite” (Hb.6:1-2), impossível uma vez crescidos e estar provando do “alimento sólido” retornar para o que é “alimento básico”. Agora que sou adulto meu corpo necessita provar de algo com “substancia”, não conseguiria viver adequadamente tomando leite. Paulo faz uma advertência para buscamos o alimento espiritual, aquele que sustenta o homem interior a fim de vencer as obras da carne.
Que o Senhor nos dê graça e convicção de estar vivendo e buscando sempre a verdade, pois “nada se pode contra a verdade” (2ª Coríntios 13:8).
Concluso desafiando-os: “Por isso, deixando os rudimentos da doutrina de Cristo, prossigamos até a perfeição…” (Hebreus 6:1), devemos deixar aquelas práticas que são rudimentos da lei, o “a-e-i-o-u”, não fala de abandonar todos os ensinos falados pelo Senhor, precisamos discernir isso em nossas práticas e buscar crescer. “Agora, porém, que já conheceis a Deus, ou antes, sendo conhecidos por Deus, como tornais outra vez a esses rudimentos fracos e pobres, aos quais de novo quereis servir?” (Gálatas 4:9), Como a observância aos sábados, dias de festas judaicas, circuncisões; jejuns, as abluções (batismos), sacrifícios, duro trato do corpo e coisas semelhantes a estas. Tudo isto deve ser banido da vida da Igreja para que alcancemos a perfeição e a maturidade espiritual (Hebreus 5:14).
Fonte:
Bíblia Versão Restauração – notas de rodapé
Witness Lee - Treinamento de Presbíteros, Vol.3: A maneira de Cumprir a Visão, pg.128-129
Estudo Vida de Salmos
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
O DESFRUTE DE CRISTO PARA AS REUNIÕES DA IGREJA
Um dos princípios referentes a como ter reuniões adequadas para a vida da igreja é que devemos ajudar as pessoas a aprender a desfrutar a Cristo. Sem o desfrute de Cristo, é difícil ter reuniões que sejam proveitosas para a vida da igreja. O que temos, o que somos e o que podemos fazer, além do desfrute de Cristo, não vale para nada. Não devemos utilizar nada do que temos, nem o que somos, nem o que podemosfazer, para beneficiar as reuniões da igreja. Devemos renunciar tudo isso porque não é proveitoso em absoluto para a reunião da igreja. O único que vale para a reunião da igreja é o próprio Cristo.Devemos aprender a desfrutá-Lo, ministrá-Lo e ajudar a outros a desfrutá-Lo. Então, quando nos reunamos, viremos com algo de Cristo que experimentamos em nossavida diária. Somente o Cristo em nossa experiência, que torna-se o nosso desfrute, vale para as reuniões cristãs. Na economia (I Tm.1:4, tradução grego para "serviço de Deus", "plano", "propósito", etc,)eterna de Deus, Cristo é o centro, o fator, para que tenhamos reuniões cristãs para a vida da igreja. Nas reuniões de casa podemos ajudar a igreja a compreender que nos congregamos no nome do Senhor para desfrute de Sua presença (Mt 18:20). Não estamos congregados numa organização, num ensinamento ou numa prática. Estamos reunidos no nome do Senhor Jesus. O nome do Senhor sempre denota a Sua pessoa. Um nome denota a pessoa real e prática, e a pessoa do Senhor Jesus é o Espírito. Jesus Cristo hoje é oEspírito que dá vida (1 Co 15:45b). A segunda epistola aos Coríntios, 3:17, diz: “O Senhor é o Espírito”.Nós devemos ensinar aos novos crentes e orientá-los à compreensão de que precisam invocar o nome do Senhor cada vez que vimos a uma reunião. O invocar: “Senhor Jesus, Senhor Jesus”, introduzirá vida na reunião, e fará que o ambiente da reunião sejavivo, elevado e rico. A primeira epistola aos Corintios, 12:3, diz: “Ninguém pode dizer: Senhor Jesus! Senão pelo Espírito Santo”. Isto indica que quando dizemos com um bom espírito “Senhor Jesus!”, estamos no Espírito Santo. Assim que, invocar o SenhorJesus é o modo de participar no Espírito Santo, e de desfrutá-Lo e experimentá-Lo. Devemos relacionar Mateus 18:20 com 1 Corintios 12:3.Primeiro, o reunir-se é estar congregados na pessoa do Senhor Jesus. Além disso, o estar congregados em Sua pessoa significa estar congregados no Espírito. Em segundo lugar, quando nos reunamos, apesar do tamanho da reunião, seja ela grande ou pequena, devemos praticar o invocar o nome do Senhor para entrar no Espírito. Quando entramos no Espírito, estamos na pessoa do Senhor Jesus. Quando estamos na pessoa doSenhor estamos na realidade do nome do Senhor Jesus. Devemos ser os primeiros ainvocar o nome do Senhor para que os novos santos nos sigam. Na versão João Ferreira de Almeida, assim como em outras versões, Mateus 18:20 diz que dois ou três estão congregados “em meu nome”. Na realidade, a preposição “em” é “para dentro de” em grego. Estamos congregados para dentro do nome do Senhor. Antes dareunião, pode ser que estejamos ocupados com muitas coisas. Talvez as irmãs estejam ocupadas com seus filhos, seus assuntos familiares e muitas ansiedades.Por isso, quando chega a hora da reunião, o Senhor Jesus nos reúne tirando-nos de todas essas preocupações. Então voltamos nosso coração ao Senhor e invocamos o nome do Senhor Jesus das profundezas de nosso espírito. Como resultado, entramos no nome, na pessoa, no Espírito, do Senhor. Nesse Espírito, nessa condição, temos uma reunião. Devemos praticar o invocar o nome do Senhor até que sejamos resgatados e tirados de todas as nossas preocupações. Antes de entrarmos no local, quando nos lembramos que vamos à reunião, devemos começar a invocar: “Senhor Jesus!”. No caminho ao local de reunião, devemos continuar a invocar “Senhor Jesus”! Depois de mencionar dois ou três reunidos no nome do Senhor em Mateus18:20, o Senhor diz: “... ali estarei no meio deles”. Dessa maneira desfrutamos da presença do Senhor. Não devemos ir às reuniões em silêncio conforme aonosso velho costume, hábito ou prática. Devemos esquecer-nos de nossa velha prática. Ao estabelecer e ter reuniões com os novos crentes, devemos praticar o invocar o nome do Senhor. Primeiro, em nossas casas, devemos começar a invocar o nome do Senhor antes de irmos às reuniões. Em seguida, a caminho do local, devemos continuar invocando Seu nome. Ao chegar ao local de reuniões estaremos totalmente no Espírito;então podemos tomar a iniciativa de invocar, e os novos crentes nos tomarão como seu exemplo. Nos seguirão e nos imitarão. Por conseguinte, todos os novos crentes serão os que invocam. Quando nos reunimos invocando o nome do Senhor, estamos em umareunião que é uma verdadeira reunião cristã.
Extraído do livro “LA MANERA ORDENADA POR DIOS DE PRACTICAR LA ECONOMIA NEOTESTAMENTÁRIA”, Anaheim, Treinamento de Junho 1987 (págs. 49-52).
Extraído do livro “LA MANERA ORDENADA POR DIOS DE PRACTICAR LA ECONOMIA NEOTESTAMENTÁRIA”, Anaheim, Treinamento de Junho 1987 (págs. 49-52).
quinta-feira, 28 de julho de 2011
V – Conhecendo à Deus nas 42 Jornadas
Hoje vamos dar continuidade com a 9º estação, chamada Dofca que tem como significado “fornos de fundição”. O texto está em Núm.33:12 “E partiram do deserto de Sim, e acamparam-se em Dofca”.
Mas em Exodo 17:1 nos fala que após sairem do deserto de Sim, acamparam-se em Refidim, não fizeram menção de Dofca assim como não o farão de Alus que será a 10º estação. Há algo aqui que o Senhor não quis mencionar, pois apenas deixou registrado a passagem uma única vez. Após dar o maná e apresentar ao povo o descanso, calou-se!
A arqueologia relata que nesse lugar havia antigas minas de extração da Turquesa (pedra de aspecto esverdeado) e cobre, provavelmente era lugar de comércio.
Paulo em 2 Cor.4:7 revela que na igreja há um tesouro: “Temos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus, e não de nós”. Ela não é um vaso de barro, também não é um tesouro, mas é o tesouro em vaso de barros, ou seja - Cristo em nós, o poder e a fragilidade num mesmo “recipiente”!
O Senhor levou o povo até Dofca, mas nada havia de positivo para ser registrado como experiência.
Foram encontrados nesse local os primeiros sinais de “escritas”, antes da época de Moisés, raizes do alfabeto mais antigo que se conhece, sendo aperfeiçoados depois pelos cananeus, fenícios, etitas, gregos, romanos, latim e até chegar ao nosso vocabulário. A escrita egípcia era representada por herôgrifos (cada palavra uma figura).
Também havia templos de adoração, um deles é Dêndera, homenagem a deusa Hator (vaca), representada por uma mulher usando na cabeça o disco solar entre chifres de vaca. Em Mênfis ela é conhecida como a senhora do sicômoro, protegendo com sua sombra os mortos nos desertos do além, e em outras localidades ela é também a senhora das turquesas e a padroeira dos mineiros ou ainda protetora dos viajantes. Também havia o templo a Baala (deus dos cananeus – feminino de Baal).
Ramsés II foi faraó da 19º dinastia na época de Moisés, mas quem provavelmente começou a explorar as minas e levantou os templos foi o faraó Nefron da 4º dinastia.
A 10º estação chamada de Alus, também registrada apenas em Números 33:13 tem significado de “alvoroço, desolação e problemas”.
Fica 19km de Dofca e 13km de Refidim. O que aprendemos é que o Senhor não quer que ocultamos em nossas caminhadas as experiências negativas, porém que não devemos nos deter nelas, mas avançar. È inevitável os problemas, por isso devemos nos manter na Palavra: “Ai do mundo, por causa dos escândalos; porque é mister que venham escândalos, mas ai daquele homem por quem o escândalo vem” Mat.18:7.
Nossa comunhão deve ser para crescimento e edificação da igreja (I Cor.11:17, 2 , 19), pois o Senhor nos tem sondado (Apoc.2:10, Mt.4:1, Atos 14:22, Jz.3:1, I Tess.2:4).
Que cada dia mais possamos depender do Senhor em temor e tremor, em um espírito de sensibilidade para prosseguir nessa jornada rumo a Nova Jerusalém! Amém.
“E partiram de Alus, e acamparam-se em Refidim (11º estação); porém não havia ali água, para que o povo bebesse”. Nm.33:14, Refedim no grego significa “descanso e sustento”.
De acordo com Êxodo 17:14, vemos que o Senhor quis que Moisés detalhasse os acontecimentos dessa estação, pois foram muitas.
Aprendemos que Moisés guiava o povo, mas vemos Cristo presente nessa jornada, como a nuvem, a coluna de fogo, a rocha, o maná e outras simbologias.
Moisés tinha intimidade com o Senhor para conversar, ouvir e saber onde levar o povo. Dentro do contexto natural há um aspecto espiritual, o Senhor quer nos mostrar isso com nossas experiências, aquilo que é sombra e o que é realidade (Rm.15:4). Nesse local Moisés se encontrou com sua família e seu Jetro, seu sogro (Ex.18:1-4). Vemos três tipologia sobre a morte: a páscoa, quando o Cordeiro foi sacrificado, representando a redenção, a passagem pela mar Vermelho, representando separação das coisas passadas, uma tipologia do batismo, quando deixamos o mundo (representado pelo Egito) e a tipologia da “rocha fendida”, tipologia da morte de Cristo, quando a vida fluiu como água para os sedentos do deserto (Ex.17:2 -3, 6), é desejo do Senhor que também oramos e levemos outros diante dessa fonte inesgotável que é Cristo (I Tm.2:1).
O fato de Moisés golpear a rocha representava o juízo de Deus que caiu sobre Cristo, nosso substituto (Ex.17:5), também o fez na presença dos líderes (70 anciões - Is.53:4-5).
“Abriu a penha, e dela correram águas; correram pelos lugares secos, como um rio”. Sal.105:41
O povo chegou ao extremo, não reconheciam que era o Senhor quem os sustentavam, não importando o lugar onde estariam. Por isso o Senhor os conduziu para um lugar onde não havia água para ter oportunidade de se revelar. Como sempre, o desespero do homem se transforma na oportunidade de Deus! Pedro andou sobre as águas enquanto olhava para Cristo, Davi venceu Golias porque creu na promessa de quem era o seu povo, o inverso do que fez os dez espias quando viram os gigantes – duvidaram, reclamaram e se acovardaram.
O Senhor nos conduz para se revelar e nos provar para conhecermos Seu caráter, Sua abundância, Seu amor e Seu poder. Exodo 17:7b, revela que duvidaram e desconfiaram do zelo de Deus “...Está o SENHOR no meio de nós, ou não?”
Refidim deveria ter ficado na mente deles e não meribá ou Massá que em hebraico significa contenda e murmurrações - v.2,8, Num.20:13, Sal.106:32.
Quantas vezes trocamos Refidim em nossas experiências diárias, podendo trazer derrota em vez de vitória. O lugar que deveria ser de descanso tornou-se contendas; mas como ser lugar de descanso, se não havia água? O Senhor é Soberano! Mas só conseguiam ver a falta de água. O Senhor tinha propósito em levá-los até lá - Sal.81:7
Esqueciam rápido das experiências passadas, de como o Senhor os haviam conduzido até ali.
A água da qual necessitavam poderia ter vindo de várias maneiras: da chuva, de vertente, de escavações, mas o Senhor a fez sair de uma rocha, que representava Cristo (I Cor.10:4)!!!!!
De acordo com Heb:3:7-10, não compreendiam o que Deus fazia, viram as obras por 40 anos, porém não o propósito. Será que Moisés sabia a diferença daquilo que era obra e do que era o caminho de Deus? Dt.32:1-4 e Sl.103:7
A primeira vez que aparece a palavra caminho foi em Gn.3:24 que conduzia a “árvore da vida”, mostrando que aquele era o caminho para a intimidade, para o desfrute e para suprimento. Alguns entre nós somente conhecem as obras de Deus, outros conhecem o caminho, que é o propósito do coração do Senhor para nós. Paulo tinha experiência de intimidade com o Senhor: “E, na verdade, tenho também por perda todas as coisas, pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; pelo qual sofri a perda de todas estas coisas, e as considero como escória, para que possa ganhar a Cristo....” Fp.3:8, nos versos de 9 e 10, vemos que obras foi o que Cristo fez e quando juntamos os dois; a obra de Cristo em nossa vida, mais nossa intimidade com Ele, temos como resultado, como prática o verso 14: “Prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus”.
Após o resmungo, apareceu os Amalequitas: “Então veio Amaleque, e pelejou contra Israel em Refidim” (Ex.17:8). Vale lembrar que amaleque representa nossa carne (Ex.17:16, Gál.5:19, 22). Eles eram na verdade parentes carnais da descendencia de Jacó, neto de Esaú que representa o homem carnal, enquanto Jacó (Israel) o homem espiritual (Ex.17:8,11, Gn.36:12). Nossa carne quer reinar como príncipe (Gn 36.16) quando na realidade somente o Senhor é o nosso Príncipe (Is.9:6).
O inimigo primeiro ataca os mais fracos (Dt.25:18), por isso a ordem do Senhor é aniquilar, negar totalmente a nossa carne, não podemos poupar nada é necessário tratar com tudo (I Sm.15:3,9,13 e Rm.13:14). Saul se distraiu com o pecado e foi enganado, não conseguiu distinguir o santo do profano, faltou-lhe discernimento por ser leviano poupou o melhor dos amalequitas(I Sm. 28:18-19, 15:23).
"Porquanto jurou o Senhor, haverá guerra do Senhor contra Amaleque de geração em geração"Êx:17:16, significa que enquanto vivermos, enfrentaremos "amalequitas". Assim como Moisés mantinha suas mãos levantadas, nós também devemos para que “amaleque” não prevaleça, mas se por ventura baixarmos as mãos por algum motivo, ainda podemos contar com a ajuda de Hur e Arão (Ex.17:12), irmãos que nos sustentarão quando estamos em dificuldades. E após vencermos edificaremos um “altar” a Jeová Nissi – “O Senhor é a minha bandeira” (v.15)
BIBLIOGRAFIA
1 - http://escolabiblicadiaria.blogspot.com/2010/08/exodo-1819-22.html
2 - http://atendanarocha.blogspot.com/2009/09/meriba-ou-refidim.html
3 - http://www.fascinioegito.sh06.com/vaca.htm
4 - http://www.vivos.com.br/132.htm
5 - http://www.celebrandodeus.com.br/Data_site/002TextoSite_livre.asp?ID=2446
6 - http://exaltandoosenhor.podomatic.com/
7 - http://amadurecendoemcristo.podomatic.com/
8 - http://compartilhandoapalavradedeus.blogspot.com/
9 - http://www.youtube.com/watch?v=IxKTejYMnNM
10 - http://www.igrejaemsumare.com.br/?tag=revisao-do-estudo-de-exodo
11 - http://arqbib.atspace.com/exodo.html
Mas em Exodo 17:1 nos fala que após sairem do deserto de Sim, acamparam-se em Refidim, não fizeram menção de Dofca assim como não o farão de Alus que será a 10º estação. Há algo aqui que o Senhor não quis mencionar, pois apenas deixou registrado a passagem uma única vez. Após dar o maná e apresentar ao povo o descanso, calou-se!
A arqueologia relata que nesse lugar havia antigas minas de extração da Turquesa (pedra de aspecto esverdeado) e cobre, provavelmente era lugar de comércio.
Paulo em 2 Cor.4:7 revela que na igreja há um tesouro: “Temos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus, e não de nós”. Ela não é um vaso de barro, também não é um tesouro, mas é o tesouro em vaso de barros, ou seja - Cristo em nós, o poder e a fragilidade num mesmo “recipiente”!
O Senhor levou o povo até Dofca, mas nada havia de positivo para ser registrado como experiência.
Foram encontrados nesse local os primeiros sinais de “escritas”, antes da época de Moisés, raizes do alfabeto mais antigo que se conhece, sendo aperfeiçoados depois pelos cananeus, fenícios, etitas, gregos, romanos, latim e até chegar ao nosso vocabulário. A escrita egípcia era representada por herôgrifos (cada palavra uma figura).
Também havia templos de adoração, um deles é Dêndera, homenagem a deusa Hator (vaca), representada por uma mulher usando na cabeça o disco solar entre chifres de vaca. Em Mênfis ela é conhecida como a senhora do sicômoro, protegendo com sua sombra os mortos nos desertos do além, e em outras localidades ela é também a senhora das turquesas e a padroeira dos mineiros ou ainda protetora dos viajantes. Também havia o templo a Baala (deus dos cananeus – feminino de Baal).
Ramsés II foi faraó da 19º dinastia na época de Moisés, mas quem provavelmente começou a explorar as minas e levantou os templos foi o faraó Nefron da 4º dinastia.
A 10º estação chamada de Alus, também registrada apenas em Números 33:13 tem significado de “alvoroço, desolação e problemas”.
Fica 19km de Dofca e 13km de Refidim. O que aprendemos é que o Senhor não quer que ocultamos em nossas caminhadas as experiências negativas, porém que não devemos nos deter nelas, mas avançar. È inevitável os problemas, por isso devemos nos manter na Palavra: “Ai do mundo, por causa dos escândalos; porque é mister que venham escândalos, mas ai daquele homem por quem o escândalo vem” Mat.18:7.
Nossa comunhão deve ser para crescimento e edificação da igreja (I Cor.11:17, 2 , 19), pois o Senhor nos tem sondado (Apoc.2:10, Mt.4:1, Atos 14:22, Jz.3:1, I Tess.2:4).
Que cada dia mais possamos depender do Senhor em temor e tremor, em um espírito de sensibilidade para prosseguir nessa jornada rumo a Nova Jerusalém! Amém.
“E partiram de Alus, e acamparam-se em Refidim (11º estação); porém não havia ali água, para que o povo bebesse”. Nm.33:14, Refedim no grego significa “descanso e sustento”.
De acordo com Êxodo 17:14, vemos que o Senhor quis que Moisés detalhasse os acontecimentos dessa estação, pois foram muitas.
Aprendemos que Moisés guiava o povo, mas vemos Cristo presente nessa jornada, como a nuvem, a coluna de fogo, a rocha, o maná e outras simbologias.
Moisés tinha intimidade com o Senhor para conversar, ouvir e saber onde levar o povo. Dentro do contexto natural há um aspecto espiritual, o Senhor quer nos mostrar isso com nossas experiências, aquilo que é sombra e o que é realidade (Rm.15:4). Nesse local Moisés se encontrou com sua família e seu Jetro, seu sogro (Ex.18:1-4). Vemos três tipologia sobre a morte: a páscoa, quando o Cordeiro foi sacrificado, representando a redenção, a passagem pela mar Vermelho, representando separação das coisas passadas, uma tipologia do batismo, quando deixamos o mundo (representado pelo Egito) e a tipologia da “rocha fendida”, tipologia da morte de Cristo, quando a vida fluiu como água para os sedentos do deserto (Ex.17:2 -3, 6), é desejo do Senhor que também oramos e levemos outros diante dessa fonte inesgotável que é Cristo (I Tm.2:1).
O fato de Moisés golpear a rocha representava o juízo de Deus que caiu sobre Cristo, nosso substituto (Ex.17:5), também o fez na presença dos líderes (70 anciões - Is.53:4-5).
“Abriu a penha, e dela correram águas; correram pelos lugares secos, como um rio”. Sal.105:41
O povo chegou ao extremo, não reconheciam que era o Senhor quem os sustentavam, não importando o lugar onde estariam. Por isso o Senhor os conduziu para um lugar onde não havia água para ter oportunidade de se revelar. Como sempre, o desespero do homem se transforma na oportunidade de Deus! Pedro andou sobre as águas enquanto olhava para Cristo, Davi venceu Golias porque creu na promessa de quem era o seu povo, o inverso do que fez os dez espias quando viram os gigantes – duvidaram, reclamaram e se acovardaram.
O Senhor nos conduz para se revelar e nos provar para conhecermos Seu caráter, Sua abundância, Seu amor e Seu poder. Exodo 17:7b, revela que duvidaram e desconfiaram do zelo de Deus “...Está o SENHOR no meio de nós, ou não?”
Refidim deveria ter ficado na mente deles e não meribá ou Massá que em hebraico significa contenda e murmurrações - v.2,8, Num.20:13, Sal.106:32.
Quantas vezes trocamos Refidim em nossas experiências diárias, podendo trazer derrota em vez de vitória. O lugar que deveria ser de descanso tornou-se contendas; mas como ser lugar de descanso, se não havia água? O Senhor é Soberano! Mas só conseguiam ver a falta de água. O Senhor tinha propósito em levá-los até lá - Sal.81:7
Esqueciam rápido das experiências passadas, de como o Senhor os haviam conduzido até ali.
A água da qual necessitavam poderia ter vindo de várias maneiras: da chuva, de vertente, de escavações, mas o Senhor a fez sair de uma rocha, que representava Cristo (I Cor.10:4)!!!!!
De acordo com Heb:3:7-10, não compreendiam o que Deus fazia, viram as obras por 40 anos, porém não o propósito. Será que Moisés sabia a diferença daquilo que era obra e do que era o caminho de Deus? Dt.32:1-4 e Sl.103:7
A primeira vez que aparece a palavra caminho foi em Gn.3:24 que conduzia a “árvore da vida”, mostrando que aquele era o caminho para a intimidade, para o desfrute e para suprimento. Alguns entre nós somente conhecem as obras de Deus, outros conhecem o caminho, que é o propósito do coração do Senhor para nós. Paulo tinha experiência de intimidade com o Senhor: “E, na verdade, tenho também por perda todas as coisas, pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; pelo qual sofri a perda de todas estas coisas, e as considero como escória, para que possa ganhar a Cristo....” Fp.3:8, nos versos de 9 e 10, vemos que obras foi o que Cristo fez e quando juntamos os dois; a obra de Cristo em nossa vida, mais nossa intimidade com Ele, temos como resultado, como prática o verso 14: “Prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus”.
Após o resmungo, apareceu os Amalequitas: “Então veio Amaleque, e pelejou contra Israel em Refidim” (Ex.17:8). Vale lembrar que amaleque representa nossa carne (Ex.17:16, Gál.5:19, 22). Eles eram na verdade parentes carnais da descendencia de Jacó, neto de Esaú que representa o homem carnal, enquanto Jacó (Israel) o homem espiritual (Ex.17:8,11, Gn.36:12). Nossa carne quer reinar como príncipe (Gn 36.16) quando na realidade somente o Senhor é o nosso Príncipe (Is.9:6).
O inimigo primeiro ataca os mais fracos (Dt.25:18), por isso a ordem do Senhor é aniquilar, negar totalmente a nossa carne, não podemos poupar nada é necessário tratar com tudo (I Sm.15:3,9,13 e Rm.13:14). Saul se distraiu com o pecado e foi enganado, não conseguiu distinguir o santo do profano, faltou-lhe discernimento por ser leviano poupou o melhor dos amalequitas(I Sm. 28:18-19, 15:23).
"Porquanto jurou o Senhor, haverá guerra do Senhor contra Amaleque de geração em geração"Êx:17:16, significa que enquanto vivermos, enfrentaremos "amalequitas". Assim como Moisés mantinha suas mãos levantadas, nós também devemos para que “amaleque” não prevaleça, mas se por ventura baixarmos as mãos por algum motivo, ainda podemos contar com a ajuda de Hur e Arão (Ex.17:12), irmãos que nos sustentarão quando estamos em dificuldades. E após vencermos edificaremos um “altar” a Jeová Nissi – “O Senhor é a minha bandeira” (v.15)
BIBLIOGRAFIA
1 - http://escolabiblicadiaria.blogspot.com/2010/08/exodo-1819-22.html
2 - http://atendanarocha.blogspot.com/2009/09/meriba-ou-refidim.html
3 - http://www.fascinioegito.sh06.com/vaca.htm
4 - http://www.vivos.com.br/132.htm
5 - http://www.celebrandodeus.com.br/Data_site/002TextoSite_livre.asp?ID=2446
6 - http://exaltandoosenhor.podomatic.com/
7 - http://amadurecendoemcristo.podomatic.com/
8 - http://compartilhandoapalavradedeus.blogspot.com/
9 - http://www.youtube.com/watch?v=IxKTejYMnNM
10 - http://www.igrejaemsumare.com.br/?tag=revisao-do-estudo-de-exodo
11 - http://arqbib.atspace.com/exodo.html
sábado, 25 de junho de 2011
Simão o Zelote
Simão o Zelote (Mc.318) era um dos discípulos de Jesus. Mateus o chama de "Simão, o Cananeu", enquanto Marcos, Lucas e Atos referem-se a "Simão, o Zelote". O nome zelota vem de um termo hebraico - kanai que significa ser zeloso ou ser ciumento por Deus. Surgiu por volta do ano 6 d.C. Ambos os termos parecem referir-se a um grupo de defensores ferozes da Lei Mosaica para aquele povo estabelecido por Deus na terra de Canaã. Partido político radical, empenhado na destituição do governo romano de Israel por meio da força. Assim como os xiitas e outros grupos radicais do islamismo. Os zelotes eram extremistas que ao contrário dos fariseus que faziam uma resistência passiva contra os romanos. Os zelotes estavam em constante agitação. A sede desse partido nacional era na Galiléia. “Porque antes destes dias levantou-se Teudas, dizendo ser alguém; a este se ajuntou o número de uns quatrocentos homens; o qual foi morto, e todos os que lhe deram ouvidos foram dispersos e reduzidos a nada. Depois deste levantou-se Judas, o galileu, nos dias do alistamento, e levou muito povo após si; mas também este pereceu, e todos os que lhe deram ouvidos foram dispersos." (At 5.36-37)
Os zelotes combatiam a cobrança de imposto pelos romanos “nos dias do alistamento”, consideravam ilegal serem tributários ao um governo pagão.
Os zelotes desempenharam um papel muito ativo na rebelião dos anos 66 a 70. A revolta realizada pelos zelotes resultou em um trágico fim três anos mais tarde com a dissolução do Estado Judeu e dispersão do povo judeu.
De acordo com alguns relatos, muitos viviam no mar da Galiléia no vale das pombas e quando o Senhor viajou de Cafarnaum para Nazaré passou por um vale com dois penhascos de montanha de cada lado onde haviam cavernas ocupadas pelas pombas e também pelos Zelotes que subiam pela montanha se balançando por uma corda até entrarem nas cavernas.
Tibériades era o quartel general do império romano e os Zelotes viviam perto dali.
Quando o Senhor pregou o sermão do monte e disse que tínhamos que amar o nosso inimigo no momento certo o vento soprava naquela direção e os Zelote ali nas cavernas podiam ouvir a voz do Senhor dizendo: Ame o teu inimigo!
Não sabemos quando ele foi ganho pelo Senhor, mas certamente o amor entrou nele, foi limpo de todo o ódio dos inimigos. Quando eles matavam era como se estivessem fazendo a obra de Deus, assim como Saulo o fazia limpando do meio deles, as pessoas oficias que o oprimiam e o escravizavam, sem ficar com as consciências pesada.
Não sabiam que o médico cirurgião quando fazem ação para retirar um tumor acabam por lesar também células boas.
O Senhor chamou Mateus!
O império romano crescia com imposto, Mateus também crescia. Zelote também matava cobradores de impostos, mas o Senhor chamou a ambos para se reunirem num mesmo lugar, sobre o seu próprio nome. Viviam em lados opostos e longe um do outro e agora estavam os dois sob o mesmo teto. Houve uma transformação, um lavando os pés do outro.
O Senhor não tratou com o problema político, mas tratou com duas pessoas. Entre os doze discípulos de Jesus havia dois pescadores, um alfandegário e um ex-terrorista, o Simão.
Bibliografia:
1 - http://pt.wikipedia.org/wiki/Sim%C3%A3o,_o_Zelote
2 - http://www.palavraprudente.com.br/estudos/forrest_k/personagensnt/cap23.html
3 - http://www.sandovaljuliano.com.br/site/curiosidades/47-biografia-dos-personagens-biblicos/320-quem-era-simao-o-zelote
4 - http://www.escoladominical.net/forum/viewtopic.php?f=10&t=185
Os zelotes combatiam a cobrança de imposto pelos romanos “nos dias do alistamento”, consideravam ilegal serem tributários ao um governo pagão.
Os zelotes desempenharam um papel muito ativo na rebelião dos anos 66 a 70. A revolta realizada pelos zelotes resultou em um trágico fim três anos mais tarde com a dissolução do Estado Judeu e dispersão do povo judeu.
De acordo com alguns relatos, muitos viviam no mar da Galiléia no vale das pombas e quando o Senhor viajou de Cafarnaum para Nazaré passou por um vale com dois penhascos de montanha de cada lado onde haviam cavernas ocupadas pelas pombas e também pelos Zelotes que subiam pela montanha se balançando por uma corda até entrarem nas cavernas.
Tibériades era o quartel general do império romano e os Zelotes viviam perto dali.
Quando o Senhor pregou o sermão do monte e disse que tínhamos que amar o nosso inimigo no momento certo o vento soprava naquela direção e os Zelote ali nas cavernas podiam ouvir a voz do Senhor dizendo: Ame o teu inimigo!
Não sabemos quando ele foi ganho pelo Senhor, mas certamente o amor entrou nele, foi limpo de todo o ódio dos inimigos. Quando eles matavam era como se estivessem fazendo a obra de Deus, assim como Saulo o fazia limpando do meio deles, as pessoas oficias que o oprimiam e o escravizavam, sem ficar com as consciências pesada.
Não sabiam que o médico cirurgião quando fazem ação para retirar um tumor acabam por lesar também células boas.
O Senhor chamou Mateus!
O império romano crescia com imposto, Mateus também crescia. Zelote também matava cobradores de impostos, mas o Senhor chamou a ambos para se reunirem num mesmo lugar, sobre o seu próprio nome. Viviam em lados opostos e longe um do outro e agora estavam os dois sob o mesmo teto. Houve uma transformação, um lavando os pés do outro.
O Senhor não tratou com o problema político, mas tratou com duas pessoas. Entre os doze discípulos de Jesus havia dois pescadores, um alfandegário e um ex-terrorista, o Simão.
Bibliografia:
1 - http://pt.wikipedia.org/wiki/Sim%C3%A3o,_o_Zelote
2 - http://www.palavraprudente.com.br/estudos/forrest_k/personagensnt/cap23.html
3 - http://www.sandovaljuliano.com.br/site/curiosidades/47-biografia-dos-personagens-biblicos/320-quem-era-simao-o-zelote
4 - http://www.escoladominical.net/forum/viewtopic.php?f=10&t=185
sexta-feira, 25 de março de 2011
APRENDENDO NO TEMPO
Hoje empregamos uma única palavra para significar o tempo. Conforme o Aurélio, tempo: "1.é a sucessão dos anos, dias horas, etc., que envolve a noção do presente, passado e futuro. 2. Momento ou ocasião apropriada para que uma coisa se realize”. Mas os gregos as usavam em duas palavras - kairos e khronos.
No grego, Kairos (καιρός,), é um momento indeterminado no tempo em que algo especial acontece (livramento de um ataque satânico na hora certa), a experiência do momento oportuno, uma porta de oportunidade, o tempo em potencial, tempo eterno, descrever a forma qualitativa do tempo, o "tempo de Deus", não pode ser medido, pois "para o Senhor um dia é como mil anos e mil anos como um dia." II Pe.3:8. Temos como exemplo Gn.1:1 “No começo Deus criou o céu e a terra...”, a Palavra se abre e se fecha com noções de tempo, oportuno, qualificado e misterioso. Em Ap. 22:20 “Sim eu venho em breve....” ambos legítimos Kairós, tempo que só Deus sabe e conhece. São realizações sem o nosso esforço apenas exercitamos a fé e confiança na intervenção divina.
Enquanto que khronos refere-se ao tempo cronológico, ou seqüencial, o tempo que se mede, duração de um movimento, é de natureza quantitativa, o "tempo dos homens", medido em anos, dias, horas e suas divisões. É a ação do homem por seus meios para atingir seus objetivos.
Vemos isso na caminhada do povo de Israel nos 40 anos que rodearam o deserto até a chegada em Canaã. Também é uma tipologia de nossa vida diante do Senhor e aquilo que quer nos ensinar com o tempo de espera para algo que estamos buscando. Eclesiastes 3:1 nos diz que “Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu”. Já sabemos então que a o tempo de Deus e também o tempo do homem. Em Israel existiam homens que estudavam esses tempos: “... dos filhos de Issacar, entendidos nas ciências dos tempos, para saber o que Israel deveria fazer...” (1 Cr.12:32). Na Palavra existem várias histórias de exemplos para nós, pois “tudo o que dantes foi escrito, para nosso ensino foi escrito, para que pela paciência e consolação das Escrituras tenhamos esperança”. Rm.15:4
Josué e Calebe foram os sobreviventes dos que sairam de Ramssés no Egito, conheceu o Senhor Deus que revela seu coração um caminho para os seus, e não apenas o Deus Eloim, criador, que abençoava com a água saindo da pedra, o maná descendo, o mar se abrindo, a coluna de fogo, etc. Veremos o exemplo de Josué 14:6-11, atente para as palavras “eu, porém, perseverei em segui o Senhor...o Senhor, me conservou em vida, como prometeu” isso havia passado quarenta e cinco anos, “qual era a minha força naquele dia, tal ainda agora”. Devemos ser tais pessoas que perseveram, esperam o tempo Kairós de Deus para o cumprimento das promessas ou pedidos de orações, no Salmos 23:4 nos diz que “ainda que eu ande...”, caso você vier a andar no vale da indecisão, em dificuldades, em perseguições, em noites escuras que parecem que não findam mais, em meio aos gigantes espirituais, o salmista diz, “não temerei mal nenhum”, porque conhecia o Deus que acolhe, que ama, que é misericordioso, que é benigno, que esquece os pecados, que conhece nossa estrutura. Coloquei recentemente em minha geladeira para orar-ler o versículo 11 de Tiago capítulo 5 “Eis que temos por bem-aventurados os que sofreram. Ouviu qual foi a paciência de Jó, e vistes o fim que o Senhor lhe deu; porque o Senhor é muito misericordioso e piedoso”. Isso tudo é para não perdermos a visão da promessa de Deus para a nossa vida, Ele está preocupado muito mais do que apenas responder nossas orações, Ele vê a eternidade e nós para isso precisamos conhecer o tempo Kairós de Deus. O Senhor irá cumprir o que prometeu, pois “Deus não é homem, para que minta; Nem filho do homem, para que se arrependa. Porventura, tendo Ele prometido, não o fará? Ou tendo falado, não o cumprirá?” Núm.23:19 e Lucas 18.7-8.
Mantenha sua mente na Palavra, volte-se ao espírito, invoque o nome do Senhor, mantenha-se em comunhão com a igreja para satanás não levá-lo para morte, esvazie-se de seus temores da alma e busque andar bebendo apenas de Cristo, a resposta vem e não tarda: “Pois a visão é ainda para o tempo determinado, e até o fim falará, e não mentirá. Ainda que se demore, espera-o; porque certamente virá, não tardará” (Hab.2.3). Deus não nos esquece, mas usa todos os recursos do tempo para agir, ensinar, aperfeiçoar e nos amadurecer. Espere nEle e em Sua Palavra. Sem sair de sua provisão, não procure ajudar Deus como fez Abraão, pois as conseqüências podem fazer a promessa retardar em quatorze anos. Veja por fé o livramento do Senhor, use o “escudo”, não deixe nenhum espírito de angústia (Sal.143:4), de tristeza (Is.54:60) tocar-lhe, nem viva ansioso, pois essas raízes impedem a resposta do Senhor, não fomos chamados para ver, mas para crer por fé, por isso “Senhor, concede-nos a paz, porque todas as nossas obras tu as fazes por nós” (Isaías 26.12). Viver pela fé é viver na presença de Deus, no Kairós.
O Senhor tem propósito em sua economia em trabalhar em nós, conforme já vimos nos estudos das 42 jornadas o tempo de Deus é para aumentar nossa comunhão íntima com Ele ou para tratar com nossos pecados ou ainda para que Sua glória se manifeste em nossos dias. A perseverança faz a diferença! Não olhe as circunstâncias, olhe para a Palavra, não siga teus sentimentos busque ouvir a voz do Senhor. Não ouça a voz da serpente chamando para dependência da árvore do conhecimento, siga o exemplo de Josué e Calebe e coma da árvore da vida dentro do Kairos de Deus. “Mas a misericórdia do SENHOR é de eternidade a eternidade” Sl 103:17.
Para o Senhor não há sombra de dúvidas em relação ao futuro para Ele não há incógnita, não há mistérios insondáveis. O presente não lhe traz nenhuma surpresa. Ele sabe de tudo antes mesmo que os acontecimentos venham à luz. Para quem vive na dimensão do Kairos, vive no mundo como se do mundo não fosse: trabalha, sofre, ama, se alegra, sem empenhar o coração em nada do mundo. Para sair do khronos e entrar no kairós, é preciso mudar o olhar do modo de pensar do mundo para o modo de pensar de Deus. É o olhar da fé. Desta forma, continuaremos no mundo, fazendo tudo como todos fazem, mas sem nos envolvermos com as coisas do mundo. “Eles estão no mundo, mas não são do mundo. Não peço que os tires do mundo, mas que os livres do Mal". Jo 15,19; 17,11. Estamos no khronos com o olhar no kairós. Nosso olhar está no futuro naquilo que o Senhor fez, está fazendo e fará por nós! "Perseverai em oração, velando nela com ação de graças" Col.4:2, tudo será providenciado pelo Senhor na hora certa, do kairós.
Que o Senhor nos ensine a depender dEle, hoje (khrono) e sempre (kairos), nos fazendo esperançoso é imbatível no espírito.
Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Kairos
http://www.webartigos.com/articles/17979/1/ESPERA-E-ESPERANCA--CHRONOS-E-KAIROS/pagina1.html#ixzz1FHqCBjdN
GALVÃO, M.A. Livro KAIRÓS. ed.Vozes, 1998
No grego, Kairos (καιρός,), é um momento indeterminado no tempo em que algo especial acontece (livramento de um ataque satânico na hora certa), a experiência do momento oportuno, uma porta de oportunidade, o tempo em potencial, tempo eterno, descrever a forma qualitativa do tempo, o "tempo de Deus", não pode ser medido, pois "para o Senhor um dia é como mil anos e mil anos como um dia." II Pe.3:8. Temos como exemplo Gn.1:1 “No começo Deus criou o céu e a terra...”, a Palavra se abre e se fecha com noções de tempo, oportuno, qualificado e misterioso. Em Ap. 22:20 “Sim eu venho em breve....” ambos legítimos Kairós, tempo que só Deus sabe e conhece. São realizações sem o nosso esforço apenas exercitamos a fé e confiança na intervenção divina.
Enquanto que khronos refere-se ao tempo cronológico, ou seqüencial, o tempo que se mede, duração de um movimento, é de natureza quantitativa, o "tempo dos homens", medido em anos, dias, horas e suas divisões. É a ação do homem por seus meios para atingir seus objetivos.
Vemos isso na caminhada do povo de Israel nos 40 anos que rodearam o deserto até a chegada em Canaã. Também é uma tipologia de nossa vida diante do Senhor e aquilo que quer nos ensinar com o tempo de espera para algo que estamos buscando. Eclesiastes 3:1 nos diz que “Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu”. Já sabemos então que a o tempo de Deus e também o tempo do homem. Em Israel existiam homens que estudavam esses tempos: “... dos filhos de Issacar, entendidos nas ciências dos tempos, para saber o que Israel deveria fazer...” (1 Cr.12:32). Na Palavra existem várias histórias de exemplos para nós, pois “tudo o que dantes foi escrito, para nosso ensino foi escrito, para que pela paciência e consolação das Escrituras tenhamos esperança”. Rm.15:4
Josué e Calebe foram os sobreviventes dos que sairam de Ramssés no Egito, conheceu o Senhor Deus que revela seu coração um caminho para os seus, e não apenas o Deus Eloim, criador, que abençoava com a água saindo da pedra, o maná descendo, o mar se abrindo, a coluna de fogo, etc. Veremos o exemplo de Josué 14:6-11, atente para as palavras “eu, porém, perseverei em segui o Senhor...o Senhor, me conservou em vida, como prometeu” isso havia passado quarenta e cinco anos, “qual era a minha força naquele dia, tal ainda agora”. Devemos ser tais pessoas que perseveram, esperam o tempo Kairós de Deus para o cumprimento das promessas ou pedidos de orações, no Salmos 23:4 nos diz que “ainda que eu ande...”, caso você vier a andar no vale da indecisão, em dificuldades, em perseguições, em noites escuras que parecem que não findam mais, em meio aos gigantes espirituais, o salmista diz, “não temerei mal nenhum”, porque conhecia o Deus que acolhe, que ama, que é misericordioso, que é benigno, que esquece os pecados, que conhece nossa estrutura. Coloquei recentemente em minha geladeira para orar-ler o versículo 11 de Tiago capítulo 5 “Eis que temos por bem-aventurados os que sofreram. Ouviu qual foi a paciência de Jó, e vistes o fim que o Senhor lhe deu; porque o Senhor é muito misericordioso e piedoso”. Isso tudo é para não perdermos a visão da promessa de Deus para a nossa vida, Ele está preocupado muito mais do que apenas responder nossas orações, Ele vê a eternidade e nós para isso precisamos conhecer o tempo Kairós de Deus. O Senhor irá cumprir o que prometeu, pois “Deus não é homem, para que minta; Nem filho do homem, para que se arrependa. Porventura, tendo Ele prometido, não o fará? Ou tendo falado, não o cumprirá?” Núm.23:19 e Lucas 18.7-8.
Mantenha sua mente na Palavra, volte-se ao espírito, invoque o nome do Senhor, mantenha-se em comunhão com a igreja para satanás não levá-lo para morte, esvazie-se de seus temores da alma e busque andar bebendo apenas de Cristo, a resposta vem e não tarda: “Pois a visão é ainda para o tempo determinado, e até o fim falará, e não mentirá. Ainda que se demore, espera-o; porque certamente virá, não tardará” (Hab.2.3). Deus não nos esquece, mas usa todos os recursos do tempo para agir, ensinar, aperfeiçoar e nos amadurecer. Espere nEle e em Sua Palavra. Sem sair de sua provisão, não procure ajudar Deus como fez Abraão, pois as conseqüências podem fazer a promessa retardar em quatorze anos. Veja por fé o livramento do Senhor, use o “escudo”, não deixe nenhum espírito de angústia (Sal.143:4), de tristeza (Is.54:60) tocar-lhe, nem viva ansioso, pois essas raízes impedem a resposta do Senhor, não fomos chamados para ver, mas para crer por fé, por isso “Senhor, concede-nos a paz, porque todas as nossas obras tu as fazes por nós” (Isaías 26.12). Viver pela fé é viver na presença de Deus, no Kairós.
O Senhor tem propósito em sua economia em trabalhar em nós, conforme já vimos nos estudos das 42 jornadas o tempo de Deus é para aumentar nossa comunhão íntima com Ele ou para tratar com nossos pecados ou ainda para que Sua glória se manifeste em nossos dias. A perseverança faz a diferença! Não olhe as circunstâncias, olhe para a Palavra, não siga teus sentimentos busque ouvir a voz do Senhor. Não ouça a voz da serpente chamando para dependência da árvore do conhecimento, siga o exemplo de Josué e Calebe e coma da árvore da vida dentro do Kairos de Deus. “Mas a misericórdia do SENHOR é de eternidade a eternidade” Sl 103:17.
Para o Senhor não há sombra de dúvidas em relação ao futuro para Ele não há incógnita, não há mistérios insondáveis. O presente não lhe traz nenhuma surpresa. Ele sabe de tudo antes mesmo que os acontecimentos venham à luz. Para quem vive na dimensão do Kairos, vive no mundo como se do mundo não fosse: trabalha, sofre, ama, se alegra, sem empenhar o coração em nada do mundo. Para sair do khronos e entrar no kairós, é preciso mudar o olhar do modo de pensar do mundo para o modo de pensar de Deus. É o olhar da fé. Desta forma, continuaremos no mundo, fazendo tudo como todos fazem, mas sem nos envolvermos com as coisas do mundo. “Eles estão no mundo, mas não são do mundo. Não peço que os tires do mundo, mas que os livres do Mal". Jo 15,19; 17,11. Estamos no khronos com o olhar no kairós. Nosso olhar está no futuro naquilo que o Senhor fez, está fazendo e fará por nós! "Perseverai em oração, velando nela com ação de graças" Col.4:2, tudo será providenciado pelo Senhor na hora certa, do kairós.
Que o Senhor nos ensine a depender dEle, hoje (khrono) e sempre (kairos), nos fazendo esperançoso é imbatível no espírito.
Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Kairos
http://www.webartigos.com/articles/17979/1/ESPERA-E-ESPERANCA--CHRONOS-E-KAIROS/pagina1.html#ixzz1FHqCBjdN
GALVÃO, M.A. Livro KAIRÓS. ed.Vozes, 1998
CONSTRUÍNDO CIDADES
Deus criou um lugar e chamou de Éden e dentro dele pôs um jardim onde colocou o homem e a mulher. Após a queda cidades foram levantadas, realizações do homem, por causa da rebeldia e desobediência.
Vemos primeiramente Caim, em Gn.4:10-17, desobedecendo a Deus, quando disse que ele seria fugitivo e errante pela terra (v.12). Construiu uma cidade como símbolo de sua independência e insegurança (v.17). Agora em rebeldia Caim substitui o Éden de Deus pelo seu próprio Éden, sua própria cidade, a segurança de Deus, pelas muralhas de sua cidade.
Mais tarde Ninrode, constrói a primeira cidade pós diluviana, seu pai era Cam, filho impuro de Noé, sobre quem caiu uma maldição (Gn.9:20-27) e motivado pelos mesmos propósitos de Caim, construiu cidades, tornou-se "poderoso na terra", Gn.10:8-12. Arquitetou as cidades de "Babel, Ereque, Acade, Calné na terra de Sinear, dessa região passou à Assíria e edificou a Nínive, Reobote-Ir, Calá e Resém, grande cidade entre Nínive e Calá” (Gn.10:10-11). Não nos dá informações dos povos dessas cidades, mas apenas informações das cidades. Essas cidades demonstravam o poder e a rebeldia contra Deus.
Na terra de Sinear que se formou a coligação de Gênesis 14, que venceu todos os seus inimigos, que capturou Ló, mas foi derrotado por Abraão. Por causa dessa vitória, Melquisedeque, rei de Salém, a cidade da paz, abençoou Abraão.
Forças ocultas envolvem a região de Sinear, nome antigo do império babilônico, depois mudou para Caldeia (Jr.50:9-10), sua localização ficava ao sul de Bagdá e a torre de Babel ficava na cidade de Babilônia (Gn.10:10), a cidade foi construída na margem esquerda do rio Eufrates, hoje Iraque ( Gn 11.1-9). Foi um objeto de Sinear que causou o terrível pecado de Acã (Josué 7:21), a transgressão do Pacto, da Aliança. E, não foi por acaso, pois Sinear (Babilônia) é tipicamente o país dos ídolos e do pecado. Foi para Sinear que Nabucodonosor levou os vasos da casa de Deus, para colocá-los a serviço de seus deuses (Dan.1:2). Deliberadamente Daniel a chama de terra de Sinear, e não Babilônia, para enfatizar o fato de que era uma terra de rapina e roubo.
Também em Zacaria 5: 5 a 11 vemos que a base da terra de Sinear era o pecado (v.11), simbolizado na mulher dentro do cesto. Em Miquéias 5, vemos que quando o reino do Messias vier, ele irá subjugar a terra de Ninrode, ou seja, a terra de Sinear(v.6).
Vamos conhecer algumas das cidades construídas por Ninrode:
Em Gên.10:10, fala da cidade de Calné, seu poder é terrível, é uma advertência à igreja, é o reino da violência, pronta para saltar sobre uma Jerusalém adormecida em sua paz ilusória (Amós 6), está capacitada para esta missão pois é o reino dos ídolos (Isaías 10:9-10). Tem uma missão entre as cidades: ser a rampa de lançamento para a agressão contra a igreja.
Babel na babilônia, o quartel general do reino de Ninrode, hoje conhecido como Iraque. Significa "porta de deus" ou " lugar de confusão”, conhecida pela torre que pretendia chegar ao céu (Gn.11:1-9). A torre e a cidade eram meios para "fazer-se um nome". Significa tornar-se independente de Deus. O mundo tem caminhado para excluir Deus de suas vidas e existência. Não é só uma cidade para proteção, já que o Èden lhes foi “tomado”, é também uma torre para apoderar-se do que pertence a Deus; é uma muralha para proteger-se contra a intervenção de Deus. Os rios Tigre e Eufrates (Gn.2:14), nascem nas montanhas do leste da Turquia, eles inicialmente correm em direções opostas. Entretanto, se juntam perto da cidade de Bagdá e correm para o Golfo Pérsico.
A antiga Babilônia emergiu devido à influência dos diversos povos que migraram para aquela região. As primeiras inscrições cuneiforme foram da civilização sumeriana entre 3.200 e 2.900 a.C e entre 1.600-900 a.C, os assírios tomaram o controle da região. Em 614-539 a.C, Babilônia sendo o centro de todo o Oriente próximo, fez Nabucodonosor derrubar o reino hebreu de Judá e destruir Jerusalém em 586 a.C, deportando parte de sua população para a Babilônia (II Reis 24:1-25; 25).
No verso 11, temos Calá, lugar de deportação da igreja (2 Reis 17:6), ela é inimiga, mas também uma "assembléia", onde reúne a igreja como cativa e prisioneira dos ídolos para não guerrear. E no verso 12, Resém, conhecida como a grande cidade, seu significado era "rédea" ou "freio" o que é colocado em cavalos. O cavalo foi o primeiro animal a ser domado e dominado pelo homem posto ao seu serviço. Resém é o começo da história de conquistas do homem, que começa dominando cavalos e chega ao computador. Ela representa o poder humano, cidade da técnica, da invenção, do domínio sobre a natureza. E ainda Nínive, cidade sanguinária, cheia de mentiras e de rapina (Naum 3:1). Em Nínive encontramos outro lado da cidade, Babilônia é a síntese da civilização. Nínive é a síntese da guerra (Sf. 2:15).
No capítulo 11 nos versos 1-2 fala “partindo eles”, era Ninrode quem os estava levando para uma nova terra, ele os liderou até a planície de Sinear onde levantou a cidade de Babilônia (v.3-4).
Satanás, o adversário de Deus se exaltou e quis subir mais alto para fazer um trono para si, sua rebeldia contaminou os habitantes da terra, assim Ninrode também tinha uma motivação para a construção da torre: “Vinde, edifiquemos para nós uma cidade e uma torre cujo topo chegue até os céus”.
Eles queriam chegar aos céus sem a salvação de Deus, eles próprios subiriam até lá de sua maneira pelos seus méritos estimavam adquirir salvação (Rm 3.23). O verso 5 diz que o Senhor deixou o trono para ver o que estava ocorrendo. Motivadas pelo orgulho queriam tornar célebre seus nomes (v.4). Diferente de quando o Senhor chamou Abraão e lhe disse “De ti farei uma grande nação” (Gn 12.2). Aprendemos que o engrandecimento é conseqüência de um relacionamento íntimo e vivo com Deus. No entanto, aquelas pessoas, muito pelo contrário, desejavam ter o próprio nome reconhecido.
Após Adão e Eva serem expulsos do Jardim do Éden perderam a segurança que o Senhor lhes dava dentro do jardim, aquelas pessoas buscavam isso: segurança. Temiam ser “espalhadas por toda a terra” (Gn 11.4). Uma sentença havia sido liberada para que fossem fecundos, multiplicando-se a fim de povoar toda a terra (Gn 9.7). O plano de Deus para a humanidade foi visto como uma ameaça.
A partir de então, Babilônia passou a apresentar-se uma cidade orgulhosa e rebelde que se manifesta contra Deus e uma segunda sentença foi pronunciada: a dispensação do povo para todas as nações pela ação da confusão das línguas. Então a origem de todas as nações foi a cidade da Babilônia.
No final dos tempos, Babilônia será representada no contexto final como a babilônia religiosa, política e econômica (1Pe 5.13; Ap 14.8; 16.19; 17.5).
Vamos ver o que essas cidades (Iraque) representam nesse contexto sendo liderada pelo anticristo com interesses mundiais, ali mistérios de história e mitos de civilizações antigas se escondem, terra rica em petróleo, o lugar do Jardim do Éden, na Mesopotâmia, onde agora é o Iraque, foi o berço da civilização humana, ali Noé construiu a Arca e Ninrode a torre de Babel, Abrão foi chamado de Ur que ficava ao sul do Iraque, e Rebeca era de Nahor, Jacó ali se encontrou com Raquel, nessa região Jonas orou em Nínive, a Assíria conquistou as dez tribos de Israel e Babilônia destruiu Jerusalém, Daniel esteve ali na cova dos leões sendo guardado pelo Senhor, Beltsazar rei da Babilônia viu a escrita na parede e Nabucodonosor conduziu os judeus prisioneiros, Ezequiel fez suas orações ali ao Senhor assim como Pedro, os reis Magos vieram do Iraque. Mesopotâmia significa “entre dois rios”, ou seja, entre os rios Tigre e Eufrates e o nome Iraque significa “país com raízes profundas”. A América é representada por uma águia, o Corão registra isso em Sura 9:11 “aquele descrito como o filho da Arábia será acuado por uma águia amedrontadora. As garras da águia serão sentidas por todas as terras de Alá e Lot, quando alguns dos povos tremerão no desespero e no júbilo. Quando as garras da águia limparem as terras de Alá, haverá paz." Verso 11, será que teria ligação com o que ocorreu em 11 de setembro?
O assunto continuará em Construindo Babilônia.
Fonte:
1 - http://www.cpr.org.br/babilonia-ontem-hoje.htm
2 - http://www.presbiteriana.com/
3- http://marciozete.hd1.com.br/index_archivos/Page2477.htm
Vemos primeiramente Caim, em Gn.4:10-17, desobedecendo a Deus, quando disse que ele seria fugitivo e errante pela terra (v.12). Construiu uma cidade como símbolo de sua independência e insegurança (v.17). Agora em rebeldia Caim substitui o Éden de Deus pelo seu próprio Éden, sua própria cidade, a segurança de Deus, pelas muralhas de sua cidade.
Mais tarde Ninrode, constrói a primeira cidade pós diluviana, seu pai era Cam, filho impuro de Noé, sobre quem caiu uma maldição (Gn.9:20-27) e motivado pelos mesmos propósitos de Caim, construiu cidades, tornou-se "poderoso na terra", Gn.10:8-12. Arquitetou as cidades de "Babel, Ereque, Acade, Calné na terra de Sinear, dessa região passou à Assíria e edificou a Nínive, Reobote-Ir, Calá e Resém, grande cidade entre Nínive e Calá” (Gn.10:10-11). Não nos dá informações dos povos dessas cidades, mas apenas informações das cidades. Essas cidades demonstravam o poder e a rebeldia contra Deus.
Na terra de Sinear que se formou a coligação de Gênesis 14, que venceu todos os seus inimigos, que capturou Ló, mas foi derrotado por Abraão. Por causa dessa vitória, Melquisedeque, rei de Salém, a cidade da paz, abençoou Abraão.
Forças ocultas envolvem a região de Sinear, nome antigo do império babilônico, depois mudou para Caldeia (Jr.50:9-10), sua localização ficava ao sul de Bagdá e a torre de Babel ficava na cidade de Babilônia (Gn.10:10), a cidade foi construída na margem esquerda do rio Eufrates, hoje Iraque ( Gn 11.1-9). Foi um objeto de Sinear que causou o terrível pecado de Acã (Josué 7:21), a transgressão do Pacto, da Aliança. E, não foi por acaso, pois Sinear (Babilônia) é tipicamente o país dos ídolos e do pecado. Foi para Sinear que Nabucodonosor levou os vasos da casa de Deus, para colocá-los a serviço de seus deuses (Dan.1:2). Deliberadamente Daniel a chama de terra de Sinear, e não Babilônia, para enfatizar o fato de que era uma terra de rapina e roubo.
Também em Zacaria 5: 5 a 11 vemos que a base da terra de Sinear era o pecado (v.11), simbolizado na mulher dentro do cesto. Em Miquéias 5, vemos que quando o reino do Messias vier, ele irá subjugar a terra de Ninrode, ou seja, a terra de Sinear(v.6).
Vamos conhecer algumas das cidades construídas por Ninrode:
Em Gên.10:10, fala da cidade de Calné, seu poder é terrível, é uma advertência à igreja, é o reino da violência, pronta para saltar sobre uma Jerusalém adormecida em sua paz ilusória (Amós 6), está capacitada para esta missão pois é o reino dos ídolos (Isaías 10:9-10). Tem uma missão entre as cidades: ser a rampa de lançamento para a agressão contra a igreja.
Babel na babilônia, o quartel general do reino de Ninrode, hoje conhecido como Iraque. Significa "porta de deus" ou " lugar de confusão”, conhecida pela torre que pretendia chegar ao céu (Gn.11:1-9). A torre e a cidade eram meios para "fazer-se um nome". Significa tornar-se independente de Deus. O mundo tem caminhado para excluir Deus de suas vidas e existência. Não é só uma cidade para proteção, já que o Èden lhes foi “tomado”, é também uma torre para apoderar-se do que pertence a Deus; é uma muralha para proteger-se contra a intervenção de Deus. Os rios Tigre e Eufrates (Gn.2:14), nascem nas montanhas do leste da Turquia, eles inicialmente correm em direções opostas. Entretanto, se juntam perto da cidade de Bagdá e correm para o Golfo Pérsico.
A antiga Babilônia emergiu devido à influência dos diversos povos que migraram para aquela região. As primeiras inscrições cuneiforme foram da civilização sumeriana entre 3.200 e 2.900 a.C e entre 1.600-900 a.C, os assírios tomaram o controle da região. Em 614-539 a.C, Babilônia sendo o centro de todo o Oriente próximo, fez Nabucodonosor derrubar o reino hebreu de Judá e destruir Jerusalém em 586 a.C, deportando parte de sua população para a Babilônia (II Reis 24:1-25; 25).
No verso 11, temos Calá, lugar de deportação da igreja (2 Reis 17:6), ela é inimiga, mas também uma "assembléia", onde reúne a igreja como cativa e prisioneira dos ídolos para não guerrear. E no verso 12, Resém, conhecida como a grande cidade, seu significado era "rédea" ou "freio" o que é colocado em cavalos. O cavalo foi o primeiro animal a ser domado e dominado pelo homem posto ao seu serviço. Resém é o começo da história de conquistas do homem, que começa dominando cavalos e chega ao computador. Ela representa o poder humano, cidade da técnica, da invenção, do domínio sobre a natureza. E ainda Nínive, cidade sanguinária, cheia de mentiras e de rapina (Naum 3:1). Em Nínive encontramos outro lado da cidade, Babilônia é a síntese da civilização. Nínive é a síntese da guerra (Sf. 2:15).
No capítulo 11 nos versos 1-2 fala “partindo eles”, era Ninrode quem os estava levando para uma nova terra, ele os liderou até a planície de Sinear onde levantou a cidade de Babilônia (v.3-4).
Satanás, o adversário de Deus se exaltou e quis subir mais alto para fazer um trono para si, sua rebeldia contaminou os habitantes da terra, assim Ninrode também tinha uma motivação para a construção da torre: “Vinde, edifiquemos para nós uma cidade e uma torre cujo topo chegue até os céus”.
Eles queriam chegar aos céus sem a salvação de Deus, eles próprios subiriam até lá de sua maneira pelos seus méritos estimavam adquirir salvação (Rm 3.23). O verso 5 diz que o Senhor deixou o trono para ver o que estava ocorrendo. Motivadas pelo orgulho queriam tornar célebre seus nomes (v.4). Diferente de quando o Senhor chamou Abraão e lhe disse “De ti farei uma grande nação” (Gn 12.2). Aprendemos que o engrandecimento é conseqüência de um relacionamento íntimo e vivo com Deus. No entanto, aquelas pessoas, muito pelo contrário, desejavam ter o próprio nome reconhecido.
Após Adão e Eva serem expulsos do Jardim do Éden perderam a segurança que o Senhor lhes dava dentro do jardim, aquelas pessoas buscavam isso: segurança. Temiam ser “espalhadas por toda a terra” (Gn 11.4). Uma sentença havia sido liberada para que fossem fecundos, multiplicando-se a fim de povoar toda a terra (Gn 9.7). O plano de Deus para a humanidade foi visto como uma ameaça.
A partir de então, Babilônia passou a apresentar-se uma cidade orgulhosa e rebelde que se manifesta contra Deus e uma segunda sentença foi pronunciada: a dispensação do povo para todas as nações pela ação da confusão das línguas. Então a origem de todas as nações foi a cidade da Babilônia.
No final dos tempos, Babilônia será representada no contexto final como a babilônia religiosa, política e econômica (1Pe 5.13; Ap 14.8; 16.19; 17.5).
Vamos ver o que essas cidades (Iraque) representam nesse contexto sendo liderada pelo anticristo com interesses mundiais, ali mistérios de história e mitos de civilizações antigas se escondem, terra rica em petróleo, o lugar do Jardim do Éden, na Mesopotâmia, onde agora é o Iraque, foi o berço da civilização humana, ali Noé construiu a Arca e Ninrode a torre de Babel, Abrão foi chamado de Ur que ficava ao sul do Iraque, e Rebeca era de Nahor, Jacó ali se encontrou com Raquel, nessa região Jonas orou em Nínive, a Assíria conquistou as dez tribos de Israel e Babilônia destruiu Jerusalém, Daniel esteve ali na cova dos leões sendo guardado pelo Senhor, Beltsazar rei da Babilônia viu a escrita na parede e Nabucodonosor conduziu os judeus prisioneiros, Ezequiel fez suas orações ali ao Senhor assim como Pedro, os reis Magos vieram do Iraque. Mesopotâmia significa “entre dois rios”, ou seja, entre os rios Tigre e Eufrates e o nome Iraque significa “país com raízes profundas”. A América é representada por uma águia, o Corão registra isso em Sura 9:11 “aquele descrito como o filho da Arábia será acuado por uma águia amedrontadora. As garras da águia serão sentidas por todas as terras de Alá e Lot, quando alguns dos povos tremerão no desespero e no júbilo. Quando as garras da águia limparem as terras de Alá, haverá paz." Verso 11, será que teria ligação com o que ocorreu em 11 de setembro?
O assunto continuará em Construindo Babilônia.
Fonte:
1 - http://www.cpr.org.br/babilonia-ontem-hoje.htm
2 - http://www.presbiteriana.com/
3- http://marciozete.hd1.com.br/index_archivos/Page2477.htm
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