"Ora, se Deus veste assim a erva do campo... quanto mais a vós outros?" Mateus 6:30.
Uma declaração simples de Jesus é sempre difícil de entender, quando não somos simples. Como poderemos ser simples, ter a mesma simplicidade de Jesus? Recebendo seu Espírito, reconhecendo-o e confiando nele, obedecendo-lhe à medida que ele nos transmite a Palavra de Deus. Se fizermos isso, a vida se tornará incrivelmente simples. "Considerai", diz Jesus, "como vosso Pai, que veste a erva do campo, muito mais vos vestirá, se vos mantiverdes num relacionamento certo com ele." Todas as vezes que regredimos na comunhão espiritual foi porque pretendemos impertinentemente saber mais do que Jesus Cristo, porque permitimos que as preocupações do mundo nos dominassem e esquecemo-nos do "quanto mais" de nosso Pai celestial.
"Observai as aves do céu" - o principal objetivo das aves é obedecer ao princípio de vida que está nelas, e Deus cuida delas. O que Jesus quer dizer é que, se você estiver num relacionamento certo com ele e obedecer ao Espírito dele que está em você, Deus cuidará de suas "penas".
"Considerai... os lírios do campo" - eles crescem onde foram postos. Muitos de nós se recusam a crescer onde foram postos; conseqüentemente acabam por não lançarem raízes em parte alguma. Jesus diz que, se vivermos de acordo com a vida que Deus nos deu, ele cuidará de todas as outras coisas. Será que Jesus estava mentindo? Se não estivermos experimentando o "quanto mais", é porque não estamos vivendo da forma como Deus determinou, deixando-nos levar por conjecturas confusas.
"Não andeis ansiosos pela vossa vida." Preocupe-se apenas com uma coisa, diz o Senhor, com seu relacionamento comigo. Mas o bom senso grita alto e diz: "Isso é absurdo; eu tenho que pensar em como vou viver, tenho que pensar no que vou comer e beber." Jesus diz que não tem, não. Mas tomemos cuidado para não nos deixar levar pela idéia de que essa afirmação é feita por uma pessoa que não compreende as circunstâncias particulares de nossa vida. Jesus Cristo as conhece melhor que nós, e diz que não devemos pensar nelas a ponto de transformá-las na maior preocupação de nossa vida. Sempre que houver uma competição desse tipo, certifiquemo-nos de que estamos colocando nosso relacionamento com Deus em primeiro lugar.
"Basta ao dia o seu próprio mal." Quantos males começaram a ameaçá-lo hoje? Quais os diabinhos que ficaram olhando para você a perguntar: "Agora, que é que você vai fazer no próximo mês? no próximo ano?" "Não vos inquieteis", diz Jesus. Torne a olhar e pense. Fixe sua mente no "quanto mais" de seu Pai celestial.
Autor: Oswald Chambers
Extraído e adaptado do livro Tudo Para Ele
domingo, 26 de abril de 2009
domingo, 19 de abril de 2009
A VERDADEIRA COMIDA
No capítulo 1 versículo 19, do livro de Isaías diz:“SE QUISERDES E ME OUVIRDES, COMEREIS O MELHOR DESTA TERRA”.
A primeira condição mostrada neste versículo diz respeito ao querer, pois em nós mesmos, queremos muitas coisas, mas que não casam com a vontade de DEUS. O nosso coração ainda está muito misturado com as coisas mundanas, por isso, precisamos nos purificar. Temos o privilégio de poder aplicar o precioso sangue de CRISTO e nos santificar tanto pelo INVOCAR O NOME DO SENHOR como também nos alimentando adequadamente da PALAVRA DE DEUS. Estando em nós mesmos nunca conseguiremos esta proeza. Por isso o Senhor nos proporcionou o viver adequado e normal da igreja, onde o Corpo todo bem ajustado é fortalecido e cresce como edifício vivo para a volta do Senhor.
Só na igreja há um cuidado mútuo uns para com os outros coisa que o mundo não tem, é cada um por si. Por isso a necessidade e a preocupação de orarmos uns pelos outros nos guardando em oração contra as ciladas de satanás, contra nossos próprios pensamentos e desejos da alma, contra os desânimos que enfrentamos.
O Senhor quer intensificar o nosso falar, o nosso agir, as nossas orações, a nossa busca para a perfeita comunhão do Corpo de Cristo.
O nosso Senhor é insondávelmente rico e incomparavelmente melhor! Há grande fartura em sua Palavra mas estamos nós alimentando outros?
Só podemos dar o que temos, então estamos nós bem alimentados? Temos tido sede e fome o suficiente pela Palavra de Deus?
Que o Senhor nos dê fome e sede e nos conduza aos mananciais e aos pastos verdejantes em seu nome - amém!
A primeira condição mostrada neste versículo diz respeito ao querer, pois em nós mesmos, queremos muitas coisas, mas que não casam com a vontade de DEUS. O nosso coração ainda está muito misturado com as coisas mundanas, por isso, precisamos nos purificar. Temos o privilégio de poder aplicar o precioso sangue de CRISTO e nos santificar tanto pelo INVOCAR O NOME DO SENHOR como também nos alimentando adequadamente da PALAVRA DE DEUS. Estando em nós mesmos nunca conseguiremos esta proeza. Por isso o Senhor nos proporcionou o viver adequado e normal da igreja, onde o Corpo todo bem ajustado é fortalecido e cresce como edifício vivo para a volta do Senhor.
Só na igreja há um cuidado mútuo uns para com os outros coisa que o mundo não tem, é cada um por si. Por isso a necessidade e a preocupação de orarmos uns pelos outros nos guardando em oração contra as ciladas de satanás, contra nossos próprios pensamentos e desejos da alma, contra os desânimos que enfrentamos.
O Senhor quer intensificar o nosso falar, o nosso agir, as nossas orações, a nossa busca para a perfeita comunhão do Corpo de Cristo.
O nosso Senhor é insondávelmente rico e incomparavelmente melhor! Há grande fartura em sua Palavra mas estamos nós alimentando outros?
Só podemos dar o que temos, então estamos nós bem alimentados? Temos tido sede e fome o suficiente pela Palavra de Deus?
Que o Senhor nos dê fome e sede e nos conduza aos mananciais e aos pastos verdejantes em seu nome - amém!
domingo, 1 de março de 2009
Uma Palavra aos Casais
A primeira atitude de André depois que foi chamado por Jesus para ser Seu discípulo foi correr para onde estava seu irmão e comunicar que tinha encontrado a Pessoa da qual o Antigo Testamento alertou que viria. A narração é simples e pequena, mas tem grande significado: “E o levou a Jesus” (Jo 1:42). Isso mesmo, André levou à presença de Jesus seu irmão Pedro.
Essa deve ser a atitude que os casais devem ter todas as vezes que seu cônjuge está distante do Senhor. Embora no passado já tenhamos crido Nele como nosso Senhor, vez por outra perdemos o contato, a presença e o desfrute de Cristo.
Se nosso cônjuge, por alguma razão, perdeu a comunhão com o Senhor Jesus, leve-o à Sua presença. A ação do inimigo durante todo o dia é roubar Cristo dele. Precisamos estar apercebidos como anda o desfrute de Cristo de nosso cônjuge, como ele está reagindo. Se a esposa, por exemplo, está emocionalmente frágil e debilitada espiritualmente, o marido deve levá-la a Jesus. Se o marido está agitado em sua mente, preocupado, é a vez da esposa levá-lo a Jesus.
Temos de admitir que às vezes não sabemos como restaurar nossa comunhão. Perdemos o caminho das reuniões da igreja, perdemos o primeiro amor pela Palavra e, algumas vezes, nem conseguimos achar Jesus por meio da oração.
Um dos sentidos mais maravilhosos do casamento é o fato de os cônjuges poderem cooperar com a edificação um do outro. Dizer apenas: por que você não foi à reunião da igreja, por que ainda não leu a Bíblia e por que não o vejo orando? Esse tipo de abordagem é velha; e pior, prejudica mais do que ajuda. Prejudica porque soa como uma crítica. Em vez de abordar dessa maneira, podemos cuidar realmente para que nosso cônjuge esteja nas reuniões: orando por ele e retirando todos os obstáculos que possam impedi-lo. Com relação à Palavra, podemos separar um pequeno texto bíblico para ser lido com oração.
Os casais precisam aprender o princípio de André. O princípio de André não é fazer perguntas: por que você não vai a Jesus? O princípio de André é levar o cônjuge a Jesus. Quando nosso cônjuge está na presença de Jesus, ele é restaurado, renovado e novamente fica pronto para prosseguir na sua jornada.
Texto extraído do Jornal Árvore da Vida
Essa deve ser a atitude que os casais devem ter todas as vezes que seu cônjuge está distante do Senhor. Embora no passado já tenhamos crido Nele como nosso Senhor, vez por outra perdemos o contato, a presença e o desfrute de Cristo.
Se nosso cônjuge, por alguma razão, perdeu a comunhão com o Senhor Jesus, leve-o à Sua presença. A ação do inimigo durante todo o dia é roubar Cristo dele. Precisamos estar apercebidos como anda o desfrute de Cristo de nosso cônjuge, como ele está reagindo. Se a esposa, por exemplo, está emocionalmente frágil e debilitada espiritualmente, o marido deve levá-la a Jesus. Se o marido está agitado em sua mente, preocupado, é a vez da esposa levá-lo a Jesus.
Temos de admitir que às vezes não sabemos como restaurar nossa comunhão. Perdemos o caminho das reuniões da igreja, perdemos o primeiro amor pela Palavra e, algumas vezes, nem conseguimos achar Jesus por meio da oração.
Um dos sentidos mais maravilhosos do casamento é o fato de os cônjuges poderem cooperar com a edificação um do outro. Dizer apenas: por que você não foi à reunião da igreja, por que ainda não leu a Bíblia e por que não o vejo orando? Esse tipo de abordagem é velha; e pior, prejudica mais do que ajuda. Prejudica porque soa como uma crítica. Em vez de abordar dessa maneira, podemos cuidar realmente para que nosso cônjuge esteja nas reuniões: orando por ele e retirando todos os obstáculos que possam impedi-lo. Com relação à Palavra, podemos separar um pequeno texto bíblico para ser lido com oração.
Os casais precisam aprender o princípio de André. O princípio de André não é fazer perguntas: por que você não vai a Jesus? O princípio de André é levar o cônjuge a Jesus. Quando nosso cônjuge está na presença de Jesus, ele é restaurado, renovado e novamente fica pronto para prosseguir na sua jornada.
Texto extraído do Jornal Árvore da Vida
GARIMPANDO

http://www.muitamusica.com.br/22214-arvore-da-vida
www.servicodemusica.blogspot.com - serviço de música em Natal
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
“A árvore da vida no meio do jardim e a árvore do conhecimento do bem e do mal" (Gn 2:9b).
Depois que Deus criou o homem, Ele considerou o problema do alimento do homem. O ato de dar vida é o início da vida, contudo o alimento é para manutenção da vida. Deus criou um homem vivente e, por conseguinte, precisou considerar como o homem devia viver. O homem não deve tão-somente viver; o homem também precisa de uma vida. Deus queria que o homem dependesse Dele para seu viver, da mesma maneira que ele era dependente do alimento para seu viver. “Pois Nele vivemos, e nos movemos, e existimos” (At 17:28). Portanto, Deus usa duas árvores para nos falar uma parábola. A árvore da vida e a árvore do conhecimento do bem e do mal são uma espécie de parábola. Elas nos mostram que o homem tem dois tipos diferentes de alimento e pode viver, ou pela vida ou pelo conhecimento do bem e do mal, isto é, o conhecimento do certo e errado. Muitas pessoas têm lido acerca das duas árvores em Gênesis 2, todavia gostaríamos de enfatizar que as duas árvores foram postas para nos mostrar que o homem, especialmente o cristão, pode viver na terra conforme dois princípios diferentes. O homem pode viver conforme o princípio do certo e errado ou conforme o princípio da vida. Alguns cristãos tomam o princípio do certo e errado como o padrão para seu viver, ao passo que outros tomam o princípio da vida como seu padrão para viver.
Livrete: DOIS PRINCÍPIOS PARA SE VIVER — O PRINCÍPIO DA VIDA OU O PRINCÍPIO DO CERTO E ERRADO - Wachman Nee
Depois que Deus criou o homem, Ele considerou o problema do alimento do homem. O ato de dar vida é o início da vida, contudo o alimento é para manutenção da vida. Deus criou um homem vivente e, por conseguinte, precisou considerar como o homem devia viver. O homem não deve tão-somente viver; o homem também precisa de uma vida. Deus queria que o homem dependesse Dele para seu viver, da mesma maneira que ele era dependente do alimento para seu viver. “Pois Nele vivemos, e nos movemos, e existimos” (At 17:28). Portanto, Deus usa duas árvores para nos falar uma parábola. A árvore da vida e a árvore do conhecimento do bem e do mal são uma espécie de parábola. Elas nos mostram que o homem tem dois tipos diferentes de alimento e pode viver, ou pela vida ou pelo conhecimento do bem e do mal, isto é, o conhecimento do certo e errado. Muitas pessoas têm lido acerca das duas árvores em Gênesis 2, todavia gostaríamos de enfatizar que as duas árvores foram postas para nos mostrar que o homem, especialmente o cristão, pode viver na terra conforme dois princípios diferentes. O homem pode viver conforme o princípio do certo e errado ou conforme o princípio da vida. Alguns cristãos tomam o princípio do certo e errado como o padrão para seu viver, ao passo que outros tomam o princípio da vida como seu padrão para viver.
Livrete: DOIS PRINCÍPIOS PARA SE VIVER — O PRINCÍPIO DA VIDA OU O PRINCÍPIO DO CERTO E ERRADO - Wachman Nee
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