segunda-feira, 19 de março de 2018

ESPADA


Em Gn.3:24 nos fala “e o refulgir de uma ESPADA que se revolvia, para guardar o caminho da árvore da vida”, aqui é a primeira vez que a palavra “espada” é mencionada na bíblia. No contexto deste versículo, vemos a espada como um julgamento de Deus.
Também encontrada em Zacarias 13:7 “Desperta, ó espada, contra o Meu Pastor, e contra o Homem que é o Meu Companheiro... Fere o pastor, e as ovelhas ficarão dispersas...”.
O Pastor mencionado no versículo é Jesus e as ovelhas dispersas se referem aos discípulos que falharam quando Ele foi pregado na cruz. Isso nos mostra que a incansável espada do julgamento, a qual por tantas gerações barrou o pecador de aproximar-se do Deus santo, foi finalmente cravada no nosso Senhor Jesus  quando o pleno julgamento e vingança de Deus por todos os nossos pecados recaíram sobre Ele na cruz. Jesus foi castigado na cruz pelos nossos pecados.
Ao sacrificar a Si mesmo e absorver o total peso do julgamento que se destinava a você e a mim, Jesus parou a espada de julgamento que nos impedia de compartilhar da Árvore da Vida. Ele sacrificou Seu próprio corpo para abrir o caminho para a Árvore da Vida. Jesus foi condenado em nosso lugar. A cruz do Calvário se tornou a Árvore da Vida. Não há mais julgamento, culpa, condenação ou vergonha, a espada saiu e o caminho foi aberto!

Ministério da Morte


“E, se o ministério da morte, gravado com letras em pedras, se revestiu de glória, a ponto de os filhos de Israel não poderem fitar a face de Moisés, por causa da glória do seu rosto, ainda que desvanecente, como não será de maior glória o ministério do Espírito! Porque, se o ministério da condenação foi glória, em muito maior proporção será glorioso o ministério da justiça (2 Coríntios 3:7-9)”.
Foram os Dez Mandamentos escritos e gravados em pedras, como sendo o “ministério da morte”!, por isso a bíblia diz no versículo anterior que “a letra mata, mas o Espírito vivifica”. A aliança da lei mata, mas a aliança da graça dá vida!
Moisés colocava o véu sobre o seu rosto porque ele não queria que as pessoas soubessem que a glória estava se afastando ou chegando ao “fim”. Moisés representava a lei, os Dez Mandamentos, o ministério da morte e da condenação.
A lei exige justiça do homem pecador, enquanto a Graça concede justiça ao homem pecador. A Palavra de Deus diz que
“a força do pecado é a lei” ( I Cor.15:56), mas também diz que “o pecado não terá domínio sobre vós, pois não estais sob a lei, mas sob a graça” ( Rm.6:14).

Calendário: Jesus nasceu antes do ano I


Vamos aos fatos:
1) Sabemos que Jesus nasceu durante o reinado de Herodes, como diz a Bíblia (Lucas 2) Mas, segundo dados históricos, Herodes morreu em 4 antes de Cristo (a.C.).
3) Herodes mandou matar os primogênitos de Belém com menos de 2 anos, o que fez com que José fugisse com Jesus e Maria para o Egito. Herodes não poderia dar uma ordem depois de morto.
Provavelmente Jesus nasceu entre 7 e 4 a.C. O que aconteceu é que o calendário cristão, que divide a história a partir do nascimento de Jesus, somente foi estabelecido em 525 d.C. a pedido do bispo João I. O abade Dionísio – “o Pequeno” – fez os cálculos para determinar a data do nascimento de Cristo, concluindo que fora no ano 754 da fundação de Roma. Errou em alguns anos, e o calendário se difundiu pela cristandade até o século XIX, quando percebeu-se o engano. Tarde demais para mudar.



segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

Mórmons creem em Jesus? - John Kulp

A resposta curta, porém incompleta à questão acima, é: depende do que você quer dizer com as palavras "crer" e "Jesus". Sem dúvida muitos mórmons acreditam da mesma forma que muitos nos dias de Jesus acreditavam em Seu nome quando viam os milagres que Ele fazia (João 2:23), e também como aconteceu com Simão, o mago, quando a pregação do reino de Deus em Samaria foi acompanhada de milagres e sinais (Atos 8:5-24). No entanto, uma crença carnal em uma construção intelectual ou religiosa, independente do quanto você fique impressionado pelo poder sobrenatural da Pessoa divina que fornece os blocos para a construção de tal conceito, não pode salvar sua alma do inferno e da ira de Deus.

Thomas Monson, "apóstolo" e presidente de longa data da Igreja Mórmon ("A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias") morreu esta semana aos 90 anos. Em um breve comentário sobre a vida e morte de Monson, o apologista cristão James White escreveu isto: "Deveria trazer profunda tristeza aos nossos corações pensar em quantas vezes ele pronunciou o nome 'Jesus Cristo', e em todas e cada uma delas ele estava se referindo a um personagem de ficção que não existe e nunca existiu. Ah, o impacto que tem a falsa religião!". Não precisamos entrar nas profundezas da falsa doutrina que os Mórmons detêm sobre a Pessoa do Senhor Jesus Cristo, pois basta dizer que eles não O veem como o Criador incriado de todas as coisas, Aquele que é "o mesmo" eternamente (Salmo 102:27; Hebreus 1 e 13:8).

Todavia, o próprio caráter e significado da fé — ou do ato de crer — também estão em questão. Fiquei perplexo ao encontrar no site Mórmon, onde o próprio ensinamento oficial dos Mórmons tenta distinguir entre várias formas de crença ou confiança em Jesus Cristo, o seguinte texto: "Milhões de pessoas conhecem Jesus Cristo. Seria suficiente saber quem é Jesus e Seu papel no plano do Pai Celestial? Na verdade esse conhecimento é apenas o começo. Compreender e abraçar o papel de Jesus Cristo como Salvador é a chave de toda fé cristã, e exige mais do que ter uma crença teórica de que Ele viveu e realizou grandes coisas. Requer ter a confiança de que Ele realmente foi ressuscitado e que sofreu, não só a morte, mas também a dor espiritual por nossos pecados.". Um aspecto inquietante dessa citação é que ela quase pode ser lida como se tivesse sido dita por um pregador do evangelho. Existe alguma falha nessa afirmação que impediria a salvação de quem a apreende? Vamos explorar um pouco mais o que significa crer no Senhor Jesus Cristo para a salvação e a vida eterna.

Sem dúvida, e antes de tudo, o Jesus em quem é preciso confiar para se ter a vida eterna deve ser aquele revelado nas Sagradas Escrituras, e não pode ser uma falsificação ou uma construção intelectual. Mas, quanto à essência da fé que tem a Cristo como seu objeto, há pregadores cristãos que têm uma visão bastante reducionista do evangelho, apontando para João 3:16 — "quem nele crê" — quase que como uma versão evangélica da "Teoria do Tudo". É certo que qualquer um possa ser salvo ouvindo apenas este versículo em uma mensagem do evangelho, mas para entender o evangelho da graça de Deus e a natureza de "uma fé não fingida" (1 Timóteo 1:5; 2 Timóteo 1:5) exige ter mais ensinamento, tanto do Evangelho de João, quanto da Carta aos Romanos.

Por exemplo, Paulo escreve em Romanos que a justificação exige "fé no Seu sangue", além de fé em Jesus (Romanos 3:24-26). No capítulo 4:24 ele acrescenta a isso a necessidade de crer "naquele [Deus] que dentre os mortos ressuscitou a Jesus nosso Senhor". E então, em Romanos 10:9, Paulo estipula que a salvação é obtida confessando-se com a boca e crendo "que Deus o ressuscitou dentre os mortos". João 1:12 fala de "receber" aquele que é a Luz, e em João 5:24 o Senhor acrescenta outro pré-requisito para ter a vida eterna: "Quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou, tem vida eterna". Além disso, em Efésios 2:8 a fé que é requerida é declarada, não como vinda da própria pessoa, mas como sendo um dom de Deus. Ora, fica logo evidente que esse maravilhoso e multifacetado esquema de redenção realizado por Cristo e oferecido ao homem não pode ser reduzido doutrinariamente a um versículo ou frase, mesmo que um versículo como João 3:16, volto a dizer, seja capaz de salvar qualquer um que o escute pela fé.

Não podemos aqui abordar todas as facetas da redenção e de como os crentes entram no gozo de todas as suas bênçãos espirituais em Cristo pela fé. No entanto, um aspecto da fé é muitas vezes esquecido, e até mesmo rejeitado por muitos, e este é o de que a fé genuína é muito mais que o tipo de fé que alguém poderia ter nas leis da gravidade ou da astronomia, e também diferente em seu caráter. A fé deve ser o resultado de uma alma vivificada ou nascida de novo, isto é, de um "coração novo" dado soberanamente por Deus (Ezequiel 36:26). Enquanto muitos criam no nome de Jesus depois de terem visto os milagres, João imediatamente nos fala de como o Senhor Jesus não confiava neles, pois sabia o que era necessário primeiro: O novo nascimento, uma obra vivificadora nas almas dos homens. Somente então, e depois de insistir com Nicodemos que o novo nascimento era necessário para tratar "do que havia no homem" (João 2:25), é que Jesus revela a vida eterna como resultado da fé nele como proveniente de Deus. Leia de João 2:23 até 3:16, em especial conectando a passagem de João 3:2 com 2:23, a fim de obter uma compreensão do que o Senhor Jesus sabia, e do que Ele exigia como requisito para que a fé fosse eficaz para alguém ser até ser capaz de "ver (pela fé) o reino de Deus" (João 3:3).

A fé efetiva deve ter a alma nascida de novo como ponto de partida, e qualquer "fé"que seja resultado de milagres, ou qualquer "crença" decorrente da vontade do homem, continua sendo rejeitada por Deus como fruto da carne, a qual não pode agradar a Deus. Veja João 1:12-13 e Romanos 8:7-8. Não importa em quê um Mórmon moralmente correto possa acreditar; se ele não considerar a necessidade de uma fé e vida divina fundamentada numa "nova criação", o seu conhecimento de Cristo e sua fé em Cristo não passarão de uma fé "segundo a carne" (2 Coríntios 5:16-17). E se acontecer de um Mórmon ser vivificado pela graça soberana de Deus, sua fé acabará repousando naquele que "é o verdadeiro Deus e a vida eterna" (1 João 5:20) e, sem dúvida, ele logo se afastará do falso conceito que o sistema que a "A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias" estabeleceu para a crença carnal. E muitos já fizeram exatamente isso, louvado seja Deus!

John Kulp





terça-feira, 16 de janeiro de 2018

CUIDADO COM O FERMENTO

Mateus, 16:6-12 “Cuidado!”, advertiu-os Jesus. “Tomem cuidado com o fermento dos fariseus e dos saduceus”.
Eles pensavam que ele estava dizendo isso porque tinham esquecido de trazer pão.
Jesus sabia o que eles estavam discutindo e perguntou-lhes: “Ó homens de tão pequena fé! Por que vocês estão preocupados por não terem comida? Vocês não entenderam ainda? Não se lembram dos cinco pães para os 5.000 e os cestos cheios que sobraram? Não se lembram dos sete pães para os 4.000 e de quantos cestos sobraram? Como poderiam ainda pensar que eu estava falando de comida? Mais uma vez eu lhes digo: Tomem cuidado com o fermento dos fariseus e dos saduceus”.
Então eles entenderam finalmente que por fermento ele queria dizer o ensino errado dos fariseus e saduceus.

Quais eram as diferenças entre Saduceus e Fariseus?
Tanto os Saduceus quanto os Fariseus eram partidos religiosos nos dias de Jesus. Ambos eram críticos [de Jesus] e ambos eram criticados por Jesus.

Os Saduceus se consideram "conservadores", como os Velhos Crentes. Isto porque eles aceitavam como autoridade apenas a Lei escrita de Moisés e rejeitavam a Revelação subsequente. Consequentemente, os Saduceus negavam muitas das doutrinas defendidas pelos Fariseus e por Jesus, inclusive a ressurreição dos mortos, a existência de anjos e espíritos, e a possibilidade de recompensa ou punição após a morte. Os Saduceus entendiam que estas crenças eram corrupções zoroástricas da autêntica fé de Israel.

Embora fosse partido religioso, os Saduceus eram mais importantes como força política. Representavam a aristocracia sacerdotal e a estrutura de poder em Israel. Para eles, as atividades da religião centralizavam-se principalmente em torno do Templo.

Por outro lado, os Fariseus eram um grupo leigo, representando mais o homem comum. Em acréscimo à Lei escrita de Moisés, os Fariseus aceitavam como autoridade o restante daquilo que para nós chama-se "Antigo Testamento", além da "tradição dos anciãos".

E embora os Saduceus entendessem que a adoração no Templo era o principal foco da Lei, os Fariseus acreditavam que isto era apenas um entre muitos componentes da devida observância mosaica. Era sobre a interpretação da Lei e como a compreendiam no sentido de autêntica tradição de Israel que Jesus e os Fariseus discordavam.

Após a destruição do Templo em 70 d.C., o Judaísmo Saduceu desapareceu e o Judaísmo Farisaico tornou-se dominante. É, pois, dos Fariseus que o Judaísmo de hoje procede primariamente.

domingo, 12 de novembro de 2017

Conhecimento, Entendimento e Sabedoria

Esse estudo da Palavra de Deus foi dividida em 4 reuniões na região de Novo Hamburgo/RS em que em uma reunião normal dos santos buscamos como base para essa comunhão Pv.2:6. Buscamos compreender o que era sabedoria, conhecimento e entendimento: Porque o Senhor dá a sabedoria; da sua boca é que vem o conhecimento e o entendimento”.
Como é importante de se ter conhecimento de Deus, de acordo com Oséias 4:6, o povo não é destruído não por causa do pecado, mas por causa da falta do conhecimento e porque rejeitou aprender, saber mais.
Primeiro precisamos saber que nosso conhecimento é em parte, sabemos aquilo que o Senhor quer nos revelar conforme I Cor.13:9-10, mas que um dia tudo nos será revelado.
Além disso, somente podemos conhecer de Deus aquilo que Ele manifesta conforme Romanos 1:19 porque se não poderíamos ficar com medo ou confusos.
Em Salmos 139:1-6, Davi começa a exaltar a Deus, mas quando chega ao verso 6, ele percebe que a ciência de conhecer a Deus é muito alta, mas graças pela revelação lemos Oséias 6:3  que diz que aprender das coisas de Deus é um processo contínuo. Nunca saberemos tudo, precisamos estar buscando cada vez mais.
Na ultima reunião vimos que o único ensino que permanecera para eternidade não é a educação continua do conhecimento técnico de uma escola, mas a busca em conhecer ao nosso Deus, por isso podemos conhecer Deus na LEITURA DA PALAVRA como Daniel fazia no capitulo 9 verso 2, usou o intelecto e estudou os livros, o mesmo fez Paulo em II Tm.4:13, ele lia, pesquisava a Palavra por ser fonte de conhecimento.
Salmos 1, verso 2 nos ensina a meditar (pensar, analisar, pesquisar, ruminar no grego), até compreender de todas as formas aquilo que estamos lendo. Precisamos ler usando o entendimento, mente.
Salmos 27:4 nos ensina que aprendemos com a igreja, nos reunindo, nos congregando. Aprendemos que a igreja não é algo físico, mas orgânico, formado por pessoas vivas. Na COMUNHÃO aprendemos a conhecer a Deus.
A ORAÇÃO é outro meio de obter conhecimento de Deus, No diálogo com o Senhor eu aprendo a ouvir o que eu falo, aprendo a ouvir Deus, pois oração não é monólogo, e aprendo o quanto eu sei da Palavra, o quanto da Palavra eu falo ao Senhor, se o conteúdo das minhas orações é a Palavra de Deus ou são palavras de lamentações. Oração é o falar de Deus ao meu espírito. “Orai sem cessar”. 1 Ts.5:17
REVELAÇÃO é outro modo de conhecer a Deus revela o que Ele quer a quem Ele quer e como Ele quer. Porque a um pelo Espírito é dada a palavra da sabedoria; e a outro, pelo mesmo Espírito, a palavra da ciência”. 1 Coríntios 12:8
Cheguei-me a um dos que estavam perto, e pedi-lhe a verdade acerca de tudo isto. E ele me disse, e fez-me saber a interpretação das coisas”. Daniel 7:16
E por último as EXPERIÊNCIAS DIÁRIAS com Deus nos levam a conhece-LO - II Tm.3:11 e Rm.5:3

Falta de entendimento nos causa perdas
1-Prisão - Portanto o meu povo será levado cativo, por falta de entendimento; e os seus nobres terão fome, e a sua multidão se secará de sede. Isaías 5:13
2-Descontentamento - Oséias 4:1 “uma contenda com os habitantes da terra; porque na terra não há verdade, nem benignidade, nem conhecimento de Deus”.
3-Destruição dos que estão em nossa volta - Verso 3
4-Destruição pessoal – v.6

O que o conhecimento produz
1-Preparação - I Pe.3:15
2-Nos livra das heresias  - Mt.22:29
3-O conhecimento nos livra de ficarmos acomodados, quanto mais conhecemos mais crescemos, mas buscamos mais amadurecemos - Lc.2:52
4-Produz multiplicação de Graça e Paz - II Pe.1:2
5-Libertação – João 8:31-32
6-Produz vida eterna - João 17:2-3
Finalizamos com Juízes 2:10 – uma geração nova depois de Josué não sabiam daquilo que o Senhor havia feito as gerações passadas, o porque da existência e da conquista de Canaã, as maravilhas no deserto e os livramentos, porque não foram ensinados....aquela geração não havia sido ensinada sobre QUEM ERA DEUS, eles não tinham conhecimento de quem era o Senhor!
Hoje continuaremos sobre esse texto e veremos a importância de se conhecer a Deus e ter uma experiência pessoal com Ele.
O Senhor precisa ser o teu Deus pessoal e intimo, embora seja Deus do Universo ou da igreja, precisa haver uma intimidade pessoal, em Fp. 4:19, Paulo fala “O meu Deus...” e em II Tm.1:12 ele diz que sabe em quem tem crido, isso mostra confiança, baseado num relacionamento pessoal com o Senhor.
A maior fonte de conhecimento de Deus é a Escritura. Precisamos dar a ela a prioridade - Salmos 119:130 e 97
Em Jó 19:25, vemos a expressão da sabedoria, embora os próximos capítulos continuasse a se defender diante de seus amigos e se justificar diante de Deus; somente no último capítulo 42:5-6 há um confessar de arrependimento.
Precisamos nesse relacionamento de conhecer ao Senhor, saber que é Ele quem nos supre a todo o momento, mesmo que tudo nos falte ao redor. Devemos confiar e também nos alegrar – Habaq.3:17-19
Vimos também que as melhores experiências são aquelas que nos levam a pratica da Palavra de Deus, orando, evangelizando “amando ao próximo” Mt.7:24
Esse é o caminho!
Conhecimento se transfere, mas experiência, somente passamos a informação, porque ela tem que ser vivida, e a geração de Juízes 2:10 não buscou isso diante do Senhor, eles O abandonaram (verso 12)
Jeremias 2:11 declara que deixando ao Senhor também nos sujeitaremos a outras coisas, como aquela geração em Juizes 2, verso 13 e seguiremos Baal e Astarote (deuses dos cananeus, deuses masculinos e femininos da fertilidade, da prostituição e da promiscuidade. Juízes 2:20 por não darem ouvidos ao Senhor, passaram a servir outros deuses.
Provérbios 4:5-7 diz: “Adquire sabedoria, adquire inteligência, e não te esqueças nem te apartes das palavras da minha boca. Não a abandones e ela te guardará; ama-a, e ela te protegerá. A sabedoria é a coisa principal; adquire pois a sabedoria, emprega tudo o que possuis na aquisição de entendimento”. Isso requer buscarmos ao Senhor que é a nossa fonte de sabedoria e conhecimento. Somos responsáveis por nossas ações (Romanos 14:12). Em Juízes 2:14-15, o Senhor proveu um caminho para trazer o povo de volta à Ele (Juízes 2:14-15).
O verso 16 de Juízes 2 nos direciona para Lamentações 3:22 onde o Deus da Misericórdia se manifesta. Todas as vezes que o Senhor volta atrás de uma sentença é porque tem em seus atributos a misericórdia.
1 Pedro 5:6 “Sendo assim, humilhai-vos sob a poderosa mão de Deus”.
O povo passou 400 anos nessa vida cíclica: pecado, arrependimento e salvação; pecado, arrependimento e salvação.
Muitos dizem conhecer a Deus, mas nós devemos ir além do apenas saber a respeito de Deus ou obter informação sobre Deus. Jonas, por exemplo, tinha conhecimento de Deus, mas não de forma íntima e muito menos a si mesmo.
Quando confrontado pelos marinheiros do barco ele disse que o Deus que ele servia fez o mar, (Jonas 1:9) mas ele foge desse Deus pelo mar, é incoerente, inconsistente esse pensamento! Não é assim que às vezes vivemos? Pregamos aos outros, mas nós mesmos fazemos o contrário. Depois no capítulo 2 relata que ao Senhor pertence a salvação e no capítulo 4 que o Senhor é compassivo, mas nem um momento clama pela salvação dos que estão em sua volta, nem pela compaixão de Deus diante da tempestade do barco. Ele “conhece” a Deus, mas não tem revelação de quem é esse Deus, serve-O de forma religiosa.
Quando um hebreu diz que conhece sua esposa, se refere a ela na sua intimidade, quando dizemos que conhecemos o Senhor, também precisa ser de forma íntima. Salmos 25:14  “a intimidade do Senhor é para os que o temem”.
Jesus em João 17:3“E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, como o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, aquele que tu enviaste.” O termo “conhecer” nas Escrituras muitas vezes tem um sentido que vai além do básico de simplesmente ter conhecimento intelectual de algo ou de alguém, expressa uma relação pessoal entre o que conhece e o que é conhecido.
Provérbios 3:5-6 exorta: “Confia no Senhor de todo o teu coração, e não te estribes no teu próprio entendimento. Reconhece-o em todos os teus caminhos, e ele endireitará as tuas veredas.”
Nesse contexto a palavra “reconhecer” ou “conhecer” vem do verbo hebraico Yadha que foi traduzido em grego, pela LXX, com o verbo ginoskein/ginoskw representando, portanto uma grande variedade de significados. O conhecer da filosofia grega é mais abstrato, enquanto que o conhecer do hebraico é mais prático e experimental, não está essencialmente ligado à atividade mental ou mero relacionamento cognitivo e sim de uma experiência de envolvimento intenso, envolvendo as emoções, contato, intimidade, etc.
Sobre o rei Josias, Deus disse por meio de seu profeta: “Julgou a causa do pobre e necessitado; então lhe sucedeu bem. Porventura não é isso conhecer-me? diz o Senhor.” (Jeremias 22:16).
Estes comentários esclarecem a ligação estreita que Provérbios 3:5-6 estabelece entre confiar e conhecer a Deus. “Conhecer Deus” é ter um relacionamento vital com ele e isso O agrada (Jer. 22:16; Os. 6:6, Sal. 36:10).
Davi compartilhou com Salomão a experiência que aprendeu por andar com o Senhor – I Crônicas 28:9 e em Atos 2:25 “Porque dele fala Davi: Sempre via diante de mim o Senhor” e Moisés pelas suas experiências também via ao Senhor Heb. 11:27.
Por meio de Jeremias, Deus repreendeu os líderes religiosos de Israel: “Os sacerdotes não disseram: Onde está o Senhor? E os que tratavam da lei não me conheceram.” (Jer. 2:8). Certamente, os sacerdotes e outras pessoas que “tratavam da lei” reconheciam a existência e o poder de Deus, com certeza tinham o conhecimento intelectual da lei de Deus, provavelmente também reconheciam publicamente a validade dela – mas eles não conheciam ao Deus que a deu: eles não amavam, nem honravam, nem confiavam em Deus (compare com Jer 4:22; 9:3, 6, 23-24, Os. 8:1-3).
O mesmo ocorria nos dias de Jesus (João 7:28, 29; 8:15, compare com 5:44), também em Mateus 7:23 sobre fazer obras sem o Senhor ter relações com elas: “Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniqüidade.”
Em 2 Coríntios 5:21 afirma que o Senhor “não conheceu pecado”, não significa que ele não tinha conhecimento intelectual do pecado, e sim que Jesus não teve qualquer negociação, intimidade, envolvimento com o pecado.
Em 2 Tim 1:12, o apóstolo Paulo pôde dizer: “Por esta mesma causa eu também sofro essas coisas, mas não me envergonho. Pois conheço aquele em quem tenho crido e estou confiante em que ele é capaz de guardar o que lhe confiei, até aquele dia.” Paulo havia experimentado várias vezes a veracidade de Deus e de suas promessas (2 Cor 4:7; Fil. 4:12, 13; 2 Tim 4:16-19).
Salmo 139 nos surpreende com o conhecimento de Deus, causando um impacto em Davi. Podemos dividir em 4 partes: dos versos 1-6 relata a Onisciência de Deus, versos 7-12 fala de Deus como Onipresente e nos versos 13 a 18 fala de Deus como Criador. No verso 1 Davi expressa o quanto sabe, conhece e tem experiências do quanto o Senhor sabe todas as coisas, do quanto sabe a nossa história. Ele o sonda, perscruta, vai lá no fundo, por isso é Onisciente. É algo muito pessoal, intimo. O Senhor conhece a vida ativa de Davi e também a vida passiva, ele parece brincar entre o verso 2 e 3 Tu sabes o meu assentar e o meu levantare depois muda a posição no verso 3: “Esquadrinha o meu andar, e o meu deitar. Ainda no verso 2 fala de “de longe, penetras o meu pensamento”, falando também do Senhor o conhecer exteriormente e interiormente.
Embora o Senhor habite no mais sublime Trono também tem interesse em habitar nele, pois Ele é Onisciente. O Senhor sonda corações conforme o verso 4, nem precisa ouvir falarmos: “Não havendo ainda palavra alguma na minha língua, eis que logo, ó Senhor, tudo conheces”.
Davi percebe nos versos 7-9 que pelo fato do Senhor ser Onipresente não tem como fugir: Para onde me irei do teu espírito, ou para onde fugirei da tua face?”.
Foi o que Jó, Jonas, Pedro e tantos outros tentaram fazer até conhecerem plenamente ao Senhor, por isso Paulo diz em Efésios 3:18-19 que o amor do Senhor excede todo o entendimento da compreensão humana.
Mais de 30 vezes Davi faz menção de si mesmo: “Deus não é somente Onisciente, mas ele me conhece, Ele não somente esta presente em todo o lugar, Ele esta presente em minha vida, Ele não somente fez todas as coisas, Ele me fez pessoalmente e me viu desenvolver-me...”, esse conhecimento é pessoal para Davi. Temos a impressão que ele se dobra diante do Senhor e o adora (verso 6 e 14), assim como Paulo fez no final do capítulo 11 em Romanos, porque Deus é encantador e maravilhoso para ele.
Davi termina o Salmo pedindo que o Senhor o sonde, pois não confiava em si mesmo: Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração; prova-me, e conhece os meus pensamentos”, verso 23-24.
O apóstolo Pedro em sua segunda carta, capítulo 3, verso 18 os faz uma advertência: “ANTES crescei na graça e conhecimento de nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo”.
Como um homem medroso como Pedro que negou o Senhor Jesus e em Atos 4 fala que não teme a homens e no capítulo 10 vive sem divisão ou sem a escolha de quem deve ou não ser salvo (verso 9-29)? Somente há uma resposta para isso, o mesmo que aconteceu em 2 Reis 4:38-40, onde colocíntidas foram cozidas junto com um alimento sem conhecimento de serem venenosas e dadas a comer aos discípulos dos profetas - por fora eram como maças, por dentro...venenosas.
Assim como Pedro muitas vezes nos falta o conhecimento da vontade do Senhor. Qual foi a solução? Verso 41 “Então Eliseu pediu um pouco de farinha, colocou no caldeirão e disse: "Sirvam a todos". E já não havia mais perigo no caldeirão”. O Senhor representa o trigo moído, por isso precisamos voltar a Palavra, voltar às escrituras para conhecermos mais da vontade do Senhor. Não pode haver verdadeira adoração de Deus, onde não há conhecimento de Deus, Êxodo 5:2 o faraó respondeu: "Quem é o Senhor, para que eu lhe obedeça e deixe Israel sair? Não conheço o Senhor, e não deixarei Israel sair".
O mesmo ocorre em João 9.35-36 Jesus ouviu que o haviam expulsado, e, ao encontrá-lo, disse: "Você crê no Filho do homem”? “Perguntou o homem: Quem é ele, Senhor, para que eu nele creia?”, uma resposta sábia a pergunta de Jesus, como crer em algo que não conhecemos? Nosso futuro está escrito nas Escrituras: "Pois a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais afiada que qualquer espada de dois gumes; ela penetra ao ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e julga os pensamentos e intenções do coração" (Hebreus 4.12) e o Senhor diz: "assim também ocorre com a palavra que sai da minha boca: Ela não voltará para mim vazia, mas fará o que desejo e atingirá o propósito para o qual a enviei." (Isaías 55.11) e ainda: "A tua palavra é lâmpada que ilumina os meus passos e luz que clareia o meu caminho." (Salmos 119:105). Tanto conhecimento a nossa disposição e perdemos tanto tempo com coisas infrutíferas e até venenosas. Que Deus tenha misericórdia de nós para que possamos ver tamanha riqueza ao alcance de nossas mãos. “Jesus lhe respondeu: Se você conhecesse o dom de Deus e quem lhe está pedindo água, você lhe teria pedido e ele lhe teria dado água viva" (João 4:10).
Finalizo com Jeremias 2:13 “O meu povo cometeu dois crimes: eles me abandonaram, a mim, a fonte de água viva; e cavaram as suas próprias cisternas, cisternas rachadas que não retêm água." Amém

domingo, 8 de outubro de 2017

A Rainha dos Céus



A Rainha dos Céus


Satanás é a Verdadeira Identidade da Rainha dos Céus
E na sua testa estava escrito o nome: Mistério, a grande Babilónia, a mãe das prostituições e abominações da terra. (Apocalipse 17:5).
Histórico
Essa deusa mencionada na Bíblia vem sendo adorada por povos e nações desde os primórdios, e foi muito adorada em Israel nos tempos do profeta Jeremias, provocando a ira de Deus:
Os filhos apanham a lenha, e os pais acendem o fogo, e as mulheres preparam a massa, para fazerem bolos à rainha dos céus, e oferecem libações a outros deuses, para me provocarem à ira. (Jeremias 7:18).
Também era muito cultuada por príncipes e reis que faziam libações para a Rainha dos Céus:
Mas certamente cumpriremos toda a palavra que saiu da nossa boca, queimando incenso à rainha dos céus, e oferecendo-lhe libações, como nós e nossos pais, nossos reis e nossos príncipes, temos feito, nas cidades de Judá, e nas ruas de Jerusalém; e então tínhamos fartura de pão, e andávamos alegres, e não víamos mal algum (Jeremias 44:17).
A Rainha dos Céus muda de nome constantemente. No livro de Atos ela aparece com o nome de Diana e os moradores da cidade de Efésios veneravam uma imagem dessa deusa que apareceu em um rio:
Então o escrivão da cidade, tendo apaziguado a multidão, disse: Homens efésios, qual é o homem que não sabe que a cidade dos efésios é a guardadora do templo da grande deusa Diana, e da imagem que desceu de Júpiter? (Atos 19:35).
Em outros tempos e nações a Rainha dos Céus foi Ísis, Semíramis, Afrodite, Ceres, Vênus, Vitória, Epona… Ela, agora, usurpa as diversas Marias do Catolicismo, Iemanjá da Umbanda, as diversas deusas exibidas nas cédulas de dinheiro, e estátuas das deusas Ísis espalhadas pelo mundo afora. O culto à Rainha dos Céus movimenta a economia de toda a região sob sua jurisdição espiritual, e por esse motivo ela consegue seduzir aos falsos profetas, seja através de suas fantásticas aparições, seja por promessas caridosas intermediadas quase sempre por servos femininos ou infantis.
Identidade
Mas afinal, quem é essa deusa tão poderosa que consegue atravessar milênios afligindo multidões e fazendo o próprio Deus-Pai perder a paciência sem antes dar cabo dela?

A resposta é muito simples:
Ela, a Rainha-dos-Céus, é a mãe do Filho-Unigênito do Deus-Pai. E aqui, não estamos nos referindo à Maria, mãe do Cristo, esposa de José da geração de Davi, mas sim à Lúcifer, Anjo de Luz, Costela do próprio Deus.
Ora, quando na criação do homem, Deus-Pai declara nitidamente que fará o homem conforme a sua própria imagem e conforme a sua própria semelhança. Então, Deus, com o pó da terra, molda o homem, sopra nas narinas e lhe dá fôlego de vida; depois, Deus retira uma das costelas do homem e cria a mulher; depois ordena que ambos cresçam e se multipliquem; natural e logicamente através de relações sexuais.
Entretanto, ao declarar como o homem seria criado, Deus disse: “…Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança…” (Gênesis 1:26).
Observe que a pessoa do verbo “façamos” está no plural, o que indica que Deus não estava só.
Observe também que Deus copiou sua própria estrutura familiar pra criar a família humana, pois Deus diz “a nossa imagem, conforme a nossa semelhança“.
Não existe evidência mais clara de que Deus tinha uma família completa, e nos mesmos moldes que formou a família humana.
Também é evidente que, para que o Filho-Unigênito de Deus fosse também Deus, necessitaria que seus Pais fossem Deuses.
Deus pôs seu Filho-Unigênito (Árvore da Vida) pra ser adorado pelos homens; pois Ele (Filho) estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e, sem ele, nada do que foi feito se fez. A vida estava nele e a vida era a luz dos homens (João 1:2-3-4).
Posteriormente a Rainha-dos-Céus, usando de astúcia, desafiou seu “Esposo” e buscou a adoração dos homens, coisa que Deus havia proibido ao homem fazer (…da árvore do conhecimento do bem e do mal, dela não comerás… (Gênesis 2:17)). Após conseguir seu intento (receber adoração dos homens), a Rainha dos Céus não se resignou e o litígio foi inevitável, e ela se tornou em Satanás.
Segundo as escrituras a Rainha dos Céus será presa num lago que arde em fogo e enxofre, pelos séculos dos séculos (E o diabo, que os enganava, foi lançado no lago de fogo e enxofre… Apocalipse 20:10).
Quanto ao homem, pela Graça de Deus, trazida pelo Messias, Filho-Unigênito-do-Pai, resta uma promessa de salvação: aceitarmos o sacrifício do Cordeiro-Perfeito, que expia os nossos pecados, por termos adorado outros deuses, e não unicamente ao Deus-Pai, através do Deus-Filho (Árvore-da-Vida): Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que crêem no seu nome; (João 1:12).
Origem
A Origem da Rainha dos Céus.
 Como essa deusa passou a existir, se tudo foi criado por Deus?
As Escrituras dizem:
E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança… (Gênesis 1:26).
Ora: Nós, humanos, fomos feitos imagem e semelhança conforme a “família” de Deus; e Deus fez a mulher da costela de Adão. Ou seja: Com isso, Deus nos ensina como Ele fez a mãe do Seu Filho. O Filho de Deus foi gerado, e não criado, e macho não gera filhos; quem gera filhos são as fêmeas, mas precisam do sêmen do macho. Obs.: O Macho tem cromossomos XY, e a Fêmea XX… Y determina o sexo Masculino, e X o Feminino.
•A Rainha dos Céus é a mãe do Filho Unigênito de Deus desde antes do Éden; ela é a Árvore do Conhecimento do Bem e do Mal (figura bíblica), que fora colocada no Jardim, juntamente com seu filho, o Filho Unigênito de Deus, a Árvore da Vida, também figura bíblica (Gênesis 2:9).
•A Rainha dos Céus (mãe do Filho Unigênito de Deus) cobiçou e roubou a adoração (comer o fruto) dos homens (Adão e Eva), coisa que Deus havia proibido ao homem fazer (Gênesis 2:17).
Por isso, Deus amaldiçoou-a a Satanás (Gênesis 3:14), e ela (Satanás, Serpente) passaria a comer o pó da terra (receber adoração dos homens) e rastejar seu ventre (buscar adoração) sobre este pó (o homem foi feito do pó da terra, Gênesis 2:7).
Após amaldiçoá-la, Deus preestabeleceu as regras de convivência entre as partes envolvidas:
E porei inimizade entre ti (Serpente, Satã) e a mulher (Israel/Igreja), e entre a tua semente (semente dela com Deus, Filho Unigênito de Deus) e a sua semente (hostes, demais filhos e anjos caídos)esta (esta tua semente, filho dela com Deus, Filho Unigênito de Deus) te ferirá a cabeça, e tu (Satã) lhe ferirás o calcanhar (Gênesis 3:15).
•Até aquela ocorrência apenas um (1) da família de Deus era conhecedor do bem e do mal, Lúcifer:
Então disse o Senhor Deus: Eis que o homem é como um de nós (apenas-um→Lúcifer), sabendo o bem e o mal; ora, para que não estenda a sua mão, e tome também da árvore da vida, e coma e viva eternamente, O Senhor Deus, pois, o lançou fora do jardim do Éden, para lavrar a terra de que fora tomado (Gênesis 3:22-23).
•Após a vinda do Filho Unigênito de Deus (Cristo, primogênito de Maria, primogênito dos que ressuscitariam dentre os mortos para a vida eterna), Satanás encontrou a “Personagem Ideal” a qual usurparia seu nome e continuaria a receber a adoração que sempre cobiçou; Maria é este nome usurpado por Satã.
•A Palavra de Deus diz que o salário do pecado é a morte (Romanos 6:23), e, portanto, toda a humanidade se tornou condenada a morte eterna através do pecado de Adão e Eva. Também, Deus puniria a si próprio, através do seu Filho, pela falha de um dos componentes (homem) da sua criação. Isto manteria íntegra sua perfeição.
É aí que a Árvore da Vida (Filho Unigênito de Deus, Messias, também filho da Rainha dos Céus) entra em cena como único capaz de devolver a vida eterna aos homens.
•Por que somente Ele (Árvore da Vida) tem tal poder, e por que teria que morrer?
1-Somente quem tudo criou (João 1:3) tem sangue capaz de remir suas criaturas.
2-Sem derramamento de sangue não há salvação (Hebreus 9:22), pois a morte é salário do pecado.
•A Prova de que Deus Pai aceitou o Sacrifício do Filho como pagamento, foi a ressurreição de Cristo (Romanos 4:25). Com isso nossas dívidas para com Deus foram quitadas mediante a fé em Cristo (Efésios 2:8-9).
•Voltar a Invocar a Rainha dos Céus, em qualquer que seja o Personagem que ela agora esteja enrustida, é rejeitar a salvação que o Filho do Deus Vivo (Messias) nos proporcionou, e cair na mesma cilada que Adão e Eva caíram. Em Apocalipse a Palavra de Deus renova o alerta sobre esta deusa envolta em mistérios, que engana a todos desde o Éden e até aos nossos dias: E na sua testa estava escrito o nome: Mistério, a grande Babilónia, a mãe das prostituições e abominações da terra (Apocalipse 17:5). Porque todas as nações beberam do vinho da ira da sua fornicação, e os reis da terra fornicaram com ela; e os mercadores da terra se enriqueceram com a abundância de suas delícias. E ouvi outra voz do céu, que dizia: Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas. Porque já os seus pecados se acumularam até ao céu, e Deus se lembrou das iniqüidades dela (Apocalipse 18:3-5).
No mesmo livro de revelações Deus reafirma a identidade e o destino dessa deusa que, embora feitura de uma costela de luz divina (Lúcifer, Anjo de Luz) para ser adjunto, se pervertera até às trevas: E vi descer do céu um anjo, que tinha a chave do abismo, e uma grande cadeia na sua mão. Ele prendeu o dragão, a antiga serpente, que é o Diabo e Satanás, e amarrou-o por mil anos. E lançou-o no abismo, e ali o encerrou, e pôs selo sobre ele, para que não mais engane as nações, até que os mil anos se acabem. E depois importa que seja solto por um pouco de tempo (Apocalipse 20:1-3). E, acabando-se os mil anos, Satanás será solto da sua prisão, E sairá a enganar as nações que estão sobre os quatro cantos da terra, Gogue e Magogue, cujo número é como a areia do mar, para as ajuntar em batalha. E subiram sobre a largura da terra, e cercaram o arraial dos santos e a cidade amada; e de Deus desceu fogo, do céu, e os devorou. E o diabo, que os enganava, foi lançado no lago de fogo e enxofre, onde estão a besta e o falso profeta; e de dia e de noite serão atormentados para todo o sempre (Apocalipse 20:7-10).
Por: José Alencar
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