domingo, 28 de maio de 2017

Conhecendo Deus por Suas Manifestações

Graça, paz e Misericórdia daquele que vive eternamente.
Gostaria de dividir pequena porção que ganhei na quarta, dia 25.05.2017 na reunião de casa, quando vimos um pequena porção enigmática oculta no livro de Êxodo 33:12-13: E Moisés disse ao Senhor: Eis que tu me dizes: Faze subir a este povo, porém não me fazes saber a quem hás de enviar comigo; e tu disseste: Conheço-te por teu nome, também achaste graça aos meus olhos. Agora, pois, se tenho achado graça aos teus olhos, rogo-te que me faças saber O TEU CAMINHO, e conhecer-te-ei, para que ache graça aos teus olhos; e considera que esta nação é o teu povo”.
Podemos fazer várias perguntas: Moisés não conhecia os caminhos de Deus? O seu próprio nascimento já não era um milagre? O encontro com a sarça ardente não revelava o desejo de Deus? Seu retorno ao Egito, as pragas que presenciou, a saída do povo, a travessia pelo mar vermelho, a coluna de nuvem de dia e de fogo a noite, a água que saiu da rocha, o encontro no Sinai....porque depois de tudo isso Moisés ainda pedia para que Deus lhe mostrasse “O CAMINHO”?
Podemos facilmente ler a bíblia superficialmente em um ano, mas estuda-la precisamos “cavar” mais profundamente para compreender os desígnios de Deus. O que realmente Moisés pedia a Deus?
O CAMINHO, não era para saber como chegar em Canaã, mas era para conhecer o próprio Senhor, o Cristo! Em hebraico “caminho”, chama-se Derech ( ד ר ך ), podemos soletrar “Dérer” que tem como significado: “a maneira pela qual podemos chegar a presença do Criador ou o acesso ao Criador”.
A resposta da pergunta do verso 12 “... fazes saber a quem hás de enviar comigo....” está no verso 14: Disse pois: Irá a minha presença contigo para te fazer descansar”. Em hebraico, “minha presença” significa literalmente FACE. Ficaria assim: “As minhas FACES irão contigo”. Todas as vezes que a presença de Deus é apresentada como algo físico (o dedo de Deus, rosto, braço, lado de Deus, etc), é um fenômeno que chamamos de SHEKINÁ (a manifestação da Glória de Deus), assim conseguimos entender melhor a Deus. É em Cristo que o Deus Invisível se manifesta visivelmente com um corpo e uma forma.
Quando Moises pede para saber quem iria com ele e que desejava conhecer O CAMINHO, logo em seguida esse Deus se manifesta dizendo que as sua FACES, ou as suas MANIFESTAÇÕES iriam com ele, como vemos nos capítulos passados que o Senhor se revelou ao seu povo escolhido de várias formas (como rocha, coluna de fogo, etc).
Em Salmos 101:2 “Atentai-me sabiamente num caminho perfeito; Oh! quando virás ter comigo? Andarei dentro de minha casa com coração perfeito”. Melhor compreensão seria: “Oh! Quando virás ter comigo? Só terei coração no CAMINHO perfeito (Salmos 18:30a) quando vires ter comigo em minha casa”, Davi nos passa a idéia de um convidado e isso nos leva para Apocalipse 3:20 onde diz: “Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo”.
Não tem como tirar textos de seu contexto. Jesus conecta todos os assuntos, Ele é o meio, é o método, é o fim de tudo o que buscamos aprender. Por isso o Messias é revelado a Moises no verso 14: “As minhas faces (a minha manifestação SHEKINÁ) andarão contigo e o Meu Consolo será para ti”.
Paulo relata sobre O CAMINHO em Atos 24:14, aqui novamente a palavra é “Dérech”, também vemos que Paulo servia ao Deus de seus antepassados (Abraão, Isaque e Jacó) e tudo o que ele ensinava estava “de acordo com a lei e os profetas”, isso é coerência no falar, ligando o antigo ao novo testamento.
Em João 14:6-7: “Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida...”. O Senhor se revela como O CAMINHO.
O mundo também tem o seu caminho. Qual o nosso referencial? Será que temos desejo de conhecer mais a Deus assim como Moises?
Só quando estamos na Sua PRESENÇA é que nos tornamos perfeitos (Gên.17:1).
No verso 18, Moisés novamente insiste no seu desejo: “Moisés disse ainda: Rogo-te que me mostres a tua glória”.
Seu pedido é um suicídio, ele quer ver a manifestação plena da Glória do Senhor.
Quando o Senhor fala no verso 14 dizendo que a Sua Presença iria com ele e isso lhe daria descanso continua no verso 19: “Eu farei passar toda a minha bondade diante de ti, e te proclamarei o meu nome Jeová”. O significado da palavra “passar” não é simplesmente passar por cima, porém significa “tocar”, o Senhor iria tocar em Moisés.
O “CAMINHO” continua falando a Moisés: “Disse o SENHOR a Moisés:...Não me poderá ver a face, porquanto homem nenhum verá a minha face e viverá....tu me verás pelas costas; mas a minha face não se verá” (Êxodo 33:17, 20, 23). A Bíblia não pode se contradiz conforme vemos no verso 11: E falava o Senhor a Moisés face a face, como qualquer fala com o seu amigo...”. A expressão "face a face" não é aqui utilizado para se referir a sua posição física em relação ao outro, mas a natureza íntima do discurso do Senhor com Moisés, contemplando uma figura de linguagem que indica que eles tiveram comunhão bem próxima. Deus e Moisés estavam falando um com o outro em uma conversa íntima.
Vamos considerar outras questões:
João afirmou: Ninguém jamais viu a Deus; o Deus unigênito, que está no seio do Pai, é quem o revelou” (João 1:18). Jesus disse: “Não que alguém tenha visto o Pai, salvo aquele que vem de Deus; este o tem visto” (João 6:46 e 5:37). Essas expressões destacam a santidade de Deus (1 Timóteo 6:16). 
Algumas vezes nas Escrituras encontramos aparições do Pai, mas nunca incluem nenhuma descrição das feições do seu rosto. Ezequiel fala de uma figura resplandecente e diz: “Esta era a aparência da glória do SENHOR” (Ezequiel 1:28). Daniel viu o “Ancião de Dias” no seu trono. Ele fala sobre o trono, a veste branca e até dos cabelos, mas não comenta nada sobre o rosto (Daniel 7:9).
Em Êxodo 24:10, está escrito: “E chegaram a ver o Deus de Israel. E sob os pés dele havia o que se parecia a um trabalho de lajes de safira e aos próprios céus quanto à pureza.” O versículo 11 explica, pois diz: “Ele não estendeu sua mão contra os homens distintos dos filhos de Israel, mas tiveram uma visão do verdadeiro Deus, e comeram e beberam.” Assim, a aparência de Deus que Moisés e os outros viram foi por meio de uma visão. Também podemos entender o que Jó disse: “Eu te conhecia só de ouvir, mas agora os meus olhos te vêem” (Jó 42:5). Alguns séculos depois, Deus disse de Moisés: “Boca a boca falo com ele, claramente e não por enigmas; pois ele vê a forma do SENHOR” (Números 12:8), e “Nunca mais se levantou em Israel profeta algum como Moisés, com quem o SENHOR houvesse tratado face a face” (Deuteronômio 34:10).
Ambos viram a “forma” do Senhor, a manifestação do Senhor, pois a nossa comunhão com Deus é por intermédio do Filho. Quando Filipe pediu: “Senhor, mostra-nos o Pai”, Jesus disse: “Quem me vê a mim vê o Pai” e continuou falando sobre a importância da obediência para manter comunhão com Deus (João 14:8-9). Jesus “é a imagem do Deus invisível” e nele reside toda a plenitude de Deus (Colossenses 1:15,19 e 1 João 4:12).  
Atos 7:35, explica o que Moisés viu na sarça: A este Moisés, ao qual haviam negado, dizendo: Quem te constituiu príncipe e juiz? a este enviou Deus como príncipe e libertador, pela mão do anjo que lhe aparecera na sarça”. Ele viu um anjo que estava representando Deus. Anjo significa mensageiro, logo o anjo estava representando Deus, assim como um oficial de justiça representa o juíz, não pela face, mas pela autoridade!

Paulo também tinha o entendimento que não era o próprio Deus quem falou com Moisés no monte Sinai, já que Deus nunca foi visto por alguém” (Jo.1:18).
Este é o que esteve entre a congregação no deserto, com o anjo que lhe falava no monte Sinai, e com nossos pais, o qual recebeu as palavras de vida para no-las dar”. Atos 7:38
No antigo testamento, diversas vezes Deus enviava um “representante”, muitas vezes chamado de “o anjo do Senhor”; podia ser o próprio Senhor ou sua Teofania, um principio usado no antigo testamento.
A teofania é uma manifestação visível de Deus. Era quando Deus se manifestava através de algo a alguém. Quando alguém via uma teofania normalmente via algo grandioso, fora dos padrões normais. Porém, essa manifestação não era a própria imagem de Deus como se Ele estivesse sendo visto face a face. Como já mencionado, existem várias teofanias (manifestações visíveis de Deus) no antigo testamento:
1- Deus se manifestando através de uma nuvem, relâmpagos e trovões, barulho de trombeta, trazendo uma mensagem direta ao povo (Êx 19.9-25);
2- Deus manifestando-se em sonhos (Gn 28.12-17);
3- Deus manifestando-se em uma visão (Is 6.1-13);
4- Deus manifestando-se por um anjo (Êx 3.2-4.17). Etc.
Muito comum eles acharem que tinham visto Deus devido a grandeza das manifestações. Quando Moisés e o povo viram as manifestações nos relâmpagos e trovões, achavam que era o próprio Deus: "Face a face falou o SENHOR conosco, no monte, do meio do fogo." (Deuteronômio 5.4). O que eles viram foi uma manifestação de Deus no meio do fogo, mas disseram que Deus lhes falou face a face. Não se trata de um engano ou de um erro. O próprio Deus realmente estava ali naquelas manifestações, porém, não a sua "imagem", que, segundo os textos bíblicos, não pode ser vista.
Este anjo é chamado de “o anjo do Senhor”, e “o anjo da presença (ou face) de Javé” (Gn 16:7, Gn 18 - Abraão intercede com o anjo por Sodoma; Gn 22:11 - o anjo interpõe-se para impedir o sacrifício de Isaac; Gn 24:7, Gn 24:40 - Abraão manda Eliezer e promete proteção do anjo; Gn 31:11 - o anjo que aparece a Jacó diz: “Eu sou o Deus de Betel”; Gênesis 32:24, 30, Jacó viu a Deus aparecendo como um anjo - Ele não viu a Deus realmente, mas disse: “Eu vi Deus face a face”, Gn 48:15 - Jacó fala de Deus e do anjo como idênticos; Ex. 3 (Compare Atos 7:30) - o anjo aparece a Moisés na sarça ardente; Ex.13:21; 14:19 (compare Num 20:16) – Deus, ou o anjo, leva a Israel do Egito; Ex.23:20 - as pessoas são ordenados a obedecer ao anjo; Ex.32:34 com 33:17 (compare Is.63:9) - Moisés implora a presença de Deus com o Seu povo; Josué 5:13 até 6:2 - o anjo aparece a Josué; Juizes 2:1-5, o anjo fala para o povo; Jz 6:11 - o anjo aparece a Gideão. Os pais de Sansão ficaram atemorizados quando perceberam que tinham visto a Deus (Juízes 13:22), mas na verdade O tinham visto apenas como um anjo, somente Jesus era Deus em carne (João 1:1,14).
Em Ex.23:20 Deus promete enviar um anjo diante de Seu povo para levá-los à terra prometida, e eles são ordenados a obedecer-lhe e não provocá-lo “pois ele não irá perdoar sua transgressão, pois o meu nome está nele.” Assim o anjo pode perdoar pecados, o que só Deus pode fazer, porque o nome de Deus, isto é, seu caráter, e, portanto, sua autoridade, estão no anjo. Além disso, na passagem de Ex 32:34 até 33:17, Moisés intercede pelo povo após a sua primeira violação do pacto, onde Deus responde: “Eis o meu anjo que irá adiante de ti”, e imediatamente depois Deus diz: “Eu não vou subir no meio de ti”. Em resposta a mais uma súplica, Deus diz: “Minha presença irá contigo, e eu te darei descanso.” Aqui está uma distinção clara entre um anjo comum e o anjo que carrega consigo a presença de Deus. Este anjo é simplesmente um anjo com uma comissão especial ou algumas vezes é uma descida momentânea de Deus em visibilidade.
Os vencedores terão o privilégio diante do trono de Deus e do Cordeiro de contemplar a face de Deus (Salmos 11:7; 17:15). “Os seus servos o servirão, contemplarão a sua face” (Apocalipse 22:3-4).  João menciona em sua visão a Majestade, Formosura do Senhor e até mesmos os olhos e a boca, mas não a face. (Apocalipse 1:14-16; 4:2-3; 5:6), porém em Mateus 17:1-2, é presentado a Moisés O CAMINHO, aquele a quem sempre desejava conhecer – Cristo Jesus!

Bibliografia


sexta-feira, 5 de maio de 2017

Livrando-se da Genética Negativa

A última reunião de casa que foi realizada com alguns irmãos iniciamos com o livro de Juízes 6:11-15 e vimos na história de Gideão que o medo abre a porta para o espírito de covardia e complexo de inferioridade. Como apoio lemos também I Reis 19:1-4 onde relata a história de Elias que por causa de uma ameaça, de uma situação negativa, ficou com medo, fugiu e pediu para morrer.
Aprendemos que herdamos uma natureza de inferioridade após a queda de Adão, embora em Efésios 6:10-13 temos uma proteção completa.
Romanos 12:2 nos desafia a mudar a forma de pensarmos para entendermos quem somos em Cristo (Col.1:26-27 e Gál.2:20).
Aprendemos que precisamos depender do Senhor e confiar (II Cor.3:4-5 e 9:8), estar convictos que em Cristo temos segurança (Fp.1:6). Embora sintamo-nos algumas vezes fracos a ordem de Joel 3, verso 10 é: “Diga o fraco: EU SOU FORTE”.
Provérbios 15:13 e 15 fala que uma vida emocional estável e equilibrada contribui para uma vida espiritual.
O apóstolo Paulo em Gal.5:7-10 pergunta aos gálatas quem os impedia de prosseguir na verdade, algo estava provocando um retardo espiritual na vida deles.
O Senhor quando fez Adão lhe deu autoridade, poder e força (Gn.1:27-28), porém ele pecou e o pecado original passou a toda a humanidade, todos passaram a se sentir pequenos, carentes e inferiores(Rm.3:23). Quando pecou, teve medo, se escondeu e depois se justificou dizendo não ser sua a culpa (Gn.3:6-10).
O pecado trouxe a inferioridade. Há possibilidade de a pessoa ser salva e alimentar uma vida de complexo de inferioridade.
Quando temos comunhão com o Senhor e em Sua Palavra entendemos as armadilhas e estratégias do inimigo (II Cor.2:11).
O pecado é a fonte de todas as fraquezas e problemas de sentimentos negativos. É a fonte de todas as inferioridades, todavia o  nosso Senhor veio resolver a situação do pecado – João 1:29.
Em II Tim.1:7 é nos dito que não temos espírito de covardia como Adão apresentou, Gideão ou Elias, nem de escravidão (Rm.8:15).
EM CRISTO temos espírito vivificado – I Cor.15:21-22;
A vitória vem somente se estivermos EM CRISTO – I Cor.15:56 e II Cor.5:17;
Fomos livres da lei - Gál.3:13;
Precisamos declarar como Paulo: “Sou o que sou, pela Graça de Deus” – I Cor.15:10a
Nenhuma condenação mais há para nós, “se” tão somente estivermos EM CRISTO – Rm.8:1-2
Precisamos de equilíbrio, e a Palavra nos dá isso para sermos justificados por fé e apresentarmos paz, firmeza e esperança – Rm.5:1-2
EM CRISTO fomos revestidos no batismo – Gál.3:27
Tudo podemos – Fp.4:13
Somos co-participantes – II Pe.1:4
Temos poder sobre os pensamentos – II Cor.10:5
Precisamos ANDAR no Espírito – Gál.5:16
EM CRISTO que é amor, não existe o medo – I João 4:18
Finalizamos com Lucas 10 verso 19 Eis que vos dou poder para pisar serpentes e escorpiões, e toda a força do inimigo, e nada vos fará dano algum”. O Senhor nos deu PODER EM CRISTO para PISARMOS! Os “escorpiões e serpentes” podem ser as circunstâncias, os medos, as doenças, a ansiedade, o desanimo, a opressão, etc. Quando não estamos EM CRISTO, andando na VERDADE e na LUZ, facilmente nos deixamos ser envenenados e precisamos nos desintoxicar somente assim nossa casa estará segura na ROCHA – Mat.7:24-25.

“Senhor, cremos em Tua segurança, cremos na Tua Palavra, no Teu poder, que Tú és fiel na nossa vida para terminar o que começou, por isso nos achegamos diante do Trono para declarar nossa rendição e confessarmos as tuas promessas. Em Cristo, amém”!

sábado, 29 de abril de 2017

A Maçonaria à luz do Cristianismo




É impossível a um verdadeiro cristão ser fiel a Cristo e ao mesmo tempo ser membro de uma sociedade secreta dominada por homens e princípios anti-cristãos.
Textos básicos:

“Não vos ponhas em jugo desigual com os incrédulos” – 2Cor. 6,14-17
“Bem-aventurado o homem que não anda no conselho dos ímpios” – Sal. 1,1
“…vos aparteis de todo irmão que anda desordenadamente…” – 2Tes. 3,6
“…retirai-vos dela povo meu, para não serdes cúmplices dos seus pecados e para não participardes dos seus flagelos” – Apoc. 18,4

Introdução:
Usaremos em grande medida o método do Dr. Alva J. Mclain: Deixar a Maçonaria falar e depois mostrar como a Bíblia a contraria, não deixando para o autêntico cristão outra alternativa a não ser não ter nada com ela e ainda denunciar os seus erros.

I. A Maçonaria afirma ser uma instituição religiosa
Citando a Enciclopédia Maçônica: “Afirmo sem nenhuma hesitação que a Maçonaria é, em todo o sentido da palavra, exceto em uma pelo menos filosófica, eminentemente uma instituição religiosa… Olhe os pontos de referência antigos – cerimônias sublimes, símbolos profundos e alegorias – todos apontando doutrina religiosa, ordenando observância religiosa e ensinando verdades religiosas. E quem pode negar que seja eminentemente religiosa?”
- A maçonaria é uma religião, e é impossível negar isto. O Cristianismo é a única religião verdadeira, e se provarmos que ela não está de acordo com o Cristianismo teremos provado que ela é uma religião falsa e diabólica. A Enciclopédia Maçônica na página 619 diz: “a religião da maçonaria não é o Cristianismo”, texto que mostra o Cristianismo como a única religião verdadeira, e que todos os outros fundadores de religiões são “ladrões e salteadores” (João 10,7-10).

II. A Maçonaria classifica o cristianismo como religião fanática
A maçonaria classifica o cristianismo como religião fanática, enquanto gaba-se de sua própria “Universalidade”.
O Dr. Alva McLain faz a pertinente pergunta: “Pode um cristão pertencer ou sustentar uma religião que não seja o Cristianismo?”
Ele responde citando Gal. 1,8-9, dizendo que a maldição de Deus é contra qualquer religião que não seja o cristianismo.
“A religião da Maçonaria não é fanática. Ela admite homens de todas as crenças no seu meio hospitaleiro, não rejeitando nem aprovando nenhum por sua fé peculiar. Não é judaísmo, nem cristianismo…” (p. 619).
“Não se mete com crenças fanáticas ou doutrinas, mas ensina a verdade da religião fundamental” (p. 618).
“Se a maçonaria fosse simplesmente uma instituição religiosa, o judeu e o muçulmano, o brâmane e o budista não poderiam conscienciosamente participar de sua iluminação, mas a universalidade é a sua exaltação. Em seu altar homens de todas as religiões podem ajoelhar-se. Na sua crença, discípulos de qualquer fé podem alistar-se” (p.439).
- Nesta citações a Maçonaria coloca-se acima do Cristianismo e de todas a religiões, como a única que tem a verdade universal, além disso coloca o Cristianismo lado a lado com as outras religiões e Cristo lado a lado com o falsos profetas que as fundaram. Isto é uma blasfêmia. Cristo é o Salvador, o Salvador Universal, e o Cristianismo é a verdade fundamental e eterna. (v.: Dn. 7,13-14; Jo. 1,29; 12,32; IJo. 2,2; Fp. 2,9-11).

III. A Maçonaria não confessa a Jesus Cristo como Salvador e Deus
Portanto o deus da Maçonaria não é o Deus Verdadeiro!
O dr. Alva McLain afirma: “A Maçonaria tem um Deus – você não pode ter uma religião sem um deus – e este deus tem um nome. Repetidas vezes na Enciclopédia Maçônica encontram-se as iniciais ‘G.A.D.U.’; este é o deus que os maçons adoram no altar deles. Algumas vezes outros nomes são aplicados a ele, mas de acordo com Mackey, ‘G.A.D.U.’ é o nome técnico maçônico” (p. 310 da Enciclopédia Maçônica).
- Três declarações sobre o Deus Verdadeiro e Seu Cristo:
Há somente um Deus Verdadeiro. Este Único Deus Verdadeiro existe em três pessoas: Pai, Filho e Espírito Santo. Porém, não há três deuses. Há somente um Deus.
Este Único Deus Verdadeiro veio ao mundo em carne e não há outro Salvador além de Jesus Cristo (Jo. 1,1.14; IJo. 5,20; At. 4,12).
O Único Deus não pode ser confessado, honrado, conhecido e adorado sem que isto seja por intermédio de Jesus Cristo (IJo. 2,23; Jo. 5,23).
- Se um homem recusa a confessar e a adorar a Jesus Cristo como Deus, ele está negando ao Deus verdadeiro, é um anticristo (IJo. 4,3).
A Enciclopédia Maçônica diz: “Não há nada nela (Maçonaria) para ofender um judeu” (p. 619).
- O que ofende aos judeus, que por isto tem o cristianismo como blasfemo, é a declaração deste Cristianismo de que Jesus Cristo é o seu Salvador e Deus (Jo. 10,30-33).
- Portanto, a Maçonaria não confessa o Deus verdadeiro nem o seu Divino Cristo, por isto, podemos declarar à luz da Bíblia que ela nada mais é do que uma Religião Pagã e idólatra. Não há lugar nela para um verdadeiro cristão.

IV. A Maçonaria é uma religião idolátrica, sincretista e pagã
[...]
- Princípio Bíblico: toda adoração e confissão a qualquer deus além do Deus triúno é idolatria (IJo. 5,20-21; ICor. 6,9-10).
A Enciclopédia Maçônica diz: “O germe e núcleo de toda a maçonaria está em ser fundar nos três graus primitivos” (p. 753).
- Aqui cito o livro: “O Que É A Maçonaria” de Curtis Masil. É um livro que tenho em minha biblioteca pessoal, cujas citações são diretamente dele:
“Os 33 graus da maçonaria (segundo o Rito Escocês, o mesmo que domina a maçonaria inglesa, francesa e latino-americana, aonde está incluída a brasileira) são:

Aprendiz
Companheiro
Mestre
Mestre Secreto
Mestre Perfeito
Secretário Íntimo
Intendente Dos Edifícios
Mestre Em Israel
Eleito Dos Nove
Ilustre Eleito Dos Quinze
Sublime Cavalheiro Eleito
Grão Mestre Arquiteto
Real Arco
Grande Eleito
Cavaleiro Do Oriente
Grande Conselheiro (Príncipe De Jerusalém)
Cavalheiro Do Oriente e Do Ocidente
Soberano Príncipe Rosa-Cruz
Grande Pontífice
Venerável Grão Mestre
Cavaleiro Prussiano ou Noaquita
Cavaleiro Real Machado ou Príncipe Do Líbano
Chefe Do Tabernáculo
Príncipe Do Tabernáculo
Cavaleiro Da Serpente De Bronze
Escocês Trinitário ou Príncipe De Mercy
Grande Comendador Do Templo
Cavaleiro Do Sol ou Sublime Eleito Da Verdade
Grande Escocês De Santo André Da Escócia, ou Grão Mestre Da Luz
Grande Inquisitor, Cavaleiro Kadosh ou Cavaleiro Da Águia Branca E Negra
Grande Juiz Comendador ou Inspetor Comendador
Sublime Príncipe Do Real Segredo
Soberano Grande Inspetor-Geral”
- Nos três primeiros graus, nos quais a Enciclopédia Maçônica está fundada, a própria Maçonaria, tendo neles o seu germe e núcleo, exclui totalmente a pessoa de Cristo.
O Ritual de iniciação na Maçonaria: ” Entra-se para uma dessas lojas mediante um rito de iniciação, loja essa que possui, no mínimo, sete membros: o venerável mestre, dois vigilantes, o orador, o secretário, o companheiro e o aprendiz.
O noviço, para torna-se aprendiz, tem de submeter-se a certas provas e meditações, além de responder a certas perguntas e redigir um testamento. Depois, de olhos vendados, é admitido no templo; presta juramento, recebe o avental e um par de luvas.
Um ano depois, pode aspirar a ser eleito companheiro, depois o de mestre, assim em diante.” (livro: “O Que é a Maçonaria” – p. 21).
- Toda reunião da Maçonaria começa e termina com oração, só que nenhuma oração pode ser feita em nome de Jesus Cristo, e até as leituras bíblicas são feitas sem mencionar o nome de Cristo, para não melindrar membros de outras religiões não cristãs.
- O nome de Cristo é tirado não só dos três primeiros degraus, como só é permitido a Cristãos se reunirem para falar de Cristo em lugar reservado, no mesmo pé de igualdade com os budistas, maometanos, espíritas, e isto após ter passado pelos 3 primeiros degraus. Isto vai contra a preeminência devida só a Cristo (Col. 1,18).

V. A Maçonaria mutila a Bíblia quando faz citação da mesma
A Enciclopédia Maçônica na p. 271, faz citação de IPed. 2,5: “As passagens da Escritura aqui selecionadas são particularmente apropriadas para esses graus… as passagens feitas com indiferença, mas modificações necessárias do segundo capítulo da primeira epístola de Pedro…”
- Além de dizer que as passagens são citadas com indiferença, ainda fala claramente que foram feitas modificações necessárias. Que modificações foram feitas? Quando a citação é feita por eles, percebemos claramente a ausência do nome de Jesus Cristo, que está naquela passagem, mas que eles apagaram ou não colocaram. Acham que podem ir ao Grande Arquiteto Do Universo sem Cristo (Jo. 14,6).

VI. Para se tornar membro da Maçonaria o fiel tem que desobedecer a Cristo
O juramento exigido pela Maçonaria de ocultar e nunca revelar os segredos da Maçonaria é condenado na Bíblia (Mat. 5,34,35; Tg. 5,12). Os três ritos abaixo estão no livro: “Seitas e Heresias…”, de Rdo. F. de Oliv:
O Juramento Do Rito Escocês: “Eu, Fulano de Tal, juro e prometo, de minha livre e espontânea vontade, sem constrangimento ou coação, sob minha honra e segundo os preceitos de minha religião, em presença do Supremo Arquiteto do Universo, que é Deus, e perante esta assembléia de maçons… solene e sinceramente jamais revelar os mistérios, símbolos ou alegorias que me forem explicados e que forem confiados, senão a um maçom regular… se eu faltar a este juramento, ainda mesmo com medo da morte, desde o momento em que cometa tal crime, seja declarado infame sacrílego para com Deus e desonrado para com os homens. Amém – Amém.”
O Juramento Do Rito Adoniramita: “Neste rito, no momento em que o profano vai prestar o juramento, bebe o gole da taça sagrada: ‘Juro guardar o silêncio mais profundo sobre todas a provas a que for exposta minha coragem. Se eu for perjuro e trair meus deveres, consinto que a doçura desta bebida se converta em amargor e o seu efeito salutar em mortal veneno.”
O Juramento Rito Francês: “Juro e prometo sobre os estatutos gerais da ordem e sobre esta espada, símbolo de honra, etc. Consinto, se eu vier a perjurar, que o pescoço me seja cortado, o coração e as entranhas arrancadas, o meu corpo queimado, reduzido a cinzas, e minhas cinzas lançadas ao vento, e que minha memória fique em execração entre todos os maçons. O Grande Arquiteto do Universo me ajude!”
A Enciclopédia Maçônica diz: “A obrigação de todo maçom é obedecer ao mandato do mestre” (Obs.: não Cristo e sim, o mestre da loja maçônica).
Deus exige obediência irrestrita e exclusiva a Cristo (Jo. 14,15; IJo. 2,3; At. 5,29).
O rito de iniciação exige indiretamente que o crente renegue a sua fé. Senão vejamos, esta citação do Jornal “O Batista Regular”: “Iniciação do Aprendiz:
- (Após umas batidas regulares na porta do templo, diz o guarda do templo ao venerável mestre): ‘profanamente batem à porta do templo, Venerável Mestre’.
- (Diz o Venerável): ‘Verificai quem é o temerário que ousa interromper nossas meditações…’.
- (Então o maçom que o acompanha, o Experto, responde): ‘Suspendei vossa espada, irmão Guarda do Templo, pois ninguém ousaria entrar neste recinto sem vossa permissão’.
- ‘Desejoso de ver a luz, este profano vem humildemente buscá-la’”.
- Como poderia um crente se chamar a si mesmo de profano e sem luz depois de ter encontrada a Luz de Cristo. Isto implica numa apostasia e negação da fé.

VII. O Caminho de Salvação ensinado pela Maçonaria não é Jesus Cristo
O caminho de Salvação por obras ensinado pela Maçonaria é representado pela escada. Assim diz a Enciclopédia Maçônica: “Esta escada é um símbolo de progresso… Seus três primeiros degraus – a fé, a esperança e a caridade – mostram-nos os meios como avançamos da terra para o céu, da morte para a vida, do mortal para o imortal. Portanto, seu pé é colocado no andar térreo da loja maçônica, a qual é o tipo do mundo e seu cume a loja, a qual é símbolo do céu” (p. 361).
- A fé, a esperança e a caridade da maçonaria não estão baseadas em Cristo e sim em obras humanas, que jamais poderiam purificar-nos (Ef. 2,8,9; Ap. 1,5,6).

VIII. A Maçonaria é uma grande força ecumênica e ecumenizante
Citação de um trabalho feito pelo Pr. Manoel Moraes e apresentando da AIBREB: “O desenho do templo e das lojas são para representarem o Templo de Salomão. Segundo eles, foi o unificador de todas as religiões… Nas lojas maçônicas cristãs haverá a Bíblia; nas judaicas, haverá o Velho Testamento; nas maometanas, haverá o Alcorão; nas budistas, o Tripitaca etc.”
- O “Grande Arquiteto do Universo” é a expressão mais ecumênica que pode existir. afirmam que todas as religiões têm pontos em comum… tanto Hermes, Zarathustra, Orfeu, Krisna, Moisés, Pitágoras, Platão, Cristo e Maomé; todos foram mensageiros da verdade única, e através de suas mensagens puderam dar um evangelho de união, de fraternidade para que amando o próximo a alma se religue entre si e o o Supremo.
- Este ecumenismo da maçonaria é semelhante ao que dará origem a Grande Igreja Apóstata do Fim dos Tempos, chamada de a Grande Meretriz (Apoc. 17,18)[sic!]. A ordem para maçons que se convertem é está: “…retirais-vos dela, povo meu, para não serdes cúmplices dos seus pecados, e para não participardes dos seus flagelos” (Apoc. 18,4).

Conclusão

Não tratamos de todos os assuntos acerca da Maçonaria, pois alguns julgamos de menor magnitude, tais como: o seu aspecto histórico, muito cercado de lendas e folclore; o seu aspecto filantrópico, que beneficia quase que exclusivamente os seus próprios membros; a sua norma de não permitir a entrada de mulheres, se bem que já existe maçonaria só para mulheres; a descrição e explicações de todos os seus símbolos e sinais herdados do paganismo Egípcio e Babilônico; a sua predição pelo esoterismo e coisas do oriente.
No Entanto o que aqui ficou registrado é suficiente para nos deixar indesculpáveis:
É nosso dever estar preparados a responder com mansidão a razão da nossa fé, especialmente aqueles que a contradizem (IPed. 3,15).
Muitos se deixarão enganar pelo brilho reluzente do falso anjo de luz, comandante dos falsos ministros de justiça, fundadores e seguidores de falsas religiões (IICor. 11,13-14).
Muitos estão na dúvida se a maçonaria é ou não um lugar para cristãos. Acredito que este estudo ajudá-los-á a sair da dúvida. É o nosso desejo e oração (Jud. 22,23).
Depois do exposto temos certeza que ficamos livres do sangue de toda aquele que se tornar cúmplice dos pecados da maçonaria e participante dos seus flagelos (Esd. 3,19-21).

Fontes de pesquisas usadas neste estudo:

- A Bíblia Sagrada;
- Resumos, análises e aplicações do estudo: “A Maçonaria Livre e a Cristandade”, do dr. Alva J. Mclain. O dr. Alva Maclain deixa que a Maçonaria seja justificada ou condenada por suas próprias palavras conforme Mat. 12,37. Cita trechos da Enciclopédia Maçônica por Albert G. Mackey (tido como a maior e mais conceituada autoridade sobre Maçonaria, sendo inclusive maçom no 32º grau, escritor de muitos livros sobre a maçonaria, sendo a enciclopédia de mil páginas a sua obra prima, a qual dedicou 30 anos de sua vida).
- O livro: “Haja Luz” – tradução de Mário Amaral Novais. Com vários testemunhos de importantes homens de Deus sobre a Maçonaria.
- O livro: “O Que É A Maçonaria” – autor: Curtis Masil (Adepto da maçonaria).
- O livro: “Seitas E Heresias, Um Sinal Dos Tempos” – autor: Raimundo F. de Oliveira.
- O livro: “Religiões, Seitas E Heresias” – autor: J. Cabral.



Maçonaria e o seu deus genérico


BÍBLIA x PIKE – CRISTIANISMO x MAÇONARIA – OVELHAS x BODES – CRISTO x LÚCIFER

De que lado você está? De que lado está o seu pastor? De que lado está a sua religião?
Está escrito: Mateus 25: 32
E todas as nações serão reunidas diante dele, e apartará uns dos outros, como o pastor aparta dos BODES das OVELHAS
Este é mais um trabalho inédito de Dr José Renato Pedroza – SIMCEROS – 2004
www.simceros.org www.simceros.ning.com
BÍBLIA (Palavra de Deus) x PIKE (Palavra do maior maçom de todos os tempos Albert Pike)
Informações Bibliográficas: “Morals and Dogma of the Ancient and Accepted Scottish Rite of Freemasonry”, de Albert Pike, publicado Kessinger Publishing Co., 1992, ISBN 1564592758.
Propósito Declarado do Autor de Moral`s and Dogma: Pike propõe-se a registrar fielmente as crenças antigas [arcanas] dos Mistérios, sobre os quais a Maçonaria foi fundada. Ele registra os ensinos dos Primeiro Grau até o Trinta e Dois. Este livro é considerado a obra clássica da Maçonaria moderna de todos os tempos.
Pontos Fundamentais
1) Pike ensina que a Maçonaria é uma religião [pg 213, Décimo Terceiro Grau];
2) Confirma que a Maçonaria é a religião de um mundo unificado, que abraça todas as religiões dos mistérios antigos [pg 524 e 541, Vigésimo Sexto Grau; pg 624, Vigésimo Oitavo Grau];
A Religião Mundial Já Está Quase Formada — A Organização da Maçonaria Está Preparando o Caminho! http://www.espada.eti.br/n1243.asp
3) A Maçonaria mente para seus membros até que estejam prontos para “aceitar a verdade” [pg 224, Décimo Quarto Grau; pg 840, Trigésimo Segundo Grau; pg 103-5, Terceiro Grau; pg 329, Vigésimo Grau; pg 817, Trigésimo Grau];
Está escrito – João 8: 44: Vós tendes por pai ao DIABO e quereis satisfazer os desejos de vosso pai; ele foi homicida desde o princípio e NÃO SE FIRMOU NA VERDADE, PORQUE NÃO HÁ VERDADE NELE; QUANDO ELE PROFERE MENTIRA, FALA DO QUE LHE É PRÓPRIO, PORQUE É MENTIROSO E PAI DA MENTIRA
4) A Maçonaria adora a natureza, especialmente o sol [pg 718, Vigésimo Oitavo Grau; pg 718 e 776, Vigésimo Oitavo Grau; pg 643-4, 672];
Está escrito – Mateus 24: 29: E, logo depois da aflição daqueles dias, o SOL escurecerá, e a LUA não dará a sua luz, e as estrelas cairão do céu, e as potências dos céus serão abaladas.
Está escrito – Apocalipse 21: 23: E a cidade não necessita de SOL nem de LUA, para que nela resplandeçam, porque a glória de Deus a tem alumiado, e o Cordeiro é a sua lâmpada.
5) O ensino da Maçonaria sobre Jesus Cristo cumpre a definição bíblica do Anticristo em 1 João 4:1-2, na página 563, 567, Vigésimo Sexto Grau; ensina que Jesus Cristo não é único, pg 539, 576, Vigésimo Sexto Grau];
Está escrito – I João 4: 1-2: Amados, não deis crédito a qualquer espírito; antes, provai os espíritos se procedem de Deus, porque muitos falsos profetas têm saído pelo mundo fora. Nisto reconheceis o Espírito de Deus: todo espírito que confessa que Jesus Cristo veio em carne é de Deus; e todo espírito que não confessa a Jesus não procede de Deus; pelo contrário, este é o espírito do anticristo, a respeito do qual tendes ouvido que vem e, presentemente, já está no mundo.
Está escrito João 14: 6: Respondeu-lhe Jesus: Eu sou O caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim.
6) Deus é deus das forças [pg 102, Terceiro Grau],cumprindo assim a profecia em Daniel 11:38]; Deus não é um ser absoluto, pg 223, Décimo Quarto Grau; Deus habita em toda a matéria, como ensina o hinduísmo, pg 710, Vigésimo Oitavo Grau];
Está escrito – Daniel 11: 38: Mas, em lugar dos deuses, honrará o deus das fortalezas; a um deus que seus pais não conheceram, honrará com ouro, com prata, com pedras preciosas e coisas agradáveis.
7) A vida eterna é obtida pelas obras, pg 219, Décimo Quarto Grau, pg 399, Vigésimo Quarto Grau; pg 538, Vigésimo Sexto Grau];
Está escrito – Efésios 2: 4,5,6: Mas Deus, sendo rico em misericórdia, por causa do grande amor com que nos amou, e estando nós mortos em nossos delitos, nos deu vida juntamente com Cristo, —pela graça sois salvos, e, juntamente com ele, nos ressuscitou, e nos fez assentar nos lugares celestiais em Cristo Jesus;
8) A deusa Ísis outorga “novo nascimento” às pessoas a quem os segredos de sua religião podem ser confiados, pg 338, Vigésimo Quarto Grau].
9) No 14 grau, na página 226 lemos: A maçonaria, em volta de cujos altares o cristão, o judeu, o Mulçumano, o Hindu e os seguidores de Confúcio e Zoroastro PODEM REUNIR-SE COMO IRMÃOS e UNIR-SE EM ORAÇÃO (adorar outros deuses) àquele deus que está acima dos baalins, precisa deixar ao encargo de cada um dos iniciados a busca do fundamento da fé e esperança nos registros das escrituras de sua própria religião.
Está escrito – João 1: 9 a 12: Ali estava a LUZ VERDADEIRA que alumia a TODO O HOMEM que vem ao mundo. Estava no mundo, e o mundo foi feito por Ele, e o mundo não O conheceu. Veio para o que era seu (Judeus) e os seus não O receberam. Mas, a todos quantos O receberam (Jesus Cristo como Salvador) deu-lhes o poder de SEREM FEITOS FILHOS DE DEUS, aos que crêem no seu nome.
Portanto os meus irmãos, os filhos de Deus, são exclusivamente os que receberam Jesus Cristo como seu Salvador.
10) No grau 26, pág 524 lemos: Para cada maçom há um Deus….
Está escrito – João 14: 6: Disse lhe Jesus: Eu sou O caminho, A verdade e A vida, Ninguém (inclusive o maçom) vem ao Pai se não for por mim.
11) No grau 26, página 524 lemos: Para cada maçom, a alma do homem é imortal.
Está escrito – Ezequiel 18:4: eis que todas as almas são minhas; como a alma do pai, também a alma do filho é minha; A ALMA QUE PECAR, ESSA MORRERÁ.
12) No grau 26, na página 525, a maçonaria reverencia todos os grandes reformadores. Vê em MOISES, o legislador dos judeus, em CONFUCIO e ZOROASTRO, em JESUS DE NAZARÉ e no iconoclasta árabe grandes instrutores de moralidade e reformadores eminentes, ou mais ainda; e permita a cada irmão da ordem ATRIBUIR a CADA UM DELES CARACTERÍSTICAS MAIS ELEVADAS E ATÉ MESMO DIVINAS, CONFORME SEU CREDO E VERDADES DEMANDEM.
Ainda no LIVRO MORAL E DOGMAS, na página 524, ainda lemos: “Não subestimamos a importância de qualquer verdade. Não consideramos qualquer palavra irreverente, por qualquer pessoa ou credo. Ousamos AFIRMAR aos SINCEROS Cristãos que JESUS DE NAZARÉ não foi nada mais que um HOMEM como nós. Sua história é a FALSA personificação de uma lenda.”
Está escrito – João 3: 16: Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu filho unigênito, para que todo o que nEle (Jesus Cristo) crê não pereça, mas tenha a vida eterna.
13) Na página 102 lemos : Para os iniciados, satanás não é uma pessoa, mas uma FORÇA criada para o bem, mas que pode servir para o mal. É o instrumento da liberdade e do livre arbítrio. Este representa esta FORÇA, que governa a geração física (isto é, o sexo) sob a forma mitológica e chifruda do deus PAN; de onde provém o bode de sabá = bode de Mendes (festa de bruxas) irmão da antiga serpente e portador da luz ou Fosfor, do qual os poetas fizeram o falso lúcifer da lenda.
Em Daniel 11: 37- 38 lemos: (O anticristo) Não terá respeito aos deuses de seus pais, nem desejo de mulheres (homossexual), nem a qualquer deus, porque sobretudo se engrandecerá. Mas, em lugar dos deuses, honrará o deus das FORTALEZAS; a um deus que seus pais (Abraão, Isaac e Jacó) não conheceram, honrará com ouro, com prata, com pedras preciosas e coisas agradáveis.
Está escrito – João 8: 32: E conhecereis a verdade (Jesus Cristo) e a verdade vos LIBERTARÁ.
14) Na pág 321 lemos: lúcifer, o portador da luz! Nome estranho e misterioso para se dar ao espírito das trevas! Lúcifer, o filho da alva! (amanhecer)
Será ele o que traz a luz, e com o seu esplendor insuportável cega as almas fracas, sensuais ou egoístas? Sem dúvidas que não!
Está escrito – João 8: 12 De novo lhes falava Jesus dizendo: Eu sou a LUZ do mundo; quem me segue não andará nas trevas; pelo contrário, terá a LUZ da vida.
15) Na página 567, ensinos do Vigésimo Sexto Grau lemos: O Príncipe das Trevas criou Adão … Para evitar que a luz escapasse imediatamente, os Demônios proibiram Adão de comer o fruto do ‘conhecimento do bem e do mal’ pelo qual ele teria conhecido o Império da Luz e o das Trevas. Ele obedeceu; um Anjo de Luz o induziu a transgredir, e deu-lhe os meios de obter a vitória, mas os Demônios criaram Eva, que o seduziu a um ato de sensualidade, que o fragilizou e o prendeu novamente nas amarras da matéria. Como demonstraremos nos próximos artigos, Albert Pike sempre INVERTE os significados de todas as palavras-chaves. Uma análise atenta desse parágrafo revela que, para compreendermos o que a Maçonaria realmente ensina, precisamos entender primeiro que eles INVERTERAM os significados de todas as palavras-chaves. Vamos examinar esse relato de Pike com o relato bíblico para ver essa INVERSÃO DE SIGNIFICADOS.
1. Quem criou Adão? A Bíblia diz que o Deus criador criou Adão [Gênesis 1:26-27]. Entretanto, neste parágrafo, Pike declara que o Príncipe das Trevas criou Adão. No entanto, aguarde só mais um pouco, pois essa declaração em si mesma demonstra a inversão de significados.
2. Deus proibiu Adão de comer do fruto do ‘conhecimento do bem e do mal’? A Bíblia diz que Deus proibiu Adão de comer do fruto dessa árvore [Gênesis 2:17]. No entanto, Pike declara que os Demônios proibiram Adão de comer do fruto. Portanto, a Maçonaria define o Deus criador da Bíblia como “Demônios” e é importante observar nesta discussão que Pike usou “Demônios” com “D” maiúsculo, significando Deidade.
3. Quem induziu Adão a desobedecer e a comer desse fruto? R. A Bíblia diz que Satanás, disfarçado como uma serpente, induziu Eva a comer do fruto [Gênesis 3:1-6]. Portanto, Pike define Satanás como um Anjo de Luz quando diz que um Anjo de Luz fez Adão comer do fruto! Além disso, observe que Pike diz que esse Anjo de Luz [Satanás] deu a Adão os “meios de vitória”, mas os Demônios [o Deus da Bíblia] ludibriou Adão novamente, criando Eva, para “seduzi-lo”.
4. Quem criou Eva? A Bíblia diz que o Deus criador criou Eva (Gênesis 2:20b-25). No entanto, Pike diz aqui que os “Demônios” criaram Eva. Portanto, ele é consistente quando define o Deus criador da Bíblia como “Demônios”. Está escrito – Romanos 1: 20-25: Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder, como também a sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas. Tais homens são, por isso, indesculpáveis; 21- porquanto, tendo conhecimento de Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças; antes, se tornaram nulos em seus próprios raciocínios, obscurecendo-se-lhes o coração insensato. 22- Inculcando-se por sábios, tornaram-se loucos. 25- pois eles MUDARAM A VERDADE DE DEUS EM MENTIRA, adorando e servindo a criatura (SOL, LUA, etc) em lugar do Criador, o qual é bendito eternamente. Amém! (continuem lendo o restante do capítulo e verão como Deus descreve estes satanistas e como invertem outras coisinhas mais).
Importância do Livro Moral`s and Dogma do maçom satanista Albert Pike
Contribuição Oferecida: [Citando a editora Kessinger Publishing] “A Maçonaria e os rituais maçônicos de acordo com Albert Pike. Se você quer ler apenas um livro sobre Maçonaria, o livro é este! Albert Pike foi a primeira pessoa a escrever uma análise detalhada explicando o significado dos vários graus do Rito Escocês Antigo e Aceito da Maçonaria. Ele escreve em um estilo esotérico e filosófico; não é uma leitura fácil. Todos os graus no Rito Escocês são explicados…”
As Informações Apresentadas São Novas? Não.
Se as Informações Não São Novas, Acrescenta Novidades? Sim, Albert Pike ainda é considerado hoje como a maior autoridade da Maçonaria. Quando os maçons escrevem para nós, freqüentemente citam Albert Pike. Ele é considerado o maior maçom de todos os tempos.
Recomendação: Recomendamos esta importantíssima “luz” da Maçonaria a todos os nossos leitores, para que possam ver por si mesmos o que a Maçonaria ensina. Compare esses ensinos com a Bíblia, para que ninguém mais possa dizer novamente a você que a Maçonaria seja “cristã”; é simplesmente uma cristã falsificada.
A enciclopédia maçônica MACKEY`S REVISED ENCYCLOPEDIA OF FREEMASONRY de ALBERT MACKEY (renomado escritor maçom grau 33) da editora Macoy Publishing, Richmond, 1966 – página 618 afirma: “A RELIGIÃO DA MAÇONARIA NÃO É O CRISTIANISMO”
INSTRUÇÃO de Albert Pike NUM CONCÍLIO DE MAÇONS DE NÍVEL MUITO ELEVADO
“ A religião maçônica deve ser, por todos nós iniciados do alto grau, mantida na pureza da doutrina Luciferiana. Se Lúcifer não fosse Deus, será que Adonai (sic), cujas ações provam sua crueldade, porfídia e ódio pelos homens, barbarismo e repulsa pela ciência, e seus sacerdotes o caluniam?
Sim, Lúcifer é deus, e infelizmente Adonai também é deus. Pois a lei eterna é que não há luz se não houver sombra, não há beleza sem a feiúra, não há branco sem o preto, pois o absoluto só pode existir como dois deuses: as trevas são necessárias como moldura para luz assim como o pedestal é necessário para o que é imponente… Desta forma, a doutrina do Satanismo é uma heresia; a religião filosófica pura e verdadeira é a crença em Lúcifer, o equivalente de Adonai; mas Lúcifer, deus da luz e deus do bem, está trabalhando pela humanidade contra Adonai, o deus das trevas e do mal.
A C. de LaRive, La femme et l`enfant dans la Franc, Maçonnerie Universele, Paris, 1889, pág 588.
Olhem o que está escrito no site da LOJA MAÇÔNICA WILLIAM BUCK BAGBY – São Paulo
O nome desta loja é uma homenagem a Willian Buck Bagby, que foi um “pastor” maçom BATISTA, melhor conhecido como falso profeta. Ele veio dos Estados Unidos para o Brasil, para usar o nome de Cristo em vão, para levar multidões para o inferno com as doutrinas luciferianas da maçonaria. Até hoje esta loja continua enviando convites por e-mails para vários pastores do Brasil.
Observações do autor: A maçonaria entrou no Iraque com tanques, aviões, bombas, etc. e o Iraque foi destruído pela maçonaria dos BUSH, a mesma maçonaria templária de Adolf Hitler. Os Iraquianos terão que pagar estes benefícios prestados pela maçonaria, entregando eternamente as suas reservas petrolíferas. Agora a esta mesma maçonaria de lúcifer vai entrar no Iraque com falsos profetas disfarçados de “pastores“ batistas, metodistas, presbiterianos, assembleianos, universais, etc., além de pessoas “boazinhas” do Rótary, do Lions, etc para consolidar a sua invasão em nome de Cristo. Assim aconteceu no Brasil nos 388 anos de holocausto e exploração dos negros, índios e outros brasileiros.
Fonte: Dr José Renato Pedroza



Achado arqueológico em Israel confirma relato do Livro de Josué

  • Pesquisadores escavaram as ruínas da cidade de Ai
    Descoberto ano passado, durante meses de escavação na área com as ruínas da fortaleza em Khirbet el-Maqatir, 9 km ao norte de Jerusalém, um pequeno amuleto ajudou arqueólogos a comprovar mais um relato bíblico.
    O Velho Testamento conta a história da cidade de Ai, que foi conquistada e incendiada pelos israelitas durante a conquista de Israel. No Livro de Josué há um relato sobre isso, mas sua localização nunca foi totalmente comprovada.
    A escavação liderada pela Associates for Biblical Research (ABR), um ministério especializado em escavações bíblicas, no ano passado foi muito proveitosa. A equipe descobriu em uma caverna subterrânea, ruínas de um casa e mais de 100 moedas. O que mais chamou atenção é um objeto com menos de dois centímetros.
    O relatório explica que é uma peça ornamental, usada provavelmente em um colar, chamada de scarabée. O ornamento recebe esse nome porque seu formato remete a um escaravelho. Os antigos egípcios, reverenciavam esse inseto pois o relacionavam com o deus do sol.
    Considerada a descoberta arqueológica mais importante de 2013, o escaravelho, juntamente com outros artefatos do sítio de Khirbet el-Maqatir, ficarão em exposição no museu da Universidade Baptista de Houston. No dia 8 de fevereiro haverá no local um simpósio para destacar a importância da descoberta para a arqueologia bíblica.
    O relatório da ABR afirma que o escaravelho possui inscrições indicando que provavelmente pertenceu ao último rei de Ai. A datação dos objetos encontrado apontam para o final da era de bronze, entre 1550 e 1450 a.C. Esse período histórico é condizente com o que é historicamente aceito para a narrativa de Josué.
    Arqueólogos já haviam feito descobertas no local em outros tempos, mas haviam dúvidas sobre a exatidão da narrativa de sua conquista. Agora a prova “definitiva” foi encontrada.
    “Muitas descobertas arqueológicas estão diretamente relacionadas com as Escrituras e confirmam a historicidade do relato bíblico”, afirma o material oficial divulgado pela ABR. “Outras descobertas oferecem fascinante material de apoio para as narrativas bíblicas. Quando as pessoas ficam sabendo dessas descobertas, a Bíblia ganha vida e o estudo da Bíblia torna-se mais interessante e significativo.”
    O doutor Henry Smith Jr., diretor de desenvolvimento da ABR, explica: “Nossa tese foi que a fortaleza [de Ai] foi destruída no final da era de Bronze I. Com base nas evidências arqueológicas que descobrimos, é do mesmo período de tempo, proporcionando-nos uma data de ocupação independente da cerâmica… A Bíblia registra que a cidade de Ai foi ocupada no final do século 15 a.C, e destruída pelos israelitas. O escaravelho é consistente com essa afirmação. ”
    Bryant Wood, um membro da ABR acredita que este é um momento emocionante para a arqueologia bíblica: “À medida que continuamos nossa escavação e investigação, Deus está fornecendo evidências cada vez mais fortes para combatermos os ataques de críticos e fornecermos razões para aqueles que buscam a verdade possam acreditar na Bíblia. Obrigado por reconhecerem o valor apologético e evangelístico da pesquisa arqueológica. Ela comprova e proclama a verdade da Palavra de Deus nesta era científica de dúvida, de ceticismo e de decadência moral”.
     (Fontes: Christian News e Christianity Today)
http://adremanescentes.com.br/regionais/index.php/pt/basesbiblicasdeensino/12-local/428-achado-arqueol%C3%B3gico-em-israel-confirma-relato-do-livro-de-josu%C3%A9


Igreja perseguida nos primeiros séculos de sua história

A história da Igreja foi marcada por perseguições. O próprio Senhor  Jesus, os apóstolos e todos aqueles que fielmente pregaram e viveram  segundo os princípios do Evangelho foram vítimas das mais cruéis e  sanguinárias ações.

As primeiras perseguições contra a Igreja  estão registradas no livro de Atos (At 4.1-22; 5.17-42; 6.8-15; 7.54-60;  8.1-3; 12.1-19; 14.1-7; 19-20; 16.19-26; 35-40; 17.13; 18.5-11;  19.23-41; 20.1-3; 21.27-36, 22-30; 23.12-35; 24.1-27; 25.1-12 ss.).

Os  primeiros perseguidores da Igreja foram os líderes judaicos da época:

"Falavam eles ainda ao povo quando  sobrevieram os sacerdotes, o capitão  do templo e os saduceus,   ressentidos por ensinarem eles o povo e anunciarem, em Jesus, a   ressurreição dentre os mortos; e os prenderam, recolhendo-os ao cárcere  até ao dia seguinte, pois já  era tarde." (At 4.1-3, ARA)

"Levantando-se, porém, o sumo sacerdote e  todos os que estavam com ele,  isto é, a seita dos saduceus, tomaram-se  de inveja, prenderam os apóstolos e os recolheram à prisão pública."  (At 5.17-18, ARA)

Cairns (1988, p. 46) interpreta as causas  desta perseguição ao crescimento rápido da Igreja, que representou para  os opositores uma ameaça às suas prerrogativas de intérpretes e e  sacerdotes da lei. O Sinédrio, uma organização política e religiosa, sob  a permissão romana agiu contra a Igreja. Foi nesta fase da perseguição  que Estevão e Tiago foram mortos.

Comentando sobre o relato do  martírio de Estevão em Atos 1.8b, Marshall (2008, p. 146) entende que o  sucesso deste ataque foi o sinal para um ataquem em maior escala contra a  igreja em Jerusalém. Pela primeira vez a palavra "perseguição" (gr. diogmos) ocorre em Atos,  significando aqui: "oprimir alguém a  fim de persuadí-lo a rejeitar a sua  religião, ou simplesmente atacar  alguém por motivos religiosos." Kistemaker (2006, p. 383),  destaca que o final - mos,  aplicado ao substantivo grego, indica ação que se encontra em progresso.

Sobre  essa perseguição Williams (1996, p. 174) diz que:

Até agora os saduceus é que haviam sido os  principais antagonistas dos cristãos (cp. 4:1, 5s; 5:17), enquanto os  fariseus, se é que Gamaliel serve de critério, de alguma forma haviam  adotado uma posição mais neutra (5:34 ss). Mas Paulo, um fariseu (23:6;  Fl 3:5), resolve abandonar a posição mais suave preconizada por seu  mestre, e passa a liderar um movimento organizado com o objetivo de  desarraigar a nova doutrina.

Stott (2003, p. 162), percebe  uma tríplice intenção de Lucas na narrativa do martírio de Estevão. São  elas:

- Mostrar como o martírio de Estevão provocou uma grande  perseguição contra a igreja em Jerusalém. "Ela começou naquele dia, o dia da morte de Estevão, e  levantou-se com a ferocidade de uma tempestade repentina";

-  Descrever como o martírio de Estevão provocou uma grande dispersão: "todos, exceto os apóstolos, foram dispersos  pelas regiões da Judéia e Samaria (v. 1c, ARA)";

-  Relatar como o martírio de Estevão provocou a perseguição, a perseguição  a diáspora, e a diáspora uma ampla evangelização: "Entrementes, os que foram dispersos iam por  toda a parte pregando a palavra". (v. 4, ARA).

Ao se  expandir por todo o Império Romano, a igreja passou a sofrer  perseguições em níveis maiores. Para entendermos as causas da  perseguição contra a Igreja no Império, nos reportaremos a abordagem de  Cairns (Idem, p. 70-77):

- Causas  Políticas: Após ser distinguida do judaísmo e considerada  sociedade secreta pelas autoridades romanas, a Igreja recebeu a  interdição do estado que não admitia nenhum rival à obediência por parte  dos súditos, tornando-se assim religio illicita, uma religião ilegal  que ameaçava a segurança do estado romano. A tolerância religiosa era  tolerada apenas na medida em que contribuísse para manter a estabilidade  do estado. O cristianismo colocou César em segundo plano e Cristo em  primeiro. A soberania exclusiva de Cristo entrou em confronto com as  reivindicações de César à soberania exclusiva. Os cristãos foram  acusados de deslealdade, pois recusavam-se a oferecer incenso nos  altares devotados ao culto ao imperador. Quem sacrificasse nestes  altares, podia praticar uma segunda religião. As reuniões dos crentes à  noite foi entendida como a preparação para uma conspiração contra o  estado.

- Causas Religiosas:  A religião cristã, que se fundamentava num culto espiritual e interno,  contrastava com a religião romana, que valorizava os altares, ídolos e  práticas externas. As reuniões sigilosas dos cristãos fez com que  ataques morais fossem feitos contra eles, acusando-os incesto, de  canibalismo e práticas desumanas, distorções do "comer e beber" os  elementos representativos da ceia (corpo e sangue de Cristo), e dos  ósculos santos ou beijo da paz.

- Causas Sociais: A influência dos cristãos sobre as  classes pobres e escravas produziu uma aversão por parte dos líderes  aristocráticos e influentes da sociedade, que desprezava os crentes. A  ideia e o discurso de igualdade entre os homens não soava bem para o  modelo e estrutura aristocrática. A Aristocracia (do gregoαριστοκρατία, de άριστος  (aristos), melhores; e κράτος  (kratos), poder, Estado),  literalmente poder dos melhores,  é uma forma de governo na qual o  poder político é dominado por um  grupo elitista. Normalmente, as  pessoas desse grupo são da classe  dominante, como grandes proprietários  de terra (latifundiários),  militares, sacerdotes, etc. (wikipédia). Os  cristãos também se separavam dos ajuntamentos pagãos dos templos,  teatros e lugares de recreação, promovendo assim uma antipatia sem  precedentes em qualquer grupo inconformista da história.

- Causas Econômicas: Como exemplo de  causas econômicas, pode-se citar a oposição sofrida por Paulo dos  fabricantes de ídolos em Éfeso (At 19.27). Havia, o que poderia se  chamado hoje de um "mercado religioso", onde sacerdotes, fabricantes de  ídolos, videntes, pintores, arquitetos e escultores lucravam com a  religião.

Em sua carta ao Imperador Trajano, Plínio escreve sobre  as condições na Bitínia durante a sua perseguição aos cristãos  (BETTENSON, 2001, p. 30):

Sem  dúvida, os templos que estavam quase desertos são novamente  frequentados; os ritos sagrados há muito negligenciados, celebram-se de  novo; vítimas para sacrifícios estão sendo vendidas por toda parte, ao  passo que, até recentemente, raramente um comprador era encontrado.

Quando  em anos posteriores o Império sofreu uma crise econômica, a opinião  pública atribuiu o problema à presença do cristianismo no Império, e  como consequência o afastamento da proteção e provisão dos seus deuses.

Conforme  Latourette (2006, p. 111), as perseguições são em geral distribuídas em  dois principais grupos cronológicos, o primeiro de Nero, até o ano 250,  que foram locais e  provavelmente sem muitas perdas de vidas, e o  segundo grupo, abrangendo a totalidade do império, com tentativas claras  de extirpar o cristianismo como uma grande ameaça ao bem-estar comum.  Observaremos abaixo algumas das principais perseguições sofridas pelos   cristãos nos primeiro séculos.

A  Perseguição Sob Nero (54-68 d.C.)

Nero foi o primeiro  imperador romano a perseguir os cristãos.  Segundo Tácito  (BETTENSON, idem, p. 27), por ocasião do grande incêndio na cidade,  Nero acusou os cristãos e partiu para a destruição dos mesmos:

Para livrar-se de suspeitas, Nero culpou e  castigou, com supremos refinamentos de crueldade, uma casta de homens  detestados por suas abominações e vulgarmente chamados de cristãos.  [...] Acrescente-se que uma vez condenados á morte, eles se tornavam  objetos de diversão. Alguns, costurados em peles de animais, expiravam  despedaçados por cachorros. Outros morriam crucificados. Outros ainda  eram transformados em tochas vivas para iluminar a noite. (Tácito,  Annales, XV.44)

A atitude de Nero causou repugnância e um  sentimento de comiseração geral "pois  se pressentia que eram sacrificados não para o bem público, mas para a  satisfação da crueldade de um indivíduo" (Ibid).

Há claros  indícios de que Pedro e Paulo sofreram a morte em Roma sob Nero  (LATOURETTE, idem, p. 111; GONZÁLES, 1995, p. 57; CAIRNS, ibid, p. 74;  DEBARROS, 2006, p. 451). Eusébio de Cesaréia (1999, P. 76), assim  escreveu:

Dessa maneira,  aclamando-se publicamente como o principal inimigo de Deus, Nero foi  conduzido em sua fúria a assassinar os apóstolos. Relata-se, portanto,  que Paulo foi decapitado em Roma e que Pedro foi crucificado sob seu  governo. E esse relato é confirmado pelo fato de que os nomes de Pedro e  Paulo ainda hoje permanecem nos cemitérios daquela cidade. 
Após  o suicídio de Nero em 68, cessou por algum tempo a perseguição aos  cristãos (GONZÁLES, idem), sendo retomada em 95, durante o governo  despótico de Domiciano (CAIRNS, ibid.)

A Perseguição Sob Domiciano (81-96 d. C.)

Domiciano,  movido por sua vaidade e arrogância, "ordenou que fosse chamado de  'Senhor e Deus', exigiu como saudação o beija-mão ou beija-pé" (DREHER,  2004, p. 52). Por esta ocasião os judeus se recusaram a pagar um imposto  público criado para o sustento de Capitolinus Jupiter. A  identificação com os judeus fez com que os cristãos fossem também  perseguidos. Sob o governo de Domiciano o apóstolo  João foi exilado na ilha de Patmos, onde escreveu o apocalipse.

A Perseguição Sob Trajano (98-117 d.C.)

Surge aqui, sob Trajano, a primeira  perseguição organizada, como parte de uma política governamental  definida, começando na Bitínia durante a administração de Plínio,  o Moço, por volta de 112. O que de diferente houve nesse período, foi  que os cristãos não eram buscados, sendo castigados apenas quando eram  acusados por alguém. Plínio enviou uma carta à Trajano, pedindo-lhe  orientação sobre a forma de coibir as suas práticas, pois pensava: "o  mal ainda pode ser contido e vencido". Em resposta à Plínio, Trajano  escreveu (BETTENSON, ibid., p. 31):

No exame das denúncias contra os cristãos, querido Plínio,  tomaste o caminho acertado. Não cabe formular regra dura e inflexível,  de aplicação universal. Eles não devem ser perseguidos. Mas, se surgirem  denúncias procedentes, aplique-se o castigo, com a ressalva de que, se  alguém nega ser cristão e, mediante a adoração dos deuses, demonstra não  o ser atualmente, deve ser perdoado em recompensa de sua emenda, por  mais que o acusem suspeitas relativas ao passado. Panfletos anônimos não  merecem confiança em nenhum caso. Eles constituem um mal precedente e  não condizem com os nossos tempos". (Trajano a Plínio, Plin. Epp.  X.XCVII)

Durante o governo de Trajano, por volta do ano  107, escreve Gonzáles (Idem, p. 66) que:

[...] o ancião bispo de Antioquia, Inácio, foi acusado ante as  autoridades e condenado a morrer por ter negado a adorar os deuses do  Império. Uma vez que nesse tempo celebravam grandes festas em Roma, em  comemoração à vitória sobre os dácios, Inácio foi enviado à capital para  que sua morte contribuísse com os espetáculos projetados. A caminho do  martírio, Inácio escreveu sete cartas que constituem um dos mais  valiosos documentos do cristianismo antigo [...].

Prestes a  ser comido pelos leões afirmou em carta: "Sou trigo de Deus, e os dentes das feras hão de me moer, para  que possa ser oferecido como pão limpo de Cristo".

A Perseguição Sob Antonino Pio (138-161 d.C.)  

Foi durante o governo de Antonino Pio, que  em Esmirna, aconteceu o martírio de Policarpo. Detentor de uma "retórica própria cortante, afiada por uma violenta  cartase, que endereçava aos duros de coração e insensíveis ao pecado,  conclamando todos ao arrependimento de suas transgressões, [...]  Policarpo entrou em rota de colisão com o governador Estácio Quadrato,  que tentou convencer o santo ancião a negar o nome de Cristo e a adorar a  deidade Nêmese, além de outros deuses protetores de Esmirna e do Monte  Pago" (MENDES, 2006, p. 131). Quando instado a renunciar e a  insultar a Cristo, Policarpo respondeu: "Oitenta e seis anos tenho-lhe servido, e ele nunca me fez  nenhum mal; e como posso agora blasfemar meu Rei que me salvou?"  (CESARÉIA, 1999, p. 137). Já amarrado e após uma oração, Policarpo foi  queimado na fogueira.

A  Perseguição Sob Marco Aurélio (161-180 d.C)

Marco Aurélio  atribuiu todas as calamidades de seu reino ao crescimento do  cristianismo, ordenando assim uma perseguição aos cristãos. Latourette  (Ibid., p. 112) escreve que provavelmente a aversão de Marco Aurélio  pelos cristãos era pelo fato de pensar que eles minavam a estrutura da  civilização que ele lutava para manter contra as ameaças domésticas e  estrangeiras.  Justino  Mártir, sofreu o martírio em Roma durante esta perseguição.

A Perseguição Sob Décio (249-251 d.C.)

Numa época de  grande instabilidade no império, que vivenciava ataques externos e  internos, e vendo na manutenção da cultura clássica um forte aliado à  subsistência, o imperador Décio, percebeu nos  cristãos uma ameaça e promulgou um edito em 250 que exigia uma oferta  anual de sacrifícios nos altares romanos aos deuses e à figura do  imperador, fornecendo um certificado aos que obedecessem e perseguindo  os que não se submetessem a esta prática. Latourette (ibid., p. 115)  relata:

Sacrificar seria  apostasia e na presente crença cristã a apostasia era um dos pecados  pelo qual não havia nenhuma espécie de perdão. Muitos cristãos  preferiram sua vida física à morte espiritual e aquiesceram  completamente. Outros evitaram manifestamente um abandono de sua fé  comprando os certificados venais, ou libelli, de aquiescência, sem  realmente sacrificarem. Outros, tantos que nunca saberemos, enfrentaram  corajosamente o pleno desprazer do Estado por não obedecer. Alguns deles  foram aprisionados, entre eles, Orígenes, o bispo de Roma, e o velho  bispo de Jerusalém. Esses dois últimos pereceram em prisão. Outros foram  mortos imediatamente. Alguns fugiram para lugares de relativa  segurança. Entre esses estava Cipriano, o famoso bispo de Cartago [...].

A Perseguição Sob Valeriano (253-260 d.C.)

Nos  diz Latourette (ibid,. p. 116), que a princípio Valeriano se mostrou  amigável com os cristãos, tendo o seu humor mudado, possivelmente pela  influência de um de seus conselheiros. Nesta ocasião os bispos, como  líderes da Igreja, foram selecionados e obrigados a reverenciar os  deuses sob punição de exílio. Os crentes foram ameaçados com pena de  morte se frequentassem as reuniões e cultos da Igreja, ou cemitérios  cristãos. Um novo edito em 258 tornou a perseguição mais dura:

[...] presumivelmente ordenava a morte para  os bispos, sacerdotes e diáconos; primeiramente o confisco das  propriedades e então, se isto não fosse bastante para induzir à  apostasia, a morte para os cristãos de alta posição no Estado, o  confisco de bens e o banimento para as cristãs matronas, e a escravidão  para os membros cristãos dos relacionados à família imperial. Por  atingir as pessoas de proeminência na Igreja, esta seria destituída de  sua liderança. (LATOURETTE, ibid.)

A Perseguição Sob Diocleciano (284-305 d.C.)

Sob Diocleciano , em  303, aconteceu a mais terrível perseguição contra os cristãos. Foram  ordenadas o fim das reuniões cristãs, a destruição das igrejas, a  deposição dos oficiais da Igreja, a prisão dos que persistissem em seu  testemunho de Cristo e a destruição da Escrituras pelo fogo. Os cristão  foram também obrigados a sacrificar aos deuses pagãos sob pena de morte  caso não aceitassem. os cristãos foram punidos através do confisco de  bens, trabalhos forçados, exílio, prisões e execuções à espada ou por  animais ferozes.

As perseguições só acabaram por ocasião do  governo de Constatino,  que através da promulgação do edito de  Milão garantiu a liberdade de culto a todas as religiões dentro do  império:

"Nós, Constantino e  Licínio, Imperadores, encontrando-nos em Milão para  conferenciar a  respeito do bem e da segurança do império, decidimos que,  entre tantas  coisas benéficas à comunidade, o culto divino deve ser a  nossa primeira  e principal preocupação. Pareceu-nos justo que todos, os  cristãos  inclusive, gozem da liberdade de seguir o culto e a religião de  sua  preferência. Assim qualquer divindade que no céu mora ser-nos-á   propícia a nós e a todos nossos súditos. Decretamos, portanto, que não,   obstante a existência de anteriores instruções relativas aos cristãos,   os que optarem pela religião de Cristo sejam autorizados a abraçá-las   sem estorvo ou empecilho, e que ninguém absolutamente os impeça ou   moleste... . Observai outrossim, que também todos os demais terão   garantia a livre e irrestrita prática de suas respectivas religiões,   pois está de acordo com a estrutura estatal e com a paz vigente que   asseguremos a cada cidadão a liberdade de culto segundo sua consciência e   eleição; não pretendemos negar a consideração que merecem as religiões  e  seus adeptos. Outrossim, com referência aos cristãos, ampliando  normas  estabelecidas já sobre os lugares de seus cultos, é-nos grato  ordenar,  pela presente, que todos que compraram esses locais os  restituam aos  cristãos sem qualquer pretensão a pagamento... [as  igrejas recebidas  como donativo e os demais que antigamente pertenciam  aos cristãos deviam  ser devolvidos. Os proprietários, porém, podiam  requerer compensação.] Use-se da  máxima diligência no cumprimento das ordenanças a favor dos  cristãos e  obedeça-se a esta lei com presteza, para se possibilitar a  realização  de nosso propósito de instaurar a tranquilidade pública.  Assim continue  o favor divino, já experimentado em empreendimentos  momentosíssimos,  outorgando-nos o sucesso, garantia do bem comum." (Edito de  Milão, março de 313. Fonte: wikipédia)

A Bíblia e a história nos  revelam que oração, coragem, intrepidez, fé, sabedoria, prudência e  inteligência foram algumas das características e posturas adotadas por  muitos na Igreja perseguida dos primeiros séculos,  conduta esta que  deve ser por nós imitida nos dias atuais.

As perseguições contra a  Igreja se seguiram ao longo da história. Atualmente se manifestam em  todo o mundo, e das mais diversas formas. Aberta ou discreta, barulhenta  ou silenciosa, violenta ou sutil, legal ou ilegal, institucional ou  pessoal, externa ou interna, a perseguição existe e  se ergue sobre  aqueles que amam a Deus,  que estão comprometidos integralmente com a  sua Palavra.

Diante desta realidade, precisamos nos manter  firmes, fundamentados nas palavras de Jesus:

"Então, sereis atribulados, e vos matarão.  Sereis odiados de todas as  nações, por causa do meu nome. Nesse tempo,  muitos hão de se escandalizar, trair e odiar uns aos  outros;  levantar-se-ão muitos falsos profetas e enganarão a muitos. E, por se  multiplicar a iniquidade, o amor se esfriará de quase todos. Aquele,  porém, que perseverar até o fim, esse será salvo. E será pregado este  evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho  a todas as nações.  Então, virá o fim." (Mt 24.9-14, ARA)

"Lembrai-vos da palavra que eu vos disse: não  é o servo maior do que seu  senhor. Se me perseguiram a mim, também  perseguirão a vós outros; se  guardaram a minha palavra, também  guardarão a vossa". (Jo 15.20, ARA)


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
BETTENSON,  Henry. Documentos da Igreja  Cristã. São Paulo: Aste, 2001.
Bíblia  de Estudo Almeida. Barueri, SP. Sociedade Bíblica do Brasil,  2006.

CAIRNS, Earle E. O  cristinismo através dos séculos: uma história da igreja cristã.  2. ed. São Paulo: Vida Nova, 1988.
CESARÉIA, Eusébio de. História  eclesiástica: os primeiros quatro séculos da igreja cristã. Rio de  Janeiro: CPAD, 1999.
DEBARROS, Aramis C. Doze homens, uma missão:  um perfil bíblico-histórico dos doze discípulos de Cristo. São Paulo:  Hagnos, 2006.
DREHER, Martin N. Coleção  História da Igreja: a Igreja no Império Romano. São Leopoldo-RS:  Sinodal, 1993. v. 1
GONZÁLEZ, Justo L. E até os confins da terra: uma história ilustrada do  Cristianismo. São Paulo: Vida Nova, 1995. v. 1
KISTEMAKER, Simon.  Atos. São  Paulo: Cultura Cristã, 2006. v.1
LATOURETTE,  Kenneth Scott. Uma história do  cristianismo: até 1500 a.D. São Paulo: Hagnos, 2006. v. 1
MARSHALL,  I. Howard. Atos:  Introdução e comentário. São Paulo: Vida  Nova, 1982.
MENDES, Jeovah. Os  grandes mártires do cristianismo: de Estevão a Luther King.  Fortaleza: Imprece, 2006.
Novo  Testamento interlinear grego-português. Barueri, SP: Sociedade  Bíblica do Brasil, 2004.
STOTT, John  R. W. A mensagem de  Atos: Até os confins da terra. São Paulo:  ABU, 2003.
WILLIAMS,  David J. Novo  Comentário Bíblico  Contemporâneo: Atos. São Paulo: Vida, 1996.

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