segunda-feira, 8 de novembro de 2021

JONAS

Identificado durante o reinado de Jeroboão II de Israel entre 792-753 A.C.

Jonas significa *POMBA*

Ele foi enviado por Deus para entregar uma profecia em Nínive – cap.1:2

Nínive foi fundada por Ninrode, logo após o dilúvio e subiu ao poder por volta de 900 A.C. – Gn.10:11-12

Era uma ameaça ao povo de Israel.

As Assírios eram cruéis e brutais, esfolavam os cativos vivos.

Nínive ficava a nordeste, porém Jonas embarcou em um navio rumo a Oeste em Tarsis.



A mensagem que Jonas deveria levar era de arrependimento a um império destinado a destruir seu próprio povo.

Na verdade Jonas queria ver Nínive destruída.

A Bíblia diz que Jonas foi engolido por um grande peixe – Jonas 1:17 e 2:1

Parece estranho, embora para Deus todas as coisas são possíveis – Mc.10:27 e Jer.32:17.

Independentemente Jonas ficou 72 horas dentro do ventre de um grande peixe e novamente foi enviado por Deus - Cap.3



Porque Nínive acreditou em Jonas e se arrependeu? Talvez tenham presenciado o grande peixe, vomitando Jonas na praia.

O cap.4 fala do arrependimento dos habitantes o que causou revolta à Jonas que queria que Deus executasse a destruição.

Deus usou uma planta para ensinar Jonas – 4:10-11.

Deus teve compaixão dessa nação - II Ped.3:9

A mudança não foi permanente.

Deus até chegou a usar Assíria para levar Israel para o cativeiro, pelos próprios pecados de Israel - Is.10:5,12

Décadas depois da advertência de Jonas a Assíria, Deus os usou para punir Israel – I Cr.5:26

Arrependimento sincero e genuíno é o que Deus buscava.

Após 150 anos Deus envia Naum para profetizar a destruição de Nínive.

NAUM

 Escrito por volta de 630 AC.

O significado do nome Naum, é “consolador”.

Aqueles que não se arrependessem não serão consolados (Naum 3:7,19).

Quando Nínive estava enchendo o cálice de sua transgressão, Deus lhe enviou o profeta Jonas.

Deus teve misericórdia daqueles que não tinham misericórdia dos povos.

Deus retardou Seu juízo e enviou-lhes Seu perdão.

Mas o arrependimento de Nínive não foi profundo o suficiente. Eles se esqueceram de Deus (Naum 3:1-4), e 150 anos depois Deus enviou o profeta Naum.

 

Jonas falava de arrependimento, Naum fala da destruição e condenação (1:2-3), porém Deus ainda chamava o povo ao arrependimento.

Será que não somos semelhantes aos Assírios que voltam as velhas práticas?

Nínive, era a capital da Assíria.

Os assírios haviam conquistado e aterrorizado brutalmente grandes áreas do Oriente Médio, destruindo o reino do norte (Israel).

O profeta Naum, profetizou no século 7 a.C., aproximadamente na mesma época de Sofonias, Habacuque e Jeremias.

Nínive era a maior, a mais poderosa e a mais segura cidade do mundo (1.12).

A Nínive media 48 quilômetros de extensão e 16 quilômetros de largura.

Era protegida por cinco muralhas e três valas, construídas com o trabalho forçado de milhares de cativos estrangeiros.

Extremamente fortificada, a cidade se orgulhava.

Com muralhas de 30 metros de altura, com 1.200 torres de vigia 










Nínive, era o centro comercial, porém a riqueza também vinha de enganos e mentiras – Naum 3:1.

Usavam o símbolo do leão por serem sanguinários e violentos, e por atrocidades contra civis durante as batalhas – cap.2:11-13.

Era um povo cruel, não tinham nenhuma piedade.

Vários povos foram conquistados, mortos, escravizados, aterrorizados pela Assíria, penduravam os corpos de suas vítimas em postes e colocavam a sua pele nas paredes das suas tendas.

Esfolavam vivos seus prisioneiros, ou cortavam suas mãos, seus pés, o nariz, as orelhas, vazavam os olhos; lhes arrancavam a língua; faziam montes de caveiras humanas, tudo para inspirar terror.

Os assírios não estavam errados apenas quanto às suas crenças, mas também quanto à sua conduta moral (cap.3:1-5).

Nínive foi uma linda e encantadora meretriz (cap.2:7 e 3:4), mas, agora, sua vergonha é pública, seu opróbrio é notório e sua humilhação é total, gesto vergonhoso contra uma mulher (Is 47:3; Ez. 16.37-41).

A derrota era certa. Nínive, foi deportada e levada ao exilio por seus vizinhos, os babilônios e os medos (Naum 2:1-9 e 3:1-11 e 19).

Mesmo com o maior exército da época o reinado veio a ruir após 20 anos, em 612 a.C.

Após mais de dois anos de cerco, uma enchente repentina do rio Tigre levou parte das muralhas, conforme profetizado por Naum (2.6). Os invasores represaram o rio Coser, que cortava a cidade, e depois soltaram a água de modo que destruísse parte do muro e algumas construções.

Pelas brechas das muralhas, entraram e destruíram a cidade. As portas se abriram para os invasores entrarem, mas não para os ninivitas saírem.

As pessoas iriam deixar para trás todas as suas coisas e correr para salvar a vida; prata e ouro não seriam mais importantes. Eles, que saquearam os povos, foram saqueados.

Nínive estava cercada por fortes e altas muralhas, mas a proteção do povo de Deus não são muros altos nem armas sofisticadas, mas o Senhor como nossa fortaleza (Naum 1:7).

Ele é o nosso alto refúgio. É dEle que vem o nosso socorro.

O apóstolo Paulo em Rm.11:22, diz para “considerar a bondade e a severidade de Deus, se nela permaneceres, doutra sorte, também seremos cortado”.

Nínive em vez de deixar suas crueldades, voltou a elas.

Em Gênesis 2.17 lemos a advertência de Deus a Adão e Eva, em Rm.6:23 diz que "o salário do pecado é a morte".

Por duas vezes zombaram de Deus (Naum 1:9), aquilo que semeamos, também ceifaremos (Gl.6.7).

O verso 15a do cap.1, está relacionado a Isaias 52:7 que também apontando para o tempo que o reino de Deus será estabelecido na terra (Rm.10:15).

“Eis sobre os montes os pés do que anuncia boas-novas, do que anuncia a paz! Celebra as tuas festas, ó Judá, cumpre os teus votos, porque o homem vil já não passará por ti; ele é inteiramente exterminado” (Na 1:15).

Nesse versículo a palavra *Boas Novas* tem o mesmo sentido que “Evangelho”.

O evangelho do reino de Deus era a mensagem que Cristo pregava por onde andava – Mt.4:23.

O evangelho foi a única palavra dada por Jonas, levando o povo ao arrependimento. Mt.12:38-40.

Nossa missão é "pregar o Evangelho da paz". Deus se reconciliou com pecadores através do sangue de Cristo, e tem dado ao Seu povo a paz que "excede todo o entendimento" (Filipenses 4:7). Nosso dever também é "anunciar boas-novas".

Quando o pecado em uma nação se torna tão predominante e generalizado, Deus intervém (Tg.1:15).

O destino de Nínive resume o destino de todas as nações, a falta de retidão e de justiça.

Somente as nações que confiam em Deus serão fonte de verdadeira paz, como registrado no cap.1:15.

Não havia solução para as maldades deles, era incurável, sua morte era certa e inevitável (cap.3:19).

 Após a destruição de Nínive, a cidade desapareceu por completo da história.

Deus diz que seu povo não seria mais afligido e os inimigos não passariam mais por sobre suas terras isso tem ocorrido por 2600 anos. Por anos se pensou ser um mito essa história, somente em 1842, arqueólogos descobriram suas ruínas confirmando a autenticidade da história bíblica. Hoje Mossul no Iraque. 

Deus se mostrou gracioso para com os assírios quando Jonas pregou para eles, mas Naum mostra que a paciência de Deus tem limite. 

Que isso posso nos fazer refletir o quanto é precioso o falar dos irmãos muitas vezes nos exortando e nos chamando ao arrependimento.

quarta-feira, 3 de novembro de 2021

ÁGUAS A JORRAR

Mateus 1:21 diz *“E dará à luz um filho e chamarás o seu nome JESUS; porque ele salvará o seu povo dos seus pecados”*.

Sabemos que *povo* são todos aqueles que obedecem a Palavra de Deus e não exclusivamente o povo de Israel.

Todo aquele que abriu sua boca e confessou que esse Jesus é Senhor, creu que foi Ele quem nos criou, que nos salvou de ir para o inferno, então somos salvos (Rm.10:9).

Jesus em João 4 tem um diálogo com uma mulher samaritana contrariando o costume da época. Ele era homem e ela mulher o que poderia ser escândalo, Ele judeu e ela samaritana, os judeus odiavam os samaritanos que era uma mescla de judeus com outros povos, mulher não se dirigia a homem nenhum a não ser seu esposo para questionar algo sobre as escrituras e o fazia em casa, Ele era religioso e ela reconhecia ser pecadora. Porém Jesus lhe permitiu que falasse. Podemos ler dos versos 10 até o 15.

Infelizmente Jesus diz que ela NÃO o conhecia (v.10). Ele pede água, mas seria ela quem beberia da *água viva*.

Ela começa a argumentar pois como pode Ele lhe dar uma água sem nem balde tinha para tirá-la de um poço tão profundo (v.11-12).

O verso 14, é revelador: “aquele que beber da água que eu lhe der NUNCA terá sede, porque a água que eu lhe der se fará nele uma FONTE de água que SALTE PARA VIDA ETERNA”.

Irmãos, ela era o balde dessa história, era o recipiente que Jesus queria ENCHER, pois ela estava cansada dessa vida (v.15).

 Isaías 58:11, nós temos uma promessa: “vocês SERÃO como MANANCIAIS”, o mesmo que foi dito aquela mulher.

Temos promessa para o Milênio em Isaias 32:1-2, onde seremos *príncipes* e reinaremos com justiça, onde seremos *esconderijos* para outros se abrigarem, e seremos RIBEIROS DE ÁGUAS molhando toda alma seca, mas SEDENTA.

Esse é o nosso encargo para hoje, para pra isso que fomos chamados.

João 6:35 “E Jesus lhes disse: Eu sou o PÃO DA VIDA; aquele que VEM a mim NÃO TERÁ FOME, e quem crê em mim NUNCA TERÁ SEDE”.

Só receberemos essas promessas se nos ACHEGARMOS ao SENHOR.

João 7:37-38 *“Se alguém tem sede, venha a mim, e beba. Quem crê em mim, como diz a Escritura, rios de água viva correrão do seu ventre”*.

Você está sedento?

Você quer obedecer ao chamado? Então seja uma FONTE A JORRAR para os sedentos.

Isaías 12:2-3, vamos ler diferente, já que Jesus é a nossa salvação:

“Eis que Deus é a minha salvação (JESUS); nele confiarei, e não temerei, porque o SENHOR DEUS é a minha força e o meu cântico, e se tornou a minha salvação (JESUS). E vós com alegria tirareis águas das fontes da salvação (JESUS)”.

Graça e paz!

quarta-feira, 27 de outubro de 2021

AS 2 TESTEMUNHAS DE ACORDO COM A VISÃO DE NÚMEROS 11:24-29

Vamos rever um dos *diversos textos* que endossa que as 2 testemunhas de Apoc.11, não são 2 pessoas literais, mas muitas pessoas de povos, línguas e nações, são 2 povos - judeus e gentios que profetizarão conscientemente em Jerusalém.

Em Apocalipse 1, verso 20, fala do mistério das 7 estrelas, que são 7 castiçais, ou seja, que são as 7 igrejas, mas será que seria somente isso?

Dos 7 castiças, 2 se destacam, ligando com as 2 testemunhas de Apo.11:4 (esse fato, já estudamos).

Mistério é quando dependemos do Espírito do Senhor para entender todo o contexto do assunto.

 

Hoje, gostaria de ler *Nm.11:24-29*:

Verso 24 – fala de *70* homens

Verso 25 - *o Espírito* que estava sobre *Moisés* *passou* para aquelas 70 pessoas e *profetizaram* mas depois NUNCA MAIS.

Verso 26, porém, *o Espírito* ficou sobre *2 homens*

Verso 29, Moisés expressou uma vontade: “Quem dera que todo o povo do Senhor fosse profeta, e que o Senhor pusesse o seu espírito sobre eles!”.

As 70 pessoas apontam para o final das 70 semanas da profecia do profeta Daniel.

As 2 testemunhas que sobraram apontam para as 2 testemunhas de Apoc.11 que profetizarão no tempo do fim.

*Moisés* expressa o desejo de ver muitos profetizarem. Sabemos que Deus é Poderoso para trazer Elias e Moisés, todavia, derramará sobre muitos novamente a unção de Moisés.

O contexto de Elias e Moisés se cruzam em Apoc.11.

Não vou comentar novamente para não ficar longo o texto, pois já estudamos sobre isso, porém Apoc.12:14-16 aponta para o contexto de Moisés no Egito.

Faraó já foi comparado a um dragão do mar (Ez.32:2) com seus exércitos “Eis-me contra ti, ó *Faraó*, rei do Egito, *grande dragão*, que pousas no meio dos teus *rios*, e que dizes: O meu rio é meu, e eu o fiz para mim” (Ez.29:3).

Também diz em Apoc.12:15, fala que o dragão, perseguirá a igreja na tribulação, como um RIO, “E a serpente lançou da sua boca, atrás da mulher, água como um rio”, como vimos no versículo acima, *RIO* significa, *exércitos* - “Portanto eis que o Senhor fará subir sobre eles as *águas do rio*, fortes e impetuosas, *isto é, o rei da Assíria*” (Isaías 8:7 e 11:15).

Todavia diz que *“a terra abriu a boca e tragou o rio”*, ALELUIA, foi o livramento da rebeldia de Coré quando a terra também se abriu (Nm.16).

Então temos *Elias* que tinha em seu contexto, Jezabel e falsos profetas, tal como o contexto de Apocalipse que fala dos falsos profetas, uma besta que se levanta da terra, com 2 chifres parecendo cordeiro, mas falando como dragão. Chifres são reinos serão falsos profetas, tem também uma prostituta, a meretriz ou a Grande Babilônia (Apoc.2:20 e cap. 17).

 
Então o contexto desses 2 homens estarão juntos no tempo do fim, O Senhor pegará da Unção deles e derramará sobre os Seus escolhidos em toda a terra para o grande avivamento do profeta Joel.

Não serão 2 pessoas literais, lançando fogo de suas bocas e queimando as pessoas (Apoc.11:5).

O Senhor fala para Jeremias que suas palavras seriam como fogo (Jr.23:28). As 2 testemunhas profetizarão e cumprisse-a o derramar das taças e trombetas de Deus.

João descreve literalmente o livro de Apocalipse como estava vendo, porém interpretamos de forma espirituais por causa das referências bíblicas que nos levam para os profetas no velho testamento.......continua

quarta-feira, 13 de outubro de 2021

A Bíblia não ensina nada sobre reencarnação.

Na verdade, a palavra “reencarnação” nem aparece na Bíblia. A reencarnação se baseia na crença de que a alma continua viva depois que a pessoa morre. Mas a Bíblia ensina que a alma se refere à pessoa como um todo e que a alma morre. (Gênesis 2:7, nota; Ezequiel 18:4) E, quando morre, a pessoa simplesmente deixa de existir para essa vida — Gênesis 3:19; Eclesiastes 9:5, 6.

Na ressurreição, as pessoas que já morreram voltarão a viver por meio do poder de Deus. (Mateus 22:23, 29; Atos 24:15) A Bíblia ensina que as pessoas que ressuscitarão vão voltar a viver quando o Senhor Jesus retornar — 2 Pedro 3:13; Apocalipse 21:3, 4.

No Espiritismo se ensina que o profeta Elias reencarnou como João Batista. Deus predisse: “Eu lhes enviarei Elias, o profeta.” Jesus mostrou que João Batista cumpriu essa profecia. (Malaquias 4:5, 6; Mateus 11:13, 14) Mas isso não significa que Elias reencarnou como João Batista. O próprio João Batista disse que ele não era Elias. (João 1:21) Em vez disso, João fez obras como as que Elias fez. Por exemplo, assim como Elias, João pregou que as pessoas tinham que se arrepender. (1 Reis 18:36, 37; Mateus 3:1) João também mostrou que era “forte e poderoso como o profeta Elias” — Lucas 1:13-17.

Quando a Bíblia fala de NASCER DE NOVO, está se referindo no sentido espiritual. E ele acontece enquanto a pessoa ainda está viva. (João 1:12, 13).

O que diz a Bíblia quando morremos?

 *“Os viventes estão cônscios de que morrerão; os mortos, porém, não estão cônscios de absolutamente nada.”* (Eclesiastes 9:5; Salmo 146:4) Assim, quando morremos, nós deixamos de existir para esse mundo.

O corpo volta ao pó após a morte: “Tu és pó e ao pó voltarás.” (Gênesis 3:19 e Eclesiastes 3:19, 20).

A Bíblia muitas vezes compara a morte do JUSTO ao sono (Salmo 13:3; João 11:11-14; Atos 7:60), não quer dizer que assim seja, lembre-se da narrativa de Luca.16 a partir do verso 19.

Na RESSURREIÇÃO, Deus despertará os mortos e irá trazer a todos a vida para o julgamento (Jó 14:13-15).

A idéia é que ao morrer o corpo, a alma renasce me outro corpo.

A antiga Babilônia, cria nisso: “a morte era a passagem para outro tipo de vida”.

Filósofos indianos criam em um ciclo de renascimentos, com base na lei de causa e efeito, também conhecido como carma. Assim como os gregos.

Hoje a busca pelo entendimento sobre reencarnação, tem aberto portas para ocultismo, tentando provar as experiências de supostas vidas anteriores, através de terapia de regressão a vidas passadas, de hipnose, etc.

João 17:17, diz: *“Santifica-os na tua verdade; a tua palavra é a verdade”*.

A bíblia tem respostas para tudo - Daniel 2:28; Atos 17:28.

Espíritos imundos, criam experiências sobrenaturais para fazer o que não é real parecer real — 1 Samuel 28:7-19.

Deus colocou no coração do homem a vontade de viver e não de morrer: “Pôs no coração do homem o anseio pela eternidade.” (Eclesiastes 3:11), por isso essa necessidade de querer voltar a vida.

Por isso aqueles que professam a fé em Jesus RESSUSCITARÃO (Atos 24:15; 1 Coríntios 15:16-19), para viver uma vida plena no final do milênio quando o Senhor Jesus retornar a esse mundo: “Os próprios justos possuirão a terra e residirão sobre ela para todo o sempre” (Salmo 37:29).

Uma doutrina bíblica básica que está intimamente relacionada com o propósito eterno de Deus é a ressurreição dos mortos. — Atos 24:15; 1 Coríntios 15:16-19.

A Bíblia fala de oito relatos de pessoas que foram trazidas de volta à vida, esses foram casos de ressurreição, não reencarnação. Aqueles que voltaram dentre os mortos foram imediatamente reconhecidos por parentes e amigos. Em nenhum caso as pessoas tentaram descobrir se algum recém-nascido era a reencarnação da alma de seu amigo ou parente falecido. — João 11:43-45.

Finalizo com o texto de Tito 1:2 *”Em esperança da vida eterna, a qual Deus, que não pode mentir, prometeu antes dos tempos dos séculos”*.

O que a Bíblia diz sobre Espiritismo?

No livro de Deuteronômio 18:9-14, Deus dá ordens ao povo para não cometerem certas práticas, porque se assemelhariam aos povos vizinhos que não obedeciam a Deus.

Umas dessas práticas era a tentativa de comunicação com os mortos. Tal ato traria consequências negativas para o povo. O grande perigo é que tentar falar com os mortos abre uma porta para o diabo. Isto é porque comunicar com os mortos não é possível e muitas vezes a pessoa está na verdade estabelecendo contacto com um demônio. 

No livro de 1 Samuel 28:3-25, vemos que o rei Saul desobedeceu a Deus e procurou uma mulher que invocava espíritos. Essa atitude do Rei Saul demonstrou que ele estava longe de Deus e por isso viria a sofrer pela sua desobediência.

No Antigo Testamento, Deus não só condenava a prática do espiritismo, como ainda castigava o praticante de tal ato (Levítico 19:31). Deus quer que as pessoas O busquem para obterem respostas e não recorram a outras práticas ou entidades.

O espiritismo afirma que quando uma pessoa morre, a sua alma e espírito permanecem na terra e pode passar por vários passos para obter o aperfeiçoamento espiritual. Por outro lado, a Bíblia ensina que depois da morte, nada pode ser feito para conseguir a salvação. O destino da alma (céu ou inferno) vai depender se a pessoa durante a vida aceitou Jesus como Senhor e Salvador.

A Bíblia afirma em Hebreus 9:27 que cada pessoa vive uma só vez e depois de morrer enfrenta o julgamento. Assim, não há nenhuma indicação que o seu espírito permanece na terra ou pode ser contactado.

Ore e rejeite toda influência maligna vinda do espiritismo, reconhecendo Jesus como a única autoridade sobre sua vida.

O início do Espiritismo se deu com as irmãs Margareth e Katie Fox de 11 e 9 anos de idade, que após contato com o pseudo espírito de Charles Rosna. Após grande divulgação na mídia as irmãs tentaram desfazer as crenças que haviam difundido. Katie em 10/10/88 durante uma entrevista disse: Tudo sem exceção foi fraude. Porém Alan Kardeck começou seu movimento em Abril de 1856 na França. Seu verdadeiro nome é Hippolyte Léon Denizard Rivail. Tomou o pseudônimo pois acreditava ser a reencarnação de um poeta celta com esse nome. Ele introduziu a idéia de reencarnação no espiritismo.

*Refutação Bíblica:*

Deus condena à prática da mediunidade que consulta espíritos-guias e mortos – Lv 20.6, 26-27, Dt.13:1-18, Isaías 8.19-20, 47:13, II Reis 212:6, 23:24-25, I Crôn.10:13-14.

Deus nos exorta a não ouvir espíritos enganadores – I Tm 4:1-2, 6:3-5, Gl 1:8, II Ts.2:7-12, II Co 11:14, I João 4:1-6.

O episódio de Atos 16:16-18 nos ensina que o apóstolo Paulo na autoridade do nome de Jesus ordenou que o espírito saísse: *“Em nome de Jesus Cristo, te mando que saias dela. E na mesma hora saiu”*. Essa deve ser a nossa atitude!

Os mortos não sabem o que acontecem na terra – Ecles. 9.5-6, Salmos 88.10-12 e Is 38.18-19.

Os mortos não podem ajudar os vivos – Lc 16.19-31

Os vivos não podem ajudar aos mortos - Jo 3.18-19

A vida no porvir é conseqüência da nossa decisão na terra.

Lucas 23:43, o Senhor disse que naquele mesmo dia, o ladrão na cruz estaria com Ele, não disse que precisaria reencarnar.

Em sua volta o Senhor RESSUSCITARÁ todos os mortos, os grandes e os pequenos e julgará cada um segundo as obras realizadas em sua ÚNICA vida que teve na terra.

A nossa esperança não é a reencarnação, mas a RESSURREIÇÃO – I Cor.15:14 e 19.

O espiritismo classifica os espíritos em quatro categorias: imperfeitos, bons, superiores e puros. Podendo o espírito galgar sozinho as “categorias espirituais” através das boas ações e sucessivas reencarnações.

Essa tese tenta anular o valor do sacrifício de Jesus, que morreu para nos tirar o pecado do mundo – Jo 3.19, Mt 20.28, I Pe 2.21-25, II Pe 2.1 e Cl 2.14.

A Bíblia declara claramente que quando o homem morre só duas coisas acontecem: o corpo volta ao pó e o espírito volta a Deus (Ec 12.7).

A salvação só se alcança mediante a fé em Jesus e não por méritos - Jo 3.16, At 16.30-31 e Ef 2:8-9.

Em João 3 o Senhor nos chama ao *“novo nascimento”*, mudança de mente, de atitudes, não de corpo, o Senhor Jesus não falou de um novo nascimento carnal, mas sim, da necessidade de um nascimento espiritual. Vejamos: Jo 3.3-8 e Jo 1.12-13.

 

*Kardeck no “Evangelho segundo o Espiritismo”*, adultera a Bíblia. Ensina que *João Batista é a reencarnação de Elias* (Ml 4.5 e Mt 17.10-13), porém Elias não poderia ter reencarnado porque não morreu mas foi arrebatado (II Rs 2.11).

Se João Batista fosse a reencarnação de Elias, aquele que teria aparecido no monte da transfiguração, deveria ser João Batista e não Elias (Mt 17.1-3). Pois de acordo com a doutrina espírita: a última pessoa reencarnada é que deve aparecer.

A Bíblia fala que João Batista teve um ministério parecido com o de Elias (Lc 1.17). Este versículo será completamente esclarecido se comparado com a história de Elias e Eliseu (II Rs 2.9-15).

João Batista disse claramente que não era Elias (Jo 1.21).

A Bíblia ensina que existem dois destinos finais para os que morrem: Céu e inferno. Enquanto os espíritas dizem que o inferno é aqui mesmo. (Mt 13.38-43, Jo 3.18, Lc 23.43 e Ap 21.8).

No livro O Céu e o Inferno, Kardeck afirmou que: “os anjos são almas de homens chegados ao grau de perfeição que a criatura comporta, fluindo em sua plenitude a prometida felicidade."

A Palavra de Deus, afirma que anjos são anjos e homens são homens, são duas criações distintas de Deus. Os anjos foram criados por Deus (Ex 20.11, Ne 9.6 e Cl 1.16) e já existiam quando o pecado entrou no mundo.

 Fontes:

https://versiculosevangelicos.com/versiculos-biblicos-sobre-espiritismo/

https://espirito.org.br/artigos/textos-onde-deus-condena-a-pratica-chamada-espiritismo-2/

https://www.catolicosnabiblia.com.br/voce-sabia-que-a-biblia-condena-o-espiritismo

https://www.respostas.com.br/o-que-a-biblia-diz-sobre-espiritismo/

http://ipbjn.blogspot.com/2012/10/estudo-sobre-espiritismo.html?m=1

 

 

segunda-feira, 13 de setembro de 2021

VAMOS FALAR DE FESTAS X TROMBETA

O apóstolo Paulo fala de *trombetas*, assim como Isaias, Ezequiel, Jeremias e Joel.

As *festas judaicas* falam de *tempos determinados* é o que registra as escrituras em Levítico 23.

O verso 2, o Senhor manda Moisés falar a todos os filhos de Israel, ou seja, as *12 tribos*, convocando-os as *festas fixas* como *santas convocações*.

No verso 3 enfatiza que *6 dias* deviam trabalhar e que o 7° seria *descanso solene*.

Verso 4, diz: “São estas as *festas fixas* que proclamareis no seu *tempo determinado*.

Sete eram as festas registradas:

1° - A Festa da Páscoa – v.4

2° - Festa dos Pãos Asmos - v.5

3° - Festa das Primícias – v.10

4° - Festa do Pentecostes – v.16

5° - Festa das Trombetas – v.24

6° - Festa da Expiação, também chamada de Festa do perdão ou como o apóstolo Paulo chamava de Festa da Redenção – v.26

7° - Festa dos Tabernáculos, também chamada de Festa das Cabanas – v.34














Dt.16:1 é dito que no *mês de Abibe* o povo de Israel celebrou a Páscoa, comemorando a libertação da escravidão do Egito e foi chamado “o primeiro dos meses do ano” (Ex.12:1-8,11-16, 42-51, Nm.9:1-14, 28:16-31, Dt.16:1-17). De acordo com o nosso calendário seria em 14/01.

Essas *Festas* eram sombras do que o Senhor queria ensinar no novo pacto.

João 1:29-30 nos mostra que Jesus é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. O mesmo é dito em Is.53:1-12, como Ovelha desgarrada levou nossos pecados na cruz (I Pe.2:22-25), isso fala da *Festa da Páscoa.

















Em I Co.5:6-8, o apóstolo Paulo fala para jogarmos fora de nossas vidas, todo o *velho fermento*, porque Cristo, nosso Cordeiro Pascoal foi crucificado (Rm.5:8-10, Apoc.5:4-6, 13:8), apontando para a *Festa dos Pãos Ásmos*.

















Em Jer.2:2-3, é dito que Israel era consagrado ao Senhor como “as *primícias* da Sua colheita”. Depois em I Co.15:20-26 diz que Cristo após crucificado, ressuscitou como a “Primícias dos que dormem”, se referindo ao arrebatamento de todos os mortos em Cristo. Ligando também João 12:23-24, falando sobre *Primícias* e vários outros lugares (Rm.11:16, Tg.1:18, Apoc.14:3-5). Isso aponta para a *Festa das Primícias*.

Depois de ter passado 40 dias com os discípulos, Jesus subiu aos céus e no dia 50 enviou o Espírito Santo (Atos 1:8), isso foi na *Festa de Pentecostes*.

Salmos 29:7-8 diz que “a voz do Senhor produz *chamas de fogo*”. O autor do livro dos Hebreus cap.12:18-24, diz: “Porque não chegastes ao monte palpável, *acesso em fogo*, e à escuridão, e às trevas, e à tempestade, e ao *sonido da trombeta, e à voz das palavras*”.

Depois dessas Festas o Senhor subiu aos céus!

Se as 4 primeiras Festas apresentaram algo dentro do ministério terrenal do Senhor, as próximas também terão representação na volta do Senhor.

A 5° Festa, é a *Festa das Trombetas* que tinha como propósito anunciar a chegada do 7° mês e anunciar o *dia da expiação*. Para os judeus também era o dia do julgamento (Nm.29:1-40, Lv.16:6-34), dia de indignação e tribulação (Sofonias 1:14-18). Dia do quebrantamento, do arrependimento e do choro (Zc.12:10-14, Apoc.1:7, 6:12-17).

Em Ezequiel cap.33, versos 2 ao 9 relata que os *atalaias* devem tocar as trombetas alertando a chegada do inimigo (Joel 2:1-2 e 15 e Nm.10:1-10).

O toque de *trombeta fala da volta do Senhor e do arrebatamento* (Apoc.1:9-11, 4:1-2, 10:5-7, 11:15-18, I Co.15:51-53, I Ts.4:15-17, Mt.24:29-31).

O apóstolo Paulo relata que é o tempo da *redenção* dos nossos corpos.

E por último temos a *Festa dos Tabernáculos* quando Deus habitará com os homens. Isaias 63:1-6, fala do *ano da redenção* e também fala da ira do Senhor quando o Senhor pisará as uvas no Seu lagar (Apoc.14:14-20, Apoc.19:11-16, Hb.3:7-19). Essa festa aponta para o Milênio, o descanso de Deus quando o Senhor irá tabernacular com Seu povo (Mt.11:28-30, Jo.7:2,37-41, Apoc.21:1-7).

Em Apoc.11, versos 15 até 19, aparecem 7 anjos, tocando 7 trombetas, sendo que a última trombeta (a sétima), fala do arrebatamento. Aqui temos 777.

O apóstolo Paulo em I Co.15, verso 51 fala de *um mistério* e Apoc.10, verso 7 diz que *nos dias da voz do 7° anjo, cumprir-se-a o mistério* do qual Paulo falou. Multiplicando 7x7 o resultado é 49, anunciando o *ano do jubileu*, o dia da expiação, a entrada para o descanso milenar, o *ano aceitável do Senhor*.

Em *Apoc.11*, quando a *última trombeta* tocar e o Senhor retornar, os reinos do mundo se tornarão do Senhor. Com a derrota da Grande Babilônia, de Gogue e Magogue, ocorrerá as Bodas do Cordeiro, conforme relatado nos capítulos seguintes de Apocalipse 19, 20, 21 e 22.

Então temos 7 Festas, 7 Trombeta e no 7° Milênio o cumprimento da profecia.

Em Josué no capítulo 6, vemos algo parecido. Deus fala também ao povo de Israel, para que 7 sacerdotes, possuindo 7 trombetas no 7° dia, rodeassem a cidade de Jericó 7 vezes (v.4 e 15) e assim vencessem o inimigo.

Nesse contexto encontramos *Raabe*, que é salva. Josué era uma figura de Cristo e ela uma figura da igreja.

As *12 tribos de Israel* é a representação do povo de Deus em sua *plenitude* na nova aliança formada por *144 000* (Apoc.7:9,13,17 e Apoc.14:1).

Os *sacerdotes*, na nova aliança, são os vencedores chamados a exercer o ministério do toque das trombetas.