domingo, 24 de junho de 2018

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Nos alegramos com a reunião de ontem, pois oramos por um longo tempo diante do Senhor onde fizemos lembrar ao Senhor cada família da igreja. Vimos que ainda falhamos em praticar I Tm.2:1 “Exorto-vos, pois, antes de tudo, na PRÁTICA de súplica, orações, intercessões, e ações de graças, por todos os homens”
Vimos 2 aspectos em Gênesis, um que o Senhor colocou Adão no Éden para cuidar do jardim  e o outro que o Senhor queria uma companhia. Logo após viu que Adão precisava de uma companhia e lhe deu Eva. Percebemos a necessidade de andarmos juntos! Mas algo ocorreu, o pecado entrou e Adão não correu “suplicar” ao Senhor Criador o perdão, ele simplesmente se escondeu (2:18). Foi o Senhor quem o procurou e o chamou, não Adão. Adão olhou para sua condição e cozeu folhas para esconder sua nudez, se JUSTIFICANDO diante do Criador. Não é assim quando pecamos? Nos escondemos do Senhor? Nossas justificativas são como folhas de figueira que secam e mostram a nossa falha e novamente nos cobrimos com outras folhas e novamente nos justificamos diante do Senhor, por dia e anos, sem suplicar ( I Tm.1:2)
Em Gn.47:4,6 e 11, nos fala da descida de Israel ao Egito. Não encontramos lugar onde diga que o Senhor os mandou fixar tenda no Egito, apenas encontramos registro dizendo que o Senhor enviara José na frente para preparar um livramento para a época de escassez, porem o verso 4 diz que eles estavam decididos a ficar no Egito e também a serem servos de Faraó e a resposta a isso foi que ganharam a MELHOR terra. Satanás é astuto, os manteve ali no melhor e assim esqueceram-se de orar, clamar e suplicar ao Senhor. O Senhor nos ensina e nos dirige como filhos, porém quando desobedecemos somos submetidos a disciplina. Em Ex.1:8-11 e 2:23-25 percebemos que a SUPLICA veio após o Senhor remover todos os confortos de seu povo. Irmão não é a mesma história conosco? Que o Senhor os abra os olhos para vermos que sempre buscaremos nos justificar diante dEle quando Cristo na cruz já nos JUSTIFICOU PLENAMENTE!  Amém.

O NOME DE ISAQUE



"DEUS ME DEU MOTIVO DE RISO; E TODO AQUELE QUE OUVIR ISSO, VAI RIR-SE JUNTAMENTE COMIGO." (Gn 21:6-7)
 Aqui há dois risos. O primeiro riso significa: é impossível para o homem. O segundo riso significa: com Deus é possível. O nome Isaque significa riso. Porque Abraão colocou o nome dele de "Riso"? Ele o chamou de Isaque por duas razões:
Primeiro Deus prometeu que Sara daria à luz um filho, quando Sara ouviu ela riu. Quando olhou para si mesma não pode deixar de rir. Já havia passado o momento dela dar filhos e o seu ventre estava fechado, como ela poderia dar à luz? Seria impossível. Quando ela ouviu Deus falar que ela teria um filho, ela riu.
Um ano depois, quando o Senhor lhe deu um filho, ela estava rindo, de novo, mas de alegria. A primeira vez ela riu por causa da impossibilidade da promessa. A segunda vez que ela riu, foi porque ela descobriu que aquilo era possível.
Se o homem nunca experimentou o primeiro riso, jamais poderá experimentar o segundo;  se o homem nunca percebeu a sua própria incapacidade, ele jamais experimentará a capacidade de Deus.
Sara sabia que ela não conseguiria fazer isso, mas assim que ela olhou para a obra de Deus ela pôde rir. Aleluia, que possamos provar dos 2 "risos".

Qual é a condição necessária para experimentar as riquezas do Senhor?


Qual é a condição necessária para experimentar as riquezas do Senhor?
Se quisermos ser cheios com as riquezas do Senhor continuamente, temos que estar vazios continuamente. A experiência de se esvaziar é uma experiência de aprofundamento contínuo. Portanto, nunca podemos dizer que estamos completamente vazios ou que não podemos estar mais vazios. Irmãos e irmãs, nós precisamos ser esvaziados dia após dia, mês após mês, e anos após anos. Devemos estar vazios agora, mas depois de algum tempo precisaremos uma obra de mais esvaziamento. Não devemos pensar que uma vez que estejamos vazios, estaremos vazios para sempre. Nós também não devemos pensar que uma vez que estejamos cheios, estaremos cheios para sempre. Devemos ter um conhecimento mais profundo de nós mesmos, e devemos ter um conhecimento mais profundo das riquezas do Senhor.

Lucas 1:53 nos mostra que a graça de Deus está reservada para um tipo de pessoa – uma pessoa faminta. Se uma pessoa vai à reunião apenas com o propósito de observar e ouvir, ela não verá nada e não ouvirá nada. Se tudo o que uma pessoa quer é algum conhecimento bíblico, seus verdadeiros problemas espirituais não serão sanados. Apenas aqueles com uma necessidade interior de pressão e aqueles que estão determinados a encontrar a Deus receberão Sua bênção. Devemos perceber que o progresso espiritual está baseado em nossa fome. Mateus 5:6 diz: “Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão fartos.” Os que têm fome e sede serão saciados; eles são os que são abençoados.

Como BEREANOS


*“Ora, estes eram mais nobres do que os de Tessalônica, porque receberam a palavra com toda avidez, examinando diariamente as Escrituras para ver se estas coisas eram assim” (Atos 17.11)*
Os bereianos ou bereanos eram os habitantes da macedônia, mas precisamente da cidade de Beréia que foram visitados pelo apostolo Paulo por volta de 52 DC.

É um ato nobre você saber julgar todas as coisas que ouve (as coisas ouvidas, não as pessoas que falaram) e reter o que é bom. Paulo ensinou isto aos próprios Tessalonicensses (I Ts. 5.21).
Os Bereanos foram considerados mais nobres porque, embora os Tessalonicensses também tenham *recebido a Palavra* (e com alegria em meio a muita tribulação – I Ts. 1.6), eles *examinaram as escrituras* para conferir o que receberam, a idéia não era criticar as palavras de Paulo, porém
A palavra grega traduzida por “receber” em português, é *“dechomai”*. Alguns dos significados dela são: Agarrar e tomar posse. Essa mesma palavra grega foi utilizada por Paulo em I Corintios 2.14, e traduzida em várias versões portuguesas como “aceitar”: *“O homem natural não ACEITA as coisas do Espírito de Deus porque lhe são loucura”.* Já os espirituais, eles “dechomai” pelo Espírito. Eles aceitam, recebem, agarram e tomam posse… pelo Espírito.
A Palavra de Deus não pode ser recebida pela mente natural, senão ficará limitada. Ela precisa ser agarrada pelo nosso espírito. Precisamos guardá-La no mais íntimo do nosso coração (espírito). Não é um filtro ou julgamento mental, mas espiritual. É por isso também que quando ouvimos um ensino fora do contexto da Palavra de Deus, percebemos um freio e um incômodo no nosso espírito. É o que chamamos de “voz da consciência”.
Como os Bereanos a recebiam, agarravam e tomavam posse da Palavra? Com avidez. O que significa: zelo, entusiasmo, inclinação, intensidade e disposição.
A minha pergunta é: Como nós temos recebido a Palavra? Lembrando-nos de que, antes de recebê-la, é necessário ouvi-la ou lê-la. Como temos ouvido-a? Como temos lido-a? É preciso avidez, zelo, entusiasmo, inclinação, intensidade e disposição. Pedro falou que devemos desejá-la como os recém-nascidos desejam o leite materno. Independente de qual é o locutor, seja “Paulo” ou “Apolo”.
Você já viu como um recém-nascido deseja o leite materno? Eu como pai já presenciei meus filhos quando bebê e estavam com fome, choram, esperneiam, gritam e continuam chorando até que sejam amamentados. Isso é fome de verdade! E é *essa fome que devemos ter para receber a Palavra de Deus*.
A ponto de, durante toda a semana, todos os dias, examinarmos, voltarmos a ler, voltarmos a ouvir, meditarmos novamente, comermos novamente aquela mesma Palavra, confirmando no nosso espírito: É isso mesmo! Isto é a verdade! Afinal, *a fé vem pelo ouvir, e o ouvir, ouvir, ouvir, ouvir, ouvir… a Palavra de Deus*.
João 5:39, *“Examinais as Escrituras, porque vós cuidais ter nelas a vida eterna, e são elas que de mim testificam”* e como resposta aos saduceus, dentro deste mesmo contexto Jesus disse: “Errais, não conhecendo as Escrituras, nem o poder de Deus.” Mateus 22.29
O que acho mais interessante é que, segundo Atos 17.11, os Bereanos não examinaram as Escrituras enquanto a estavam recebendo. Pode até ser que tenham feito isto, mas Lucas não registrou. A ordem foi: Receberam e Examinaram. Ou seja, recebeu e manteve o que recebeu, ou, continuou recebendo diariamente!

Volto a dizer, é necessário ter um julgamento sobre tudo o que ouvirmos, não podemos engolir qualquer ensino como sendo a Palavra de Deus. Devemos observar se aquilo *concorda com o contexto de toda a Bíblia*, se há duas ou três passagens que confirmem aquilo nas Escrituras. Entretanto, além do bom senso para *manejar bem a Palavra da verdade*, é necessário também muito cuidado para não sermos apenas excelentes juízes, porém, medíocres recebedores.
Aprendamos a receber! Independente do quanto você já conhece da Palavra de Deus, sempre haverá mais para se conhecer e sempre será necessário ouvir de novo o que já se recebeu. Mantenhamo-nos recebendo, apegando-nos com mais firmeza às verdades já ouvidas, para que delas, em tempo algum, nós nos desviemos (Hb. 2.1).

Talvez isso justifique o fato de Paulo não ter escrito nenhuma carta aos Bereianos – não era necessário, pois eram crentes que examinavam, investigavam as Escrituras, ao passo que seus vizinhos da Tessalônica receberam duas cartas.

Sejamos equilibrados!
Criticar nunca foi e nunca será uma nobreza. Mas, receber e examinar o que se recebeu é, sim, um nobre ato e uma sábia prioridade.
Que o Senhor nos guarde para nunca irmos além do que esta escrito e nem ser contenciosos.

Bibliografia:





segunda-feira, 19 de março de 2018

ESPADA


Em Gn.3:24 nos fala “e o refulgir de uma ESPADA que se revolvia, para guardar o caminho da árvore da vida”, aqui é a primeira vez que a palavra “espada” é mencionada na bíblia. No contexto deste versículo, vemos a espada como um julgamento de Deus.
Também encontrada em Zacarias 13:7 “Desperta, ó espada, contra o Meu Pastor, e contra o Homem que é o Meu Companheiro... Fere o pastor, e as ovelhas ficarão dispersas...”.
O Pastor mencionado no versículo é Jesus e as ovelhas dispersas se referem aos discípulos que falharam quando Ele foi pregado na cruz. Isso nos mostra que a incansável espada do julgamento, a qual por tantas gerações barrou o pecador de aproximar-se do Deus santo, foi finalmente cravada no nosso Senhor Jesus  quando o pleno julgamento e vingança de Deus por todos os nossos pecados recaíram sobre Ele na cruz. Jesus foi castigado na cruz pelos nossos pecados.
Ao sacrificar a Si mesmo e absorver o total peso do julgamento que se destinava a você e a mim, Jesus parou a espada de julgamento que nos impedia de compartilhar da Árvore da Vida. Ele sacrificou Seu próprio corpo para abrir o caminho para a Árvore da Vida. Jesus foi condenado em nosso lugar. A cruz do Calvário se tornou a Árvore da Vida. Não há mais julgamento, culpa, condenação ou vergonha, a espada saiu e o caminho foi aberto!

Ministério da Morte


“E, se o ministério da morte, gravado com letras em pedras, se revestiu de glória, a ponto de os filhos de Israel não poderem fitar a face de Moisés, por causa da glória do seu rosto, ainda que desvanecente, como não será de maior glória o ministério do Espírito! Porque, se o ministério da condenação foi glória, em muito maior proporção será glorioso o ministério da justiça (2 Coríntios 3:7-9)”.
Foram os Dez Mandamentos escritos e gravados em pedras, como sendo o “ministério da morte”!, por isso a bíblia diz no versículo anterior que “a letra mata, mas o Espírito vivifica”. A aliança da lei mata, mas a aliança da graça dá vida!
Moisés colocava o véu sobre o seu rosto porque ele não queria que as pessoas soubessem que a glória estava se afastando ou chegando ao “fim”. Moisés representava a lei, os Dez Mandamentos, o ministério da morte e da condenação.
A lei exige justiça do homem pecador, enquanto a Graça concede justiça ao homem pecador. A Palavra de Deus diz que
“a força do pecado é a lei” ( I Cor.15:56), mas também diz que “o pecado não terá domínio sobre vós, pois não estais sob a lei, mas sob a graça” ( Rm.6:14).

Calendário: Jesus nasceu antes do ano I


Vamos aos fatos:
1) Sabemos que Jesus nasceu durante o reinado de Herodes, como diz a Bíblia (Lucas 2) Mas, segundo dados históricos, Herodes morreu em 4 antes de Cristo (a.C.).
3) Herodes mandou matar os primogênitos de Belém com menos de 2 anos, o que fez com que José fugisse com Jesus e Maria para o Egito. Herodes não poderia dar uma ordem depois de morto.
Provavelmente Jesus nasceu entre 7 e 4 a.C. O que aconteceu é que o calendário cristão, que divide a história a partir do nascimento de Jesus, somente foi estabelecido em 525 d.C. a pedido do bispo João I. O abade Dionísio – “o Pequeno” – fez os cálculos para determinar a data do nascimento de Cristo, concluindo que fora no ano 754 da fundação de Roma. Errou em alguns anos, e o calendário se difundiu pela cristandade até o século XIX, quando percebeu-se o engano. Tarde demais para mudar.